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23 julho 2026

Véritas/Café Quente: Orleans Brandão, 48,7%; Eduardo Braide 42,5%



O Instituto Véritas divulgou, nesta quinta-feira (23), os resultados de uma pesquisa de intenção de voto para o Governo do Maranhão. O levantamento, contratado pelo Blog Café Quente, mostra o pré-candidato do MDB, Orleans Brandão, na liderança da corrida eleitoral, com 48,7% das intenções de voto, à frente do pré-candidato do PSD, Eduardo Braide, que aparece com 42,5%.

Na sequência, mas distante da disputa polarizada entre os dois principais postulantes, surgem o vice-governador Felipe Camarão (PT), com 2,9%, e Enilton Rodrigues (PSOL), com 0,3%. Os eleitores indecisos ou que não responderam representam 3,2% do total, enquanto 1,6% afirmaram que pretendem votar em branco ou nulo. Outros 0,9% não opinaram.

No início da semana, o instituto Inop já havia apresentado números semelhantes, com Orleans também à frente (45,06%) e Braide com 43,52% (reveja aqui).

2º turno

O instituto também simulou um eventual segundo turno entre Orleans Brandão e Eduardo Braide. Nesse cenário, o emedebista amplia a vantagem e aparece com 51,4% das intenções de voto, contra 44% do adversário. Os indecisos somam 2,8%, enquanto 1,8% declararam intenção de votar em branco ou nulo. Outros 0,2% não responderam.

Além da disputa eleitoral, a pesquisa avaliou a gestão do governador Carlos Brandão (MDB). De acordo com o levantamento, 70,9% dos entrevistados aprovam a administração estadual, enquanto 27,8% desaprovam. O percentual dos que não souberam ou preferiram não opinar é de 1,3%.

Registrada na Justiça Eleitoral sob o número MA-02581/2026, a pesquisa foi realizada entre os dias 17 e 21 de julho de 2026, com 1.000 eleitores em municípios do Maranhão. A margem de erro é de 2,09 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

21 julho 2026

Pesquisa INOP aponta Orleans à frente de Braide, mas disputa segue tecnicamente empatada


Nova pesquisa do Instituto INOP, contratada pelo Jornal Pequeno, aponta Orleans Brandão (MDB) numericamente à frente de Eduardo Braide (PSD) nos cenários testados para o Governo do Maranhão. Apesar da vantagem do emedebista, os dois permanecem tecnicamente empatados, considerando a margem de erro de 3,02 pontos percentuais.

No levantamento estimulado, quando os nomes dos pré-candidatos são apresentados aos entrevistados, Orleans aparece com 45,06% das intenções de voto, contra 43,52% de Braide. A diferença entre os dois é de 1,54 ponto percentual.

Felipe Camarão registra 3,41%, seguido por André Luís, com 0,34%; Saulo Arcangeli, com 0,27%; e Enilton Rodrigues, com 0,08%. Outros 2,61% afirmaram que não votariam em nenhum dos nomes, enquanto 4,71% não souberam ou não responderam.




No cenário espontâneo, em que os entrevistados indicam sua preferência sem receber uma lista de candidatos, Orleans também lidera numericamente, com 32,18%. Braide tem 30,61%, enquanto Felipe Camarão aparece com 1,80%.

Também foram citados espontaneamente Carlos Brandão, com 0,27%; André Luís, com 0,15%; Saulo Arcangeli, com 0,11%; Flávio Dino e Roberto Rocha, ambos com 0,08%; e Josimar Maranhãozinho e Lahesio Bonfim, cada um com 0,04%.

Quando questionados sobre quem acreditam que será o próximo governador, independentemente da intenção de voto, 44,79% apontaram Orleans Brandão, ante 42,34% que citaram Eduardo Braide. Felipe Camarão foi mencionado por 0,92%; Saulo Arcangeli, por 0,54%; Enilton Rodrigues, por 0,15%; e André Luís, por 0,04%.

O levantamento também mediu a avaliação da gestão do governador Carlos Brandão. Segundo o INOP, 61% dos entrevistados aprovam o governo, 2,68% desaprovam e 36,32% não souberam ou não opinaram.

