A extensão da Litorânea é fruto de parceria entre os governos federal e estadual, e se consolida como uma das maiores intervenções de infraestrutura da história recente do Maranhão. Com cronograma acelerado e impacto direto na mobilidade, no turismo e na economia de São Luís, a obra virou símbolo de eficiência administrativa. E é justamente isso que incomoda a oposição do “quanto pior, melhor”.
Ao nacionalizar críticas e levantar a palavra “irregularidade” sem provas concretas, esses setores fornecem munição pronta para adversários históricos de Lula atacarem o governo federal. Em vez de fortalecer o campo político ao qual dizem pertencer, escolhem alimentar narrativas que desgastam o próprio presidente. É uma estratégia quase irresponsável, movida mais por vaidade eleitoral do que por qualquer compromisso com a população.
No fim, fica evidente a contradição: para tentar desgastar Brandão no Maranhão, a oposição não hesita em colocar em risco uma entrega estratégica que pode ser inaugurada por Lula antes do período eleitoral.
A pergunta que aliados do governador fazem é: os dinistas estão do lado do presidente ou apenas usam o nome dele quando convém? Porque, na prática, atacar a extensão da Litorânea é atacar uma obra de Lula — e isso diz muito sobre as prioridades dessa turma.

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