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18 fevereiro 2026

Brandão vai a Brasília na expectativa de definição do PT sobre aliança no MA


Passado o período de carnaval, a classe política retorna às articulações políticas para as eleições de 2026. Um dos pontos mais esperado é a decisão sobre a relação do PT e do MDB no Maranhão para a sucessão estadual. Tanto o presidente nacional do PT, Edinho Silva, quanto do presidente nacional do MDB, Baleia Rossi, já declararam que os partidos não estarão no mesmo palanque.

E para saber se a situação é irreversível, o governador Carlos Brandão (sem partido) quer ouvir do próprio Edinho Silva qual a decisão do PT. O maranhense estará em Brasília na próxima semana com a expectativa de reunir com o petista mesmo sabendo que o próprio Edinho falou aos membros do PT do Maranhão que a conversa final será com o presidente Lula.

Como já mostrado pela coluna, a ideia do Palácio dos Leões é garantir a neutralidade do presidente Lula mesmo o PT apoiando outro candidato. Uma repetição bem parecida com a que ocorreu em 2014.

O argumento será sustentado pela justificativa do tamanho do grupo comandado por Brandão com mais de 150 prefeitos e que podem garantir o apoio incondicional a reeleição de Lula mesmo sem ele declarar apoio ao candidato do governo que será Orleans Brandão.

Esta solução em nada agrada os dinistas que trabalham para que isso não ocorra e contam com a força suprema da Praça dos Três Poderes. A mesma força que age para não levar o PT a apoiar Orleans Brandão para levar a uma substituição da cadidatura do emedebista.

15 fevereiro 2026

Prefeitos que deixam o cargo para disputar governos têm só 30% de sucesso desde 2002


Prefeitos de capitais que deixam o cargo antes do fim do mandato para disputar governos estaduais enfrentam um histórico de alto risco eleitoral no Brasil. Levantamento mostra que, desde 2002, apenas seis dos 19 gestores que adotaram essa estratégia conseguiram vencer — um índice de sucesso de cerca de 30%.

O tema volta ao centro do debate com a possibilidade de que prefeitos como Eduardo Paes, no Rio de Janeiro, e João Campos, no Recife, deixem seus cargos até abril para entrar na disputa estadual.

Entre os casos recentes de maior repercussão política, também estão declarações da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que afirmou priorizar os cuidados com o ex-presidente após fala do senador Flávio Bolsonaro sobre eventual candidatura dela ao Senado pelo DF, e a decisão judicial que determinou retratação do deputado Rogério Correia por montagem envolvendo o ex-presidente.

CASOS DE SUCESSO E EXEMPLOS EMBLEMÁTICOS

Entre os prefeitos que deixaram o cargo e conseguiram se eleger governadores, destacam-se dois nomes de São Paulo: João Doria, eleito em 2018, e José Serra, em 2006 — este último alvo de forte escrutínio por ter prometido cumprir o mandato municipal.

Outros casos bem-sucedidos incluem Wilma Faria (Rio Grande do Norte, 2002), Marcelo Déda (Sergipe, 2006) e, em 2010, Beto Richa (Paraná) e Ricardo Coutinho (Paraíba).

Já entre os insucessos figura o ex-prefeito de Porto Alegre Tarso Genro, derrotado em 2002 na disputa pelo governo gaúcho — embora tenha conseguido vencer anos depois, em 2010.

Outro revés recente foi o de Alexandre Kalil, que deixou a prefeitura de Belo Horizonte para concorrer ao governo de Minas Gerais em 2022, mas foi derrotado pelo então governador Romeu Zema ainda no primeiro turno.

Segundo o cientista político Marco Antonio Teixeira, da FGV EAESP, a saída antecipada costuma ser vista pelo eleitor como quebra de compromisso, o que ajuda a explicar o alto índice de derrotas.

O PESO POLÍTICO DA DECISÃO

O episódio envolvendo Serra é frequentemente citado como símbolo desse desgaste. Durante a campanha de 2004, ele assinou compromisso de cumprir o mandato, mas deixou a prefeitura dois anos depois para disputar o governo — e venceu.

A decisão, no entanto, foi explorada posteriormente pelo então prefeito Fernando Haddad na eleição municipal de 2012.