Na corrida pelo Senado, Roseana Sarney lidera o cenário estimulado, com 24,67%. Lahesio Bonfim aparece em segundo lugar, com 12,30%, seguido por Weverton Rocha, com 10,84%; Duarte Júnior, com 8,12%; André Fufuca, com 5,98%; Roberto Rocha, com 5,17%; e Eliziane Gama, com 5,13%.

Na sequência estão Pedro Lucas Fernandes, com 2,87%; Hilton Gonçalo, com 1,46%; Simplício Araújo, com 0,65%; Antônia Cariongo, com 0,15%; César Pires, com 0,11%; e Franklin Douglas, com 0,08%.

Registrada sob o protocolo MA-01555/2026, a pesquisa ouviu 2.610 eleitores entre os dias 8 e 16 de julho. O levantamento tem nível de confiança de 95% e margem de erro de 3,02 pontos percentuais.

11 julho 2026

Eliziane provoca Braide após adesão de Lahésio: “chapa bolsonarista”




Em publicação no X, na noite desta quinta-feira, a senadora Eliziane Gama (PT), pré-candidata à reeleição, alfinetou Eduardo Braide (PSD) após o anúncio de Lahésio Bonfim (Novo) como segundo nome ao Senado na chapa da oposição. “E a chapa bolsonarista para o Governo do Maranhão agora está completa”, escreveu.

A declaração ocorre meses após Eliziane deixar o PSD rumo ao PT, a convite do presidente Lula. A filiação foi definida depois da senadora concluir que não teria espaço no grupo de Braide para disputar a reeleição ao Senado.

08 julho 2026

Real Time Big Data: Pesquisa aponta estagnação de Braide e crescimento de Orleans




Levantamento do instituto Real Time Big Data, divulgado nesta quarta-feira (8), mostra o ex-prefeito de São Luís Eduardo Braide (PSD) na liderança da disputa pelo Governo do Maranhão. No cenário estimulado, Braide aparece com 44% das intenções de voto, enquanto Orleans Brandão (MDB) soma 31%..

Na sequência, Roberto Rocha (Novo) e Felipe Camarão (PT) aparecem empatados com 9% das intenções de voto. Enilton Rodrigues (PSOL) registra 2%, enquanto André Luís (Missão) tem 1%. Os votos nulos e brancos somam 2%, mesmo percentual dos entrevistados que não souberam ou preferiram não responder.

A pesquisa também simulou cenários de segundo turno. Em uma eventual disputa entre Braide e Orleans, o ex-prefeito venceria por 52% a 38%. Braide também superaria Felipe Camarão por 62% a 22% e Roberto Rocha por 58% a 25%.

Nos demais confrontos testados, Orleans Brandão derrotaria Felipe Camarão por 56% a 24% e Roberto Rocha por 52% a 30%, consolidando-se como o principal adversário de Braide na corrida eleitoral.

O levantamento avaliou ainda os índices de rejeição dos pré-candidatos. Roberto Rocha apresenta a maior rejeição, com 37% dos entrevistados afirmando que não votariam nele. Orleans Brandão aparece com 28% de rejeição, enquanto Braide registra 30%. Em relação ao potencial de voto, 30% afirmam que votariam com certeza em Braide e 33% dizem que poderiam votar nele. No caso de Orleans, 18% afirmam que votariam com certeza e 35% declaram que poderiam apoiá-lo.

A pesquisa também mediu a avaliação do governo Carlos Brandão. Segundo o levantamento, 55% dos entrevistados aprovam a gestão estadual, enquanto 41% desaprovam. Quanto à avaliação, 35% classificam a administração como ótima ou boa, 33% como regular e 30% como ruim ou péssima.

O levantamento ouviu 1.600 eleitores entre os dias 6 e 7 de julho em municípios maranhenses. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número MA-04311/2026.

