31 março 2026

Dr. Julinho em parceria com o Governo assina ordem de serviço para pavimentação asfáltica de mais de 10 km em São José de Ribamar

Em um marco para a infraestrutura urbana de São José de Ribamar, o prefeito Dr. Julinho em parceria com o Governo do Estado assinou, na manhã desta terça-feira (31), a ordem de serviço que autoriza o início das obras de pavimentação asfáltica de mais de 10 quilômetros de vias no município. A solenidade de lançamento contou com a presença do secretário de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão, e do secretário municipal de Obras, Roberto Mouchereck.

A principal intervenção anunciada é a pavimentação da Avenida General Arthur Carvalho, no Turu, que receberá 3,3 km de asfalto novo. Além disso, o pacote de obras inclui a pavimentação de 13 ruas que impactam diretamente o entorno da Avenida Nossa Senhora da Vitória, na região do Alto Turu, totalizando 3,8 km. Já na região do Parque Vitória e Parque Jair, será pavimentada a Rua da Vitória, com 3,21 km de extensão.

Durante o evento, o prefeito Dr. Julinho destacou a importância das obras para a mobilidade urbana e a qualidade de vida da população. “Essas pavimentações representam não apenas a melhoria do tráfego, mas também dignidade para os moradores que há anos aguardam por infraestrutura. Estamos levando asfalto de qualidade, valorizando os imóveis e acabando com o problema da poeira e da lama em diversas regiões da nossa cidade”, afirmou o gestor.

O secretário de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão, enfatizou a parceria entre as esferas municipal e estadual para viabilizar os investimentos. “É um trabalho conjunto que visa atender às demandas prioritárias dos ribamarenses. Essas obras são fruto de um planejamento que coloca o município em um novo patamar de desenvolvimento urbano”, declarou.

Já o secretário de Obras, Roberto Mouchereck, detalhou o cronograma e o escopo dos serviços. “A gestão vai executar mais de 10 km de pavimentação com alta qualidade técnica. As equipes já estão mobilizadas para iniciar os serviços imediatamente, garantindo que os prazos sejam cumpridos e que a população sinta os benefícios o mais rápido possível”, explicou Mouchereck.

Com a assinatura da ordem de serviço, as obras devem ter início nos próximos dias, beneficiando diretamente milhares de moradores que terão ruas asfaltadas, sinalizadas e com melhor escoamento de águas pluviais, promovendo mais segurança e mobilidade para todos.

São Luís terá uma mulher no comando da Prefeitura depois de 30 anos


SÃO LUÍS – Com a renúncia ao mandato anunciada pelo prefeito Eduardo Braide (PSD), que agora passa a ser pré-candidato a governador do Maranhão, São Luís terá depois de exatos 30 anos, uma mulher no comando da máquina administrativa.

Trata-se da então vice-prefeita, Esmênia Miranda (PSD). Professora e policial militar, Esmênia conduzirá os rumos da capital maranhense até o fim do mandato, que se estende a dezembro de 2028.

Conceição Andrade administrou São Luís entre 1993 e 1996

Antes de Esmênia, a última mulher prefeita de São Luís foi Conceição Andrade (PSB). Eleita nas urnas, Andrade exerceu mandato entre janeiro de 1993 a dezembro de 1996.

Gardênia Gonçalves (PSD), outra mulher eleita pelo voto popular, já havia exercido mandato entre os anos de 1986 e 1988.

Desafio com a Câmara de Vereadores

Ao assumir o comando do Palácio La Ravardière, Esmênia Miranda terá como um dos principais desafios, contornar a crise política entre o Executivo e a Câmara Municipal de São Luís, que se arrasta ao longo dos últimos anos.

Durante os 5 anos de mandato o prefeito Eduardo Braide não conseguiu consolidar uma base forte na Câmara, e sofreu inúmeras derrotas para os parlamentares.

A alegação dos vereadores era de que o gestor não dialogava com a Casa. Ele sempre refutou as acusações.

Esmênia precisará agora de habilidade política para escolher o líder de governo no Legislativo e para contornar o descontentamento dos vereadores no atual cenário político, e na mesma medida, administrar a relação com o seu pré-candidato ao governo.

Perfil

Esmênia Miranda nasceu em 18 de julho de 1982, no município de Bacabal. É graduada em Geografia e História pela Universidade Estadual do Maranhão (Uema) e mestre em História pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA).

A professora ingressou na Polícia Militar do Maranhão em 2007, atuando no Centro de Assistência Psicossocial (CAPS), com foco no atendimento a pessoas com deficiência, especialmente por meio da equoterapia. Em 2011, passou a lecionar História no Colégio Militar Tiradentes I.

Exercer o segundo mandato como vice-prefeita, antes de assumir a Prefeitura.

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O SUMIÇO DE FRED CAMPOS: Prefeito de Paço do Lumiar “desaparece” de solenidade com a presença do Governador


PAÇO DO LUMIAR – O cenário político maranhense pegou fogo nesta semana, e o calor das chamas parece ter afugentado um dos aliados mais vocais do governo estadual. Após as recentes movimentações no Supremo Tribunal Federal (STF) que colocaram em xeque a permanência do governador Carlos Brandão no cargo, o prefeito de Paço do Lumiar, Fred Campos, protagonizou um “sumiço” digno de roteiro de suspense.

