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12 março 2026

Atingiu o teto?! Braide mantém-se há meses no mesmo patamar de votos


A mais nova pesquisa de intenção de votos sobre a corrida pelo Governo do Estado, divulgada esta semana, traz um dado que precisa ser levado em conta na análise dos índices de intenção de votos do prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD).

De acordo com os números, do Instituto Paraná, Braide registra 34,6% das intenções de votos. Os índices do prefeito são apenas 4 pontos maiores que os do secretário Orleans Brandão (MDB).

Mas quando se analisa a performance de Braide ao longo de todo 2025, chega-se, inevitavelmente, a uma estagnação. Em todos os levantamentos o prefeito varia na casa dos 30 pontos e nunca superou os 35%.

Para efeito de comparação, neste mesmo período, Orleans Brandão saiu de índices abaixo de 10% para a mesma pontuação de Braide. Em alguns levantamentos, o candidato do MDB chega a superar o prefeito de São Luís, ainda que em condição de empate técnico.

Diante desses fatos concretos, sobretudo levando em consideração a força da máquina que impulsiona a candidatura de Orleans Brandão, o cenário para Eduardo Braide mostra-se incerto, faltando pouco mais de 20 dias para sua decisão de renunciar ou não à prefeitura.

Principalmente por que ele estará fora da máquina nos meses seguintes. (Marco D'eça)

11 março 2026

Movimentações partidárias agitam o cenário político no Maranhão. Confira as mudanças.


As movimentações partidárias estão a todo vapor no Maranhão com a abertura da janela partidária. O prazo final para filiações e mudanças de partido será 4 de abril, e até lá a expectativa é de intensas articulações entre lideranças políticas em todo o estado

No campo da oposição, algumas acomodações já começam a se desenhar. Os deputados estaduais Ricardo Rios, Rodrigo Lago e Leandro Bello devem se filiar ao Partido Socialista Brasileiro (PSB), mesmo caminho seguido pelo ex-deputado Marco Aurélio, que deixou o Partido Comunista do Brasil (PCdoB) e retornou ao PSB para concorrer ao mandato de deputado federal ao lado do deputado Othelino Neto. Quem também deve concorrer à Câmara Federal pelo PSB é o vereador de São Luís, Marcelo Poeta.

Também seguiu essa direção o advogado Mávio Rocha, militante histórico do PCdoB, que recentemente anunciou sua filiação ao PSB.

Já a deputada estadual Ana do Gás, deve sair do PCdoB e pode se filiar ao Republicanos. No PT, deve entrar o deputado Francisco Nagib e no PV o irmão do prefeito de Imperatriz, Rildo Amaral. Ambos disputarão cadeiras na Assembleia Legislativa.

No campo do centro político, o Partido da Renovação Democrática(PRD) deve receber o reforço do deputado federal Márcio Honaiser(hoje no PDT) e do deputado estadual Yglésio Moyses. Ambos devem disputar uma vaga para deputado federal nas próximas eleições.

Orleans vai dar demonstração de força em pré-lançamento de candidatura


A festa de pré-lançamento da candidatura do secretário Orleans Brandao (MDB) ao Governo do Estado, neste sábado, 14, no Multicenter Sebrae, pretende ser uma demonstração de força do Palácio dos Leões.

A pré-convenção reunirá praticamente todos os prefeitos maranhenses, uma dezena de partidos alinhados e, também, estarão em São Luís, deputados estaduais federais e vereadores.

“É hora de dar mais um passo firme pelo nosso Maranhão. Com união, trabalho e muita energia, seguimos prontos para fazer mais e acelerar o desenvolvimento do nosso estado, ouvindo as pessoas e cuidando do que realmente importa: oportunidades e qualidade de vida. Vamos juntos seguir avançando!”, anunciou Orleans, em suas redes sociais.

O anúncio do evento lista 11 partidos na base de apoio do candidato do MDB. Não estão incluídos o PT, ainda indefinido politicamente, e o PSDB, que foi assumido recentemente pelo ex-senador Roberto Rocha.

Além do MDB, fazem parte da coligação de Orleans PDT, PRD, União Brasil, Republicanos, Progressistas, Cidadania, Avante, Podemos, Partido Verde e Solidariedade.

07 março 2026

Missa de 7º dia do falecimento da ex-prefeita Bia Venâncio será realizada neste Domingo


A família da ex-prefeita de Paço do Lumiar, Glorismar Rosa Venâncio, a Bia Venâncio, que administrou o município da Região Metropolitana de São Luís entre 2009 e 2012, marcou para este domingo (08), a Missa de sétimo dia da morte da ex-gestora. A solenidade acontecerá na Igreja Nossa Senhora da Conceição, na Estrada da Maioba, em Paço do Lumiar, às 11h.