03 julho 2026

“Anda furando festa dos outros para poder tirar foto com prefeito”, diz Marcus Brandão sobre Braide


O empresário e articulista político Marcus Brandão, pai do pré-candidato ao Governo Orleans Brandão, ambos do MDB, voltou a criticar o ex-prefeito de São Luís e pré-candidato pelo PSD, Eduardo Braide.

Em entrevista ao podcast reportando, Marcus afirmou que Braide é especializado em intriga e fofoca e que tenta ludibriar a população afirmando que não gosta da classe política.

“O ex-prefeito de São Luís tem uma capacidade de jogar a população contra as pessoas. Você vê que ele não tem uma proposta. Ele sai aí mostrando buraco dos outros e não mostra o dele. Vai fazendo uma intriga. Se ele chega num lugar ele tem uma fofoca. Diz que não gosta de político e você abre o Instagram dele é só político. Anda furando festa dos outros para poder tirar uma foto com um prefeito que é aliado nosso para no outro dia a rede social dele, algumas pessoas ligadas a ele dizer que o prefeito está pulando. Como a pessoa não gosta de político e só vive atrás de político?”, questionou.

“Ele não condiz com a verdade. Eu não conhecia ele direito, mas confesso que não sei se é a companhia dele com o grupo do ex-governador [Flávio Dino], que eles gostam muito de fofoca, de intriga. Eu acho que pegou”, completou.

01 julho 2026

Braide perde o discurso antipolitico ao firmar aliança com Fufuca




A aproximação entre o pré-candidato a governador Eduardo Braide e o deputado federal André Fufuca é tratada como um movimento de pragmatismo político em artigo publicado, nessa segunda-feira, 29, que analisa os desdobramentos da aliança para a disputa pelo Governo do Maranhão em 2026. O texto sustenta que, diante da necessidade de ampliar sua presença no interior do estado, Braide passou a recorrer justamente ao tipo de articulação política da qual sempre procurou se distanciar em seu discurso, principalmente quando comandou a Prefeitura da capital.

Assinado pelo vereador de São Luís Marlon Botão, o artigo defende que Fufuca tenta oferecer a Braide uma estrutura política consolidada, com influência entre prefeitos, vereadores e lideranças municipais, além da possibilidade de vincular sua imagem a obras e investimentos viabilizados pelo governo federal. Para o parlamentar, a estratégia permitiria a Braide tocar sua pré-candidatura ao Palácio dos Leões sem assumir um alinhamento político com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A nova composição deixou antigos aliados em segundo plano. Como exemplo, Marlon cita o ex-prefeito de Santa Rita Hilton Gonçalo, que, segundo ele, teve papel importante na trajetória eleitoral de Braide, mas acabou preterido diante da aliança com Fufuca. Na avaliação do vereador, o ex-prefeito passou a priorizar outros acordos.

O artigo sustenta que a aliança desmonta o discurso cultivado por Braide de fazer política sem depender dos grupos tradicionais. Para Marlon, a disputa pelo governo exige capilaridade, articulação nos municípios e apoio de lideranças regionais, fatores que explicariam a mudança de estratégia adotada pelo prefeito.

Ao defender a retomada dos investimentos federais no Maranhão, o vereador afirma que Braide tenta associar sua imagem a obras executadas com recursos da União sem reconhecer o protagonismo do governo Lula. Para Marlon Botão, a aproximação com André Fufuca representa um reposicionamento político motivado pela necessidade de ampliar sua estrutura eleitoral e fortalecer seu projeto para a sucessão estadual.

26 junho 2026

Editorial do Jornal Pequeno cobra explicações de Braide sobre crise no transporte da zona rural


O Jornal Pequeno publicou, nesta sexta-feira (26), um editorial em que atribui ao ex-prefeito Eduardo Braide parte da responsabilidade pela crise no transporte público da zona rural de São Luís.

“Braide e a conta que a zona rural continua pagando”, o texto cita o protesto realizado no Terminal do São Cristóvão e afirma que os problemas enfrentados por moradores de comunidades como Tajipuru, Mato Grosso, Coquilho, Caracueira e Conceição são reflexo de anos de falta de investimentos e de soluções estruturais para o sistema.

