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domingo, 29 de maio de 2022

Mídia nacional destaca o poder de articulação de Weverton no Maranhão


Reportagem da revista Veja deste sábado, 28, mostra o poder de articulação do senador Weverton (PDT), na montagem do seu grupo para as eleições de outubro próximo.

Revista Veja– Além da aproximação entre a família Sarney e o grupo político do ex-governador Flávio Dino, como mostrou reportagem de VEJA, a eleição estadual no Maranhão terá outro componente inusitado em 2022, confirmado nos últimos dias: um candidato a governador pelo PDT de Ciro Gomes que fará campanha ao lado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e será apoiado pelo PL do presidente Jair Bolsonaro.

A mistura insólita tem como protagonista o senador Weverton Rocha (PDT-MA), que confirmou nesta semana o apoio do PL do deputado Josimar de Maranhãozinho à sua candidatura. Maranhãozinho desistiu da pretensão de entrar na disputa e vai engrossar a aliança de Rocha, que já se disse “o melhor amigo do Lula” no Maranhão e abrirá seu palanque ao petista no estado.

Lulista de carteirinha e pouco entusiasmado com Ciro, o senador ficou contrariado com o apoio de Flávio Dino ao ex-tucano Carlos Brandão (PSB), seu ex-vice e atual governador, na disputa pelo Palácio dos Leões. O PT está dividido entre Rocha e Brandão, mas oficialmente vai apoiar o governador e deve ocupar a vaga de vice em sua chapa, que terá Dino como candidato a senador. Pela única cadeira ao Senado em disputa, Dino vai enfrentar o senador Roberto Rocha (PTB), outro bolsonarista apoiado por Weverton Rocha.

segunda-feira, 23 de maio de 2022

Josimar e o PL declara apoio Weverton para o Governo


O deputado federal Josimar de Maranhãozinho confirmou nesta noite, durante live realizada nas suas redes sociais, apoio do PL, seu partido, e do seu grupo político a pré-candidatura ao Governo do senador Weverton Rocha, do PDT.

Josimar e o seu grupo deverão indicar o candidato a vice do pedetista.

Pré-candidato a reeleição, Josimar ouviu prefeitos; deputados, vereadores e demais lideranças do seu campo durante todo o fim de semana.

O parlamentar fez uma votação entre os aliados que optaram por ele decidir o futuro do grupo.

Josimar afirmou que iniciou as conversações com o grupo comandado pelo governador Carlos Brandão (PSB) até pelo fato dos mesmos terem estados juntos na eleição de 2020, em São Luís, e no pleito para o comando da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (Famem).

No entanto, abriu diálogo com o grupo de Weverton Rocha por entender que o campo de Brandão, apesar do deputado não possuir nada contra o tucanosocialista, ter sido responsável pelo seu rompimento ocorrido ano passado – leia-se Flávio Dino.

Disse que fez questão de ouvir as propostas de Weverton e Brandão.

E que se sentiu melhor acolhido no campo comandado pelo pedetista.

Criticou agentes do Governo que, de acordo com ele, tentaram cooptar prefeitos e prefeitas do PL com promessas variadas.

“Acredito que Deus me abençoou e vai me abençoar com a junção destes dois grupos. Vamos retirar o Maranhão da pobreza. Reunimos PL e todo nosso grupo. Nosso grupo a partir de hoje nós deliberamos aqui que é melhor a gente buscar um projeto que a gente vê que estamos sendo abraçados e acolhidos. Nosso candidato é o meu amigo senador Weverton Rocha”, afirmou.

sábado, 2 de abril de 2022

Sob blitz do Leões, Weverton permanece sólido nas pesquisas


O Palácio dos Leões realizou em março uma blitz de cooptação de aliados, como não se via há muito tempo. A maior desde que Roseana Sarney enfrentou Jackson Lago e Flávio Dino em 2010. O ex-governador Flávio Dino lidera as pesquisas ao Senado e ofereceu sua suplência para a esposa do presidente da Assembleia, Othelino Neto (PCdoB), só para tirar ele da aliança de Weverton. Também foram cooptados prefeitos, lideranças e vereadores.

Com toda essa movimentação, Weverton segue com o mesmo número na pesquisa Escutec/Mirante do mês passado, antes da bliz palaciana. Na pesquisa MA 03951/2022 de 17 a 22 de feveiro, Weverton tinha 22%. Um mês depois, tem 21% na MA 00150/2022 realizada entre 27 de março a 1º de abril.