Bia Venâncio faleceu na última segunda-feira (2), aos 74 anos, no Hospital da Ilha onde tratava insuficiência renal e outras comorbidades.

28 fevereiro 2026

‘Prioridade no Maranhão é caminhar ao lado do presidente Lula’, diz Marcus Brandão ao rebater fake news


Após a circulação de informações falsas nas redes sociais, o empresário Marcus Brandão se manifestou publicamente para rebater conteúdos que lhe atribuíam supostas declarações de menosprezo ao apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Maranhão.

Em publicação feita em seu perfil, Marcus classificou como “matéria falsa” o conteúdo divulgado por blogs e páginas que, segundo ele, seriam alinhados a adversários políticos. De acordo com o empresário, a declaração que vem sendo compartilhada “não corresponde à realidade” e “jamais foi feita nos termos apresentados”, tratando-se, segundo afirmou, de “clara manipulação com objetivo político”.

No posicionamento, ele reafirmou de forma categórica que a prioridade do seu grupo político no Maranhão é caminhar ao lado do presidente Lula, fortalecendo a parceria institucional, o diálogo e os investimentos federais no estado. Para Marcus Brandão, a tentativa de criar desgaste por meio de fake news busca fabricar um conflito inexistente.

O empresário também destacou que o grupo segue comprometido com um projeto que coloca o Maranhão acima de disputas menores, defendendo atuação baseada em responsabilidade, lealdade política e respeito à verdade. “Fake news não nos desvia do foco. Nosso compromisso é com o Maranhão”, concluiu.

Leia a íntegra da manifestação:

27 fevereiro 2026

Os recados enviados por Bolsonaro a aliados para preservar Michelle


Incomodado com as notícias de recorrentes desavenças públicas dos filhos com a esposa, Jair Bolsonaro decidiu aproveitar as visitas de aliados na Papudinha, onde cumpre pena em Brasília, para enviar recados para que tirem Michelle do alvo de novos atritos. Os desentendimentos entre Michelle e os enteados são públicos, especialmente com Eduardo e Carlos.

Ungido como sucessor político do pai, Flávio Bolsonaro sempre foi o mais próximo, mas acabou afastado por ela após divergências políticas no Ceará. Em dezembro do ano passado, foi amplamente divulgada a confusão ocorrida em Fortaleza, quando a ex-primeira-dama foi contra a aliança, defendida pelos enteados, do PL com Ciro Gomes (PSDB), possível candidato ao governo do estado. Ao saber da briga, o ex-presidente desautorizou os filhos.

Jair Bolsonaro quer acabar com essas desavenças e deu ultimato para os aliados. Por isso, envia mensagens para que não alimentem ou repliquem as críticas ácidas dos filhos e de outros bolsonaristas. Mais do que isso, o ex-presidente pede unidade dentro da direita conservadora.

Além dos ataques recebidos dos familiares, Michelle foi alvo do jornalista Allan dos Santos, ativista da extrema direita, por participar de eventos no país enquanto Bolsonaro já estava preso “como se ele estivesse morto”. Da mesma forma, entrou na mira do pastor Silas Malafaia, que criticou a esposa de Bolsonaro pela pretensão de se apresentar como principal representante do público conservador no Brasil.

O clima fechou ainda mais quando Eduardo, que está nos Estados Unidos para fugir das investigações do Supremo, usou as redes sociais para criticar abertamente a falta de engajamento de Michelle e do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) na pré-campanha de Flávio. A ex-primeira-dama respondeu todos os ataques. No caso de Eduardo, usou as redes sociais para divulgar um vídeo fritando bananas, gesto interpretado como resposta cifrada, em alusão a um apelido do “02”.

Em função desses episódios, a ex-primeira-dama se distanciou ainda mais dos enteados e do cenário político. Ela esperava um pedido público de desculpas, o que não ocorreu. Com o peso de uma candidatura presidencial, Flávio costura a reaproximação com a madrasta, sem sucesso até agora. Michelle ainda tenta digerir a indireta do primogênito ao insinuar suposta frustração de Michelle logo após ser escolhido pelo pai como o herdeiro bolsonarista.

O filho escolhido por Bolsonaro para concorrer ao Planalto sabe o poder de influência que a ex-primeira-dama tem sobre o eleitorado feminino e evangélico, duas fatias indispensáveis para quem deseja ocupar a cadeira de presidente. Um encontro foi ensaiado recentemente, mas não vingou. Michelle considera recompor com Flávio, mas avalia ainda não ser a hora para entrar na pré-campanha. O momento é de se dedicar ao marido, ela diz.

