04 novembro 2025

Alexandre de Moraes já olhou cela para a qual pretende enviar Bolsonaro na Papuda


O ministro Alexandre de Moraes (STF) planeja enviar o ex-presidente Jair Bolsonaro para cela especial com paredes brancas, ar-condicionado e televisão no presídio da Papuda, em Brasília. Segundo apurou a coluna, o magistrado já viu imagens e aprovou a instalação.

O espaço é adaptado para receber o ex-presidente, que atualmente cumpre prisão domiciliar. Aliados de Bolsonaro acreditam que o STF determinará a transferência na semana que vem, após rejeitar os embargos declaratórios protocolados pelo ex-mandatário.

A expectativa, contudo, é que Bolsonaro passe poucas semanas na Papuda. Até mesmo ministros próximos a Moraes sustentam que a a Suprema Corte deverá aceitar um pedido da defesa do ex-presidente para restabelecer a prisão domiciliar, por motivos de saúde.

O mesmo benefício foi concedido, em maio deste ano, ao também ex-presidente Fernando Collor, condenado a 8 anos e 10 meses de reclusão por corrupção.

Bolsonaro foi condenado por golpe de Estado

Bolsonaro foi condenado a 27 anos de prisão por golpe de Estado e mais quatro crimes. Atualmente, está preso em casa, com tornozeleira eletrônica, por descumprir medidas cautelares no âmbito de um outro inquérito que investiga coação no curso do processo.

Essa investigação foi aberta por ordem de Moraes após o deputado federal Eduardo Bolsonaro articular sanções a autoridades brasileiras junto ao governo dos Estados Unidos.

O cálculo do Planalto sobre Bolsonaro na Papuda

O Palácio do Planalto prevê alguns impactos com a possível transferência de Bolsonaro para o presídio da Papuda, em Brasília. Embora auxiliares do presidente Lula vejam a cadeia como a “consagração” da democracia, os mesmos temem que o ex-mandatário seja alçado à condição de “mártir”, inflamando a base de direita e fortalecendo um candidato do campo conservador à Presidência.

Integrantes do Planalto também acreditam que a possível ida de Bolsonaro para a Papuda faria o ex-presidente antecipar a escolha de um nome para apoiar nas eleições de 2026, recuando da intenção de postergar até meados do ano que vem. Por ora, Tarcísio de Freitas (Republicanos), Michelle Bolsonaro (PL), Flávio Bolsonaro (PL) e Ratinho Júnior (PSD) são alguns dos cotados.

A avaliação do entorno de Lula é que a transferência de Bolsonaro para a Papuda mobilizaria o Ministério da Justiça e Segurança Pública e botaria as Forças Armadas de prontidão, de modo a coibir protestos e atos de vandalismo como os ocorridos em 2023.

Ao mesmo tempo, integrantes do governo enxergam na situação a oportunidade de “reafirmar o compromisso institucional do país”. O Planalto acredita que uma decisão do STF de botar o ex-presidente atrás das grades consolidaria a imagem de “maturidade democrática”.

Como mostrou a coluna, aliados de Bolsonaro acreditam que a Suprema Corte enviará o ex-presidente para a Papuda na semana que vem. (Metrópoles)

03 novembro 2025

Paço do Lumiar: bomba na Semurb, vereadores cegos, surdos e mudos, e, para completar, a Câmara parou após escândalo da jujuba





Em uma gestão que prometia fiscalização rigorosa, a Câmara Municipal de Paço do Lumiar, presidida pelo vereador Fernando Feitosa (Podemos), revela-se um enigma: uma das mais caras do Maranhão, mas também uma das menos produtivas. Dados exclusivos obtidos por este blog mostram que, em apenas 10 meses, a Casa Legislativa recebeu mais de R$ 13 milhões em repasses públicos. O valor impressiona, mas o contraste com a paralisia nas atividades diárias levanta questionamentos sobre o uso eficiente desses recursos.

Feitosa, que outrora era voz ativa contra as falhas administrativas da ex-prefeita Paula da Pindoba (PCdoB), parece ter adotado um silêncio ensurdecedor. Denúncias recentes sobre irregularidades na gestão do atual prefeito, Fred Campos, ecoam sem resposta oficial da Câmara. Relatos de possíveis esquemas de corrupção, especialmente envolvendo a cobrança de impostos sobre obras, chegam aos corredores da política local sem que a Casa Legislativa tome medidas concretas, como investigações ou audiências públicas.

A inércia ganhou contornos ainda mais evidentes com a ausência de sessões presenciais. Oficialmente, o motivo é uma reforma acelerada no prédio da Câmara, iniciada de forma repentina. Nos bastidores, no entanto, sussurra-se que a obra serve como escudo para abafar um escândalo recente: a polêmica “festa das jujubas”, onde uma vereadora alega ter sido dopada com doces contendo substâncias alucinógenas. O evento, segundo fontes próximas, contou com a presença de vereadores e do irmão do prefeito, Alderico Campos, figura influente nos bastidores políticos. A reforma, portanto, poderia ser uma manobra para ganhar tempo e evitar debates acalorados no plenário.