No editorial, o jornal reconhece que a atual gestão recebeu um sistema de transporte deteriorado, mas sustenta que a maior responsabilidade política recai sobre a administração de Braide, que comandou a Prefeitura por mais de seis anos.

O texto também questiona a postura do ex-prefeito ao criticar problemas da atual gestão e do Governo do Estado, defendendo que ele também apresente esclarecimentos sobre as deficiências deixadas em sua administração, especialmente em relação ao transporte público da zona rural da capital.

19 junho 2026

Lahesio diz que candidatura de Roberto ao Governo seria “equívoco”



O pré-candidato ao Senado Lahesio Bonfim (Novo) afirmou nesta quinta-feira (18), em entrevista a um podcast, que uma eventual candidatura de Roberto Rocha (Novo) ao Governo do Maranhão seria um “equívoco”. Segundo o ex-prefeito, a decisão contrariaria o sentimento identificado por ele nas ruas, favorável à união das forças de oposição em torno de Eduardo Braide (PSD).

Lahesio disse respeitar uma eventual escolha de Roberto e do partido, mas defendeu que o desejo popular seja considerado. “Para mim, seria um equívoco não ouvir as ruas. É um desejo que está nas ruas e a gente não deve atrapalhar”, declarou.

O ex-prefeito também minimizou a falta de um palanque estadual para a direita. Para ele, as redes sociais e a mobilização dos candidatos locais garantem espaço aos nomes nacionais do campo conservador. Lahesio afirmou ainda que esse eleitorado deve superar 30% dos votos no Maranhão, independentemente de uma candidatura própria ao Palácio dos Leões.

11 junho 2026

Crescimento de Orleans faz oposição se unir para tentar evitar vitória governista no 1° turno


A corrida pelo Palácio dos Leões começa a entrar em uma nova fase. Se até poucos meses atrás a oposição maranhense aparecia fragmentada entre diferentes projetos políticos, o avanço consistente da pré-candidatura de Orleans Brandão passou a produzir um movimento de convergência entre adversários que, até então, disputavam o mesmo eleitorado. Nos bastidores, a avaliação é de que o crescimento do nome apoiado pelo governador Carlos Brandão transformou a possibilidade de uma vitória governista já no primeiro turno em uma hipótese real, obrigando a oposição a rever estratégias.

O movimento mais simbólico dessa nova conjuntura foi o recuo de Lahesio Bonfim da disputa pelo Governo do Maranhão. Depois de sustentar publicamente que era pré-candidato ao Palácio dos Leões e de afirmar, em tom duro, que “não se venderia”, Lahesio anunciou que deixará a corrida estadual para disputar uma vaga no Senado.

Na prática, a decisão retira do caminho de Eduardo Braide um adversário direto dentro do campo bolsonarista e fortalece a tentativa de concentrar votos contra Orleans.

A mudança de posição de Lahesio expõe o grau de preocupação da oposição com o avanço governista. O ex-prefeito de São Pedro dos Crentes, que em 2022 surpreendeu ao chegar ao segundo lugar na disputa estadual, vinha sendo visto como ameaça real à consolidação de Braide como principal nome oposicionista. Sua saída da eleição para o Governo reduz a pulverização do voto anti-governo, mas também abre uma contradição política difícil de esconder: o mesmo Lahesio que dizia não aceitar acordos para sair do jogo agora recua justamente no momento em que a oposição busca se reorganizar em torno de Braide.

O fenômeno é explicado por uma combinação de fatores. Enquanto Orleans tem ampliado sua presença no interior, acumulando apoios de prefeitos, vereadores e lideranças regionais, seus principais adversários enfrentam dificuldades para expandir suas bases além dos nichos eleitorais já consolidados. O resultado é que a pré-campanha governista passou a reunir dois ativos valiosos em eleições estaduais: capilaridade política e capacidade de mobilização popular. A cada novo evento, cresce a percepção de que Orleans conseguiu transformar a estrutura do governo em uma plataforma política eficiente, sem perder o discurso de continuidade de uma gestão bem avaliada.