A Cadeira Vazia na Hemodiálise

O estopim da polêmica ocorreu durante a inauguração do novo Centro de Hemodiálise da cidade. O evento, que deveria ser um marco de gestão e parceria entre Estado e Município, contou com a presença de Brandão, mas registrou uma ausência ensurdecedora: a do próprio prefeito Fred Campos.

Nos bastidores da Praça da Família, o comentário é um só: Fred teria se “trancado em casa” para evitar a foto ao lado de um governador sob mira judicial. Para quem sempre buscou os holofotes e a proximidade com o poder, o isolamento repentino soou como uma estratégia de sobrevivência — ou, para os críticos, uma traição política em curso.

A “Lista Negra” do Prefeito?

A grande dúvida que paira sobre a política luminense é se Carlos Brandão acaba de entrar para a suposta lista de “aliados descartáveis” de Fred Campos. O histórico do prefeito é marcado por rompimentos e distanciamentos convenientes. No tabuleiro de apostas da cidade, pergunta-se agora se o governador terá o mesmo destino de outros nomes que já estiveram no círculo de Fred, como:

Edilázio Júnior

Nelma Sarney

Rubens Pereira Jr.

Márcio Jerry

Felipe Camarão

“Fred Campos é um mestre na arte de estar no lado vencedor. Se o barco do Brandão balança, ele é o primeiro a pular para a areia seca”, disparou um opositor que preferiu não se identificar.

Silêncio Estratégico ou Medo do Desgaste?

Enquanto a população de Paço do Lumiar aguarda explicações, a assessoria do prefeito mantém o silêncio. A ausência na entrega do Centro de Hemodiálise — uma obra vital para a saúde local — não foi apenas uma quebra de protocolo, foi um sinal político claro de que a lealdade luminense pode ter prazo de validade.

O isolamento de Fred Campos levanta a questão: ele está protegendo sua imagem de uma possível queda do governador ou está apenas esperando para ver quem será o próximo “dono da caneta” no Maranhão?

A política de Paço do Lumiar segue em compasso de espera, mas uma coisa é certa: em terra de incertezas, o esconderijo de Fred Campos diz muito mais do que qualquer discurso de palanque. (Blog O Intocável)

30 março 2026

Brandão diz ao STF que pedido de afastamento tem motivação política


O governador Carlos Brandão apresentou resposta ao Supremo Tribunal Federal contra o pedido de afastamento protocolado pelo PCdoB. A ação, relatada pelo ministro Alexandre de Moraes, trata de suposto nepotismo na gestão estadual, citando pessoas que foram há meses afastadas da gestão estadual.

Na manifestação, Brandão afirma que o processo foi motivado pelo rompimento político entre o governo e o partido, e não por fundamentos jurídicos.

“A via processual foi acionada não por genuína questão jurídica, mas sim como prolongamento da disputa político-partidária travada extra autos”, diz trecho da manifestação enviada à Corte. O governador também declarou que “não se revela tolerável que atores político-partidários lancem mão da via judicial para fins alheios à tutela de direitos, transformando o Poder Judiciário em arena de rixa eleitoral”.

O caso tem como pano de fundo o distanciamento entre Brandão e o grupo remanescente do ex-governador Flávio Dino. Na defesa, o governo nega descumprimento de decisões judiciais e sustenta que não houve permanência irregular de servidores afastados.

Mulato assume União Brasil em São José de Ribamar e declara apoio a Braide, gerando críticas e questionamentos

A recente movimentação política de Guilherme “Mulato” em São José de Ribamar tem causado forte repercussão negativa nos bastidores. Após assumir protagonismo no União Brasil no município, Mulato surpreendeu ao declarar apoio ao pré-candidato ao governo Eduardo Braide, posição que contraria o alinhamento político do partido no Maranhão.

O União Brasil mantém proximidade com o grupo do governador Carlos Brandão, e a decisão de Mulato foi interpretada como um gesto de desconsideração à condução estadual da legenda, especialmente ao presidente Pedro Lucas Fernandes. Para analistas políticos, o movimento revela falta de articulação e desconhecimento estratégico dentro do próprio partido.

Outro ponto que vem sendo criticado é a incoerência no discurso adotado por Mulato. Apesar de se apresentar como “homem do povo” e oriundo da favela, adversários apontam contradições entre essa narrativa e sua realidade atual, o que levanta dúvidas sobre a autenticidade do posicionamento político e aproxima a imagem de um discurso considerado oportunista.

A situação se torna ainda mais delicada ao lembrar que Mulato é visto como cria política do ex-prefeito Gil Cutrim, que integra a base do governo Brandão. Nesse contexto, a decisão de caminhar com um pré-candidato que hoje representa oposição direta ao grupo governista foi considerada precipitada e sem construção política sólida.

Nos bastidores, lideranças avaliam que o movimento pode isolar Mulato dentro do próprio campo político e enfraquecer futuras alianças. A falta de diálogo com a direção estadual do partido e com aliados históricos também foi apontada como erro estratégico, ampliando o desgaste.

Com essa postura, Mulato passa a enfrentar questionamentos sobre coerência, lealdade política e capacidade de articulação. O episódio evidencia um cenário de tensão e reforça a percepção de que decisões tomadas sem planejamento podem comprometer a credibilidade e a força de um projeto político em São José de Ribamar.