A resiliência de Weverton nas pesquisas e no meio político mostra que os próximos seis meses serão de uma das eleição mais disputadas e emocionantes da história do Maranhão.

domingo, 27 de março de 2022

Pesquisa/Exata: Weverton segue como favorito para governar o Maranhão


A Exata testou os eleitores com todos os nomes que falam em ser candidatos ao governo do estado. Nesse cenário, Weverton tem 23% das intenções de voto na pesquisa estimulada, ou seja, quando os nomes dos pré-candidatos são apresentados aos entrevistados. O atual vice-governador Carlos Brandão foi mencionado por 16%; seguido pelo senador Roberto Rocha com 13%. Edivaldo Holanda Jr aparece com 12% das intenções no levantamento. Lahesio Bonfim aparece com 10%; Josimar do Maranhãozinho tem 6%; Simplício Araújo, 2%. Hertz Dias tem menos de 1% de intenções de votos. 8% dos eleitores disseram que votariam em branco ou nulo e 10% não sabem ou não responderam

Em todos os outros cenários a diferença entre Weverton e o vice-governador só aumenta. Sem Josimar e Simplício Araújo, Weverton aparece com 25%; Brandão, 17%; Roberto Rocha, 14%; Edivaldo Holanda Jr, 13%; e Lahesio,11%. Sem Roberto Rocha, Weverton aumenta a liderança para 31%. Brandão aparece com 19%; Edivaldo, 15% e Lahesio, 13%. E Weverton chega a 35% numa disputa entre apenas três nomes, enquanto Brandão teria 22% e Edivaldo teria 17%.

Senado

A pesquisa da Exata também ouviu os eleitores sobre as intenções de voto para senador. Se as eleições fossem hoje, Flávio Dino teria 51% dos votos, Roberto Rocha teria 20%, Edivaldo Holanda Júnior, 10%. Saulo Arcangeli, Paulo Romão e Antônia Cariongo teriam 1%, cada um. Não sabem ou não responderam 7% dos eleitores e 9% disseram que votariam em branco ou nulo.

Se apenas Flávio Dino e Roberto Rocha concorressem ao Senado, Flávio teria 56% das intenções de voto e Roberto Rocha teria 27%. Brancos e nulos somariam 11% e 6% não souberam ou não quiseram responder.

Num outro cenário de disputa, com Dino e Edivaldo Holanda Júnior, o governador teria 57% e o ex-prefeito de São Luís teria 21%.

Rejeição

Os eleitores também se manifestaram sobre em quem não votariam de jeito nenhum.

Na eleição para governador o nome mais rejeitado foi o de Josimar do Maranhãozinho, citado por 31% dos entrevistados, seguido de Carlos Brandão, em que 19% dos eleitores não votariam de jeito nenhum. O ex-prefeito Edivaldo Holanda Jr aparece com 17% no quesito rejeição. Simplício Araújo tem 15%; Weverton Rocha, 14%; Roberto Rocha, 13%; Enilton Rodrigues, 11%; Lahésio Bonfim, 9%; e Hetrz Dias 9%. Não votariam em nenhum, 21% e 33% poderiam votar em qualquer um deles. Não sabem ou não responderam somaram 9%.

Para o Senado os quatro primeiros colocados no quesito rejeição estão em um empate técnico: Paulo Romão, com 24%; e Flávio Dino, Saulo Arcangeli e Antônia Cariongo, com 22% cada um. Logo em seguida vem Roberto Rocha com 18% e Edivaldo Holanda Júnior com 15%. 27% disseram que poderiam votar em todos e 24% não votariam em nenhum dos nomes apresentados. Não sabem ou não responderam somaram 11%.

sábado, 26 de março de 2022

Zito Rolim sai do PDT e se filiar ao Partido Verde


O deputado estadual Zito Rolim se desfiliou do PDT e se filiou ao Partido Verde. A sua permanência no PDT era considerada insustentável por ter declarado recentemente apoio ao vice-governador Carlos Brandão (PSB).

A ida para o PV foi conduzida pelo presidente estadual do partido, deputado Adriano Sarney que também apoia a pré-candidatura de Carlos Brandão ao governo do estado, um dos motivos que levaram a Zito a optar pelo PV.

Para Rolim, o PDT é a casa do principal nome do embate político que se avizinha contra o grupo formado pelo governador Flávio Dino do qual o senador é dissidente.

Vale destacar que o deputado Zito Rolim já foi filiado ao Partido Verde, legenda pelo qual elegeu-se prefeito de Codó em seu primeiro mandato.

sábado, 19 de março de 2022

Weverton ataca ‘traidores’ em evento no PDT


Do senador Weverton Rocha, pré-candidato do PDT ao Governo do Maranhão, ao discursar para militantes em evento de filiações ao partido. O ato deveria marcar a entrada de Othelino Neto na sigla, mas o presidente da Assembleia parece haver mudado de planos, e acabou sequer comparecendo.

“Vai chegar a hora que não vai mais ter três, quatro [candidatos], para brigar comigo. Vai chegar a hora que vai ser só eu e ele, frente a frente. E aí, é o povo do Maranhão que vai escolher quem é o que representa melhor as suas bandeiras. Aí, ali, quando estivermos de frente a frente (sic), eles não vão poder correr pra debaixo da saia de ninguém, e muito menos de paletó de ninguém. Portanto, ao receber essa rosa, eu quero dizer a os impostores, que acham que podem segurar nossa rosa, que não vão prosperar. Eu quero dizer a eles, que Brizola já nos ensinava: a política adora traição, mas abomina traidores. A rosa é do PDT e a história é nossa e vamos vencer. Eu estou pronto pra briga”.

