15 fevereiro 2026

Paço do Lumiar não terá Carnaval em 2026; prefeito Fred Campos não explica os motivos


Neste ano de 2026, a covardia do prefeito de Paço do Lumiar, Fred Campos, gerou ainda mais insatisfação da população e uma enxurrada de críticas nas redes sociais.

O gestor sumiu da cidade nesse período carnavalesco e, até agora, sequer emitiu uma nota explicando os motivos que levaram ao cancelamento do carnaval.

A festa momesca movimenta a economia da cidade, gerando renda a diversos profissionais como mototaxistas, ambulantes e comerciantes locais. Contudo, para além de não realizar o circuito oficial até agora não se pronunciou a respeito do cancelamento dos 4 (quatro) dias de Carnaval.

Também chama atenção o silêncio dos artistas e manifestações culturais luminenses que, na campanha eleitoral de 2024, chegaram a gravar vídeo em apoio ao prefeito, exaltando o seu compromisso com a cultura popular. Agora esses mesmos artistas, silenciaram junto com o prefeito.

É o Paço do Lumiar em outro patamar...

14 fevereiro 2026

Brandão anuncia possível compra de nova embarcação para travessia São Luís–Alcântara


O governador do Maranhão, Carlos Brandão, anunciou nesta sexta-feira, 13, que o Governo do Estado estuda a aquisição de uma nova embarcação para melhorar o transporte de passageiros na travessia entre São Luís e Alcântara. A medida surge diante das constantes reclamações sobre a precariedade do serviço.

Segundo o governador, foi realizada uma ampla reunião com representantes da Marinha, Aeronáutica, Capitania dos Portos, Centro de Lançamento de Alcântara, Prefeitura de Alcântara, Poder Judiciário, Ministério Público e a Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap). O objetivo foi reunir sugestões e construir, de forma conjunta, uma solução definitiva para o problema.

Brandão destacou que o governo está disposto, caso seja viável, a investir na compra de uma nova embarcação para assegurar um serviço mais eficiente, com preço justo e, sobretudo, com segurança para os passageiros. “Estamos avaliando a aquisição de uma nova embarcação para garantir um serviço melhor, com preço justo e, principalmente, segurança, garantindo o direito de ir e vir”, afirmou.

Ele ressaltou ainda que a situação atual do transporte entre os dois municípios exige medidas concretas. “Diante de tantas sugestões, o governo do Estado está disposto, se for possível, até adquirir uma embarcação nova para fazer essa travessia com segurança para a população de Alcântara e para o turista”, declarou.

De acordo com o governador, a Marinha acompanhará todo o processo de avaliação e inspeção, assegurando que a eventual nova embarcação atenda às normas de segurança exigidas para o transporte marítimo.

A aliados, Toffoli atribui a Lula entrega de relatório da PF sobre celular de Vorcaro ao STF


Obrigado pelos colegas do Supremo Tribunal Federal (STF) a abandonar a relatoria do caso Master, o ministro Dias Toffoli tem atribuído ao presidente Lula, responsável pela sua indicação para o Tribunal em 2009, o movimento da Polícia Federal (PF) de entregar ao presidente da Corte, Edson Fachin, um relatório que destrincha suas conexões com Daniel Vorcaro.

A interlocutores próximos, Toffoli afirma estar convicto de que o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, agiu em nome de Lula ao enviar diretamente para o Supremo o dossiê, um calhamaço de aproximadamente 200 páginas com diversos registros de ligações, mensagens e transações que envolvem direta ou indiretamente o ministro. Nas conversas de bastidores, Toffoli tem avaliado que Rodrigues nunca tomaria tal atitude sem a autorização do petista.

Outro fator que vem sendo usado pelo ministro para justificar a desconfiança em relação ao presidente é o fato de que, horas antes de Toffoli deixar a relatoria do processo por pressão dos outros ministros do STF, Lula se reuniu com o procurador-geral da República, Paulo Gonet, de quem cobrou apuração rigorosa das fraudes do banco de Vorcaro. Como PGR, Gonet detém a prerrogativa de apresentar um pedido de suspeição contra o ministro.

