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sexta-feira, 22 de abril de 2022

Flávio Dino foge de Othelino Neto


Na noite da última quarta-feira (20/04), o presidente da Alema, Othelino Neto, realizou um concorrido evento de lançamento da sua pré-candidatura à reeleição como deputado estadual. No entanto, uma ausência chamou mais a atenção que as presenças que ali se manifestaram.

O ex-governador Flávio Dino (PSB), que está com bastante tempo livre, agora que os despachos do Palácio dos Leões são conduzidos pelo governador-tampão Carlos Brandão, não fez a menor questão de se fazer presente e aparecer ao lado daquele que foi tomado a peso de ouro das fileiras do senador Weverton (PDT), pré-candidato ao governo que lidera as pesquisas.

Com o apoio de Othelino Neto garantido através da primeira-suplência à Ana Paula Lobato (PSB), sua esposa, na chapa ao Senado encabeçada por Dino, que sonha dia e noite não com a Câmara Alta, mas sim com um ministério no eventual governo Lula e em uma indicação ao STF, parece que o ex-governador não quer ser visto ao lado de quem está com fama de “traíra” pelos quatro cantos do Maranhão.

Até o presente momento, não houve nenhuma aparição pública de Othelino Neto e Flávio Dino, desde o acordo selado para que ele, que era um dos “cabeças” da campanha pedetista aos Leões, pulasse de volta para o seio palaciano.

Com informações do Blog Verdade 98

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2022

Disputa pelo governo esquenta os debates na Assembléia


A Assembleia Legislativa do Maranhão deve viver dias agitados por conta da decisão da Mesa Diretora de entregar a presidência a Comissão de Constituição de Justiça ao deputado do PDT Márcio Honaiser, o que levou 23 dos 42 deputados a protocolarem um requerimento de revogação da decisão, o que obriga a presidência a colocá-lo para deliberação do plenário. O recurso contesta a forma como foram formadas as comissões técnicas da Casa e pede a anulação dos atos.

O racha na bancada governista no parlamento estadual é só mais um indicativo de que a sucessão governamental entrou na ordem do dia e os debates prometem ser acalorados esta semana quando parlamentares ligados ao vice-governador Carlos Brandão (PSDB de mudança para o PSB) devem pressionar para que o recurso que pede a revogação do ato que formalizou as comissões e entregou a presidência da CCJ ao deputado pedetista seja colocado à deliberação do plenário.

Os signatários do documento questionam a forma como foi feito o processo que entregou a CCJ ao PDT, partido que tem como pré-candidato ao governo o senador Weverton Rocha (PDT) e que já anunciou que fará oposição ao governo de Carlos Brandão que terá início a partir de 31 de março, data em que o governador Flávio Dino (PSB) vai se desincompatibilizar do cargo para concorrer ao Senado.

Comissão mais importante da Casa, nenhum projeto é levado à votação do plenário antes de receber parecer da CCJ, e sendo Márcio Honaiser um declarado apoiador do representante do PDT, os deputados que apoiam a pré-candidatura do vice-governador e que são maioria na Casa queiram manter o controle, até para evitar que seja usada como instrumento para atrapalhar a futura gestão.

O clima deve esquentar ainda mais esta semana. A maioria dos parlamentares contesta e pede anulação dos atos da Mesa Diretora, principalmente o que entregou a CCJ para Honaiser; não estando descartada a judicialização caso não seja colocado para manifestação do plenário, conforme adiantou o atual vice-líder do governo, deputado Zé Inácio.

Ao anunciar sua saída do PCdoB e ingresso no PDT, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Othelino Neto, ao ser questionado se haveria mudança do comportamento do parlamento em relação ao governo Brandão, disse que jamais admitiria que a instituição fosse usada para prejudicar a futura gestão, mas a julgar pela reação dos aliados de Carlos Brandão, não querem pagar para vê.

Apesar do discurso do presidente de Casa, conveniente para o momento, parlamentares ligados ao vice-governador querem evitar que um instrumento que pode atrapalhar o governo seja controlado por um deputado militante histórico do PDT e que está a serviço da candidatura do adversário.

A sucessão, pelo visto, definitivamente entrou na ordem do dia e promete muito barulho em plenário nas próximas sessões.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2022

Oferta da vice a três aliados gera crise na campanha de Paulo Victor


O oferecimento da primeira vice-presidente a três aliados diferentes tem gerado um ruído entre os apoiadores da campanha do vereador Paulo Victor a presidência da Câmara.

