25 setembro 2026

SãoJosé de Ribamar celebra 74 anos de emancipação política com grande festa e lota Parque Folclórico Therezinha Jansen



Na noite desta quinta-feira (24), a cidade de São José de Ribamar foi palco de uma grande celebração em alusão aos seus 74 anos de emancipação política. A festa, promovida pela Prefeitura Municipal em parceria com o Governo do Estado do Maranhão, atraiu um grande público que lotou o Parque Folclórico Therezinha Jansen, na orla marítima da cidade.

A programação festiva aconteceu no Parque Folclórico, onde se apresentaram as cantoras Thaís Moreno e May Costa, tendo como atração principal da noite o cantor Rey Vaqueiro, um dos grandes nomes do forró de vaquejada.



O prefeito da cidade, Dr. Julinho (PODEMOS), celebrou a festividade e destacou a importância da data para o município. O gestor, que recentemente foi reeleito para seu terceiro mandato, tem enfatizado em suas declarações um estilo de gestão pautado no trabalho e em resultados concretos para a população. “Temos muito trabalho, mas tambem não poderíamos deixar de comemorar o aniversário da nossa cidade. Ver o povo de Ribamar feliz é a nossa missão”, declarou.

O Parque Folclórico Therezinha Jansen, palco da festa, é um dos principais espaços culturais do município e já sediou grandes eventos tradicionais da região. A grande adesão do público nesta quinta-feira demonstrou o carinho da população pelas comemorações do aniversário da cidade, que é a terceira maior do Maranhão.

Ranking/Educadora aponta empate técnico entre Braide e Orleans no Maranhão




Pesquisa do Instituto Ranking, divulgada nesta quinta-feira (24), aponta empate técnico entre Eduardo Braide (PSD) e Orleans Brandão (MDB) na disputa pelo Governo do Maranhão. A dez dias da eleição, Braide aparece com 40,8% das intenções de voto, enquanto Orleans alcança 37,2%.

A diferença entre os dois candidatos é de 3,6 pontos percentuais. Como a margem de erro do levantamento é de 3,1 pontos para mais ou para menos, eles estão tecnicamente empatados.

Na sequência aparecem o vice-governador Felipe Camarão (PT), com 8,7%, e o ex-senador Roberto Rocha (PRTB), com 5,1%. André Luís, do Missão, registra 1,1%.

Reginaldo Lima (PCB), Saulo Arcangeli (PSTU) e Dimas Cassimiro (PCO) têm menos de 1% cada. Os eleitores indecisos representam 2,7%, enquanto brancos e nulos totalizam 2,9%.

Considerando apenas os votos válidos, quando são excluídos brancos, nulos e indecisos, Braide aparece com 43,22%, contra 39,41% de Orleans. Felipe Camarão tem 9,22%; Roberto Rocha, 5,40%; André Luís, 1,17%; Reginaldo Lima e Saulo Arcangeli, 0,63% cada; e Dimas Cassimiro, 0,32%.

Contratada pela Rádio Educadora FM, a pesquisa ouviu mil eleitores entre os dias 17 e 21 de setembro. O levantamento tem margem de erro de 3,1 pontos percentuais e nível de confiança de 95%.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo MA-07878/2026.

24 setembro 2026

O erro de Lahesio Bonfim na reta final de campanha




Candidato do campo da direita ao Senado da República, Lahesio Bonfim (Novo) cometeu grave erro na reta final de campanha.

Intimado por pressão imposto por aliados e para não criar atrito com o candidato ao Governo, Eduardo Braide (PSD), ele abriu mão de participar do ato político promovido pelo candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), na última terça-feira (22) na capital e perdeu relevância dentre aqueles que estão no entorno do presidenciável.

Aliado de Bolsonaro e uma das principais vozes da direita no Maranhão nos últimos anos, Lahesio não conseguiu se posicionar enquanto liderança.

Lahesio evitou atrito com Braide

Temeu a frente de batalha e não conseguiu elevar a voz num cenário em que o seu cabeça de chapa, Eduardo Braide, busca a neutralidade e não quer ser identificado como candidato de Bolsonaro, muito menos de Lula no Maranhão.

O impacto na sua campanha, contudo, foi sentido.

E tão sentido que um dia depois de não ter participado da agenda de Flávio no Maranhão, ele utilizou palanque em comício na região tocantina para dizer que é candidato da direita e que trabalha para eleger Bolsonaro.

O que mais parece ter sido um ato de desespero, evidencia também um erro gigantesco de sua campanha.

Na terça-feira, ao lado de Flávio Bolsonaro, estavam outras vozes da direita que ganham projeção no estado.

Em 2022 Lahesio coordenou campanha no MA

Lahesio, que em 2022 conseguiu consolidar-se como a figura de maior proximidade do ex-presidente no Maranhão, perdeu espaço.

E quem perde espaço, deixa de construir legado.

