Segundo ele, o Partido dos Trabalhadores aposta em alianças amplas nos estados como caminho para consolidar um projeto de mudanças estruturais no país. No cenário maranhense, essa estratégia ganha peso diante das disputas locais e da necessidade de unificar forças políticas em torno de candidaturas alinhadas ao governo federal.
Washington Luiz destacou ainda que rejeitar nomes que apoiam o presidente é um “grande equívoco”, defendendo que a convergência entre lideranças será decisiva para o desempenho eleitoral no estado.


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