Com informações do Blog Gilberto Leda

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2022

Bloco composto pelo PDT deve fazer oposição a Brandão na Assembléia


O deputado estadual Glalbert Cutrim informou que Bloco Parlamentar Democrático, que se tornou o maior na Assembleia Legislativa após a chegada do PDT, não fará oposição ao governador Flávio Dino (PSB), mas a situação pode mudar assim que o vice Carlos Brandão (PSDB) assumir o comando do executivo.

“Não faremos oposição ao governador Flávio Dino, mas, o Brandão assumindo, teremos outra postura. Não de brigar ou esculhambar, mas de ter um diálogo e fazer as devidas discussões dos assuntos que vierem para cá encaminhados por ele e também das discussões politicas que são naturais”, pontuou o vice-presidente da Assembleia.

No retorno dos trabalhos no parlamento estadual, o PDT passou a integrar o Bloco Parlamentar Democrático, tornando-se assim o maior bloco na assembleia. Dessa forma, o grupo é composto, além do PDT, pelo Republicanos, PL, PRTB, PTB, PSL, PMN, PTC e o PSDB, somando um total de 19 deputados estaduais.

sexta-feira, 31 de dezembro de 2021

PSB se irrita com Lula e abre negociação com PDT de Ciro


O Estadão – Diante do impasse para fechar aliança com o PT em Estados definidos como “joias da coroa”, a cúpula do PSB decidiu fazer um movimento paralelo. Quer filiar o ex-governador Geraldo Alckmin, mas pode agora oferecê-lo como “dote” ao PDT de Ciro Gomes. Dirigentes do PSB procuraram o comando pedetista e marcaram um almoço para a próxima semana, em São Paulo, na tentativa de abrir novo canal de negociação.

Sem partido desde que deixou as fileiras tucanas, no último dia 15, Alckmin prefere entrar no PSB e ser vice na chapa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Palácio do Planalto, em 2022. Mas, como a cada semana surge um problema, tanto ele como os líderes da sigla saíram em busca de alternativas.

A ideia é dar um ultimato ao PT e mostrar que os socialistas não estão dispostos a abrir mão de candidaturas próprias em Estados como São Paulo e Rio Grande do Sul, por exemplo. Nas conversas, acenam com a hipótese de montar uma federação e casar de papel passado com o PDT, o PV e a Rede até as eleições de 2026. Fundadora da Rede, a ex-ministra Marina Silva, que amargou derrotas na últimas três disputas presidenciais, tem se aproximado de Ciro, embora deteste o marqueteiro da campanha, João Santana, autor de agressiva estratégia contra ela em um passado não muito distante.

O movimento do PSB é visto com ceticismo pelos petistas, para quem tudo não passa de um jogo de cena do grupo do presidente do partido, Carlos Siqueira, para valorizar o passe. Siqueira tem dado declarações duras desde o último encontro com Lula, há 11 dias. Disse, por exemplo, que o PT precisa decidir se seu objetivo é “formar uma frente ampla” para derrotar o presidente Jair Bolsonaro (PL) e eleger Lula ou se é “disputar os governos nos Estados” e tratar como adversário quem pode ser seu principal aliado.

“Esse negócio do PSB com o PT não tem como dar certo, mesmo porque Lula, com 46% (das intenções de voto), acha que já está com a mão na taça”, disse ao Estadão o presidente do PDT, Carlos Lupi. “Nós vamos conversar. Acho que o PSB tem muito mais afinidades com o PDT.”

Não está claro, ainda, qual papel Alckmin desempenharia em um arranjo assim. Motivo: há, nos bastidores, forte pressão da bancada de deputados federais do PDT para que Ciro desista da candidatura à sucessão de Bolsonaro, caso não consiga decolar até março. O ex-ministro enfrenta dificuldades para se mostrar competitivo no pelotão da terceira via, principalmente depois da entrada do ex-juiz Sérgio Moro (Podemos) no páreo presidencial.

‘INDESISTÍVEL’. A portas fechadas, parlamentares do PDT observam que, ao invés de ter candidato próprio ao Planalto, o partido deveria privilegiar a distribuição de recursos para os concorrentes à Câmara. O tamanho da bancada influencia na divisão do fundo eleitoral entre as legendas.

“Eu não sei o que o PSB vai querer, mas Ciro não desiste e eu também sou ‘indesistível’. Para não ter mais esse tititi, quero deixar claro: não estamos gastando esse dinheiro todo com o João Santana para nada”, afirmou Lupi.

Para frear o aumento das especulações sobre a retirada de Ciro, principalmente após a operação da Polícia Federal que o alvejou, a cúpula do PDT decidiu criar um fato político.

Em uma estratégia antecipada, o partido fará o pré-lançamento da candidatura de Ciro, em Brasília, no dia 21 de janeiro de 2022. No ato, o PDT vai apresentar a nova marca da campanha, que pretende transformar o estilo brigão e explosivo do ex-ministro em ativo eleitoral. Um dia depois, em 22 de janeiro, o partido homenageará o ex-governador Leonel Brizola, que completaria 100 anos na data.

