Ele demonstrou estar dividido, já que até então estava comprometido com a disputa local no Ceará.
“Um apelo, uma lembrança ou uma convocação como essa que me foi feita não pode ser considerada apenas um agrado ao meu já sofrido coração. Vamos amadurecer com muito respeito. Não sei o que resta de lembrança do povo brasileiro da minha caminhada de quatro eleições. Minha angústia com o Brasil não me permite descartar puro e simplesmente e meu respeito e meus deveres com o Ceará não me permitem aceitar prontamente o desafio”, disse Ciro após ser convidado pelo dirigente do PSDB.
Aécio, por sua vez, destacou que a eleição nacional ainda não está definida, explicou que o quadro sucessório está pobre e reconheceu estimular a participação de Ciro na corrida presidencial por não ver ninguém tão qualificado quanto ele.
No PL cearense, o diagnóstico é que não se deve polemizar em torno das declarações de Ciro, já que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro é contra a aliança com o tucano na corrida estadual. Sob reservas, membros do diretório local do partido asseguram que a aliança segue mantida caso ele leve adiante a postulação ao Palácio da Abolição.
A leitura geral no partido é de que, embora a opinião de Michelle seja levada em consideração, há a necessidade de construir palanques sólidos para Flávio, que pretende disputar a presidência, na região nordeste.
O Ceará, portanto, seria estratégico e há a necessidade de estar junto de Ciro, que passou a se colocar como feroz crítico do governo de Luiz Inácio Lula da Silva.
Com Ciro encabeçando a chapa para o governo, o posto de vice deve caber a Roberto Cláudio, do União Brasil. Alcides Fernandes, pai do presidente do diretório local do PL, o deputado André Fernandes, será o representante do partido de Bolsonaro ao Senado, enquanto a indicação da segunda vaga caberá à federação União -PP

Eu optaria que Ciro focasse mesmo no governo estadual do Ceará
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