Enquanto Jair Bolsonaro esteve em prisão domiciliar, Michelle viajou o país para participar de eventos como presidente do PL Mulher. A turnê para fortalecer o espólio bolsonarista permaneceu quando o ex-presidente tentou violar a tornozeleira eletrônica e foi transferido para a Superintendência da Polícia Federal. Pouco após, ela se licenciou do cargo partidário, suspendeu as viagens políticas e assumiu o movimento para reivindicar melhores condições de custódia para o ex-presidente, até conseguir a transferência para a Papudinha. Desde a mudança, Michelle dedica os dias ao preparo de marmitas para o marido e pouco tem participado de eventos públicos. A exceção foi a caminhada organizada por Nikolas Ferreira em janeiro.

A aliados, a ex-primeira-dama tem repetido que não ficará de fora do principal projeto do bolsonarismo. Apenas avalia que não é o momento de trocar os cuidados com o marido pelas ambições políticas dos enteados. No centro desse grande fogo cruzado familiar, entre os filhos e a esposa, Bolsonaro desta vez escolheu Michelle.

26 fevereiro 2026

Lahesio Bonfim fica fora de estratégia de Flávio Bolsonaro


Segundo colocado na disputa ao Governo do Maranhão em 2022, Lahesio Bonfim sequer foi mencionado como possibilidade ao Palácio dos Leões nos manuscritos de Flávio Bolsonaro, revelados pelo site Congresso Em Foco. Para a corrida estadual, são postos pelo pré-candidato do PL à presidência os nomes de Eduardo Braide e Roberto Rocha.

O último também é uma hipótese ao Senado, junto com a deputada federal Detinha, que faria parte da cota de Valdemar da Costa Neto.

Filiado ao Novo, que tem Romeu Zema como postulante ao Planalto, Bonfim segue se colocando como postulante ao governo estadual, embora tenha diminuído sensivelmente o ritmo de pré-campanha.

A irreversibilidade da candidatura de Orleans Brandão


O cenário político maranhense atingiu um novo patamar de ebulição nesta semana. Apesar do diálogo mantido entre o governador Carlos Brandão e o presidente nacional do PT, Edinho Silva, o impasse sobre o posicionamento da legenda no Maranhão permanece sem solução. O fiel da balança tem sido o crescimento do secretário Orleans Brandão, cujo nome ganhou uma densidade eleitoral que altera profundamente as projeções para 2026.

​Levantamentos internos em posse do Palácio dos Leões indicam que Orleans é, atualmente, o quadro com maior viabilidade dentro do campo de apoio ao presidente Lula. Faltando oito meses para o pleito, os números dão ao governador o respaldo necessário para aguardar uma palavra final do próprio presidente da República. A consistência de Orleans no tabuleiro já provoca movimentos de realinhamento, inclusive entre aliados do pré-candidato Felipe Camarão, que passam a ventilar composições com o prefeito de São Luís, Eduardo Braide.

​O cálculo de Carlos Brandão é estritamente pragmático: ele sustenta que um candidato viável, com base sólida e alinhamento ideológico à esquerda, é a engrenagem essencial para garantir uma votação expressiva a Lula no Maranhão. O argumento central é de que apostar em grupos que mantêm neutralidade no plano nacional poderia fragilizar a campanha de reeleição presidencial em um estado historicamente estratégico para o petismo.

​Diante da irreversibilidade da candidatura de Orleans, a expectativa é que o pragmatismo de Lula prevaleça na reorganização das peças políticas, incluindo a disputa pelas vagas ao Senado. Brandão aposta que os dados eleitorais convencerão o presidente de que o secretário representa a melhor opção para consolidar o palanque lulista no Maranhão, tornando a composição do campo governista um caminho sem volta.

24 fevereiro 2026

Janela partidária deve alterar correlação de forças no Maranhão


O mês de fevereiro mais curto prenuncia a chegada de março e, com o avanço do calendário, chegará também o período de abertura da chamada “janela partidária”. No Maranhão, a dança das cadeiras entre os políticos de mandato que devem disputar as eleições de outubro deve alterar a correlação de forças existente atualmente.

Antes da abertura oficial, o MDB saltou de dois para dez deputados estaduais, se tornando a maior força da Assembleia Legislativa do Maranhão. O número, no entanto, deve ser modificado uma vez mais nos próximos dias. Iracema Vale, por exemplo, tem convite do PT para uma eventual disputa ao Senado.

O PSB, outrora maior força, encolheu sensivelmente. Mesmo com as chegadas de Fernando Braide, Othelino Neto e Leandro Bello, o partido sentiu as oito baixas – que migraram para o MDB – e deposita suas últimas esperanças na abertura do período oficial de trocas.

A deputada estadual Ana do Gás deve, finalmente, sair do PCdoB. Insatisfeita no partido há pelo menos dois anos, ela permaneceu até aqui no comunismo para não perder o mandato.

