02 setembro 2021

Taxado como bandido, Josimar enfrenta dificuldades para viabilizar candidatura


O primeiro passo que o deputado federal Josimar Maranhãozinho (PL) deve fazer antes de tentar se viabilizar como terceira via para disputar o Governo do Maranhão em 2022, é limpar sua imagem no Estado.

Como todos sabem, Josimar já foi chamado de bandido pelo ex-secretário de Segurança Público do Maranhão e atualmente deputado federal Aluísio Mendes. Reveja aqui e aqui.

Para um ex-secretário de Segurança chamar Maranhãzinho de bandido é porque tem convicção e prova no que diz. Além disso, Josimar nunca entrou com processo contra as acusações feitas por Aluísio. E, quem cala consente.

O deputado também já foi alvo da Polícia Federal, na Operação Descalabro, que apura um suposto esquema de desvio de emendas parlamentares destinadas à Saúde do Maranhão, com direcionamento de licitações.

Segundo os federais, o prejuízo foi de R$ 15 milhões. O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal, chegou a determinar o bloqueio de mais de R$ 6 milhões em patrimônio de Josimar.


Com informações do Blog do Luís Pablo

Suposta permanência de Flávio Dino irrita Brandão


Não se sabe se por bravata ou por insegurança na condução do processo eleitoral de 2022, mas o fato é que o governador Flávio Dino (PSB) tem falado cada vez mais da possibilidade de ficar no cargo até o final do mandato.

E essa insistência no assunto tem irritado o vice-governador Carlos Brandão (PSDB) e seus aliados no Palácio dos Leões.

Patinando nas pesquisas e sem espaço para articulações políticas que garantam a viabilização da sua candidatura, Brandão sabe que depende absolutamente da perspectiva de assumir o governo em abril para convencimento de possíveis aliados no interior.

Sem essa perspectiva ele perde cada vez mais importância no processo eleitoral.

Pior: ao manifestar interesse na possibilidade de ficar no mandato até o final, Flávio Dino deixa claro que o objetivo não é fortalecer Brandão, mas criar as condições para eleger o secretário Felipe Camarão (PT).

– Se eu ficar no cargo, elejo qualquer um – é o que pensa o governador, segundo relato de pelo menos cinco deputados estaduais e secretários ouvidos pelo blog Marco Aurélio D’Eça.

A possibilidade é tão real que os auxiliares do governador – como o também pré-candidato Simplício Araújo (Solidariedade) – e deputados estaduais, como Duarte Júnior (PSB), já falam, publicamente sobre o assunto.

Tanto que, na semana passada, Dino adiou a data da decisão sobre o candidato do governo, de novembro para março de 2022.

E assim, Brandão vai perdendo cada vez mais importância como pré-candidato.

01 setembro 2021

Osmar Filho recebe procurador-geral do MPMA e reforça parcerias entre os Poderes


Como já ocorreu em outras oportunidades, o presidente da Câmara Municipal de São Luís, Osmar Filho (PDT), recebeu na manhã desta quarta-feira (1), a visita do procurador-geral de justiça do Ministério Público do Maranhão (MPMA), Eduardo Jorge Hiluy Nicolau.

O objetivo do encontro, foi agradecer a recente aprovação de um projeto que garante doação de um imóvel para a instalação de Promotorias de Justiça na cidade.

“É muito importante que cada um, dentro da sua atribuição, possa contribuir para o estreitamento das relações entre os mais diversos poderes, a fim de que, lá na ponta, a gente possa oferecer o que há de melhor à população, principalmente para aqueles que mais precisam”, declarou o vereador.

O procurador destacou o benefício da parceria entre os Poderes.

“Quero aqui cumprimentar todos os representantes da nossa Ilha querida e agradecer, em meu nome e do Ministério Público do Maranhão, pela sensibilidade dos parlamentares em nos conceder um imóvel onde instalaremos uma promotoria do cidadão e as promotorias do consumidor, para que possamos facilitar cada vez mais a vida população”, disse Nicolau na tribuna da Casa.

Na oportunidade, o magistrado ofereceu a Osmar Filho um exemplar do livro História do Ministério Público, de Celso Magalhães – patrono do Ministério Público no estado, que ficou conhecido por levar uma baronesa a julgamento pela morte de um menino escravo.

Por sua vez, o Presidente da Câmara também presenteou Eduardo Nicolau com uma agenda com o selo do Legislativo Municipal.

O projeto – No início do mês de junho, o Plenário da Câmara de Vereadores aprovou, em sessão extraordinária remota, o Projeto de Lei nº 156/21, enviado pelo prefeito Eduardo Braide (Podemos). O texto do projeto tratava sobre doação de um prédio localizado na Fonte do Ribeirão, no Centro da capital, para o MPMA, para instalação das Promotorias de Justiça do Consumidor e do Cidadão.

Roseana lidera rejeição em Imperatriz


Dados da pesquisa Exata mostram que ex-governadora dispara na liderança quando o quesito é rejeição.

Quando perguntados em quem não votariam de jeito nenhum, 60% dos entrevistados escolheram a emedebista.

Mais abaixo vem o vice-governador Carlos Brandão (PSDB) com 18%, seguido de Josimar de Maranhãozinho (PL) com 18%, Edivaldo Holanda Jr (PSD) 14% e Lahésio Bonfim (PSL) e Weverton Rocha (PDT) ambos com 13%.

Na lista ainda aparecem o secretário Simplício Araújo (Solidariedade) com 10% e o senador Roberto Rocha (PSDB) 8%.

Votariam em todos, 16%
Não votariam em nenhum, 24%
Não souberam ou não responderam, 3%

A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais com confiabilidade de 95%.

Prefeitura de São Luís dá calote em grupos culturais


O vereador Jhonatan Soares (PT) cobrou o prefeito Eduardo Braide (Podemos) sobre o atraso do pagamento do auxílio emergencial de cultura aos grupos culturais do município. O vereador exibiu nota assinada por vários grupos culturais de São João da capital durante sessão da Câmara Municipal. O documento cobra da gestão municipal esclarecimentos a respeito do atraso no pagamento do auxílio.

No discurso, Jhonatan Soares expressou indignação ao destacar que o pagamento ainda não foi realizado, 31 dias após a data divulgada para o depósito dos valores. O parlamentar também apontou que, para aprovação da mensagem do prefeito Eduardo Braide relativa à concessão do auxílio, a Câmara de São Luís abriu mão de alguns protocolos para dar celeridade ao processo, visto que o auxílio tinha um caráter emergencial.

“Esse atraso é a prova que a Secretaria de Cultura não tem dialogado com a população que faz cultura na nossa cidade. Se a Câmara abriu mão de burocracias para dar celeridade ao pagamento do auxílio, por que a Secretaria de Cultura não pode fazer o mesmo?”, perguntou.