PALANQUE. O PDT precisa de um palanque forte para Ciro em São Paulo e também está conversando com Guilherme Boulos, do PSOL, partido que sempre se opôs a Alckmin. Pode apoiá-lo na disputa ao Palácio dos Bandeirantes. O ex-governador e Ciro, por sua vez, se dão muito bem e têm uma afinidade regional: os dois são de Pindamonhangaba, cidade do interior paulista. Uma aliança para que Alckmin seja vice nessa chapa, porém, é considerada difícil.

O ex-tucano também já foi convidado para se filiar ao Solidariedade, ao PSD do ex-ministro Gilberto Kassab, ao União Brasil e ao próprio PDT, mas continua preferindo o PSB. Só que os embaraços para a formação da federação de partidos com o PT – um casamento que precisa durar no mínimo quatro anos – têm atrapalhado o avanço das negociações.

Ao oferecer Alckmin como vice de Lula, o PSB exigiu o apoio do PT a seus candidatos aos governos de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Pernambuco, Rio Grande do Sul e Acre. Os petistas não aceitam esse acordo. Avaliam que, pela primeira vez, o PT tem chances de derrotar o PSDB na corrida ao Bandeirantes, com Fernando Haddad. Irritada com as exigências do grupo de Siqueira, a direção petista também decidiu esticar a corda e lançar o senador Humberto Costa ao governo de Pernambuco.

“O Brasil não pode ficar submisso a vontades pessoais”, argumentou o ex-governador de São Paulo Márcio França, amigo de Alckmin e pré-candidato do PSB ao Bandeirantes. Na prática, a aliança entre o PT e o PSB para montar a dobradinha dos sonhos de Lula tem sido comparada agora a um jogo de estratégia. Trata-se de uma batalha na qual todos querem conquistar territórios. “Mas precisamos encaixar as engrenagens partidárias”, avisou França. Como se vê, 2022 bate à porta e a nova temporada, na política, ainda é de muitas incertezas.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2021

Weverton fecha 2021 com o triplo dos votos de Brandao, diz pesquisa


O senador Weverton Rocha (PDT) fecha o ano de 2021 com 35% das intenções de votos para governador, segundo pesquisa do Instituto Engrácia Garcia, divulgada nesta terça-feira, 28, pelo Sistema Meio Norte de Comunicação.

Weverton tem quase três vezes mais intenções de votos do que o vice-governador Carlos Brandão (PSDB), “escolha pessoal” do governador Flávio Dino (PSB).

Segundo a pesquisa, que ouviu 1.200 eleitores em 74 municípios do Maranhão, entre os dias 8 e 18 de dezembro, a disputa pelo terceiro lugar se dá entre o senador Roberto Rocha (sem partido), com 7%, e o ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Júnior (PSD), com 6%; mas ambos estão tecnicamente empatados com Brandão, levando em conta a margem de erro de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.

Os números do Engrácia Garcia – os últimos de 2021 – apontam que a disputa pelo governo se dará mesmo dentro da base dinista, entre Weverton, que soma sete partidos em sua base de apoio, e Brandão, até agora apoiado por PCdoB, PROS, PSB e PV.

E esta tendência deve balizar os movimentos de todos os candidatos já no início de 2022.

Por Marco Aurélio D'eça

sábado, 18 de dezembro de 2021

Vereador Umbelino Júnior se filia ao PDT


O vereador Umbelino Junior é o novo integrante do Partido Democrático Trabalhista (PDT). O ato de filiação foi realizado na tarde desta quinta-feira (16), durante a confraternização do partido, realizado na Associação dos Magistrados do Maranhão.

Umbelino foi anunciado por Weverton Rocha como novo membro do PDT. A decisão foi tomada após o parlamentar e a legenda decidirem seguir juntos em busca de avanços para o Maranhão. No próximo ano, Umbelino Junior irá disputar uma vaga para deputado federal pela nova sigla.

“Meus amigos, é com muito orgulho e seguindo as decisões que Deus determina que venho anunciar minha filiação ao PDT. Neste momento delicado que o nosso país enfrenta, acredito que é essencial a união para vencermos essa crise, com a esperança de vivermos dias melhores. Temos objetivos bem definidos, o PDT vem com um time preparado e irei me esforçar ao máximo para poder trabalhar por todo meu Maranhão”, declarou Umbelino.

Durante o evento, o senador Weverton Rocha (PDT – MA), pré-candidato ao Governo do Estado, deu boas vindas ao novo membro do partido e destacou a força política de Umbelino Junior na capital e no interior do Maranhão.

“Umbelino, seja bem vindo, você não está vindo apenas para um partido político, você está vindo para uma grande família, esse partido que tem uma história de lealdade, uma história de luta e você tenha certeza que essas bandeiras que nós temos, elas estão sendo entregues a você, porque tenho certeza que no parlamento você vai continuar fazendo esse grande trabalho”, destacou Weverton.

