02 maio 2026

Deputados federais reforçam apoio a Dr. Hilton Gonçalo em agenda no Dia do Trabalhador

O pré-candidato ao Senado, Hilton Gonçalo, cumpriu uma intensa agenda política no feriado do Dia do Trabalhador, passando por três municípios do Maranhão e reforçando alianças importantes para o projeto eleitoral de 2026.

A programação teve início em Bacabeira, onde Hilton participou da tradicional Festa do Trabalhador. O evento reuniu lideranças políticas, incluindo os deputados federais Cleber Verde e Júnior Lourenço, ambos do MDB, que declararam apoio à pré-candidatura de Hilton ao Senado. A celebração foi coordenada pela prefeita Naila Gonçalo e contou ainda com o apoio do deputado estadual Ariston.

Em seguida, Hilton Gonçalo seguiu para Santa Rita, onde também participou da Festa do Trabalhador, organizada pelo prefeito Milton Gonçalo. O evento ganhou ainda mais força com a presença do deputado federal Marreca Filho, que também manifestou apoio ao projeto de Hilton ao Senado. Assim como em Bacabeira, os parlamentares Cleber Verde e Júnior Lourenço marcaram presença.

Encerrando a agenda do dia, Hilton esteve no município de Morros, onde participou da Corrida do Trabalhador ao lado do prefeito Paraíba. O gestor municipal foi um dos primeiros a declarar apoio à pré-candidatura de Hilton Gonçalo ao Senado.

A movimentação reforça a articulação política do pré-candidato, ampliando sua base de apoios e consolidando sua presença em diferentes regiões do estado.





Será que o eleitor ainda cai nessa?


São José de Ribamar, a terceira maior cidade do Maranhão, volta a viver um velho roteiro em período eleitoral. Como um “quartel de Abrantes”, o município se torna alvo de candidatos que aparecem do nada, ocupam espaços, fazem barulho, e somem logo depois das urnas.

O discurso é sempre o mesmo: promessas, críticas à gestão municipal e a velha narrativa de que “agora vai”. Mas basta olhar para trás para perceber um detalhe que não pode mais passar despercebido: onde estão os investimentos?

Quantos desses candidatos que hoje criticam a prefeitura destinaram emendas para a cidade? Quantos ajudaram, de fato, a melhorar a infraestrutura, a saúde, a educação ou qualquer área essencial do município? A resposta, na maioria dos casos, é simples, não ajudaram.

É fácil subir o tom contra o prefeito ou contra a gestão quando não se tem histórico de contribuição. Difícil é apresentar resultados concretos, mostrar obras, recursos destinados, presença política contínua. Difícil é provar compromisso real com São José de Ribamar fora do período eleitoral.

E junto desses candidatos, surgem também os “caroneiros de plantão”, que se aproveitam de lideranças locais e do momento político para tentar crescer sem apresentar propostas sólidas ou qualquer histórico de atuação pela cidade.

A estratégia é clara: aparecer agora, ganhar votos e desaparecer depois. Diante disso, fica a pergunta que ecoa cada vez mais forte: será que o eleitor ainda cai nessa?

O voto não pode ser baseado apenas em discurso. Precisa ser baseado em histórico, em entrega, em compromisso. Porque, no fim das contas, quem não investe na cidade durante o mandato dificilmente vai transformar a realidade dela depois.

01 maio 2026

Weverton Rocha revela abatimento com a decisão do Senado de rejeitar a indicação de Jorge Messias ao STF


O senador Weverton Rocha manifestou frustração após o Senado Federal do Brasil rejeitar a indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF). Relator do processo na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, Weverton afirmou que acompanhou de perto a trajetória do indicado ao longo de quatro meses e consolidou uma avaliação positiva sobre sua capacidade técnica e perfil institucional.