Já João Doria repetiu o movimento: deixou a prefeitura de São Paulo para concorrer ao governo estadual e venceu, mas fracassou ao tentar deixar o cargo de governador para disputar a Presidência, sem conseguir viabilizar sua candidatura nem eleger o sucessor Rodrigo Garcia.

O CENÁRIO NO RIO E EM PERNAMBUCO

No caso do Rio, a eventual candidatura de Eduardo Paes seria inédita entre prefeitos da capital. Historicamente, o único ex-prefeito da cidade que chegou ao governo estadual foi Marcello Alencar, eleito em 1994 após deixar o cargo e mudar de partido, rompendo com Leonel Brizola.

Outro caso fluminense foi o de Anthony Garotinho, então prefeito de Campos dos Goytacazes, eleito governador em 1998.

Analistas avaliam que a cobrança por abandonar o mandato tende a ser menor no caso de Paes, já que a possibilidade era considerada desde a eleição e a escolha do vice Eduardo Cavaliere foi interpretada como sinal de sucessão. A historiadora Marly Motta destaca, porém, que o maior desafio do prefeito será ampliar sua influência fora da capital.

No Pernambuco, João Campos enfrenta cenário semelhante. Ele deve lidar com a força da governadora Raquel Lyra, que pode disputar a reeleição, além do peso da máquina estadual. Como trunfo, carrega o legado familiar de Eduardo Campos e Miguel Arraes.

POSSÍVEIS NOVOS MOVIMENTOS

Outro nome cotado é o prefeito de Maceió João Henrique Caldas (JHC), que avalia deixar o cargo, embora aliados considerem improvável uma candidatura caso o ministro Renan Filho entre na disputa.

Fora das capitais, há precedentes de sucesso, como Cássio Cunha Lima, que deixou a prefeitura de Campina Grande e se elegeu governador da Paraíba.

29 janeiro 2026

Paraná Pesquisas: Flávio e Tarcísio empatam com Lula em 2º turno


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece em empate técnico com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), em eventuais disputas de segundo turno na eleição de 2026, segundo levantamento do instituto Paraná Pesquisas divulgado nesta quinta-feira (29).

No cenário contra Flávio Bolsonaro, Lula registra 44,8% das intenções de voto, enquanto o senador aparece com 42,2%. Brancos e nulos somam 8,3%, e 4,7% dos entrevistados disseram não saber em quem votar.

Em uma disputa com Tarcísio de Freitas, o petista tem 43,9% das intenções de voto, ante 42,5% do governador paulista. Nesse recorte, 9,1% votariam em branco ou nulo, e 4,6% não souberam responder.

Já contra o governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), Lula aparece à frente, com 44,7% dos votos, contra 38,9%. Brancos e nulos somam 11,4%, enquanto 5% não souberam opinar.

A pesquisa ouviu 2.080 eleitores em todo o país entre os dias 25 e 28 de janeiro. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-08254/2026.

28 janeiro 2026

Caiado estuda deixar União e conversa com 3 siglas para disputar 2026


O Governador de Goiás, Ronaldo Caiado estuda deixar o União Brasil para concretizar seus planos de disputar a Presidência da República em 2026. Caiado ainda negocia com sua legenda atual, mas a coluna apurou que ele abriu conversas com outros três partidos.

As siglas às quais poderá se filiar para enfrentar Lula nas eleições de 2026 são o Solidariedade, o Podemos e o Republicanos, partido do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. Aliado de Jair Bolsonaro, Tarcísio foi apontado como eventual candidato à Presidência antes da indicação do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pelo próprio ex-presidente.

Em entrevista à rádio Novabrasil, concedida nesta terça-feira (27/1), Caiado disse já ter informado à direção do União Brasil sobre a possibilidade de deixar o partido caso não encontre espaço para sua candidatura.

“Já disse para o ACM Neto [vice-presidente nacional do União Brasil] que estou procurando outro partido para me candidatar. Isso é uma realidade que não posso esperar mais. Eu vou até o fim, minha história de vida credencia isso”, afirmou o governador.

Máquina de governo

Caiado defende ainda o lançamento de mais de uma candidatura da direita para enfrentar Lula, que, na avaliação do governador, estaria preparado para disputar o cargo contra apenas um adversário.