À direita, nomes como Mical Damasceno e Wellington do Curso devem buscar novas agremiações para suas pretensões eleitorais. Yglésio Moyses já se antecipou e migrou para o PRD.

Entre os deputados federais e o Senado Federal, o cenário é de estabilidade. A maioria dos parlamentares preside seus partidos no Maranhão, situação que os deixa confortáveis para seguir onde estão. E na Câmara Alta, Weverton preside o PDT, enquanto Eliziane tem a anuência de Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD, para disputar o Senado – independentemente do caminho que a sigla tome na disputa aos Leões.

21 fevereiro 2026

Após visitar Bolsonaro, Nikolas reage a Eduardo: “Não está bem”


O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), visitou neste sábado (21/2) o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que cumpre pena de 27 anos e 3 meses no 19ºBatalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como Papudinha, em Brasília.

Após a visita, Nikolas falou com a imprensa e reagiu a recentes ataques do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL), “autoexilado” nos EUA, onde atua por retaliações comerciais e políticas contra autoridades brasileiras.

Em recente declaração, o filho 03 de Bolsonaro criticou Nikolas e a madrasta, Michelle Bolsoaro (PL), que, segundo Eduardo, “estão jogando o mesmo jogo” e estão com “amnésia” em relação ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), ungido pelo pai como candidato do clã à Presidência da República.

Nikolas respondeu: “Discordo que eu tenho amnésia e que a Michelle tem amnésia. E diante das situações que estão acontecendo, nós temos o pai dele preso, sofrendo dificuldades de saúde (…). E a prioridade é nos atacar. Então isso diz muito mais sobre eles do que a mim”.

“A Michelle viveu o calvário dela. Ela, acima de tudo, é uma esposa, ela é uma mãe que tem que cuidar de uma filha, que está vindo aqui todos os dias preparando alimento para o marido dela de 70 anos, que está preso injustamente. Então eu acho que o Eduardo não está bem. E eu realmente faço questão de não perder meu tempo com essas divergências, porque eu acredito que a gente tem um Brasil pra salvar”, completou.

Em entrevista ao SBT News, Eduardo Bolsonaro afirmou: “Eu, pelo menos, não vi nenhum apoio da Michelle, nenhum post a favor do Flávio. Ela compartilha o Nikolas a toda hora”. O senador, no entanto, confirmou presença na manifestação convocada pelo deputado no dia 1º de março na Avenida Paulista, em São Paulo.

Para o ex-deputado, o apoio de aliados ligados ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deveria ser mais explícito. “Pessoas que foram eleitas ou estão debaixo do guarda-chuva de Jair Bolsonaro, se dizem seguidoras das suas ordens e determinações, deveriam ter com mais afinco e se dedicado à campanha do Flávio”, declarou.

A visita do parlamentar ocorre em momento de críticas do meio bolsonarista em relação às articulações para as eleições e polêmicas com o PL em Minas Gerais.

No dia 11 de fevereiro, Nikolas afirmou ao podcast Café com Ferri que procura evitar que candidatos “não alinhados aos seus valores” sejam eleitos pela sigla em MG.

Na entrevista, ele deixou em aberto que, caso não tenha controle da chapa no Estado, entenderia como um “convite” para deixar o PL.

A afirmação foi interpretada como um ultimato no PL mineiro. Até então, o nome de Nikolas era apontado como um possível candidato ao governo do estado, mas o parlamentar declarou que disputará um novo mandato na Câmara dos Deputados.

“Vou para a reeleição no Congresso. Agora, mais do que nunca, está provado que minha voz em âmbito nacional é muito importante. E estamos trabalhando para achar um nome para o governo de Minas”, afirmou Nikolas ao Metrópoles.

Filiação de Iracema no MDB, não inviabiliza sua ida para o PT


Bastou o MDB do Maranhão oficializar o nome da atual presidente da Assembleia Legislativa, Iracema Vale, como nova integrante da legenda, para que alguns questionassem a relação histórica da deputada com o PT e cravassem uma recusa ao convite recebido.

No entanto, essa além de ser uma leitura rasa é equivocada. A filiação, nesse momento, de Iracema no MDB, não inviabiliza a sua ida, ainda em 2026, para o PT.

Iracema deixou o PSB justamente pelo fato do partido ter ido para a oposição ao Governo Brandão e não querer integrar um bloco parlamentar oposicionista na ALEMA. Se fosse agora para o PT, a situação seria exatamente a mesma, já que o PT integra a Federação Brasil da Esperança, ao lado do PCdoB e PV. Iracema seria voto vencido, já que seria minoria, e ficaria num bloco oposicionista.

Diante do cenário, mostrando lealdade ao governador Carlos Brandão e seu grupo político, Iracema se filiou no MDB, partido comandado pelo secretário de Assuntos Municipalistas do Maranhão, Orleans Brandão, pré-candidato ao comando do Palácio dos Leões.