Mágoa antiga

Para o ministro, um dos motivos do presidente da República para dar aval à ação da PF é uma mágoa antiga com ele em relação a um episódio ocorrido em 2019, durante a Lava-Jato.

A pessoas próximas, Toffoli tem dito que não tem dúvidas de que o petista busca se vingar, embora ambos tenham se reconciliado no fim de 2024 após seis anos de distanciamento. O magistrado tem feito questão de frisar que Andrei Rodrigues chefiou a segurança de Lula nas eleições de 2022 e elaborou o relatório para satisfazer o petista, que tem criticado nos bastidores a atuação dele à frente do inquérito do Banco Master.

Na ocasião, Lula cumpria pena por corrupção e lavagem de dinheiro na Superintendência da PF em Curitiba (PR) quando um de seus irmãos, Genivaldo Inácio da Silva, o Vavá, faleceu. Seus advogados acionaram a Justiça pedindo autorização para que ele comparecesse ao enterro, mas o pedido foi rejeitado na primeira e segunda instâncias.

A defesa de Lula recorreu ao Supremo, e a decisão ficou a cargo de Toffoli, que à época presidia a Corte e estava de plantão no recesso do Judiciário. O ministro, porém, só decidiu sobre o pleito no dia seguinte e minutos antes do horário do enterro de Vavá em São Bernardo do Campo (SP), a mais de 400 quilômetros de onde o petista estava preso.

Além disso, o magistrado determinou que Lula só poderia encontrar a família em um quartel militar, para onde o corpo do irmão poderia ser levado. Diante das condições impostas por Toffoli, ele desistiu de viajar.

O ministro foi duramente criticado por aliados do petista. Na época, muitos frisaram que até a ditadura militar o havia liberado para acompanhar o enterro da mãe, Dona Lindu, quando estava preso em 1980 em razão das greves que liderou no ABC Paulista.

Um mês depois, a Justiça Federal do Paraná autorizou Lula a comparecer ao enterro do neto Arthur Lula da Silva, que morreu aos 7 anos vítima de meningite meningocócica, também em São Bernardo do Campo, e o ex-presidente se reuniu com a família. Como não houve objeção das instâncias inferiores, a defesa não precisou recorrer ao Supremo.

Aproximação com Bolsonaro e volta de Lula

Outro episódio que Lula e os próprios petistas têm dificuldade de digerir em relação a Toffoli foi sua aproximação com Jair Bolsonaro. Às vésperas do primeiro turno da eleição de 2018, o ministro declarou que passaria a chamar o golpe militar que depôs João Goulart como “movimento de 1964”.

À frente do STF, elogiou diversas vezes o então presidente, com quem confraternizou em sua casa em Brasília, além de trocar com Bolsonaro abraços efusivos e silenciar diante de declarações e manifestações de cunho autoritário.

Depois que Lula foi eleito, em 2023, o petista passou a receber diversos acenos de Toffoli.

Além de recados levados por interlocutores em comum, o ministro adotou medidas concretas. Em 2023, anulou as provas do acordo de leniência da Odebrecht e, na decisão, classificou a Lava-Jato como um “PAU DE ARARA DO SÉCULO 21”, em caixa alta, que teria promovido uma “verdadeira tortura psicológica” para obter “provas” contra inocentes.

Os esforços foram em vão até o fim de 2024, quando Lula e Toffoli se reconciliaram após seis anos em um encontro revelado pelo GLOBO. Para o ministro, o perdão não teria sido capaz de apagar a mágoa.

Mais recentemente, em dezembro de 2025, o presidente recebeu o magistrado para um almoço na Granja do Torto com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Segundo o colunista Lauro Jardim, a conversa girou em torno do caso Master. Haddad discorreu sobre o modus operandi das fraudes do Master e o presidente aconselhou o ministro que a investigação poderia “reescrever sua biografia”.

Suplentes têm até este domingo para se apresentar em Turilândia


Os oito suplentes de vereador convocados para assumir mandatos em Turilândia, têm o prazo de até este domingo (15) para a apresentação formal na Câmara Municipal, a fim de que se cumpra etapa protocolar antes do ato de posse.