Pelo menos três vereadores já disseram que serão vice do comunista: Beto Castro, Francisco Chaguinhas e Aldir Júnior.

O primeiro a negociar a vice foi Beto Castro, ainda em 2021. Mas depois chegou Chaguinha a quem o próprio Victor prometeu a primeira vice.

Nas últimas articulações foi a vez da Aldir Júnior, sobrinho do deputado federal Josimar de Maranhãozinho.

Em entrevista ao programa do jornalista Marcelo Minard, ontem, o próprio Chaguinhas declarou que está com Paulo Victor por que foi garantido a ele a primeira vice.

domingo, 29 de agosto de 2021

Flávio Dino perdeu o controle da própria sucessão


Os mais recentes movimentos – e, principalmente, as mais recentes declarações – de membros proeminentes do grupo de Flávio Dino (PSB) fazem crer que a possibilidade de um racha entre o vice-governador Carlos Brandão (PSDB) e o senador Weverton Rocha (PDT), na disputa pelo Governo do Maranhão, está mexendo com as estruturas da base alinhada ao Palácio dos Leões.

A iminência de um rompimento é tamanha que aliados mais próximos do governador já admitem: se o clima for de desunião para 2022, ele tende a permanecer no governo até o fim do mandato. Assim, conduziria sua própria sucessão com mais poder.

Já se falava disso nos bastidores, mas, nesta semana, o secretário de Estado da Indústria Comércio e Energia, Simplício Araújo (SD) – ele também um pré-candidato a governador – decidiu tratar do assunto em público, durante entrevista à Rádio Mirante AM.

Seria uma correção de rumos.

A provável saída de Flávio Dino do governo – já que ele pretende ser candidato a senador – tem provocado um fenômeno incomum ao socialista: a cada dia que passa, mais se aproxima sua desincompatibilização e, consequentemente, menos poder ele tem.

O que pode estar se refletindo nas atitudes do grupo.

Prova disso é que já existe um movimento, aparentemente nascido das entranhas dos Leões, de defesa de uma alternativa ao próprio Dino para o Senado. Erlanio Xavier, prefeito de Igarapé Grande e presidente da Famem, seria o nome.

É um cenário que, se mantido, sugere a total perda de controle do processo sucessório por Dino até as eleições do ano que vem. E ele não está acostumado a isso.

Por isso, tem cara de recado a avaliação de Simplício Araújo sobre o assunto.

terça-feira, 27 de julho de 2021

Othelino no Palácio dos Leões se confirmada a cassação da chapa Dino-Brandão pelo TSE


A chapa Dino-Brandão é alvo de pelo menos duas ações de investigação judicial eleitoral cujo recursos, se acolhidos pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), podem cassar o mandato da dupla por supostos abusos de poder nas eleições de 2018 –além de declarar a inelegibilidade de ambos.

Em caso de cassação, não assumiria o Palácio dos Leões a ex-governadora Roseana Sarney (MDB), segunda colocada em votos no pleito daquele ano. O Poder Executivo seria assumido interinamente pelo presidente da Assembleia Legislativa, deputado Othelino Neto (PCdoB), até eleição suplementar ou indireta, em que poderia concorrer ele próprio ao cargo, praticamente imbatível, para mandato-tampão.

Atualmente pré-candidato à reeleição em 2022, mas já com fortes articulações para disputar a majoritária no ano que vem, em eventual ascensão ao comando definitivo do Governo do Estado, Othelino poderia concorrer à reeleição, com potencial real de vitória.

Flávio Dino e Carlos Brandão são acusados pela coligação de Roseana Sarney de aparelhamento do serviço de capelania do Estado, devido indicação de dezenas de lideranças religiosas alinhadas ao governo, sem concurso público, com suposto objetivo de angariar apoio político naquele eleição. O caso é conhecido como “Farra dos capelães”.

O governador do Maranhão e o vice também são acusados de utilizarem um programa estadual de asfaltamento de rodovias e vias urbanas para angariar apoio eleitoral no mesmo pleito.

O relator no TSE é o ministro Carlos Horbach, que já encaminhou os autos para manifestação do MPE (Ministério Público Eleitoral).

