“Você tem que compor com quem tem compromisso com o projeto. Os que se diziam governo, mas não atuavam assim, precisarão tomar a decisão. E isso está acontecendo. Estamos trabalhando com mais de um palanque em vários estados: Maranhão, Paraíba, Pernambuco… Lá [Pernambuco] temos o João Campos e a Raquel Lyra. Vamos lembrar que ela se colocou primeiro como oposição (em 2022) e no segundo turno teve uma posição mais de neutralidade, mas uma parte considerável do nosso time ficou com ela”, afirmou Wellington Dias.
Dias atuará na coordenação de campanha da reeleição ao petista, com foco na região Nordeste.
A fala do ministro diverge do posicionamento do presidente nacional PT, Edinho Silva. Na semana passada, em São Luís, Edinho garantiu que o partido está unificado em torno da pré-candidatura de Felipe Camarão ao Governo do Maranhão nas eleições de 2026.
Questionado pelo blog do John Cutrim sobre a possibilidade de o presidente Lula dividir apoio entre Felipe Camarão e uma eventual candidatura de Orleans Brandão ao Palácio dos Leões, Edinho descartou a hipótese de palanque duplo no Maranhão.
“O partido está unificado no estado com a candidatura de Felipe Camarão, que estará no segundo turno, e pretendemos também eleger deputados e senador”, afirmou.
O dirigente nacional reforçou que o único palanque de Lula para a disputa ao governo estadual será o de Felipe Camarão.

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