Só que a ida para o PT e disputar a eleição pelo partido do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, não só não está descartada, como é um possibilidade enorme, principalmente se o PT for apoiar Orleans Brandão.

Por fim, vale lembrar que o convite para Iracema retornar ao PT, partido pelo qual passou décadas, foi feito pelo próprio presidente nacional do PT, Edinho Silva. Ou seja, uma eventual refiliação de Iracema é um desejo da direção nacional.

18 fevereiro 2026

Desfile em homenagem a Lula foi um desastre na avaliação do PT e do Planalto

Todas as pesquisas e trackings que o Palácio do Planalto teve acesso apontam numa só direção: foi catastrófico para Lula o desfile da Acadêmicos de Niterói.

Não só o conjunto da obra não agradou a quem a essa altura o governo deveria querer seduzir — os evangélicos. Foi pior: a ala que representou a “família tradicional” dentro de uma lata de conservas está sendo vista no próprio governo como um desastre.

“Todo um trabalho de aproximação com os evangélicos foi jogado fora”, diz um líder petista.

Um ministro de Lula chega a dizer que essa ala é a “prova de que o governo não teve qualquer interferência na concepção do desfile”.

O fato é que o PT já começou desde ontem a tentar baixar o fogo.

Diz Edinho Silva, presidente do PT:

— A Acadêmicos de Niterói teve e tem autonomia para definir seu enredo e suas alegorias, tentar utilizar uma construção da escola para atacar o presidente Lula chega a ser ridículo; todos sabem do respeito que ele tem pela comunidade evangélica, e pelas suas lideranças.

(Lauro Jardim)

10 fevereiro 2026

Desembargadora manda prender 8 vereadores do MA por violarem medidas cautelares

A desembargadora Maria da Graça Peres Soares Amorim, da 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), determinou nesta terça-feira (10) a prisão preventiva de oito vereadores de Turilândia investigados na Operação Tântalo II sobre desvio de mais de R$ 50 milhões no município. A decisão atende a pedido do Ministério Público do Maranhão (MPMA), que apontou descumprimento das medidas cautelares anteriormente impostas aos parlamentares.

Tiveram a prisão decretada Gilmar Carlos Gomes Araújo, Mizael Brito Soares, José Ribamar Sampaio, Nadianne Judith Vieira Reis, Sávio Araújo e Araújo, Josias Fróes, Carla Regina Pereira Chagas e Inailce Nogueira Lopes. Segundo a magistrada, os elementos apresentados indicam que houve desrespeito às condições estabelecidas pela Justiça, o que justificaria a substituição das medidas por prisão preventiva.

Já os vereadores Daniel Barbosa Silva e José Luís Araújo Diniz permanecem em prisão domiciliar. Em relação a eles, a desembargadora entendeu que não há indícios suficientes de descumprimento das cautelares, mantendo as restrições já fixadas e aplicando o princípio da individualização das condutas.

As investigações apuram um suposto esquema de corrupção envolvendo recursos da Prefeitura de Turilândia. De acordo com o MPMA, vereadores e servidores públicos teriam participação em um mecanismo que utilizava empresas de fachada para vencer licitações e emitir notas fiscais por serviços não executados. Os pagamentos seriam feitos com recursos públicos, e parte dos valores retornaria aos parlamentares, que, em troca, deixariam de fiscalizar contratos e despesas do Executivo municipal.

O Ministério Público sustenta que o conjunto de indícios aponta para movimentações financeiras irregulares que, somadas, chegariam a cerca de R$ 2,3 milhões. Para os investigadores, o descumprimento das medidas cautelares representa risco à ordem pública e à apuração dos fatos, motivo pelo qual foi solicitada a decretação das prisões preventivas. O processo segue em tramitação na Justiça.

Contrato milionário por “carona” em ata levanta suspeitas na gestão de Simplesmente Maria em Arari

A Prefeitura de Arari firmou um contrato de R$ 4,6 milhões para reforma de estradas vicinais com a empresa AHE Construtora Ltda, com sede no município de Sucupira do Norte-MA, por meio de adesão a uma ata de registro de preços de outro município, prática que vem sendo alvo de críticas quando utilizada para obras de grande vulto.

A chamada “carona em ata” dispensa uma licitação própria no município contratante e, na prática, afasta a concorrência direta, permitindo que empresas sejam contratadas sem disputa, mesmo quando o valor envolvido é milionário.

No caso de Arari, o montante chama atenção por se tratar de um contrato elevado firmado sem processo licitatório específico, o que levanta questionamentos sobre vantagem econômica, transparência e interesse público.

Outro ponto que reforça as dúvidas é o cenário encontrado no município. Após 1 ano e 1 mês da gestão da prefeita Simplesmente Maria, não há registros visíveis de melhorias estruturais nas estradas vicinais que justifiquem um investimento dessa dimensão.

