Como Duarte contou, de fato, ele estava fechado e iria se filiar ao partido Novo depois do revés no União Brasil. Ele afirma que só não se filiou à legenda porque exisitia um compromisso para que assinasse o tal documento garantindo que votaria com a legenda.
Não foi exatamente assim. Duarte iria se filiar ao Novo mesmo com as diretrizes do partido, que não são novidade. A agremiação publicamente tem diretrizes bem estabelecidas, tanto que expulsou o deputado estadual Wellington do Curso depois de descumprir as regras internas.
O que ocorreu foi que o próprio partido negou a filiação percebendo que Duarte não iria seguir as diretrizes quando fosse eleito. Aí, na última hora, Duarte conseguiu o partido Avante, aos trancos e barrancos e sem candidatos que tivessem votos suficientes para garantir sua reeleição.
Então, o deputado ficou desesperado e, já sabendo dos nomes que estavam no Novo e que, seriam suficientes para garantir sua eleição, começou a ligar para todos os pré-candidatos do partido para que se filiassem ao Avante nas útltimas horas para o final do prazo de filiações, oferecendo mundos e fundos para garantir “buchas”. Mas todos preferiram ficar na legenda do pré-candidato ao governo Lahésio Bonfim.
Desta forma, o deputado federal chegou a este impasse que impossibilitou sua reeleição e agora ele se lança pré-candidato ao Senado avulso.

Esse Duarte é um político desagregador
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