18 setembro 2023
Pesquisa para Prefeitura de Bacurituba mostra eleição indefinida
Homem presta queixa contra Prefeito do MA após intimidação com possível uso de arma
O prefeito de Rosário, Calvet Filho, está no centro de mais uma polêmica envolvendo violência e suposto porte de arma de fogo. Desta vez, o alvo foi um internauta que fazia críticas à sua gestão nas redes sociais.
Segundo o boletim de ocorrência (B.O.) registrado na Polícia Civil, o internauta, identificado como Ronald Silva Souza, mais conhecido como ‘Barro Duro’, relatou que o prefeito teria feito um gesto intimidatório simulando sacar uma arma, quando o encontrou em um posto de combustíveis na tarde de ontem, 15/09, no município de Bacabeira.
Segundo o relato de Barro Duro, Calvet Filho teria colocado a mão na cintura e exigido explicações sobre as críticas que ele fazia à sua administração em Rosário. O gesto e a postura do prefeito transmitiram para Barro Duro a intenção de sacar uma arma de fogo, caso ele respondesse à sua indagação.
O clima ficou tenso no local, e após a saída de Calvet Filho, Barro Duro procurou a polícia civil de Rosário e fez um boletim de ocorrência. Em seguida, ele gravou um vídeo onde faz um apelo pela sua vida às autoridades.
O prefeito de Rosário já se envolveu em escândalos violentos com suposto uso de arma de fogo.
Um caso ocorreu no dia 1° de junho de 2023, quando Calvet Filho atirou com sua pistola em plena via pública, na rua do Sapoty, Jardim Paraíso – Rosário – Maranhão, onde reside. Esse evento teve como vítima o repórter Antônio Carlos da TV Impacto, que sofreu inclusive um soco no peito desferido pelo gestor municipal. Tudo se encontra relatado, no B.O. n°143895/2023.
Esses fatos indicam fortes indícios que o prefeito de Rosário anda armado.
Veja o vídeo aqui
17 setembro 2023
Diretor da UPA é acusado por agredir ex-namorada
O diretor da UPA do Itaqui Bacanga, Júlio Reis, é acusado de agredir sua ex-namorada. Segundo informações, ele teria tentado derrubar o portão do condomínio da jovem com o carro. O caso obteve grande repercussão nas redes sociais, também, por ele ter sido assessor e pré-candidato a vereador pelo grupo do deputado federal e pré-candidato a Prefeitura de São Luís, Duarte Júnior.
Diante da repercussão negativa com da divulgação das imagens, foi iniciada uma mobilização junto às autoridades competentes, pedindo o afastamento de Júlio Reis da direção da unidade de saúde, principalmente, ao secretário de estado, Tiago Fernandes.
Segundo fontes, o governador Carlos Brandão já estaria ciente da situação e diante da repercussão teria solicitado ao secretário da Saúde o afastamento imediato por incompatibilidade desse comportamento com o esperado para um servidor público.
População do Tambaú ganha campo society e Prefeita faz o primeiro gol, veja o vídeo

Minireforma eleitoral altera pontos sensíveis e encontra resistências
O texto-base da minireforma eleitoral, aprovado na noite da última quarta-feira (13), prevê uma série de alterações a serem implementadas nas eleições municipais de 2024 – caso o projeto seja sancionado antes do próximo dia 6 de outubro.
No projeto de relatoria do deputado federal Rubens Pereira Júnior (PT-MA), alguns pontos chamam atenção por mexer em aspectos como período de inelegibilidade para políticos cassados no exercício do mandato, distribuição da cota feminina de 30% das candidaturas e utilização do fundo partidário para compra de veículos.
Para situações em que um detentor de mandato seja cassado com perda de direitos políticos, por exemplo, o período de inelegibilidade passaria a contar da data de condenação. Exemplo: um deputado cassado na data de hoje, ficaria inelegível pelo que resta de seu mandato e mais oito anos, totalizando 11 anos. Pela regra alterada, o período de oito anos seria contado a partir de hoje.
Outro ponto alterado na reforma relatada por Rubens é a forma de verificar-se o cumprimento da cota feminina. A mudança atingiria, em especial, as federações partidárias, que passariam a contar como um só na observância dos 30% de candidaturas do sexo feminino. Na prática, o partido A, federado com os partidos B e C, não precisaria ter 30% de mulheres candidatas, desde que, na soma com as candidaturas dos partidos B e C, se cumpra a porcentagem estipulada.
Gastos com o fundo partidário também passaram por alterações, permitindo que o fundo partidário seja usado para comprar ou alugar automóveis, embarcações e até aeronaves, “desde que comprovadamente a serviço do partido”.
O projeto de relatoria do parlamentar encontra resistências na sociedade e no Senado. Especialistas criticaram a tramitação acelerada do projeto, que já foi remetido à Câmara Alta. O senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), no entanto, não se comprometeu com uma votação tão rápida quanto a vista na Câmara:
“O que eu considero necessário é que entreguemos uma lei, um projeto do lei amadurecido, bem refletido, bem discutido com a sociedade e com os senadores. Se for possível conciliar o trabalho bem-feito com a aplicação na eleição de 2024, ótimo. Se não for possível, paciência. A prioridade é entregar um projeto bem amadurecido”, afirmou Rodrigo, que pretende anexar ao projeto a pauta do novo código eleitoral, parada na Casa desde 2021.
Texto publicado originalmente no Marrapá




