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segunda-feira, 1 de agosto de 2022

Ao avaliar convenções, prefeita crava: “Weverton em primeiro; Brandão em segundo; Lahésio e Edivaldo disputando o terceiro lugar”


A ex-deputada estadual e prefeita do município de Lago da Pedra, Maura Jorge, fez nas suas redes sociais uma avaliação das convenções que homologaram candidaturas ao Governo do Maranhão para o pleito de outubro.

Para a experiente política, o encontro da coligação Juntos pelo Trabalho, que reuniu cerca de 50 mil pessoas de todas as regiões do Estado, no Estádio Municipal Nhozinho Santos, em São Luís, mostrou que o senador Weverton Rocha (PDT) está em primeiro lugar no que se refere preferência dos maranhenses.

“As convenções serviram pra mostrar o que todos já sabiam: Weverton em primeiro; Brandão em segundo; e Lahésio disputando o terceiro lugar com Edivaldo”, avaliou.

Weverton foi o primeiro candidato a encaminhar informações sobre o seu projeto para Justiça Eleitoral.

Sua coligação conta com seis partidos.

O governador Carlos Brandão (PSB), que tentará renovar o mandato, lidera uma coligação com onze legendas.

O ex-prefeito da capital maranhense, Edivaldo Holanda Júnior, é candidato pelo PSD.

Já o médico Lahésio Bonfim, ex-prefeito de São Pedro dos Crentes, teve a sua candidatura confirmada pelo PSC.

O professor Hertz Dias representa o PSTU na disputa pelo comando do Palácio dos Leões.

sábado, 26 de fevereiro de 2022

Aliados de Brandão querem Edivaldo na vice


Os articuladores da campanha do vice-governador Carlos Brandão (PSDB) já começam a trabalhar nos bastidores com a ideia de ter o ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Júnior (PSD) como companheiro de chapa.

Para isso, usam a relação do ex-prefeito com o governador Flávio Dino (PSB).

Dino aposta em uma chapa com Brandão, Edivaldo e ele próprio, o que, na avaliação dos coordenadores de campanha – como os secretários Ricardo Capelli e Márcio Jerry – garantiria não apenas a consolidação do vice como líder nas pesquisas como, até mesmo, a possibilidade de uma vitória em segundo turno.

Historicamente, Edivaldo é visto como um político extremamente dependente de Flávio Dino; tanto que, logo após ser anunciado candidato, foi ao Palácio dos Leões para dizer que apoiará o governador em sua campanha pelo Senado.

Desde então, recolheu sua campanha, limitada hoje a reuniões com os deputados Edilázio Júnior (PSD) e César Pires (PV).

E são justamente os dois parlamentares o grande empecilho para uma composição entre Edivaldo e Brandão, a menos que o ex-prefeito busque novo rumo partidário.

Com informações do Blog Março D'eça

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2022

Lahesio e Edivaldo brigam pela 3ª via


Nas duas primeiras pesquisas divulgadas em 2022 para o Governo do Maranhão, Exata e DataIlha, o que chamou a atenção foi a disputa acirrada pela 3ª via, tentando evitar uma polarização entre as pré-candidaturas do vice-governador Carlos Brandão (PSB) e do senador Weverton Rocha (PDT).

Nessa disputa para alcançar espaço maior na briga pelo Palácio dos Leões, partindo do pressuposto que o senador Roberto Rocha (sem partido) busque a reeleição para o Senado, estariam bem vivos para a 3ª via, o prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahesio Bonfim (PTB) e o ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Júnior (PSD).

Na pesquisa Exata, Edivaldo aparece na quarta colocação com 10%, atrás de Weverton, Brandão e Rocha. Lahesio, nesse levantamento é o quinto com 9% (reveja aqui). Já na pesquisa DataIlha, a situação acaba se invertendo. Lahesio é o terceiro com 9,8%, enquanto que Edivaldo é o quinto com 8,9% (reveja).

Ou seja, nos dois levantamentos realizados e divulgados até o momento, existe um empate técnico, levando em consideração as margens de erro das pesquisas, entre Lahesio Bonfim e Edivaldo Júnior para ocupar o espaço da 3ª via.

A curiosidade é que as pré-campanhas de ambos estão em sentidos opostos. Forte no interior maranhense, principalmente na Região Centro Sul do Maranhão, Lahesio precisa fortalecer seu nome em São Luís. Já Edivaldo, com nome consolidado na capital maranhense, precisa fortalecer sua pré-campanha no interior do Maranhão.