Diante desse cenário, setores da oposição começaram a intensificar conversas e articulações que antes pareciam improváveis. O objetivo é claro: evitar a dispersão de votos e construir um ambiente político capaz de impedir uma definição da disputa já na primeira etapa da eleição. A movimentação inclui desde aproximações entre lideranças historicamente distantes até mudanças bruscas de posicionamento, como a de Lahesio, que passou de crítico de Braide a peça importante no redesenho oposicionista.

A recente desistência de candidaturas majoritárias e a intensificação dos ataques ao grupo governista também são interpretadas como reflexo desse novo momento.

Por enquanto, a principal vitória de Orleans talvez não esteja apenas nos números das pesquisas, mas na mudança de comportamento dos adversários. Quando diferentes correntes da oposição começam a caminhar na mesma direção, o sinal emitido ao eleitorado é claro: a preocupação deixou de ser quem lidera a oposição e passou a ser como impedir que o candidato governista chegue forte o suficiente para liquidar a disputa ainda no primeiro turno.

29 maio 2026

César Pires nunca saiu do PSD e está apto para disputar o Senado


É bem verdade que existiu um “namoro” entre o ex-deputado estadual César Pires e o Novo, mas só que não avançou e não virou “casamento”. Com isso, ao contrário do que tem sido colocado nas pesquisas eleitorais no Maranhão, César Pires segue no PSD.

Diante dessa fato, César Pires, que é pré-candidato ao Senado, considerado inclusive um excelente nome e extremamente preparado para o cargo, só pode disputar as eleições de 2026 no PSD, partido que tem como pré-candidato ao Governo do Maranhão, Eduardo Braide.

Os dois foram deputados estaduais no mesmo período e César Pires foi inclusive o primeiro parlamentar da Assembleia Legislativa a declarar publicamente apoio a candidatura de Eduardo Braide a Prefeitura de São Luís.

O PSD, até o momento, ainda não formalizou aliança com nenhum partido para as eleições de 2026,e não está descartado sair com chapa pura. No entanto, existem outros partidos com pré-candidatos que podem coligar e integrar a chapa encabeçada por Braide, seriam eles: Avante (Duarte Júnior), Mobiliza (Hilton Gonçalo) e DC (Simplício Araújo).

É aguardar e conferir, mas inegavelmente César Pires está apto e pronto para disputar o Senado pelo PSD.

09 maio 2026

Braide volta a recorrer à Veritá para tentar ludibriar a população


Sem conseguir transformar sua pré-candidatura em crescimento político real, Eduardo Braide voltou a apostar em um velho expediente: o uso de pesquisas contestadas para tentar criar uma sensação artificial de favoritismo. Desta vez, mais uma vez, entrou em cena o Instituto Veritá, conhecido por levantamentos que frequentemente geram desconfiança e questionamentos nos bastidores da política maranhense.

A pesquisa divulgada hoje por Braide apresenta um cenário completamente diferente das demais medições conhecidas, tentando vender ao eleitor a ideia de uma liderança folgada e até de vitória em primeiro turno. O problema é que os números destoam da realidade observada nas ruas, onde o ex-prefeito segue enfrentando dificuldades para construir alianças, ampliar apoios e ganhar musculatura no interior do estado.

Nos bastidores, a avaliação é de que a estratégia tenta influenciar a opinião pública pelo efeito psicológico da “candidatura imbatível”. A aposta seria criar artificialmente um clima de favoritismo para atrair apoios políticos e confundir parte do eleitorado maranhense.

Mas a repetição da fórmula começa a produzir o efeito contrário. Em vez de consolidar credibilidade, o uso insistente de pesquisas cercadas de desconfiança reforça a percepção de que Braide tenta compensar na propaganda aquilo que ainda não conseguiu conquistar na política real.

08 maio 2026

Orleans ultrapassa Braide e lidera disputa pelo Governo com 41,27%, atesta pesquisa


Contratado pelo Grupo do Jornal Pequeno, o Instituto Inop divulgou, nesta sexta-feira, 8, pesquisa de intenção de voto para o Governo do Maranhão, tendo mensurado também a preferência do eleitorado em relação ao Senado.