Reconhecido por ser um parlamentar atuante, Umbelino Junior está no terceiro mandato como vereador da capital maranhense e atua para defender comunidades da capital e da zona rural de São Luís. Como vereador, atua de forma independente e presidente atualmente a Comissão de Saúde e Meio Ambiente.

sexta-feira, 5 de novembro de 2021

Flávio Dino apoia suspensão da candidatura de Ciro Gomes


Nome do PDT para disputar a Presidência da República em 2022, Ciro Gomes afirmou na manhã desta quinta-feira que vai deixar sua pré-candidatura “em suspenso” em razão da postura da bancada do partido durante votação da PEC dos Precatórios na Câmara, nesta madrugada. Ele disse não poder “compactuar com a farsa e os erros bolsonaristas”.

Somente seis deputados pedetistas, de uma bancada de 24, votaram contra a proposta, que passou por uma margem de quatro votos a mais que o mínimo necessário, de 308.

“Há momentos em que a vida nos traz surpresas fortemente negativas e nos coloca graves desafios. É o que sinto, neste momento, ao deparar-me com a decisão de parte substantiva da bancada do PDT de apoiar a famigerada PEC dos Precatórios. A mim só me resta um caminho: deixar minha pré-candidatura em suspenso até que a bancada do meu partido reavalie sua posição. Temos um instrumento definitivo nas mãos, que é a votação em segundo turno, para reverter a decisão e voltarmos ao rumo certo”, escreveu Ciro em seu perfil no Twitter.

O PDT foi convencido a votar a favor da PEC no fim da tarde da quarta-feira, quando pesou um acordo feito com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), de que colocaria para votar um projeto de lei que destina aos professores 60% do que a categoria tem direito dessas dívidas, mas que será escalonada em três anos. Mesmo assim, os votos decisivos da bancada geraram bate-boca em plenário após a votação. Paulo Ramos (RJ), contrário à PEC, saiu gritando com André Figueiredo (CE), ex-líder da bancada.

O governador Flávio Dino apoiou a decisão de Ciro. “Importante posição de Ciro Gomes para reverter um enorme erro político e jurídico. A PEC do Calote está errada no conteúdo e no procedimento. A Constituição Federal não pode ser modificada de qualquer jeito, na marra, sem observar os ritos e limites fixados no seu artigo 60”, disse Dino.

domingo, 17 de outubro de 2021

Em novo bate-boca, Lula diz que Covid pode ter afetado cérebro de Ciro


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) respondeu nesta quinta-feira (14) à fala do também presidenciável Ciro Gomes (PDT) de que o petista teria conspirado pelo impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

A fala de Ciro na quarta-feira (13) desencadeou um bate-boca com Dilma no Twitter, apesar de o pedetista ter sugerido uma trégua com o PT em nome do impeachment de Jair Bolsonaro.

Membros de PT e PDT minimizaram o efeito da nova briga sobre a formação de uma frente ampla, mas o episódio afastou ainda mais as alas da esquerda. Nesta quinta, Lula rebateu Ciro, que respondeu logo em seguida.

“Eu não vou falar do Ciro. O que ele fez ontem [quarta-feora] foi tão banal, foi tão grosseiro, que às vezes eu fico pensando, como Jesus Cristo na cruz dizia: ‘Pai, perdoai os ignorantes, eles não sabem o que fazem'”, disse Lula à rádio Grande FM de Dourados (MS).

“Eu às vezes fico pensando, não sei se o Ciro teve Covid ou não, mas me disseram que quem tem Covid tem problemas de sequelas, alguns têm problema no cérebro, de esquecimento, eu não sei. Mas não é possível que um homem que pleiteia a Presidência da República possa falar as baixarias que ele falou ontem”, continuou o ex-presidente.

“Eu só lamento profundamente que seja assim. Eu só não sei o que ele está querendo, mas quem planta vento colhe tempestade”, completou o petista.

Ciro teve Covid em outubro de 2020. Segundo divulgou na época, após apresentar sintomas leves de gripe, o pedetista fez o teste e teve resultado positivo.

O pedetista enviou à Folha uma nota de resposta a Lula, afirmando não ter tido sequelas.

“Já tive [Covid] em outubro do ano passado. Estou bem e não fiquei com sequelas. Mas trágico mesmo seria ter uma sequela moral, como a do notório Lula, que com este comentário infame acaba de agredir milhões de mortos e sobreviventes da Covid”, afirmou Ciro.

Na nota, o pedetista volta a lembrar as reuniões de Lula com nomes do MDB, algo que para ele evidencia a conspiração de Lula pelo impeachment de Dilma.

“Agora, sem zuada, gritaria ou fuga pseudo-engraçada, [Lula] pode explicar ao povo brasileiro o acordo com Renan [Calheiros. MDB], Eunicio [Oliveira, MDB], Jucá [MDB], Geddel [MDB], Eduardo Cunha [MDB] e Sergio Cabral [sem partido] para assaltar de novo o Brasil?”, segue Ciro.