Atual 7

domingo, 4 de julho de 2021

Weverton e Edivaldo são os principais atores da sucessão de Flávio Dino


A consolidação do senador Weverton Rocha (PDT) e do ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Júnior (sem partido) é a principal informação da pesquisa Escutec divulgada neste sábado pelo jornal O Estado do Maranhão.

Os dois abraçam, juntos, quase a metade dos votos do eleitorado maranhense.

Weverton só aparece em segundo lugar em cenários que incluem a governadora Roseana Sarney (MDB); como ela não será candidata, seus votos são diluídos nos demais cenários, mantendo Weverton à frente, com 22% das intenções de voto.

Também aparece bem o ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Júnior (sem partido), que chega a 18%.

Juntos, Weverton Rocha e Edivaldo Júnior somam nada menos que 40% das intenções de votos, quase a metade das manifestações do eleitor; e quase quatro vezes mais do que o vice-governador Carlos Brandão (PSDB).

Para se ter ideia da força de Weverton e de Edivaldo, os dois levam juntos mais da metade dos 25% de intenções de votos manifestadas em Roseana Sarney quando ela não aparece no cenário.

Weverton sobe de 14% para 22%; Edivaldo vai de 12% para 18%.

Tanto Weverton quanto Edivaldo estão, portanto, consolidados como opção do eleitor para 2022, separados ou mesmo juntos.

Marco D`eça

quarta-feira, 21 de abril de 2021

Justiça pode tirar Weverton Rocha das eleições de 2022


O procurador da República, Frederico de Carvalho Paiva, pediu à Justiça Federal a condenação do senador Weverton Rocha por enriquecimento ilícito.

Rocha é réu em um processo que tramita na 6ª Vara Federal do Distrito Federal (DF) que envolve o ex-ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, e o ex-Secretário de Políticas Públicas de Emprego do Ministério do Trabalho e Emprego, Ezequiel Nascimento, e Adair Antônio de Freitas, representante das empresas Rede Nacional de Aprendizagem, Promoção Social e Integração – Renaspi e Fundação Pro -Cerrado.

As investigações, que culminaram na abertura do processo, iniciaram a partir de representação de líderes das bancadas do Partido da Social Democracia Brasileira – PSDB, em 16 de novembro de 2011, e foi constatado que os réus foram responsáveis por firmar ao menos 9 convênios por intermédio do Ministério do Trabalho e Emprego com as empresas citadas acima.

Segundo a Procuradoria da República, Weverton Rocha, que era assessor de gabinete de Carlos Lupi à época, recebeu vantagem indevida para influenciar nos convênios firmados entre o MTE e as entidades sem fins lucrativos de gerenciadas por Adair de Freitas.

O responsável pela Renaspi custeou a locação de uma aeronave em viagem oficial feita pelos Carlos Lupi, Ezequiel Nascimento e Weverton Rocha ao Maranhão a fim de que estes, no exercício de suas funções no MTE, favorecessem os interesses de suas empresas.

O avião teria percorrido os trajetos das cidades; Goiânia-GO, Brasília-DF, São Luiz-MA, Imperatriz-MA, Teresina-PI, conforme descrito pela empresa proprietária da aeronave, AEROTEC – TAXI AÉREO LTDA. Bem como também, há a confirmação dos voos pela da CINDACTA.

“Nos dias 11, 12 e 13 de dezembro de 2009, Adair Meira alugou a aeronave King Air, prefixo PT-ONJ, de propriedade de AEROTEC – TAXI AÉREO LTDA, para realização de viagens com Ezequiel Nascimento, Carlos Lupi e Weverton Rocha. Há registros fotográficos, publicados em jornais, que comprovam o encontro entre os réus no avião. Houve, portanto, recebimento de benesse oriunda da entidade RENAPSI. A aeronave particular foi alugada pelo valor total de R$ 30 mil”, detalhou o procurador da República.

Para o Frederico Paiva, Weverton Rocha e os demais réus tinham acesso a informações privilegiadas acerca dos trâmites de contratação de convênios, assim como atuação direta em procedimentos reservados aos servidores do MTE.

Ainda de acordo com a Representação, diversos contratos foram celebrados no valor de R$ 17.344.180,52 milhões após a viagem.

O procurador enfatizou que ficou comprovada a aferição de vantagem, enriquecimento ilícito, e atuação direcionada do ex-assessor do MTE e atual senador da República e dos demais réus.