Ele agora corre contra o tempo e grita aos quatro cantos ser apoiador de Flávio Bolsonaro.

Enquanto isso, tenta reparar um dano provocado por ele próprio.

Que tropeço...

23 setembro 2026

Hilton Gonçalo recebe apoio dos deputados Júnior Cascaria, Leandro Bello e Ana do Gás para disputa do Senado


A candidatura de Hilton Gonçalo (Mobiliza) ao Senado ganhou o apoio de três deputados estaduais do Maranhão: Júnior Cascaria, Leandro Bello e Ana do Gás. As adesões ampliam o grupo de lideranças políticas que vem se aproximando do projeto do ex-prefeito de Santa Rita nesta reta da campanha eleitoral.

Os três parlamentares integram a atual legislatura da Assembleia Legislativa do Maranhão e possuem bases eleitorais em diferentes regiões do estado. Documentos oficiais da Casa registram Júnior Cascaria, Leandro Bello e Ana do Gás no exercício de mandatos na Assembleia.



Hilton Gonçalo concorre a uma das duas vagas do Maranhão no Senado pelo Mobiliza, com o número 333. Médico e ex-prefeito de Santa Rita por quatro mandatos, ele tem Pastor Porto (Avante) como primeiro suplente e Fernanda Gonçalo (Mobiliza) como segunda suplente. (Senado Federal)

Os novos apoios se somam a outras adesões anunciadas nas últimas semanas. A campanha de Hilton já havia divulgado manifestações de apoio de prefeitos, vereadores e outras lideranças políticas de diferentes regiões do Maranhão. (Hilton Gonçalo)

Ana do Gás, por exemplo, já apareceu recentemente em um ato político no qual Hilton Gonçalo foi apresentado como um dos candidatos ao Senado apoiados pelo grupo reunido pela liderança comunitária Alan Kardec, em São Luís. (Sistema Cidades do Maranhão)

Com a chegada de Júnior Cascaria, Leandro Bello e Ana do Gás, Hilton busca ampliar sua articulação política e territorial na disputa pelas duas cadeiras do Maranhão no Senado Federal. A eleição ocorre em 2026, quando cada eleitor maranhense poderá votar em dois candidatos ao cargo.

Justiça suspende eleição da Mesa Diretora da Câmara de São Luís




A Justiça suspendeu a eleição da Mesa Diretora da Câmara de São Luís marcada para 1º de outubro. Em decisão assinada na noite desta terça-feira (22), o juiz Itaércio Paulino da Silva, da 3ª Vara da Fazenda Pública, suspendeu o edital de convocação e determinou que o presidente da Casa, Paulo Victor (PSB), não realize a sessão extraordinária até nova decisão.

O mandado de segurança foi apresentado pelos vereadores Aldir Júnior (PL), André Campos (Republicanos), Douglas Pinto (PSD), Dr. Joel (PSD) e Flávia Berthier (PL). Os cinco questionaram o rito adotado para a escolha da Mesa que comandará o Legislativo municipal no biênio 2027/2028.

A eleição havia sido convocada inicialmente para 0h01 do dia 1º de outubro. Após reclamações de vereadores, a Câmara alterou o horário para as 9h, mantendo o registro das chapas até as 8h30 do mesmo dia. A data, porém, continuou três dias antes do primeiro turno das eleições gerais, quando nove dos 31 vereadores estão em campanha por outros cargos.

Na decisão, Itaércio apontou indícios de irregularidades no procedimento. O magistrado destacou que o Regimento Interno reserva as quintas-feiras para reuniões das comissões permanentes e prevê sessões ordinárias às segundas, terças e quartas. Também chamou atenção para o fato de o edital não informar previamente se a votação seria aberta ou secreta e permitir inscrições apenas por chapas, com prazo até meia hora antes da eleição.

A Justiça também levantou dúvidas sobre a própria emenda à Lei Orgânica que mudou o calendário da eleição. Segundo os documentos analisados, a proposta foi atribuída à Mesa Diretora e aparece com apenas oito vereadores como subscritores. A Lei Orgânica exige a assinatura de um terço dos 31 membros da Câmara, ou seja, pelo menos 11 vereadores.

O juiz considerou ainda que a escolha do dia 1º de outubro merece análise mais aprofundada por ocorrer na reta final da campanha eleitoral. Para ele, permitir a realização do pleito enquanto sua legalidade é discutida poderia provocar um problema institucional maior caso a eleição fosse posteriormente anulada. A decisão é liminar e não representa julgamento definitivo do processo.

A liminar não impede a Câmara de convocar uma nova eleição. Itaércio rejeitou o pedido para proibir qualquer nova convocação e determinou que eventual novo edital observe a Lei Orgânica e o Regimento Interno quanto ao tipo de sessão, dia, horário, forma de votação e prazo para inscrição das candidaturas. Paulo Victor terá dez dias para prestar informações à Justiça.