O ato é uma reação à proposta da Prefeitura de transferir as atividades para a estrutura provisória construída no bairro do Portinho, atrás do Aterro do Bacanga. Os feirantes rejeitam a mudança e afirmam que o novo espaço não oferece condições adequadas para absorver a dinâmica comercial do mercado.
Entre as principais queixas está a ausência de um cronograma claro para a reforma e reabertura do prédio histórico. Segundo os manifestantes, não há garantias formais de prazo para conclusão das obras. O receio é de que a transição ocorra em meio ao cenário político, diante da possibilidade de o prefeito Eduardo Braide deixar o cargo para disputar o Governo do Estado.
Os comerciantes também direcionaram críticas à secretária municipal responsável pela condução do processo, Verônica Pires. Eles alegam falta de diálogo e transparência nas tratativas. Permissionários afirmam que, embora atualmente ocupem múltiplas barracas — em alguns casos seis ou sete —, na nova estrutura teriam sido contemplados com apenas um ponto.
Outro argumento recorrente é a localização do mercado provisório. Segundo os feirantes, o espaço fica em área considerada isolada, o que poderia comprometer o fluxo de turistas e consumidores habituais, afetando diretamente a renda de quem depende da atividade no Centro

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