“O que Lula quer é um candidato só. Como é que você enfrenta, com um candidato só, uma máquina de governo? Vamos ser realistas. É um governo sem escrúpulos, com uma máquina toda montada para explodir um candidato só”, disse.

14 janeiro 2026

O desentendimento entre Michelle e Flávio Bolsonaro


De acordo com bolsonaristas ligados a Michelle Bolsonaro, o motivo da ex-primeira-dama ter publicado ontem em suas redes sociais um vídeo de Tarcísio de Freitas com críticas a Lula ocorreu depois de uma discussão entre ela e Flávio Bolsonaro por assuntos familiares e relativos à saúde de Jair Bolsonaro.

Aliados da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) viram o vídeo do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, publicado por ela nas redes sociais como um recado ao enteado mais velho, senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), com quem ficou contrariada pelo anúncio da pré-candidatura à Presidência.

A publicação desta terça-feira (13) também seria uma forma da ex-primeira-dama testar a popularidade de Tarcísio.

Uma pessoa próxima a Michelle diz que as redes sociais dela e do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) se tornaram dois grandes termômetros do bolsonarismo. A partir do engajamento em cada publicação, afirma, é possível captar o que o eleitorado tem pensado.

Michelle ficou incomodada por ter sido pega de surpresa com o lançamento da pré-candidatura de Flávio. A ex-primeira-dama tinha visitado Jair Bolsonaro (PL) na véspera do anúncio, em dezembro, mas os dois não trataram de política na meia hora em que estiveram juntos. Flávio, por sua vez, não procurou a madrasta para contar que havia sido escolhido pelo pai.

No vídeo publicado por Michelle nesta terça, Tarcísio critica a política econômica do governo Lula (PT). “Quando você tem mais inflação, o juro sobe ou o juro baixa? É isso que está acontecendo, o país está gastando demais”, diz o governador no trecho selecionado.

Correligionários da ex-primeira-dama encararam a publicação também como um sinal de que ela ainda não estaria plenamente convencida de que Flávio seja o melhor nome do campo bolsonarista para disputar a Presidência contra Lula.

Michelle se desentendeu publicamente com os enteados no fim do ano passado por conta da aliança que estava sendo costurada pelo PL com Ciro Gomes (PSDB) para o Governo do Ceará.

Depois do episódio, Bolsonaro pediu para que a família se reconciliasse e demonstrasse estar unida. Michelle pediu desculpas para Flávio e também ouviu dele um pedido de desculpas. Quando a relação parecia melhorar, Flávio anunciou que havia recebido o aval do pai para concorrer a presidente.

O filho mais velho de Bolsonaro voou de Brasília para São Paulo para avisar a decisão ao governador de São Paulo pessoalmente, mas não procurou a madrasta nem mesmo por telefone. Em entrevista à Folha em 8 de dezembro, o senador admitiu que ela pode ter “ficado surpreendida”.

“Acredito que possa ter ficado surpreendida porque eu não sei se o presidente Bolsonaro conversava diretamente com ela sobre isso. Comigo ele conversava. E pode ser que ela tenha ficado surpresa no momento ali, mas com toda certeza ela imaginava que esse esse era um cenário bem possível”, disse.

Pessoas próximas à ex-primeira-dama contam que o encontro dela com Bolsonaro em 4 de dezembro —um dia antes do anúncio de Flávio— foi sensível porque a filha do casal, Laura, estava junto.

Quatro dias após o anúncio de Flávio, Michelle comunicou que daria uma pausa na agenda de compromissos políticos. A ex-primeira-dama desmarcou um encontro nacional que ocorreria no Rio de Janeiro em 13 de dezembro e deixou a presidência do PL Mulher de forma temporária, alegando questões de saúde.

Pessoas próximas à ex-primeira-dama dizem que ela queria passar mais tempo com a filha, que havia acabado de entrar de férias. Michelle, na visão de aliados, tampouco conseguiria esconder o descontentamento por ter sido atropelada politicamente.

A ex-primeira-dama vai retomar a agenda de viagens pelo país em 6 de fevereiro, começando por Palmas (TO). O presidente do diretório do PL em Tocantins, senador Eduardo Gomes, que é pré-candidato à reeleição, diz que é grande a expectativa pelo evento.