Enquanto isso, denúncias graves sobre a administração municipal se acumulam sem fiscalização efetiva. Informações preliminares apontam para supostas irregularidades na cobrança do Imposto Sobre Serviços (ISS) em obras, gerenciado pela Secretaria Municipal de Receita, Urbanismo e Regularização Fundiária (SEMRURB), comandada por Tatiane Passos, esposa de Alderico Campos. Segundo relatos de insiders da administração, há indícios de que valores de avaliações de projetos estatais estariam sendo subestimados – como o caso de uma obra orçada em R$ 14 milhões, reduzida para R$ 1,4 milhão em registros fiscais. Essa prática, se confirmada, poderia resultar em renúncia de receita pública, configurando, em tese, irregularidades graves que demandam apuração imediata.

Nos murmúrios dos corredores públicos, estima-se que esses mecanismos poderiam gerar ganhos extras de até R$ 1,5 milhão por mês aos operadores do esquema, incompatíveis com as normas fiscais. Em vez de aplicar a alíquota integral sobre o ISS de obras, haveria, conforme as queixas, uma cobrança limitada a cerca de 10% do valor real, com relatos de “taxas paralelas” que beneficiariam interesses privados. Tatiane Passos, segundo as fontes consultadas, seria a única com acesso irrestrito ao sistema interno de inserção de dados e valores, o que levanta preocupações sobre transparência e controles internos – auditores e outros funcionários não teriam permissão para alterações semelhantes.

Alderico Campos (irmão de Fred Campos) e Tatianne Passos

Diante de tamanha calmaria institucional, é inevitável questionar: por que a Câmara, com tamanha verba em mãos, se mostra tão passiva? A falta de ação não só frustra a população de Paço do Lumiar, que clama por accountability, mas também reforça a percepção de uma Casa Legislativa mais voltada para gastos do que para o exercício pleno de seu papel fiscalizador.

Este blog segue monitorando os desdobramentos e cobra, junto aos leitores, que a verdade venha à tona por vias legais e transparentes. Afinal, o dinheiro público merece mais do que silêncio.

Com informações do blog do Joerdson Rodrigues


Editorial do Estadão critica declaração de Lula e acusa esquerda de “romantizar o crime”


O jornal O Estado de S. Paulo publicou, neste domingo (2), um editorial intitulado “A sociologia de Lula romantiza o crime”, no qual critica a declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de que “traficantes são vítimas dos usuários”.

Segundo o texto, o comentário não foi um ato falho, mas expressão de uma visão ideológica que busca absolver o criminoso e culpar a sociedade pelas causas da violência.

O jornal afirma que, ao longo da história, pensadores de esquerda teriam usado a ideia de “violência estrutural” para relativizar a responsabilidade individual e transformar o crime em produto das desigualdades sociais.

O editorial sustenta que essa visão progressista teria produzido uma “inversão moral”, na qual o criminoso é visto como símbolo de resistência e o cidadão cumpridor da lei como opressor.

O Estadão também critica o que chama de “vitimologia ideológica”, que, segundo o texto, serve para justificar políticas de indulgência penal e enfraquecimento da autoridade do Estado.

O jornal conclui que a tentativa de “humanizar o crime” teria resultado na desumanização da sociedade, especialmente entre os mais pobres, que seriam as principais vítimas da violência cotidiana.

Hilton Gonçalo amplia alianças e consolida nome forte ao Senado


O projeto político do médico e ex-prefeito de Santa Rita, Dr. Hilton Gonçalo, ganha cada vez mais força em todo o Maranhão. Nas últimas semanas, mais de 60 ex-prefeitos de diferentes regiões do estado formalizaram apoio à sua pré-candidatura ao Senado Federal.

Entre os nomes que manifestaram apoio estão lideranças que já administraram municípios como Afonso Cunha, Paço do Lumiar, Presidente Juscelino, São João Batista, Itapecuru, Alcântara, Barreirinhas, Bacabeira, Viana, Rosário, Morros, Satubinha, Pinheiro, São Mateus, São Luís Gonzaga, entre outros.

Essas adesões reforçam a capilaridade política e o reconhecimento ao trabalho de Hilton Gonçalo, que tem um histórico marcado por quatro mandatos como prefeito de Santa Rita e uma atuação voltada para o desenvolvimento regional, geração de emprego e investimentos em saúde, educação e infraestrutura.


Dr. Hilton destacou a importância dessa união de lideranças. “O apoio desses ex-prefeitos representa a confiança de quem já teve a responsabilidade de administrar um município e sabe o quanto é necessário ter sensibilidade, planejamento e compromisso com o povo. Nosso projeto é construir um Maranhão mais justo, desenvolvido e com oportunidades para todos”, afirmou.

Com o slogan “Pelo Maranhão”, Hilton Gonçalo vem consolidando um movimento que ultrapassa fronteiras partidárias, reunindo prefeitos, ex-prefeitos, vereadores, lideranças comunitárias e representantes de diversos segmentos da sociedade civil.

02 novembro 2025

Auxiliar penitenciário baleado em tentativa de assalto morre em São Luís


O auxiliar penitenciário Gardel Correia Lisboa morreu na madrugada deste domingo (2) no Socorrão II, em São Luís. Ele havia sido baleado na última terça-feira (28) durante uma tentativa de assalto a uma loja de celulares no Cohatrac, e estava internado desde então. O agente lotado na Supervisão de Segurança Interna (SSI) passou por duas cirurgias, mas não resistiu.

De acordo com o portal O Informante, o servidor teria desenvolvido um quadro de infecção generalizada no próprio hospital e retornou ao centro cirúrgico na noite de sábado (1).

O corpo de Gardel será velado e sepultado em local e horário ainda não informados pela família.