Também nesta quinta, Ciro divulgou um vídeo em que comenta a discussão com Dilma e volta a criticar o PT, mais especificamente “a corrupção do governo Lula e a incompetência do governo Dilma”.

Segundo Ciro, após o que chamou de “cutucada”, o PT revelou medo, arrogância e hipocrisia.

“Eu disse de passagem, numa entrevista, que vendo os fatos de trás para diante, tenho hoje a convicção de que Lula foi um dos principais responsáveis pela queda de Dilma. Disse também que os principais responsáveis por essa pavorosa tragédia que nos ameaça hoje, esse governo criminoso de Bolsonaro, foram a corrupção e a incompetência do PT”, disse o pedetista.

“Os cães raivosos silenciaram quanto a esta última denúncia, que eles, aliás, nunca conseguem responder. E tentaram fazer com que o mundo desabasse sobre mim”, continuou.

Segundo Ciro, Lula desestabilizou Dilma de forma consciente e inconsciente, ao lotear “o governo com os personagens mais corruptos da história do país” e definir que Michel Temer (MDB) seria vice-presidente.

“Lula fez isso muito especialmente quando, na ânsia de impedir a reeleição de Dilma, transformou seu famoso instituto num antro de intriga e conspiração. […] Ele ajudou a queda de sua ex-protegida por egoísmo, imprudência e uma sequência indesculpável de movimentos erráticos. O egocentrismo político sempre foi e continua sendo a característica mais marcante de Lula”, afirma Ciro no vídeo.

Ele diz ainda que Dilma o agrediu duramente e recebeu o troco, mas voltou atrás ao dizer que não se arrepende de ter lutado contra o impeachment. “Nunca me arrependerei de defender a democracia.”

Ciro também afirma que, se eleito em 2022, Lula pode reeditar o petrolão e o mensalão. “Com toda cegueira, oportunismo e soberba, ele já começa a fechar acordos com esses mesmos personagens sombrios do passado”, diz.

Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo nesta quarta (13), Ciro fez duras críticas ao PT e responsabilizou Lula e Dilma pela eleição de Bolsonaro —inaugurando um novo capítulo na história recente de afastamento entre Lula e o pedetista.

“Hoje eu estou seguro que o Lula conspirou pelo impeachment da Dilma”, disse Ciro. “Eu atuei contra o impeachment e quem fez o golpe foi o Senado Federal. Quem presidiu o Senado? Renan Calheiros. Quem liderou o MDB nessa investida? O Eunício Oliveira. Com quem o Lula está hoje?”, questionou, mencionando interlocutores do petista.

As falas vêm após a proposta de Ciro de “uma trégua de Natal”. Depois de ter sido vaiado e alvo de pedaços de pau na manifestação pelo impeachment no dia 2, o pedetista declarou à imprensa que era preciso acalmar os ânimos das militâncias e promover entendimento em torno do impeachment de Bolsonaro.

Dilma respondeu no Twitter. “Ciro Gomes está tentando de todas as formas reagir à sua baixa aprovação popular. Mais uma vez mente de maneira descarada, mergulhando no fundo do poço. O problema, para ele, é que usa este método há muito tempo e continua há quase uma década com apenas um dígito nas pesquisas”, disse a ex-presidente.

“Na vida nunca menti. Mas errei algumas vezes. Uma delas quando lutei contra o impeachment de uma das pessoas mais incompetentes, inapetentes e presunçosas que já passaram pela presidência. Claro, que estou falando de você, Dilma”, respondeu Ciro.

O pedetista tuitou ainda que Lula foi um dos maiores responsáveis pela desestabilização de Dilma e que os dois “se merecem”.

Dilma voltou a tuitar, afirmando que Ciro tem “enorme presunção” e que sua visão é “misógina”.

“Para além disso, Ciro sistematicamente distorce os fatos. E, nisso, não se difere em nada de Bolsonaro. Ambos adoram quando os alvos de suas agressões reagem. Precisam disso para obter likes e espaço na mídia. […] Lamento ter, em algum momento, dado a Ciro Gomes a minha amizade”, publicou a ex-presidente. Folha de SP

segunda-feira, 20 de setembro de 2021

Erlanio Xavier é cotado para disputar o Senado pelo PDT


O nome do prefeito de Igarapé Grande e presidente da Federação dos Municípios Maranhenses (Famem), Erlanio Xavier (PDT), vem ganhando força, nos municípios, como um possível pré-candidato ao Senado Federal em 2022.

Municipalista, bem articulado com os prefeitos maranhenses, com bom trânsito em Brasília pelas causas dos gestores municipais e agregador, Erlanio Xavier vem sendo incentivado por diversos setores a entrar na disputa.

A possibilidade vem ganhando força diante das recentes movimentações do cenário político. Na carta assinada pelas lideranças do grupo governista em julho último, todos acordaram que o pré-candidato de consenso seria o governador Flávio Dino, mas, se houver uma divisão, Erlanio é a “carta na manga” e o nome forte do partido para a disputa pelo Senado.