“Michelle é uma figura pública amplamente reconhecida em toda o país que vem cumprindo essa agenda partidária de maneira muito significativa e trazendo para as fileiras do PL lideranças femininas muito importantes para o Brasil”, afirma o senador.

14 dezembro 2025

Novas lideranças reforçam a caminhada de Dr. Hilton Gonçalo rumo ao Senado


A pré-candidatura de Dr. Hilton Gonçalo ao Senado Federal ganhou novos reforços políticos nos últimos dias, com a confirmação de adesões de ex-prefeitos, vereadores, presidentes de câmara e pré-candidatos de diferentes regiões do Maranhão. As movimentações ampliam a base municipalista do ex-prefeito e fortalecem sua presença no cenário estadual para a disputa de 2026.

Entre os novos apoiadores estão Carlos Machado, ex-prefeito de Senador Alexandre Costa; Glória Alves e Antônio Jorge, ex-prefeitos de Carutapera; além do ex-prefeito de São Bernardo, Coriolano, liderança influente no Baixo Parnaíba.

Também declararam apoio o vereador Irmão Antônio, de Itapecuru-Mirim; o presidente da Câmara de Governador Archer, João Batista, acompanhado do vereador Anderson; a pré-candidata a prefeita de Coroatá, Aryanna Almevelar; Dr. Cláudio, de Codó, ex-candidato a vice-prefeito na chapa de Zé Francisco; e Gonzaga Júnior, ex-prefeito de Presidente Vargas.

As adesões reforçam a estratégia de Hilton Gonçalo de construir uma candidatura que dialoga diretamente com as demandas municipais. O pré-candidato tem defendido que sua proposta para o Senado nasce da base e tem como foco fortalecer os municípios maranhenses.

Com presença consolidada em diversas regiões e apoio de lideranças tradicionais e emergentes, Hilton Gonçalo segue ampliando articulações e fortalecendo sua posição na disputa para 2026.

19 setembro 2025

Irmão de Felipe Camarão se reúne com Dr. Hilton Gonçalo e declara “martelo batido ponta virada”


Na tarde desta quinta-feira, 18 de setembro, Gustavo Camarão, irmão do vice-governador do Maranhão, Felipe Camarão, esteve reunido com o pré-candidato ao Senado, Dr. Hilton Gonçalo e declarou “martelo batido ponta virada”

O encontro contou ainda com a presença do ex-prefeito de São João Batista, Dominici, e teve como pauta articulações políticas para as eleições de 2026.

A reunião reforça o avanço do projeto político de Hilton Gonçalo, que tem ampliado diálogos com diferentes lideranças em todo o estado, consolidando apoios estratégicos para sua pré-candidatura ao Senado.


11 junho 2025

Vídeo: Weverton sinaliza que apoiará qualquer decisão de Brandão…


O senador Weverton Rocha (PDT) deu sinais nesta terça-feira, 10, que deverá estar no palanque de Carlos Brandão (PSB), qualquer que seja a decisão tomada pelo governador em 2026: sair para disputar o Senado ou permanecer no mandato até o final para eleger o sucessor.


"A decisão do Brandão, de renunciar ou não, é única e exclusivamente dele. Não dá pra ninguém terceirizar essa deicsão. Daqui pra lá, ele tem que estar com todos os projetos dele prontos: plano A, plano B, plano C, plano D. Até o último minuto, ele tem o direito de poder ser senador do Maranhão e poder ajudar o Maranhão em Brasília. Se ele fizer, com certeza vai ser na construção de um grande acordo e eu estarei participando dele. Se ele não fizer, obviamente eu chegarei ao presidente Lula para dizer: ‘infelizmente a decisão foi decisão pessoal do governador. Ele não teve como tomá-la e ele ficou no cargo, e o caminho é esse daqui e nós como partido iremos tomar a nossa decisão, cuidar de estar do lado que é o lado do povo do Maranhão", ressaltou Weverton.

O senador mostrou que o seu partido, o PDT, atuará como expectador até abril, mas sua fala indica que o caminho será ao lado de Brandão.