“Ante o exposto, o Ministério Público Federal reitera os pedidos constantes na petição inicial para que os réus sejam condenados pela prática de ato de improbidade administrativa, sendo-lhes aplicadas as respectivas sanções cominadas na Lei n.º 8.429/92”.

Se for condenado por Ivani Silva da Luz, juíza da 6ª Vara Federal do Distrito Federal, Weverton Rocha ficará fora das eleições de 2022 e não concorrerá ao cargo de governador do Maranhão.

terça-feira, 20 de abril de 2021

Partidos iniciam articulações com os candidatos à sucessão de Flávio Dino


Não é possível ainda apontar com boa margem de segurança o posicionamento dos partidos em relação aos projetos de candidatura ao Governo do Maranhão. Mas, a julgar pelos fatos mais recentes, esse cenário já pode ser rascunhado, principalmente se a disputa se der entre o senador Weverton Rocha (PDT), o vice-governador Carlos Brandão (PSDB), o senador Roberto Rocha (sem partido) e o deputado federal Josimar de Maranhãozinho (PL). 

Dos 21 partidos que hoje atuam formalmente no tabuleiro da política estadual, os 16 que integram a aliança liderada pelo governador Flávio Dino (PCdoB) vão aos poucos se distribuindo entre Weverton Rocha e Carlos Brandão, numa proporção quase de meio a meio. Os demais aguardam definições das suas cúpulas, sendo que algumas siglas se alinharão com o posicionamento dos seus comandos locais e outras se posicionarão ao sabor das decisões das suas cúpulas nacionais.

Grosso modo, a base partidária do governador Flávio Dino está posicionada em relação às duas pré-candidaturas. Pelo que é observável no cenário prévio da corrida, PDT, DEM, Republicanos, PSB, Cidadania e PSL caminham informalmente para se alinhar ao projeto de candidatura do senador Weverton Rocha, que fora da aliança deve receber o apoio do Podemos. Na contrapartida, PSDB, PCdoB, PT, PROS, PTB, Solidariedade, PP e PTC tendem a formar o suporte partidário do projeto de candidatura do vice-governador Carlos Brandão.

Na lista pró-Weverton Rocha, são dúvidas o PSL, que poderá sofrer uma reviravolta se o presidente Jair Bolsonaro resolver retornar ao partido, e o Podemos, que vai depender do posicionamento do prefeito Eduardo Braide, que deverá seguir orientação da cúpula nacional. Numa situação mais delicada, o PSB lhe dará apoio pela via da família Leitoa, mas com a provável dissidência do deputado federal Bira do Pindaré, que deu uma prova maiúscula de lealdade ao governador Flávio Dino em 2020, em São Luís. Já em relação a lista inclinada para Carlos Brandão, a incerteza se dá em relação ao PP, que depende ainda de uma definição clara do deputado federal André Fufuca, seu presidente regional, e do quase inexistente PTC, controlado pelo deputado estadual Edivaldo Holanda, que poderá também apoiar Weverton Rocha.

Nesse contexto, três agremiações seguem, cega e ordenadamente, o deputado federal Josimar de Maranhãozinho: o PL, ao qual é filiado e preside no estado, o Patriotas, que tem o controle de fachada do deputado federal Marreca Filho, e o Avante, que está entre seus amigos. Fora dessa seara estão o MDB, que seguirá fielmente a orientação da sua cúpula no estado, podendo lançar a candidatura da ex-governadora Roseana Sarney ou apoiar Weverton Rocha ou Carlos Brandão, dependendo da capacidade de articulação dos candidatos – a informação mais convincente é a de que a ex-governadora poderá ser candidata a deputada federal.

No terceiro bloco, PL, Patriotas e Avante se posicionarão aonde Josimar de Maranhãozinho determinar, uma vez que ele tem os três partidos sob controle absoluto. Se o parlamentar resolver ser candidato a governador, como reafirmou recentemente, confirmando o que vem sendo disseminado por ele próprio, os três partidos o seguirão fiel e alinhadamente. Mas se, por outro lado, o chefe do PL decidir apoiar a eventual candidatura do senador Roberto Rocha ao Governo e sair como candidato a vice, levará junto Patriotas e Avante. Finalmente, o PV que é presidido pelo deputado estadual Adriano Sarney, o PSD controlado pelo deputado Edilázio Jr,  e o PSC, que tem como chefe maior no estado o deputado federal Aluísio Mendes, devem apoiar o projeto eleitoral de Roberto Rocha, só mudando de rumo se, numa guinada improvável, Roseana Sarney resolver entrar na briga pelo Palácio dos Leões.