Não está descartada também a possibilidade do deputado federal Josimar de Maranhãozinho (PL) vir para a chapa do senador Weverton Rocha como pré-candidato a senador, diante das últimas movimentações de bastidores.

É, parece que um novo “tsunami político” está em curso.

Silvia Tereza

domingo, 19 de setembro de 2021

Ordem nos Leões é desidratar o PDT, Ivaldo Rodrigues foi o primeiro


O governo Flávio Dino (PSB) vai coagindo e forçando membros do PDT a pedirem desfiliação.

O governo Flávio Dino (PSB) dá mostras, ainda que timidamente, a “patada” dos Leões e vai atingindo muita gente, direta ou indiretamente. A coisa se acirrou após uma reunião de Dino com seu secretariado – o governador queria saber quem é quem e deixou claro quem será o seu candidato ao governo. Com isso, o primeiro a se sentir pressionado foi o ex-vereador de São Luís, Ivaldo Rodrigues, que é adjunto na secretaria de agricultura no governo Dino, e vislumbra assumir a pasta em abril do ano que vem.

Ivaldo já está fechado com Brandão e o recado de Flávio Dino foi só um – que está com ele tem que se decidir pelo seu candidato, que será Carlos Orleans.

E as coisas vão se acirrar ainda mais, após o último Carnaval de Flávio Dino, no poder, com a máquina nas mãos – após isso, Brandão fará uma Caçada às Bruxas, na Saúde, Educação e nas demais pastas para conseguir se manter no cargo de governador.

Nas secretarias, o clima é de muita tensão entre os cargos comissionados e até mesmo entre os efetivos.

Felipe Mota

Weverton consolida nome para suceder Dino


O senador Weverton Rocha, do PDT, se consolida a passos largos como nome para a sucessão do governador Flávio Dino entre os pré-candidatos do grupo governista.

Enquanto o vice Carlos Brandão aposta estagnado na saída do governador e Simplício Araújo investe em outdoors com pautas de competência da Câmara de São Luís, o político pedetista faz o dever de casa inspirado no movimento Diálogos Pelo Maranhão, criado por Dino em 2013.

Ontem, em Pinheiro, Weverton mais uma vez mobilizou parlamentares, prefeitos, vereadores, secretários do executivo estadual, a senadora Eliziane Gama, presidentes de partidos e centenas de lideranças políticas no movimento denominado “Maranhão Mais Feliz”.

É o quarto encontro do tipo, que tem por objetivo desenhar o plano de governo a ser apresentado pelo pedetista no próximo ano.

O movimento repercute entre a classe política e mobiliza o povo ao redor das cidades por onde passa.

O resultado é refletido nas ruas, com as pessoas buscando saber mais sobre a atuação e projetos de Weverton, e nas pesquisas que mostram ele na liderança para governador.

Nas bases, a afirmação “o homem tá forte” é a maior das evidências de que o senador pedetista é o mais viável – talvez o único estabelecido – entre aqueles que buscam administrar o Maranhão a partir de janeiro de 2023.

sexta-feira, 17 de setembro de 2021

Braide transforma a Prefeitura em cabide de empregos para aliados derrotados nas eleições


A facilidade de demissão e a ocupação geral de cargos por apadrinhados políticos se transformou em uma triste realidade na gestão do prefeito Eduardo Braide (Podemos).

A máquina pública virou um verdadeiro “cabide de emprego” para abrigar candidatos derrotados nas últimas eleições, em 2020, na folha de pagamento da Prefeitura de São Luís-MA.

A denúncia, publicada no Blog do Domingos Costa, mostra que 42 suplentes de vereadores foram nomeados por Braide. Foi publicado também o nome de todos, quanto cada um ganha e onde estão lotados na prefeitura. Veja aqui.

Foram empregados pessoas de dez partidos políticos: PMN, Podemos, PSDB, PDT, PSC, PSD, DEM, MDB, PSL e PTB.

Vale ressaltar que o presidente estadual do PMN, Fernando Salim Braide, é irmão do prefeito. Nos bastidores comentam que Fernando é pré-candidato a deputado estadual e terá o apoio desses políticos que foram nomeados.

O Ministério Público precisa tomar as medidas cabíveis.

quarta-feira, 8 de setembro de 2021

PDT deve ganhar adesões de peso


Liderado no Maranhão pelo prefeito Erlânio Xavier, de Igarapé Grande, o PDT deve ganhar novos filiados ainda neste mês.

Estão previstas as adesões de um secretário do governo Dino, um influente deputado estadual e dez prefeitos.

As filiações reforçam a pré-candidatura de Weverton Rocha e devem ocorrer em Pinheiro, no próximo dia 17, durante o evento “Maranhão Mais Feliz”.

A legenda de Leonel Brizola elegeu 42 prefeitos no ano passado e ganhou, no último sábado, a adesão de Fernando Pessoa, gestor do município de Tuntum.

segunda-feira, 6 de setembro de 2021

Lula firma alianças com PSD, MDB, PSB e PDT no Nordeste


A recente viagem do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi bem-sucedida para a formação de alianças regionais visando as eleições de 2022. Um balanço feito pela jornalista Andréa Jubé, do Valor, aponta que Lula costurou alianças com PDT, MDB e PSD na região. “Ele fez uma rede de arrasto”, disse o vice-presidente nacional do PT, deputado José Guimarães (CE).