"Eu estive aqui com Orleans, como eu já disse ao governador Carlos Brandão e já disse ao Felipe Camarão (PT), que nós vamos fazer a missão que o presidente Lula nos deu aqui no Maranhão. Eu tenho até abril para torcer para que todos vocês se entendam e que a gente possa ter um palanque único para o Lula no Maranhão. Este é o meu papel: juntar o grupo do Lula aqui dentro e juntos com todos que podem fazer a política grande”, revelou Rocha.

Esteja ou não o governador ao lado do vice, Felipe Camarão.

10 junho 2025

Vídeo: Camarão diz que será candidato a governador mesmo sem o apoio de Brandão

Durante o “Diálogos pelo PT”, na cidade de Pedreiras, Felipe Camarão afirmou que será candidato ao governo mesmo se o governador Carlos Brandão decidir ficar até o final do mandato e apoiar outro nome.

“Se o governador decidir ficar no cargo e apoiar outra pessoa, a minha candidatura permanece de pé”, disse Camarão. (Veja no vídeo acima)

Felipe reafirmou sua lealdade ao governador Carlos Brandão, dizendo que nunca criou embaraços, nunca falou mal e jamais falará. Afirmou ainda que, caso Brandão decida disputar o Senado, ele lutará para elegê-lo, junto com o presidente Lula.

No entanto, se Brandão optar por permanecer no cargo e apoiar outro nome ao governo, Felipe Camarão garantiu: “Minha candidatura continua de pé".


05 maio 2025

Dr Hilton Gonçalo segue com prestígio alto...


Um novo levantamento realizado pelo Instituto Conceito, feito em 27 de abril de 2025, divulgado neste fim de semana, confirma a liderança absoluta do ex-prefeito Dr. Hilton Gonçalo na disputa pelo Senado no Maranhão nas cidades de Bacabeira e Santa Rita.

Se as eleições fossem hoje, ele teria 81,3% das intenções de voto entre os eleitores de Bacabeira. Já em Santa Rita, o ex-prefeito apresenta 83,3%.

Em Bacabeira, Hilton Gonçalo apresenta bom desempenho em todos os segmentos: entre os homens, 78,9% declararam voto no médico e político; entre as mulheres, esse número sobe para 83,5%. Em segundo lugar está o atual governador Carlos Brandão, com 42,7% no geral — sendo 45,6% entre mulheres e 39,4% entre homens.

O senador Weverton Rocha aparece em terceiro com 28,7% das intenções de voto, seguido por Eliziane Gama com 18,7%. André Fufuca registra 4,7%. Votos nulos ou brancos somam 9,3%, e 14,7% dos entrevistados disseram não saber ou preferiram não responder.

Já em Santa Rita, o desempenho de Hilton é expressivo entre todos os gêneros: ele alcança 87,2% entre as mulheres e 79,2% entre os homens. Em segundo lugar aparece o governador Carlos Brandão, com 54,7% das intenções de voto — sendo 61,5% do público feminino e 47,2% do masculino.

Na sequência, Weverton Rocha aparece com 23,3% no geral, seguido por Eliziane Gama (10,7%) e André Fufuca (3,3%). Votos nulos ou brancos somam 9,3%, enquanto 15,3% dos entrevistados afirmaram não saber ou preferiram não responder.

A pesquisa reflete a força política de Hilton Gonçalo na região de Bacabeira e Santa Rita, onde exerce forte influência como gestor e líder político. A ampla vantagem sobre seus concorrentes evidencia sua competitividade para a disputa ao Senado em 2026

03 maio 2025

Lideranças políticas de Bacurituba declaram apoio à pré-candidatura do Dr. Hilton Gonçalo ao Senado

Nilson do Sisto, Dr Hílton Gonçalo e
Nilson Júnior
 



O ex-prefeito de Santa Rita e pré-candidato ao Senado, Dr Hilton Gonçalo, recebeu na tarde desta sexta-feira, a confirmação de apoio das lideranças políticas Nielson do Sisto e Nilson Júnior, do município de Bacurituba, localizado na Baixada Maranhense. Na oportunidade, também, analisaram a atual conjuntura política e trataram sobre o fortalecimento do partido Mobiliza no estado.