Vale repetir que esse é o cenário de agora, que aponta tendências. O desenho definitivo do alinhamento partidário só deve se dar mesmo depois que o governador Flávio Dino, após fazer as consultas que julgar necessárias, bater martelo definindo o candidato que apoiará na corrida à sua sucessão. Até lá, algumas posições podem ser mudadas, mas nada que altere substancialmente as equações partidárias montadas até aqui.

Josimar nega aliança com Roberto Rocha


Cada vez mais próximo do Governo Federal, o deputado federal Josimar Maranhãozinho, presidente do Partido Liberal no Maranhão, falou sobre uma possível aliança com o senador Roberto Rocha (PSDB), que também é aliado de Jair Bolsonaro, mas no Maranhão segue caminho distinto do escolhido por Josimar.

​“Não procede”, foi a resposta de Josimar ao ser perguntado sobre a aliança. O dirigente do PL, que também é pré-candidato ao governo do Maranhão, disse que apesar de não haver uma união os dois seguem conversando “muito no âmbito da política do Maranhão”.

​Josimar, que elegeu mais de 40 prefeitos no Maranhão, deixou claro a sua estratégia de aliança política. Conhecido por ser leal, Josimar disse que suas decisões são decididas em Brasília, em conversa com o presidente nacional do PL, Valdemar da Costa Neto, e o seu partido. “Esse sim eu paro pra ouvi-lo antes de importantes decisões, pois ele me representa.”, respondeu.


​O fortalecimento de Josimar no núcleo do Governo Federal, do presidente Jair Bolsonaro, mostra que ele é o único que tem musculatura política e partidária (financeira) para ser um candidato que represente a bandeira do bolsonarismo no Maranhão. Na sua agenda política, ele pode mostrar concretamente em que Bolsonaro tem ajudado o Maranhão, já que Josimar tem um grupo fechado com mais de 40 prefeitos,que pode, nos próximos meses aumentar, à medida que sua influência aumenta junto a Bolsonaro.

Josimar tem se aproximado cada vez mais do governo federal através do partido e do próprio Valdemar que sempre o apoiou em todos momentos políticos da sua vida.

"Posso dizer que tenho um líder ou pai político e que pode até me liderar em tomadas de decisões. Valdemar da Costa Neto, esse sim, eu paro pra ouvi-lo antes de importantes decisões pois ele me representa", concluiu Josimar.

sexta-feira, 16 de abril de 2021

Preocupado com 2022, Dino reúne Brandão e Weverton


O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), reuniu-se ontem (15) no Palácio dos Leões com o vice-governador, Carlos Brandão (PSDB), e com o senador Weverton Rocha (PDT) para começar a tentar traçar um caminho de unidade para a disputa pelo Governo do Estado em 2022.

Os dois aliados do governador estão pré-candidatos ao governo e, aos mais próximos, dizem não abrir “nem pro trem”.

Mas Dino tem defendido a construção de um consenso – mesmo demonstrando nos bastidores preferência por Brandão.

Nas redes sociais, os três deram poucas dicas do que efetivamente ocorreu no encontro. Mas, pelas declarações, a unidade foi o ponto central.

“Somos aliados de longa data e temos compromisso quanto à continuidade das mudanças positivas no Maranhão. No tempo certo irei coordenar os diálogos necessários com o nosso grupo”, disse o comunista, dando a entender que, por ora, espera que os dois pré-candidatos encontrem um caminho.

Brandão destacou a liderança do governador.

“A reunião que tivemos hoje, sob o seu comando, mostra que temos um líder. Encontro proveitoso, sim, porque entendemos que construímos forte alicerce, ao longo destes anos de caminhada”, declarou o vice-governador, ao comentar postagem do próprio Dino.

Weverton afirmou que foi uma “boa conversa hoje com o governador Flávio Dino e o vice-governador Carlos Brandão”.

“As mudanças positivas precisam continuar e no Senado estarei sempre trabalhando para apoiar o Maranhão. Nosso grupo segue firme, focado no que importa: o melhor para os maranhenses”, pontuou.