A menos de 20 dias do prazo final de desincompatibilização, o prefeito de São Luís, Eduardo Braide, segue sem indicar sequer à esposa se deixará ou não o cargo para disputar o Governo do Maranhão. Nem mesmo em declarações públicas ou nos bastidores o gestor tem sinalizado sua decisão, mantendo uma postura de silêncio absoluto que contrasta com a movimentação de aliados e especulações nas redes sociais.
Enquanto apoiadores difundem informações sobre convenções megalomaníacas, produção de materiais de campanha e até jingles criados com inteligência artificial, Braide evita qualquer confirmação e reforça a estratégia de mistério. A indefinição ocorre em um momento decisivo do calendário eleitoral, em que potenciais candidatos precisam deixar cargos executivos para concorrer a novos postos.
O cenário difere do adotado pelo xará e igualmente prefeito Eduardo Paes, também do PSD, que iniciou nesta semana sua despedida para disputar o Palácio Guanabara, sede do Executivo fluminense. Na segunda-feira (16), fez publicação em homenagem a um antigo funcionário do Município e sugeriu o aumento do número de escolas de samba na Sapucaí ao vice – e próximo prefeito – Eduardo Cavaliere, em estratégia oposta à adotada por Braide, que segue apostando no controle do tempo político.

Pelo visto este rapaz não será candidato. Vai dar Orleans
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