Para Nielson, o apoio a Hilton Gonçalo é natural. “Acreditamos no trabalho sério e na capacidade de transformação que Dr. Hilton já demonstrou em Santa Rita e em toda a região. Estamos juntos neste projeto que representa esperança e renovação para o Maranhão”, afirmou.

"Já conhecemos o trabalho e o compromisso do Dr Hilton, e a gente está aqui com força, dedicação e empenho, para que possamos obter a grande resposta popular, para que ele seja o Senador mais votado de Bacurituba”, disse Nilson Júnior, que recebeu a missão de organizar e comandar o partido Mobiliza no município.

Ao final do encontro, Dr. Hilton Gonçalo agradeceu o apoio do Nielson do Sisto, Nilson Júnior e do seu grupo político para as eleições de 2026. “Agradeço ao Nielson, Nilson e aos nossos amigos de Bacurituba que estão aderindo a esse grande projeto, que é a nossa pré-candidatura ao Senado. Ambos têm muita força política não somente neste município, mas por toda Baixada Maranhense, o que fortalece ainda mais o nosso projeto. Vamos em frente!", destacou.

A movimentação de Hilton Gonçalo demonstra sua influência e articulação política, unindo forças para ampliar o protagonismo do grupo que representa. A expectativa é de que novas adesões e alianças sejam firmadas, consolidando ainda mais sua base para os desafios eleitorais que se aproximam.

Brandão diz que falará de eleição só em 2026: “entregar para a pessoa certa”




Durante passagem pelo município de Governador Luiz Rocha nesta sexta-feira(2), o governador Carlos Brandão afirmou que só pretende falar sobre a sua sucessão em 2026.

“O que o povo tá querendo saber agora é de obra. O povo não tá querendo saber de eleição agora. Eleição é em 26”, disse Brandão”, afirmou Brandão.

Brandão disse ainda que reunirá com prefeitos e vereadores para tratar da eleição estadual de 2026. “A gente precisa eleger alguém que dê continuidade ao nosso trabalho. O Maranhão não pode retroceder, tem que continuar avançando. Tem algumas coisas que não vai dar tempo de eu inaugurar. É muito importante a gente entregar para a pessoa certa, a pessoa que realmente possa conduzir e dar continuidade. Estou muito tranquilo, em 2026 a gente reúne, senta e ver qual destino melhor para o nosso estado”, declarou.


Com informações do Blog do John Cutrim 

27 abril 2025

Pesquisa Vox aponta crescimento de Hilton Gonçalo e liderança de Carlos Brandão na disputa pelo Senado no Maranhão

O Instituto Vox Brasil divulgou nova pesquisa de intenção de voto para o Senado no Maranhão, realizada entre os dias 12 e 17 de abril em 31 municípios, ouvindo 1.050 eleitores. O levantamento revela a liderança do governador Carlos Brandão, que aparece com 27,14% das intenções de voto.

Na segunda posição, a disputa é acirrada entre o deputado federal Aluísio Mendes, que soma 16,86%, e o ex-senador Weverton Rocha, que registra 16,19%. Mais atrás, Roberto Rocha aparece com 7,90%.

Um dos destaques da pesquisa é o desempenho do médico e ex-prefeito de Santa Rita, Hilton Gonçalo, que mesmo sem nunca ter disputado uma eleição estadual, já atinge 8% das intenções de voto. 

Hilton Gonçalo supera nomes tradicionais da política maranhense, como a senadora Eliziane Gama, que tem 4,57%, e o ministro do Esporte, André Fufuca, que também pontua com 4,97%. Ambos acumulam carreiras de destaque, com mandatos de deputado federal, estadual e ministério, enquanto Hilton Gonçalo construiu sua trajetória política focado na gestão municipal.

O cenário mostrado pela pesquisa indica não apenas a consolidação da liderança de Brandão, mas também o surgimento de novas forças políticas no Maranhão, em um quadro que promete intensas movimentações até as eleições de 2026.

A pesquisa é assinada pelo Instituto Vox Brasil de Publicidade, Marketing, Pesquisa e Inteligência e tem margem de erro de 4,5%.