A realidade das vias rurais permanece praticamente inalterada, o que abre espaço para um questionamento inevitável: os serviços contratados estão sendo executados na forma, quantidade e qualidade previstas no contrato?

Diante desses fatos, a situação merece atenção dos órgãos de fiscalização, especialmente no que diz respeito à execução do contrato, medições, pagamentos e efetiva entrega dos serviços à população.

Cabe também à Câmara Municipal de Vereadores exercer seu papel constitucional de fiscalização, acompanhando de perto contratos milionários, verificando medições, relatórios técnicos e a existência real das obras previstas.

Contrato elevado, obra “sob demanda”, adesão a ata de outro município e ausência de resultados visíveis formam um conjunto de elementos que justificam questionamentos públicos e exigem esclarecimentos por parte da gestão municipal.

Em Arari, a população espera respostas concretas — não apenas contratos assinados.



09 fevereiro 2026

PT nega vetos e defende unidade do campo lulista no Maranhão para 2026


A presidente da Comissão Provisória do PT no Maranhão, Patrícia Carlos, negou que existam vetos definidos a nomes do campo governista para as eleições de 2026 no estado.

Em entrevista à TV Mirante, ela afirmou que o presidente nacional do partido, Edinho Silva, não tratou diretamente de candidaturas e reforçou que o foco das conversas foi a construção de unidade política em torno do presidente Lula.

A declaração ocorre após repercussão nos bastidores de que Edinho teria mencionado vetos no Maranhão, incluindo ao nome do secretário de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão.

“Eu não entendi nenhum tipo de veto, na verdade, não foi tratado exatamente de candidaturas”, afirmou Patrícia.

PT defende palanque unido para fortalecer Lula no estado

Segundo Patrícia Carlos, a linha apresentada pelo presidente nacional do partido foi a de que é necessário manter a unidade do campo de apoio ao presidente Lula no Maranhão, para ampliar a votação do petista no estado em 2026.

Ela destacou que, além do apoio à reeleição de Lula, o grupo busca eleger dois senadores aliados e ampliar bancadas na Câmara Federal e na Assembleia Legislativa.

“A gente precisa manter a unidade do campo de apoio ao presidente Lula. Nós precisamos ampliar a votação do presidente Lula aqui no Maranhão”, declarou.

Decisão será entre Lula e Brandão

Questionada sobre a possibilidade de uma unidade política sem vetos, considerando divergências internas entre grupos ligados ao Palácio dos Leões e aliados do ex-governador Flávio Dino, Patrícia afirmou que a definição será conduzida diretamente pelo presidente Lula e pelo governador Carlos Brandão.

“Isso vai ser decidido entre o presidente Lula e o governador Brandão”, disse.

PT destaca participação no governo Brandão

Durante a entrevista, Patrícia Carlos também ressaltou que o PT participa ativamente do governo Carlos Brandão desde 2023, com atuação em áreas estratégicas.

Ela citou setores como geração de emprego e renda, educação profissional e tecnológica, promoção dos direitos humanos e representação institucional do governo em Brasília.

Para Patrícia, não há diferença no cenário político atual em relação ao de 2022, quando o grupo esteve unido eleitoralmente.

“Não consigo ver qual é a diferença de 2022 para 2026, então nós precisamos daquele mesmo palanque forte, unido e vitorioso”, afirmou.

Iracema Vale é citada como possível nome para majoritária

Patrícia também comentou sobre o convite feito pelo PT para a presidente da Assembleia Legislativa, Iracema Vale (MDB), retornar ao partido. Segundo ela, a deputada tem histórico de ligação com o PT e capacidade política para ocupar espaço majoritário.

“Nós fizemos essa carta de apoio à Iracema considerando que a Iracema não é um corpo estranho ao PT”, disse.

Ela afirmou ainda que Iracema tem capilaridade e densidade política para disputar cargos relevantes em 2026.

Aliança com PSD esfria

A dirigente também comentou sobre tratativas nacionais entre PT e PSD, incluindo reunião de Edinho Silva com o prefeito de São Luís, Eduardo Braide. Segundo Patrícia, a negociação perdeu força.

Na avaliação dela, o motivo seria o perfil político do prefeito, que tenta manter uma postura de neutralidade e evitar associação direta com Lula.

“A impressão que ele me passa é de que ele quer o lulismo sem o Lula”, afirmou.

Patrícia disse que, diante da polarização política esperada para 2026, o PT busca um palanque com identidade clara e alinhamento explícito ao presidente.

Ao final, a presidente do partido no estado reafirmou que o objetivo central é construir uma aliança ampla e coesa no Maranhão, com protagonismo do presidente Lula e do governador Carlos Brandão na condução das decisões.

