24 abril 2021

Deputado Estadual do MA é internado em UTI após complicações da COVID-19


O deputado estadual Edson Araújo (PSB), está internado na UTI de um hospital privado de São Luís. A internação ocorreu, após complicações em decorrência da COVID-19.

Edson Araújo tem 68 anos e está no terceiro mandato como deputado estadual. Ele tem forte atuação entre o segmento de pescadores do Maranhão.

Partido que pode receber Bolsonaro muda o nome


O Partido da Mulher Brasileira, PMB, vai anunciar neste sábado (24) o novo nome, o partido passará a se chamar, Brasil 35 e terá como Slogan, "Coragem para Fazer". A mudança era um pedido do Presidente Jair Bolsonaro que pode assumir o comando da legenda para a disputa da reeleição no ano que vem. Além do nome, a sigla vai promover mudanças no estatuto.

Já foram realizadas várias reuniões entre integrantes do partido e a família Bolsonaros. As conversas tem sido conduzidas principalmente pelo Senador Flávio Bolsonaro. Na segunda-feira, existe a expectativa de uma nova rodada de negociações, uma decisão do Presidente da República é aguardada para os próximos dias. Para a coluna Jair Bolsoaro afimrou que "não tem nada definido ainda".

Além do Brasil 35 (Partido da Mulher Brasileira), a família Bolsonaro segue em conversas com o Democracia Cristã e o PTB.

O Brasil 35 (Partido da Mulher Brasileira - PMB) não tem representante no Congresso, a legenda atualmente conta com três deputados estaduais – Diogo Senior, no Amapá; Neto Loureiro, em Roraima; e Maria Bethrose Fontenele Araújo, no Ceará.

Ao assumir o controle da sigla, como presidente ou presidente de honra, Bolsonaro abrigará também aliados hoje filiados a outras legendas, e tem a intenção de evitar o desgaste que sofreu quando ingressou no PSL, que lhe garantiu a disputa pela presidência em 2018.

O presidente se desfiliou do PSL em novembro de 2019, quando a convenção nacional reconduziu Luciano Bivar (PE) ao comando do partido.

Imagem do dia: Adriano Sarney com Baleia Rossi e Temer


O deputado estadual Adriano Sarney (PV), utilizou as suas redes sociais para homenagear o seu avô e ex-presidente da República, José Sarney, que hoje completa 91 anos. Até aí tudo bem. Mas, dentre as fotos diversas fotos divulgadas há uma que tem chamado atenção da classe política e membros da imprensa.

Trata-se de uma imagem em que o próprio Adriano aparece com alguns caciques do MDB num momento de descontração, dentre eles, o presidente nacional do partido e deputado federal, Baleia Rossi, e com o ex-presidente da República, Michel Temer. Seria um indicativo de que o único integrante da família Sarney na política estaria de malas prontas para o MDB?

Lembrando que a ex-governadora Roseana Sarney deve assumir o comando do MDB maranhense no início do próximo semestre, focando na restruturação e o fortalecimento da legenda para eleições de 2022.

Pelo sim, pelo não, vamos aguardar para conferir...

Levy Fidelix morre aos 69 anos


Morreu, na noite dessa sexta-feira (23), aos 69 anos de idade, o político José Levy Fidelix da Cruz, mais conhecido apenas como Levy Fidelix. Ele estava internado desde março em um hospital particular de São Paulo e morreu por complicações da Covid-19.

A notícia foi divulgada por pessoas próximas de Levy, como o prefeito de Sorocaba, Rodrigo Manga.

"Que Deus conforte toda a família desse grande líder nacional...", escreveu Manga. "Meus sentimentos à família do presidente do PRTB @levyfidelix", postou o deputado federal José Medeiros.

A jornalista e cineasta Sandra Terena, também próxima de Levy, lamentou a notícia: "Com tristeza, informo o falecimento de um pioneiro do conservadorismo no Brasil, Levy Fidelix por COVID-19. O óbito foi confirmado às 20 horas desta sexta-feira (23). Que o Espírito Santo console a família. Meu marido, o jornalista Oswaldo Eustáquio, foi um grande amigo de Levy".

Fidelix deixa sua mulher, Aldinea Rodrigues Cruz, e uma filha, Lívia Fidelix, que tentou se eleger deputada nas eleições de 2018.


TRAJETÓRIA

Fundador do Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB), Fidelix se formou em Comunicação Social e começou a carreira como publicitário, trabalhando também em jornais como Correio da Manhã e Última Hora.

Já na política, trabalhou como assessor de comunicação e foi um dos fundadores da revista empresarial Governo e Empresa e também da revista política O Poder e, nos anos 1980, trabalhou como apresentador de TV, em que entrevistava especialistas em tecnologia e políticos.

A carreira política engatou em 1986, quando se candidatou à sua primeira eleição, como candidato a deputado federal por São Paulo e depois tentou se eleger como deputado federal, mas sem sucesso em ambos os casos.

Em 1989 e 1990 trabalhou como assessor de comunicação na campanha do então candidato à presidência da república Fernando Collor de Mello, que seria eleito. Em 1996, foi candidato à prefeitura de São Paulo e, em 1998, a governador do estado.

Em 2002 voltou a se candidatar a governador do estado de São Paulo, a vereador em 2004 e a deputado federal em 2006. Em 2008 foi candidato a prefeito de São Paulo e, fora do segundo turno, apoiou a então candidata Marta Suplicy, que seria eleita.

Para presidência da república, Levy se candidatou em 2010 e ficou em sétimo lugar entre os nove candidatos da disputa, apoiando Dilma Roussef no segundo turno. Em 2011, tentou novamente o cargo de prefeito da cidade de São Paulo, novamente sem conseguir se eleger.

Levy tentou a presidência novamente em 2014 e, sem ir para o segundo turno, apoiou Aécio Neves, que perdeu a eleição para Dilma Roussef, reeleita. Em 2018, apoiando Jair Bolsonaro, concorreu ao cargo de deputado federal pelo estado de São Paulo, mas não conseguiu se eleger.

23 abril 2021

40% dos eleitores não querem Lula ou Bolsonaro, diz Eliziane Gama


A senadora Eliziane Gama, que lidera bloco parlamentar com Cidadania, Rede, PSB e PDT, disse que, no entender dela, “é cada vez mais clara a certeza de que a terceira via é real para a corrida presidencial de 2022 e pode vencer a eleição”.

“A polarização política não é regra obrigatória em nosso país. Há um grande espaço para a afirmação de uma candidatura alternativa no cenário nacional. Havendo mais de um candidato alternativo à polarização na largada, a própria campanha se encarregará de fazer os ajustes necessários junto à opinião pública”, disse ela.

Para Eliziane, ninguém está garantido em eventual segundo turno e “pesquisas indicam que mais de 40% dos eleitores querem renovação”, ou seja, nem Lula nem Jair Bolsonaro.

“Acredito que a terceira via é o melhor caminho para a pacificação do país e para o fortalecimento da democracia. A polarização já se mostrou maléfica e perigosa para as instituições. Precisamos superar essa dicotomia”, acrescentou.