05 abril 2025

Lahesio quer reunir Josimar, Aluísio, Mariana e Braide em palanque para 2026


Durante entrevista neste sábado (5), Lahesio Bonfim afirmou que não descarta a possibilidade de compor uma frente de oposição com nomes como os deputados federais Josimar de Maranhãozinho e Aluísio Mendes, além da suplente Mariana Carvalho e até o prefeito de São Luís, Eduardo Braide, na disputa pelo Governo do Maranhão em 2026.

“Existe, sim, a possibilidade de estarmos juntos. Por que não Josimar, Aluísio, Mariana e outros? Se eles realmente pensam no bem do Maranhão, como acredito que pensam, é natural que esse diálogo ocorra”, afirmou Lahesio.

Bonfim defendeu que as lideranças políticas coloquem as diferenças de lado em nome de um projeto maior, que seria encabeçado por ele. “Sonho em ver Josimar, Mariana, Aluísio Mendes, Eduardo Braide e outras lideranças caminhando juntas para salvar o Maranhão, tão agredido pela corrupção. Isso seria histórico”, disse.

Com informações do Blog Marrapá 

De olho no Senado, Dr Hílton Gonçalo percorre o interior do Maranhão...

Nesta sexta-feira (04), o médico e líder político Dr. Hilton Gonçalo esteve em Itapecuru-Mirim, onde participou de uma importante ação social ao lado da prefeita Fernanda Gonçalo, do deputado estadual Ariston, do ex-prefeito Coroba, do empresário BB Mendes, do jovem líder Gonçalo Jr. e outras lideranças locais.

Na ocasião, foram entregues mais de 450 óculos à população, uma iniciativa viabilizada por meio de emenda parlamentar do deputado Ariston, em parceria com a Fundação Gonçalo. Além disso, a ação também contemplou centenas de famílias com a distribuição de cerca de 400 cestas básicas, garantindo suporte alimentar às pessoas mais necessitadas da região.

A iniciativa reforça o compromisso de Dr. Hilton Gonçalo e seu grupo político com o bem-estar da população maranhense, promovendo acesso à saúde e melhores condições de vida. “Seguiremos ajudando o povo do Maranhão e levando mais qualidade de vida para nossa gente”, destacou Dr. Hilton Gonçalo.

Nas próximas semanas, Dr Hílton vai cumprir agenda na região Central e Sul do estado recebendo apoio e adesões de lideranças políticas rumo ao Senado.


02 abril 2025

Hilton Gonçalo reúne lideranças e fortalece projeto rumo ao Senado

O pré-candidato ao Senado, Dr. Hilton Gonçalo, segue intensificando as articulações para as eleições de 2026. Nos últimos dias, ele recebeu diversas lideranças do interior e da Região Metropolitana, tornando cada vez mais sólido sua estratégia de crescimento do grupo político que vem estruturando.

Com uma trajetória política consolidada e respeitada no estado, Dr. Hilton tem deixado claro que participará efetivamente da eleição majoritária em 2026, inclusive, disputando uma das vagas para Câmara Alta. Simultaneamente, ele também atua na reorganização do seu partido, o Mobiliza, partido que preside no Maranhão, preparando uma nominata competitiva e muito atrativa para aqueles que pretendem disputar as eleições de deputado estadual e federal. 

Nesta semana, Dr Hilton esteve reunido com o vereador de Codó, André Jansen, e também, com prefeito de Bastos Bons, Enoque Mota. Além disso, recebeu diversas lideranças políticas e comunitárias da Grande São Luis.

Dr Hilton e o vereador de Codó, André Jansen

Dr Hilton e o prefeito de Pastos Bons, 
Enoque Mota

Com lideranças da Grande São Luís:







As movimentações de Hilton Gonçalo constata seu prestígio e articulação política, unindo forças para aumentar o protagonismo do grupo que representa. A tendência é de que novas adesões e alianças sejam firmadas nos próximos dias, alicerçando ainda mais sua base para os embates eleitorais que se aproximam.

31 março 2025

Kassab confirma candidatura de Braide ao governo do MA


O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab confirmou, em entrevista à CBN Recife, que o prefeito de São Luís, Eduardo Braide será candidato ao Governo do Maranhão em 2026.

Reeleito com 70% dos votos na capital, Braide lidera todas as pesquisas para o governo.

Apesar das declarações de Kassab, Eduardo Braide ainda não confirmou se concorrerá ao Palácio dos Leões.