“No Ceará, o PT vai reeditar a aliança de 16 anos com o PDT no Ceará. O palanque articulado entre as duas siglas destina a cabeça de chapa ao PDT. O ex-prefeito de Fortaleza Roberto Cláudio deve ser o candidato ao governo cearense, mas não se descartou ainda o nome da atual vice-governadora Izolda Cela (PDT)”, informa a repórter. “Em paralelo, o PT tem palanques avançados com o MDB no Piauí, Maranhão, Rio Grande do Norte, Paraíba e Alagoas. No Piauí, a cabeça de chapa e a vaga ao Senado ficam com o PT. O candidato à sucessão do governador Wellington dias (PT) é o secretário estadual de Fazenda, Rafael Fonteles (PT). Por sua vez, Dias tentará voltar ao Senado. O candidato a vice-governador será um nome escolhido pelo grupo do senador Marcelo Castro, presidente do MDB local”, prossegue.

“No Maranhão, Lula terá o apoio do grupo político do ex-presidente José Sarney, com quem se reuniu em um jantar no dia 19 de agosto em São Luís. A ex-governadora Roseana Sarney vai disputar uma vaga de deputada federal. Lula tenta construir um palanque único no Estado tendo o senador Weverton Rocha (PDT) na cabeça de chapa e o governador Flávio Dino (PSB) concorrendo ao Senado”, aponta ainda o Valor.

“Em Pernambuco, também será reeditada a aliança histórica entre PT e PSB – o objetivo principal é contar com a sigla do governador Paulo Câmara na coligação nacional encabeçada por Lula. Na Bahia, o senador Jaques Wagner (PT) encabeça a chapa estadual e Otto Alencar (PSD) tentará a reeleição ao Senado.”

Osmar Filho recebe apoio de lideranças políticas das regiões Central e do Alto Sertão


O presidente da Câmara Municipal de São Luís, Osmar Filho (PDT) esteve neste final de semana nas regiões do Alto Sertão e Central do estado, para encontros com lideranças políticas e comunitárias. Pré-candidato a deputado estadual, o vereador participou de discussões sobre a realidade e perspectivas local e estadual nos municípios de Colinas e Presidente Dutra.

Acompanhado do deputado federal Pedro Lucas Fernandes (PTB), no sábado (4) pela manhã o pedetista participou de um almoço na residência do ex-prefeito de Colinas, Dr. Antônio Carlos, onde também estiveram o candidato a vice-prefeito na última eleição, Reinaldo Fialho e o ex-prefeito de Passagem Franca, Reinaldo Sousa, entre outras pessoas. O ex-prefeito de Colinas disse acreditar que a chegada de Osmar ao grupo vai trazer muitos benefícios para a cidade e para toda a região.

Para o vereador, é importante dialogar com essas lideranças para conhecer a realidade local e discutir novas oportunidades para o município, para a região e para o estado. “A semente está plantada. Vamos regá-la a partir de agora, que com certeza os bons frutos virão”, disse, referindo-se a parceria firmada durante o encontro.

À noite Osmar Filho seguiu para o município de Presidente Dutra, onde seu principal compromisso foi o evento regional da caravana “Maranhão Mais Feliz”, em favor da pré-candidatura do senador Weverton Rocha ao Governo do Estado. “Como municipalista, que acompanha a atuação do senador Weverton, não poderia deixar de vir aqui manifestar o nosso apoio em favor de um projeto de mais desenvolvimento e de dias mais felizes para o povo do nosso estado”, pontuou.

domingo, 5 de setembro de 2021

Prefeito Fernando Pessoa se filia ao PDT durante evento em Presidente Dutra


Em um dos maiores eventos políticos da região Central do Maranhão, na Chácara Arapuá de propriedade do ex-prefeito Juran, o prefeito de Tuntum, Fernando Pessoa se filiou ao PDT.

Durante sua fala Fernando Pessoa chamou a frente o seu grande amigo e aliado político Dr. Ricardo presidente do PDT em Tuntum e assinou na presença do senador Weverton e do presidente Erlânio Xavier a ficha de filiação no partido.

A filiação do prefeito de Tuntum, Fernando Pessoa ao PDT na presença de aproximadamente de mais de 5 mil pessoas, foi um ato de confiança e lealdade ao senador Weverton e ao presidente da Famem Erlânio Xavier.

Fernando Pessoa foi ao evento acompanhado da primeira dama Erika Costa e de uma comitiva de mais de 200 pessoas, entre vereadores, secretários e aliados políticos.

O senador Weverton com em suas redes sociais o ato de filiação do prefeito Fernando Pessoa. “Foi uma feliz surpresa a filiação do prefeito de Tuntum Fernando Pessoa, ao PDT, durante o evento de ontem em Presidente Dutra”, disse o senador Weverton.