A legenda informou que ingressará com Ação de Investigação Judicial Eleitoral sob a alegação de que o enredo da Acadêmicos de Niterói, com ataques a desafetos e adversários, configurou abuso de poder político e econômico ao utilizar recursos públicos para promover a imagem de Lula em período pré-eleitoral.
Segundo o presidente do partido, Eduardo Ribeiro, houve propaganda eleitoral antecipada custeada com dinheiro público. Ele afirmou que não se trata de debate político, mas de fato jurídico, cuja consequência prevista em lei é clara e rigorosa.
Antes de anunciar a nova ação, o Novo já havia adotado outras medidas. Na terça-feira, 10, protocolou representação no TSE acusando Lula e o PT de propaganda antecipada durante o Carnaval de 2026. No pedido, requereu multa de R$ 9,6 milhões e tutela de urgência para impedir a execução do samba-enredo no desfile do próximo ano. O caso ainda não foi analisado.
Na quinta-feira, 12, a sigla também acionou o Tribunal de Contas da União para apurar possível desvio de finalidade e uso indevido da estrutura da Presidência da República na organização do carro alegórico da escola.

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