Pré-candidato pelo MDB, Orleans Brandão, ex-secretário de Estado de Assuntos Municipalistas, lidera com 41,27%, já tendo ultrapassado o ex-prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), que marcou 38,60% no cenário estimulado – aquele no qual são apresentados aos entrevistados os nomes dos postulantes.

Em terceiro lugar está o pré-candidato do Novo, Lahesio Bonfim, com 10,39%.

O vice-governador Felipe Camarão (PT) aparece em último lugar, com 4,17%.

Não souberam ou não opinaram 4,57% e 1% nenhum deles.

Se comparado com o primeiro levantamento do Instituto, divulgado em março,, Orleans cresceu 4%.


Espontâneo – No cenário espontâneo – aquele no qual não são apresentados os nomes dos pré-candidatos, Braide e Orleans estão empatados com 26,39% e 25,75%, respectivamente.

Lahesio marcou 5,14% e Camarão 1,97%.

Os demais citados não chegaram a 1%.

Aprovação – O levantamento também avaliou o nível de aprovação do governador Carlos Brandão (sem partido), apoiador de Orleans.

59,13% disseram aprova-lo; 33,11% desaprova; 7,76% não respondeu ou não opinou.


A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral com o número MA-06910/2026. Tem margem de erro de 3,03%, para mais ou para menos, e nível de confiabilidade de 95%.

Foram ouvidas 2.588 pessoas no intervalo compreendido entre os dias 24 de abril a 02 de maio.

06 maio 2026

Em encontro do PRD, Júnior Marreca critica desprezo de Braide pela classe política


O presidente regional do PRD, Júnior Marreca – secretário de Indústria e Comércio do governo Brandão (Sem partido) fez um alerta nesta segunda-feira, 4, aos pré-candidatos do partido a deputado federal e estadual. Mesmo0 sem citar nomes, a fala de marreca foi direcionada ao ex-prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD).

“É preciso ter cuidado com candidatos ao governo que têm desprezo pela classe política, candidatos que não gostam de político. Eles são a negação da política”, disse o secretário.

O PRD terá 19 pré-candidatos a deputado federal e 27 pré-candidatos a deputado estadual;

Entre os nomes do partido estão o deptuado federal Marreca Filho e o estadual Dr. Yglésio.

A preocupação de Júnior Marreca tem sido levantada também por outros líderes políticos Maranhão a fora; este blog Marco Aurélio d’Eça também já abordou o tema, na postagem “Adversários já exploram temor que a classe política tem de Braide…”.

O ex-prefeito, no entanto, tem recebido a adesão de inúmeros prefeitos, ex-prefeitos, vice-prefeitos e lideranças políticas de diversas regiões do estado

De uma forma ou de outra, a relação de Braide com os políticos será tema da campanha eleitoral.

22 abril 2026

Lahésio diz que recebeu oferta de dinheiro para desistir da eleição


Em entrevista a uma TV web do Piauí, nesta terça-feira, o pré-candidato a governador do Maranhão, Lahésio Bonfim (Novo), afirmou ter recebido propostas financeiras para renunciar à disputa ao Palácio dos Leões e concorrer a uma vaga na Câmara Federal. O ex-prefeito de São Pedro dos Crentes também acusou o grupo político do ex-prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), de tentar inviabilizar sua candidatura ao governo estadual.

“Me ofereceram dinheiro para ser candidato a deputado federal (…) Eles fizeram mesmo foi humilhar”, afirmou Lahésio, que garantiu ter como provar as acusações.

O pré-candidato criticou a postura do grupo adversário, que, segundo ele, optou pelo confronto em vez do diálogo. “Eles poderiam muito bem ter chamado pro diálogo, aberto as portas, dito ‘olha, estamos te oferecendo aqui uma vaga de vice, de senador, escolham qual a chapa para nos derrotar o sistema’, mas eles não querem derrotar o sistema, eles querem se unir ao sistema”, disse.