07 fevereiro 2026

Lula só decidirá destino do PT no Maranhão depois de conversa com Brandão


Diferente do que vem sendo comemorado amplamente pelos aliados do vice-governador Felipe Camarão, o presidente Lula não definiu ainda nada com relação ao destino do Partido dos Trabalhadores nas eleições do Maranhão.

No Encontro da Direção Nacional do PT, em Salvador, não houve decisão sobre a disputa maranhense. O tema foi tratado apenas em nível de diálogo político.

Quem confirma é o suplente de deputado e dirigente do PT, Zé Inácio, que participou da reunião.“O que houve foi um diálogo sobre possibilidades. Ainda não há decisão, pois o Lula não quer desagradar nem Brandao e nem Dino. Lula quer conversar diretamente com o governador Carlos Brandão antes de qualquer encaminhamento e segue tentando mediar um entendimento entre seus aliados no Maranhão”, afirmou.

Fica claro que, como estava estebelecido antes do encontro de Salvador, a decisão ainda depende da conversa do presidente Lula com o governador Brandão. Lula ainda busca alguma solução para que possa estar no palanque de Brandão e ter a seu favor a popularidade do governador e toda a força do governo, e contemplar de alguma forma o grupo dinista no Estado.

Ex-prefeito Luís Fernando tenta retornar ao cenário político de São José de Ribamar após abandonar o município

Ex-prefeito Luís Fernando tenta retornar ao cenário político de São José de Ribamar após abandonar o município.

Após abandonar o comando da Prefeitura de São José de Ribamar em 2018, deixando o município à deriva, o ex-prefeito Luís Fernando tenta, agora, reaparecer no cenário político da cidade balneária. Sem grupo político consolidado e distante da realidade local há anos, Luís Fernando busca, a duras penas, construir uma narrativa para convencer o Governo do Estado de que ainda possui força e relevância política no município.

A tentativa mais recente envolve uma reaproximação com o ex-vice-prefeito Natércio Santos, figura amplamente conhecida na cidade por seu histórico político controverso. A união soa mais como um movimento de sobrevivência política do que como um projeto sério para São José de Ribamar.

Em seus discursos, Luís Fernando insiste em afirmar que teria obtido 96% dos votos no município em eleições passadas, numa clara tentativa de vender protagonismo e força eleitoral ao governo estadual. O detalhe que ele omite — e que a população ribamarense não esquece — é que, à época, ele era candidato único. Ou seja, o percentual elevado de votos não refletia popularidade real ou aprovação popular, mas apenas a ausência de concorrência, tornando o resultado algo óbvio e matematicamente esperado.

O abandono do cargo em 2018 marcou negativamente sua passagem pela prefeitura. São José de Ribamar enfrentou instabilidade administrativa, descontinuidade de projetos e prejuízos políticos que até hoje são lembrados pela população. Desde então, Luís Fernando se afastou da cidade, perdeu base política e deixou de construir qualquer vínculo com os problemas reais vividos pelo povo ribamarense.

Agora, sem mandato, sem grupo forte e sem presença efetiva no município, o ex-prefeito tenta se reinventar politicamente apostando em discursos reciclados e alianças questionáveis. Para muitos, trata-se apenas de uma tentativa desesperada de se manter relevante, mesmo sem lastro político ou respaldo popular.

A população de São José de Ribamar acompanha com atenção — e desconfiança — mais esse movimento de quem, no passado, virou as costas para a cidade e agora tenta retornar como protagonista, ignorando sua própria história de abandono e fracasso administrativo.

06 fevereiro 2026

Aliados dizem que Braide está ‘sendo forçado’ a lançar candidatura ao Governo


Aliados do prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), agora advogam uma nova tese para sustentar que o gestor da capital será mesmo candidato a governador em 2026.

Depois de martelar a ideia de que uma possível candidatura seria um “desejo do povo”, mais recentemente os “braidistas” mudaram o discurso: segundo alguns destes, o prefeito está “sendo forçado” pelo governador Carlos Brandão a entrar na disputa.

O argumento é o seguinte: se o governador, ainda sem garantias de que o seu candidato, Orleans Brandão (MDB), será vencedor, já está partindo para cima de Braide, caso este não seja candidato e o emedebista vire o novo chefe do Executivo, a situação pode se agravar.

Os aliados do prefeito citam, principalmente, a recente ofensiva de vereadores, notadamente o discurso de Astro de Ogum (PCdoB) dando a entender que o gestor pode enfrentar problemas para ter suas contas aprovada pela Câmara.

Outro ponto de atenção é a forte onda de críticas que Braide tem sofrido por conta da greve dos rodoviários.