Quem conseguir ocupar espaço onde ainda não está consolidado, fatalmente conseguirá ser a 3ª via na disputa, podendo inclusive chegar ao 2º Turno e se transformar no novo governador do Maranhão.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2022

Exata: Weverton 24%, Brandão 17%, Roberto Rocha 13%, Edivaldo 10%


O Imparcial – A primeira pesquisa O Imparcial para para o governo do Maranhão, aponta o senador Weverton, do PDT, como líder isolado das intenções de voto na eleição de 2022, segundo pesquisa realizada entre 09 e 13 de fevereiro pelo instituto Exata. Em um cenário com todos os nomes que lançaram pré-candidatura a governador, Weverton tem 24% das intenções de votos, o vice-governador Carlos Brandão (PSDB) tem 17%, pouco mais que o senador Roberto Rocha (sem partido), que tem 13%. O ex-prefeito de São Luís Edivaldo Holanda Júnior (PSD) e o prefeito de São Pedro dos Crentes Lahésio Bonfim (PTB) aparecem em quarto lugar, tecnicamente empatados com respectivamente 10% e 9%. O deputado federal Josimar do Maranhãozinho (PL) tem 6%; o deputado federal Simplício Araújo (Solidariedade) tem 1% e Enilton Rodrigues (PSOL) tem 0%. Outros 8% disseram que pretendem votar em branco ou nulo e 12% não sabem ou não responderam.

Em um segundo cenário, em que apenas três nomes estão na disputa, Weverton se distancia ainda mais e aparece com 35% das preferências de votos; Carlos Brandão tem 24%; e Edivaldo Holanda Júnior, 15%. Não sabem ou não responderam 14% e 12% disseram que anulariam o voto ou votariam em branco.

O instituto Exata também simulou uma eleição entre Weverton, Brandão e Lahésio. Neste cenário, Weverton teria 39%; Brandão, 25%; e Lahésio teria 10%. Os que votariam branco ou nulo seriam 12% e 14% não sabem ou não responderam.

Se no lugar de Lahésio estivesse o senador Roberto Rocha o cenário teria pouca alteração: Weverton teria 34% das intenções de voto; Carlos Brandão teria 24%; e Roberto Rocha, 14%. O percentual de nulos, brancos ou indecisos permaneceria o mesmo dos cenários com Lahésio ou com Edivaldo como terceiro nome.

Em um eventual embate de segundo turno entre Weverton Rocha e Carlos Brandão, o senador Weverton venceria com folga com 43% dos votos, enquanto o vice-governador Brandão teria 28%.

A pesquisa Exata foi realizada por encomenda do jornal O Imparcial, que passará a acompanhar o cenário das eleições para presidente e para governador e senador do Maranhão. Nesta pesquisa foram ouvidas 1.413 pessoas em todo o estado, com uma margem de erro de 3,32 para mais ou para menos e confiabilidade de 95%, e registro no TSE 02686/22.

sexta-feira, 17 de setembro de 2021

Edivaldo evita visitas no interior do Maranhão


Mais de um mês depois do ato político em que formalizou sua filiação e pré-candidatura ao Palácio dos Leões em 2022 pelo PSD, o ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior, tem evitado viajar pelo interior do Maranhão.

Pouco conhecido depois do Estreito dos Mosquitos, que separa a Ilha de Upaon-Açu do continente, Edivaldo tem mantido apenas agendas na própria capital, a maioria dentro da própria residência.

O isolamento destoa do histórico montado pelo seu marketing eleitoral, de que poderia transitar pela cidade livremente porque teria deixado a gestão municipal com alta aprovação popular. Por consequência, sugere que o projeto político que traçou para a eleição do ano que vem não é para valer ou tende a implodir, possibilidade que prejudicaria neoaliados.

Também longe de entrevistas, Edivaldo Júnior impede questionamentos desagradáveis sobre casos de suposta corrupção e de como deixou São Luís para seu sucessor, Eduardo Braide (Podemos).

quarta-feira, 14 de abril de 2021

Weverton diz que Flávio Dino não vai impor nome do sucessor


Nesta quarta-feira (14), o senador Weverton Rocha (PDT) afirmou, em entrevista à rádio Mirante AM, que não haverá imposição por parte do governador Flávio Dino na escolha do seu sucessor.

Segundo o parlamentar, Flávio Dino nunca tomou decisões arbitrárias em desacordo com o grupo político que lidera.

“O Flávio não vai impor, fosse assim o Edivaldo não teria sido reeleito. Ele poderia ter um outro candidato, mas ele ouviu os partidos e o grupo”, disse Weverton