Nesta etapa os suplentes apresentam documentação formal, quitação eleitoral e o diploma expedido pela Justiça Eleitoral. Somente depois disso é que poderão assumir as cadeiras no Legislat

O documento alerta que o não comparecimento ou a falta de manifestação dentro desse período implicará na perda da vaga para o próximo suplente da lista, seguindo a ordem de classificação.

A medida ocorre após a vacância dos cargos de vereador decorrente de uma decisão judicial proferida pelo Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) no último dia 11 de fevereiro.

Motivo da vacância

A convocação fundamenta-se na Petição Criminal nº 0830604-81.2025.8.10.0000, na qual a justiça determinou a conversão da prisão domiciliar para preventiva de vereadores investigados por esquema de desvio de recursos públicos.

Sustentada por essa determinação e com base no Regimento Interno e na Lei Orgânica do Município, a presidência da Casa oficializou a substituição temporária dos parlamentares.
Lista de suplentes convocados

O ato parlamentar convoca suplentes de três partidos para assumirem os cargos até que haja uma nova determinação judicial: PRD: João de Deus Soares dos Santos, Gleydson Froes Silva e Leopoldo Sá de Sousa. UNIÃO BRASIL: Manoel Estrela Guedes, José Nilton Pereira, Sebastiana Vieira Moraes e Marta de Lima Moreira Matos.

Lista de vereadores presos:

Gilmar Carlos Gomes Araújo
Mizael Brito Soares
José Ribamar Sampaio
Nadianne Judith Vieira Reis
Sávio Araújo e Araújo
Josias Fróes
Carla Regina Pereira Chagas
Inailce Nogueira Lopes
Cenário de Instabilidade Política

A mudança na Câmara ocorre em um momento em que a própria Prefeitura de Turilândia vive um período de interinidade, com interventor já nomeado para a função. Trata-se de Thiago Josino Macêdo.

Ele ficará no cargo pelo prazo de 180 dias, e fará uma auditoria no município, com a revisão de contratos e levantamento da situação fiscal e financeira de Turilândia.

13 fevereiro 2026

Toffoli decidiu sair do caso Master após fala de Dino sobre contexto político do caso


O Supremo Tribunal Federal (STF) vive um clima de forte desconforto interno nesta sexta-feira (13). O estopim foi a publicação, pelo portal Poder360, de diálogos sigilosos ocorridos durante uma reunião reservada entre os ministros na última quinta-feira (12).

O encontro selou a saída do ministro Dias Toffoli da relatoria do chamado “Caso Master”, que investiga fraudes financeiras no banco do empresário Daniel Vorcaro.

A cúpula do Judiciário avalia que houve um vazamento seletivo e descontextualizado. Segundo interlocutores, a divulgação de trechos que mostram uma maioria favorável à permanência de Toffoli na condução do inquérito teria o objetivo de blindar a imagem do magistrado, sugerindo que sua saída foi um gesto de desprendimento, e não uma resposta a pressões por suspeição.

De acordo com as informações vazadas, oito dos dez ministros presentes teriam se manifestado pela manutenção de Toffoli no caso. Entre os nomes citados como apoiadores estão Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Nunes Marques, André Mendonça, Luiz Fux, Flávio Dino e Cristiano Zanin.

Apenas o presidente da Corte, Luiz Edson Fachin, e a ministra Cármen Lúcia teriam defendido abertamente o afastamento do relator original. Procurado, Toffoli negou categoricamente ter sido a fonte do vazamento das conversas.

Apesar do suposto apoio majoritário, o cenário mudou após uma intervenção do ministro Flávio Dino. Ele teria alertado sobre o “contexto político” sensível em torno do Banco Master, o que convenceu Toffoli de que seu afastamento seria o melhor caminho para evitar o desgaste da instituição, segundo o Blog do Valdo Cruz.

A estratégia de saída voluntária serviu a um propósito jurídico crucial: evitou uma decretação formal de suspeição. Com isso, todos os atos e decisões já tomados por Toffoli no processo permanecem válidos, blindando a investigação de eventuais anulações futuras.