Em discurso na Assembleia na quinta-feira, 5, o deputado estadual Fernando Braide declarou que o movimento tem motivação política e estaria sendo instrumentalizada para desgastar a imagem do prefeito.

Para os “braidistas”, se a situação já está assim hoje, pode ficar ainda pior se os Brandão seguirem no governo a partir de 2027.

Eles temem que Braide possa ficar até mesmo inelegível. E, nesse caso, a única saída seria uma candidatura ao governo para tentar vencer a eleição e evitar o revés.

03 fevereiro 2026

Iracema destaca maturidade institucional e compromisso com o Maranhão na abertura dos trabalhos legislativos


Em sessão solene realizada nesta segunda-feira (02), a Assembleia Legislativa do Maranhão deu início aos trabalhos da 4ª Sessão Legislativa da 20ª legislatura. Em discurso de abertura, a presidente da Casa, deputada Iracema Vale (PSB) deu um tom de resiliência e foco na estabilidade democrática, reafirmando o papel do Parlamento como pilar fundamental de sustentação do Estado.

Primeira mulher a comandar o Legislativo maranhense, Iracema Vale destacou que a gestão atravessou desafios inéditos nos últimos anos, mas que a resposta da instituição foi pautada pelo equilíbrio. A parlamentar afirmou que o que trouxe a Casa até este momento não foi o silêncio ou o improviso, mas uma decisão consciente de manter a instituição de pé e respeitada, mesmo diante de tentativas de conflito.

Durante o pronunciamento, a presidente da Alema fez um balanço da condução administrativa e política da Assembleia, enfatizando que o Parlamento jamais parou suas atividades ou permitiu que o interesse coletivo fosse substituído por disputas pessoais.

“A modernização da Casa, o resgate da memória institucional e a valorização dos servidores aproximaram o Legislativo da vida real dos maranhenses”, pontuou.

Responsabilidade

Segundo ela, a gestão transformou pressão em responsabilidade e ruído em método, consolidando uma maturidade institucional que permite à Assembleia atravessar o tempo sem perder seu eixo ou recorrer a espetáculos desnecessários.

Reconhecendo que 2026 é um ano decisivo e marcado pelo calendário eleitoral, Iracema Vale fez um apelo aos seus pares para que as urgências do povo não sejam negligenciadas. “Quem espera por saúde, educação e dignidade não pode aguardar o desfecho das urnas, o Maranhão não entra em recesso social”, disse.

Iracema Vale defendeu que este seja um ano de debates firmes e divergências claras, porém respeitosas, onde a política seja feita com coragem e sem ressentimentos. A deputada garantiu que sua condução seguirá pautada pelo diálogo aberto e pelo trabalho contínuo, reiterando que presidir o Poder Legislativo nunca foi um exercício de vaidade, mas um compromisso com a sustentação da democracia.

Ao declarar oficialmente abertos os trabalhos legislativos, Iracema Vale encerrou sua fala reafirmando o compromisso com os maranhenses que mais precisam da atuação parlamentar.

“A Assembleia chega ao seu quarto ano de gestão madura e à altura de seu papel histórico, pronta para enfrentar os desafios do ano com serenidade e grandeza”, concluiu.

02 fevereiro 2026

Brandão diz que fica até o fim do governo: “é melhor ficar sem mandato, mas salvar o grupo”


Durante a abertura dos trabalhos parlamentares da 4ª Sessão Legislativa da 20ª Legislatura da Assembleia Legislativa do Maranhão nesta segunda-feira(2), o governador Carlos Brandão disse que fica até o fim do governo “para salvar o grupo”.

Brandão revelou que na última conversa com o presidente Lula o petista pediu que ele fosse candidato ao Senado. “Eu diria que hoje eu recebi a visita de 12 partidos e entenderam que o Orleans é um bom nome. Mas não se toma decisão apenas com partidos, que é pra decidir apenas o quadro político. A gente começou a fazer pesquisa e o Orleans está aparecendo muito bem nas pesquisas. Então do jeito que as coisas estão caminhando tudo indica que eu vou ficar até o fim do governo até porque o vice-governador já disse que não vai sair do governo. Então em respeito ao nosso grupo, pelo nosso grupo, às vezes é melhor ficar sem mandato, mas salvar o grupo. Estou pensando mais no grupo do que em mandato, estou pensando no povo. Hoje em diria que em função dessa decisão política de 12 partidos e das pesquisas que estão mostrando que o Orleans está muito bem avaliado, seria um presente ao Maranhão dar continuidade ao governo que está dando certo”, afirmou Brandão.

O governador disse ainda que entre oito e dez secretários da sua gestão serão candidatos em outubro.

Já a presidente da Assembleia, Iracema Vale, disse que está à disposição do grupo para uma eventual candidatura ao Senado pelo PT. “Sou uma mulher de grupo e farei o que for decidido”.