Lahésio também interpretou a escolha da empresária Elaine dos Pneus como vice na chapa de Braide como um sinal deliberado de exclusão. “A primeira porta que eles fecharam foi a de vice, que era pra mostrar: ‘olha, nós não queremos papo, não. Nós vamos é aniquilar ele’”, afirmou.

O pré-candidato bolsonarista ainda fez referência à influência do ministro do STF Flávio Dino no campo político adversário. “Eles vão tentar de toda a forma aniquilar para ganharem sozinho, mais o dinismo, mais a turma do Dino”, concluiu Lahésio, segundo colocado na disputa ao governo estadual em 2022.

21 abril 2026

Lahesio marca posição à direita e cutuca Braide: “não se compromete”


Mantendo a pré-candidatura ao Palácio dos Leões, o ex-prefeito Lahesio Bonfim reafirmou nesta segunda-feira (20) seu posicionamento ideológico à direita e fez críticas indiretas a adversários que evitam se declarar no espectro político. Sem citar nomes, a fala foi interpretada como um recado ao ex-prefeito de São Luís, Eduardo Braide, também pré-candidato ao Palácio dos Leões.

“Ao te perguntar se tu é direita ou esquerda, tu sai pela tangente. Tu diz: ‘eu estou do lado do povo’. Não se compromete”, declarou ao simular os conselhos de um hipotético marqueteiro político.

Bonfim afirmou que sempre irá se “posicionar a favor daqueles que querem transformar”. “Eu sou de direita”, ratificou.

Em postagem anterior, Lahesio republicou um vídeo do senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República, afirmando que “o Brasil terá uma nova oportunidade em 2026 e o Maranhão também”. (Marrapá)

20 abril 2026

Braide deixa claro que não irá pedir voto para Lula e Bolsonaro


O ex-prefeito Eduardo Braide, pré-candidato ao Governo pelo PSD, voltou a negar o presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL), principais postulantes ao comando do Palácio do Planalto a partir do ano que vem.

Em agenda na cidade de Coroatá, no fim de semana, Braide foi questionado, em entrevista à imprensa, sobre qual será o seu posicionamento em relação ao pleito presidencial.

E fez questão de dar de ombros para o petista e o liberal.

“A linha que eu sempre tive como político. Sempre disse que o meu padrinho político é o povo do Maranhão”, resumiu.

Apesar de buscar apoio dos campos da direita e da esquerda, tendo uma bolsonarista como pré-candidata e vice-governadora, Braide não irá colar a sua imagem em nenhum dos presidenciáveis, mesmo querendo obter qualquer tipo de benesses advindas de ambos.

Em março, quando ainda não admitia a pré-candidatura, o então prefeito, ao ser questionado pelo editor do Blog sobre o assunto, afirmou não ser nem de esquerda e nem de direita.

16 abril 2026

Liderança de ITZ, ex-juíza critica escolha de empresária vice de Braide


A ex-juíza, advogada e liderança política de Imperatriz Graça Carvalho manifestou-se publicamente sobre a recente movimentação na chapa encabeçada pelo ex-prefeito de São Luís Eduardo Braide (PSD).

Em vídeo divulgado em seu perfil no Instagram, ela lamentou a escolha da empresária Elaine Carneiro (PSD) para a vaga de vice-prefeita.

​A principal crítica de Graça Carvalho reside na suposta ausência de histórico público da candidata escolhida. Segundo a advogada, a escolha recaiu sobre alguém sem “vivência comunitária” ou “serviços prestados ao povo”.

“A gente só tem a lamentar que a escolha tenha se dado sobre alguém que não tenha vivência comunitária, que não tenha serviços prestados ao povo”, afirmou Carvalho no vídeo.

Com informações do Blog Gilberto Leda

14 abril 2026

Pré-candidato à Presidência chama Coroadinho de pedaço do inferno e detona Braide


Pré-candidato à Presidência da República pelo partido Missão, Renan Santos, um dos fundadores do Movimento Brasil Livre (MBL), protagonizou mais uma polêmica no Maranhão nesta última segunda-feira, 13.

No Coroadinho, ele gravou imagens, divulgadas nas redes sociais, mostrando um lixão a céu aberto instalado na entrada de um dos maiores bairros de São Luís.