Segundo o parlamentar, Messias reúne “grande conhecimento jurídico”, além de ser “ponderado” e demonstrar disposição para contribuir com uma Suprema Corte “equilibrada e justa”. A rejeição pelo plenário, no entanto, interrompeu o avanço da indicação, gerando reação de desapontamento por parte do relator



Weverton destacou que, apesar da decisão soberana do Senado, ainda mantém a expectativa de que o nome de Messias possa ser reapresentado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Para ele, uma eventual nova indicação abriria espaço para que os senadores reavaliem o caso.

A manifestação ocorre em meio a debates sobre critérios políticos e técnicos nas escolhas para o STF, além do papel do Senado no processo de sabatina e aprovação de ministros da Corte.

Com informações do Blog Diego Emir 

30 abril 2026

Alcolumbre faz manobra em veto e abre caminho para reduzir pena de Bolsonaro


O presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre, realizou uma manobra durante sessão desta quinta-feira (30) que pode abrir caminho para a redução de penas do ex-presidente Jair Bolsonaro e de outros condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023.

A decisão ocorreu durante a análise dos vetos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao chamado PL da Dosimetria. Alcolumbre retirou da votação um trecho específico que poderia beneficiar condenados por crimes hediondos e integrantes de facções criminosas.

Entenda a manobra

Na prática, Alcolumbre fez um “desmembramento” do veto presidencial, separando dispositivos do projeto para que parte deles não fosse analisada pelo Congresso.

A medida não é considerada usual, já que, em casos de veto integral, o procedimento padrão é votar o texto como um todo, sem excluir trechos específicos.

Com a decisão, fica aberta a possibilidade de o Congresso derrubar parcialmente o veto de Lula e reduzir penas de condenados pelos atos golpistas — sem alterar regras mais rígidas aplicadas a crimes graves.

O que muda com a decisão

Sem a exclusão feita por Alcolumbre, a derrubada integral do veto poderia gerar efeitos mais amplos. Entre eles:

- Facilitar a progressão de regime para condenados por crimes hediondos

- Beneficiar integrantes de facções criminosas

- Contradizer regras estabelecidas pela chamada Lei Antifacção

Ao retirar esse trecho da análise, o presidente do Congresso evitou que essas mudanças fossem automaticamente retomadas.

Justificativas apresentadas

Alcolumbre argumentou que a decisão levou em conta dois fatores principais:

Temporalidade: a Lei Antifacção foi aprovada posteriormente ao PL da Dosimetria, o que faria suas regras prevalecerem

Intenção do legislador: segundo ele, o projeto da dosimetria não tinha como objetivo alterar critérios de progressão de regime

De acordo com o senador, restabelecer esses dispositivos poderia contrariar tanto o objetivo original da proposta quanto leis mais recentes aprovadas pelo Congresso.

Impacto político e jurídico

A medida ocorre em meio à análise de propostas que tratam da redução de penas para condenados pelos atos de 8 de janeiro, incluindo aliados de Bolsonaro.

Com a manobra, o Congresso pode avançar na discussão sobre a dosimetria das penas desses casos sem ampliar benefícios a condenados por crimes considerados mais graves.

Derrota histórica de Lula no Senado rouba cena de Camarão


A acachapante rejeição do Senado Federal, nesta quarta-feira (29), à indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal tirou os holofotes, pelo menos no Maranhão, da decisão do PT em manter o vice-governador Felipe Camarão na disputa pelo Palácio dos Leões.

Camarão e alguns comunossocialistas comemoravam como gol em final de Copa do Mundo o aval do partido à sua candidatura, mas a derrocada histórica do presidente Lula (PT) no Senado sequestrou o debate e apagou o brilho do momento.

Nos bastidores, a manutenção da pré-candidatura é atribuída à vaidade do ministro do Supremo, Flávio Dino, embora haja quem não veja vontade no próprio vice em se manter na disputa. Camarão já insinuou, em mais de uma ocasião, a predileção por Eduardo Braide (PSD) e o desejo de concorrer ao Senado ao lado do ex-prefeito de São Luís.