02 fevereiro 2025

Acendendo vela para Deus e o Diabo: “Casal que amamos”, diz Camarão ao lado de Dino e esposa


O vice-governador do Maranhão, Felipe Camarão, publicou neste sábado (1º) uma foto ao lado do ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino, e de sua esposa, Dani, em uma rede social. O registro foi feito um dia após o governador Carlos Brandão aparecer ao lado do ex-presidente da República José Sarney, em Brasília.

“Com o casal que amamos: Flávio e Dani”, escreveu Camarão, cotado para suceder Brandão no comando do estado. A foto foi tirada durante a comemoração do aniversário do badalado Sálvio Dino Jr.

Para bom entendedor…

09 janeiro 2025

“Requer atitudes concretas”, diz Jerry sobre pacificação entre brandonistas e dinistas

O deputado federal Márcio Jerry (PCdoB) elencou o que é necessário para que haja pacificação e uma reunificação entre dinistas e brandonistas.

“Não há recomposição política em nenhuma situação apenas por manifestação de intenção. Ela requer atitudes concretas , projeto e liderança. Às vezes recompor é mais complexo que compor, e isso é normalíssimo. Na mesa de diálogos as diversas variáveis devem ser expostas, desde as fraturas e sequelas existentes, até as possíveis confluências de presente e futuro. Inclusive considerando a variável da conjuntura nacional”, afirmou Jerry.

De acordo com o deputado, o vice-governador Felipe Camarão tem feito gestos importantes para pacificar o grupo liderado pelo governador Carlos Brandão.

“Tem se movimentado corretamente, como líder que é, no sentido de mediar contradições e até conflitos, descortinar caminhos, propor o debate e a construção de saídas. Construir a recomposição. Só há acordo – na política e na vida – quando legitimamente todas as partes envolvidas tem interesses e projetos contemplados. E isso não se alcança sem diálogo franco e desprovido de atitudes hegemonistas. Ao diálogo sempre e rigorosamente sintonizado com nosso povo”, assinalou Márcio Jerry.

Pelo visto, a reconciliação está longe de ocorrer.

Com informações do Blog John Cutrim 

06 janeiro 2025

Impasse das emendas faz Congresso suspeitar de plano eleitoral de Dino


A postura irredutível do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino, ao limitar o pagamento de emendas, joga holofotes sobre o magistrado, com larga carreira política, já cotado para sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Ainda que a disputa entre Poderes seja pano de fundo do impasse das emendas, as aspirações pessoais de Dino não ficam de fora na análise de políticos em Brasília.

Para integrantes da Câmara dos Deputados ouvidos pela CNN, Dino entrou na briga para defender a palavra final do Poder Judiciário e também colher dividendos ao ganhar evidência como homem público que está prestando serviço ao país, em nome de transparência.

Em um cenário marcado por escândalos político, e apelos de combate à corrupção, a crise das emendas virou assunto popular.

Altivo, didático e linha dura, Dino é um dos quadros mais preparados da política brasileira. Quem não concorda, ao menos reconhece que já se incomodou com ele alguma vez. Dino foi juiz, deputado federal, governador, ministro de governo, senador e hoje ocupa uma cadeira do STF.

Com 56 anos, Dino pode, se quiser, seguir no Supremo até os 75 — que é a idade limite. Há exemplos de ministros que se aposentaram antes, mas nenhum caso de ministro que tenha saído da corte para ingressar na carreira política. Interlocutores de Dino, porém, apontam que ele não nega essa possibilidade.

O atual episódio tem repercutido tanto, a ponto de Dino ser comparado a um “xerife”, alcunha também associada a Alexandre de Moraes no combate ao bolsonarismo.

Em dezembro de 2022, o STF acabou com o orçamento secreto. Apesar de terem passado dois anos desde então, o Congresso utilizou caminhos alternativos para garantir o pagamento de emendas sem integral rastreabilidade; foi o que a própria corte voltou a destacar em julgamento, em 2024.

Com as novas decisões, o Judiciário falou mais alto que os outros Poderes; tem vencido a batalha como instituição. Dino, relator do assunto, falou mais alto ainda que seus pares ao utilizar adjetivos e reprimendas e acusar o Congresso de “balbúrdia”.