Segundo a sentença, proferida pelo juiz Bruno Nayro de Andrade Miranda, ficou comprovado o uso da máquina administrativa para favorecer a candidatura de Leo Cunha e de Professora Irenilde no pleito. A decisão também menciona a distribuição de benefícios e ações com caráter eleitoral, como eventos públicos e uso de bens do município.
Outro ponto citado é a quebra da igualdade entre os candidatos. Conforme o processo, houve “abuso de poder econômico e captação ilícita de sufrágio, ferindo a isonomia do certame” . Com base nisso, a Justiça entendeu que as práticas tiveram impacto direto no resultado da eleição.
Com a decisão, os diplomas foram cassados e os investigados podem ficar inelegíveis, conforme prevê a legislação eleitoral. Ainda cabe recurso ao Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão.

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