Ao abordar o problema, que, de fato, deveria ter sido solucionado pela Prefeitura, Santos classificou a localidade como pedaço do inferno e detonou a inércia de Eduardo Braide (PSD), ex-prefeito da capital e que renunciou ao mandato recentemente, depois de seis anos, para poder se colocar como apto na disputa pelo comando do Governo do Estado.

“Eu não vou romantizar esse pedaço do inferno. Braide, o prefeito [ex-prefeito] de São Luís, quer ser governador do estado do Maranhão. E se desgraça pouca não é bobagem ele entrega isso aqui: uma das piores favelas do Brasil, lixo jogado no meio da rua, cachorro morto, cheiro de morte”, disse.

Ele ainda citou outros problemas relacionados ao envolvimento de jovens com o crime e presença de facções.

“Mas o prefeito [ex-prefeito] foca obviamente em fazer grandes festas e manter a coisa como está”, completou.

A fala de Renan Santos sobre o bairro ludovicense, vale destacar, foi repudiada pelos vereadores Nato Júnior (PSB) e Daniel Oliveira (PSD), que detém base eleitoral no mesmo.

A prefeita Esmênia Miranda (PSD) ainda não se manifestou sobre o episódio, assim como o próprio Eduardo Braide.

O pré-candidato ao Palácio do Planalto já visitou outras cidades maranhenses, como Imperatriz, Santa Inês e Marajá do Sena.

Consignados: Prefeitura de São Luís rompe contrato com o Banco Master


A Prefeitura de São Luís rescindiu unilateralmente o credenciamento com o Banco Master para a realização de descontos em folha de pagamento de servidores municipais, referentes a empréstimos consignados. A decisão foi publicada no Diário Oficial do Município na última sexta-feira (10).

De acordo com o ato administrativo, a medida foi formalizada pela Secretaria Municipal de Administração (Semad) e tem efeitos retroativos a dezembro de 2025. Entre as justificativas apresentadas está a perda da autorização de funcionamento da instituição financeira.

O controlador do banco, Daniel Vorcaro, está no centro de investigações e chegou a ser preso no âmbito de uma operação que apura suspeitas de irregularidades no sistema financeiro nacional.

Com a rescisão, o município encerra a relação institucional com o banco no âmbito dos contratos de crédito consignado, modalidade amplamente utilizada por servidores públicos para obtenção de empréstimos com desconto direto em folha.

09 abril 2026

Professores paralisam atividades e pressionam Esmênia por diálogo e direitos negligenciados por Braide


A manhã desta quarta-feira (8) foi marcada por um forte movimento de mobilização na porta da Secretaria Municipal de Educação (Semed). Professores da rede pública municipal, convocados pelo Sindeducação, cruzaram os braços em uma paralisação de advertência para cobrar uma postura diferente da nova administração municipal, agora sob o comando da prefeita Esmênia Miranda.

O estopim para a mobilização de hoje é uma nova orientação da Semed sobre o cumprimento do 1/3 de Hora Atividade. O sindicato exige que a lei seja cumprida integralmente, mas denuncia que a implementação está sendo feita sem o devido debate com os profissionais.

Os professores destacam três pontos críticos:

Estrutura precária: Muitas escolas da rede não possuem salas de professores adequadas, internet ou recursos básicos para que o planejamento pedagógico seja feito dentro da unidade.

Direito à formação: A categoria reforça que esse tempo não é apenas para correção de provas, mas um direito garantido para a formação continuada, cursos e capacitações que impactam diretamente na qualidade do ensino.

Debate democrático: O Sindeducação afirma que qualquer mudança na rotina de trabalho precisa ser discutida com quem está no chão da escola, e não imposta via memorandos.

O protesto acontece em um momento de transição e expectativa. Após seis anos de uma gestão anterior marcada pelo isolamento e pela falta de diálogo com as categorias dos servidores, a chegada de Esmênia — que também é educadora — levanta um questionamento : será que, finalmente, a Prefeitura terá uma postura mais sensível às pautas da educação?