Mostrando postagens com marcador PP. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador PP. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 30 de março de 2022

Acordo do PP para apoiar Brandão é entregar direção do Porto para Ciro Nogueira


O presidente nacional do PP, Ciro Nogueira tem um acordo firmado com o vice-governador Carlos Brandão para que a direção do Porto do Itaqui seja de um indicado dele.

Por esse motivo, Brandão tem tanta segurança de que o partido está fechado com o seu projeto. Inclusive, já foram filiados deputados e lideranças na legenda. Ele tem certeza que não corre o risco de perder o apoio do PP por esse acordo, que deve ser cumprido assim Brandão assumir o governo.

Dentro do acordo com o PP estava a direção do Detran ficar com o indicado do deputado André Fufuca, que já foi cumprido. E a direção do porto ficar com o presidente nacional do PP que, por acaso, é chefe da Casa Civil da Presidência, homem número 1 do Governo Bolsonaro.

O presidente finalmente terá comando desse órgão, como ele queria ter desde o início do governo quando começou o debate sobre federalizar o Porto.

sábado, 29 de janeiro de 2022

Fufuca nega apoio a Brandão


O deputado federal André Fufuca desmontou nesta sexta-feira, 28, com um sonoro “não!”, as especulações sobre possível adesão ao vice-governador Carlos Brandão (PSDB).

Aliados de Brandão na imprensa vêm dando como certa a cooptação não apenas de Fufuca, mas dos deputados Cleber Verde (PRB) e Pedro Lucas Fernandes (PTB).

A partir destas especulações, o blog Marco Aurélio D’Eça perguntou ao deputado do PP: “fechou com Brandão, parlamentar?”.

– Não! Foi a resposta, enfática.

Às vésperas da reunião do governador Flávio Dino (PSB) com os aliados, Carlos Brandão ainda não conseguiu nenhum.apoio que justificasse a imposição do seu nome à base.

Por isso ele vem tentando cooptar lideranças que estão com o senador Weverton Rocha (PDT).

Segundo os aliados do vice tucano, as investidas vão se intensificar neste sábado.

Com informações do Blog Marco D'eça

quinta-feira, 14 de outubro de 2021

Partidos articulam formação de federações e jogo político no Maranhão promete embolar


Duas semanas após o Congresso derrubar o veto presidencial e manter a possibilidade de os partidos se organizarem em federações, algumas das maiores legendas do país iniciam negociações: PP, PL e Republicanos abriram conversas nesse sentido, assim como o MDB com o Avante e o Solidariedade.

Os movimentos ocorrem logo após a criação do União Brasil, resultado da fusão entre DEM e PSL, que deverá ser a maior agremiação da Câmara assim que for oficializada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o que deve ocorrer no início da 2022. Também há negociações envolvendo Cidadania, Rede e PV, e, na esquerda, do PCdoB com o PSB.

Na semana passada, o ministro-chefe da Casa Civil e presidente licenciado do PP, Ciro Nogueira, trabalhou em duas frentes. Ele conversou com o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, e enviou mensagem ao presidente do Republicanos, Marcos Pereira, sugerindo que as três legendas se unam numa federação, com o objetivo de eleger uma bancada expressiva no Congresso nas eleições de 2022.

A ideia é assinar uma “união estável” entre os três partidos que já compõem a base do governo e normalmente votam juntos em boa parte dos temas, como, por exemplo, em pautas econômicas.

O eventual nascimento dessa tríade é uma tentativa de reequilibrar as forças no Congresso e, com isso, fazer frente ao recém-formado União Brasil, que só depende da chancela do TSE para existir, de fato. Uma vez oficializada, a nova legenda deverá contar com 81 deputados federais.

Somados, PP, PL e Republicanos teriam 116 deputados federais (42 do PP, 43 do PL e 31 do Republicanos), mais 12 senadores (7 do PP, 4 do PL e um do Republicanos), além de aumentar o tempo de propaganda na TV. Essa última alteração pode abrir caminho para o presidente Jair Bolsonaro ingressar no PP, com o qual tem negociado, para disputar a reeleição em 2022.

domingo, 22 de agosto de 2021

Ciro Nogueira articula fusão dos partidos PP e PSL para 2022


O ministro-chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira, está articulando um “super partido” para as eleições de 2022, que deve agregar o PP e PSL e deve adotar o número 11. A informação foi veiculada nesta sexta-feira (20), pela CNN Brasil.

A ideia é que o novo partido tenha cunho social-liberal. O estatuto da nova legenda, que deve fundir PP e PSL, já tem sido discutido pelos dirigentes das três siglas, que consideram adotar a palavra “liberal” no nome.

O Republicanos chegou a ser sondado para fazer parte da nova sigla, mas o presidente nacional do partido, Marcos Pereira, refutou a hipótese.

A ideia é que o superpartido seja viabilizado para as eleições presidenciais de 2022 e se torne uma janela partidária para deputados e senadores de siglas como DEM e MDB.

Para facilitar a fusão, a proposta discutida é que o partido não apoie nenhum nome à sucessão presidencial, não filie o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e libere alianças estaduais.

A expectativa é de que a legenda seja presidida pelo atual dirigente do PSL, Luciano Bivar, e tenha Ciro Nogueira, do PP, como secretário-geral.

A meta é que, com novas filiações, a nova sigla tenha pelo menos 130 deputados federais e 17 senadores. Além de acesso a um fundo partidário de R$ 2 bilhões.

Com a interrupção das negociações com o Patriotas, Bolsonaro hoje avalia se filiar a duas siglas: PTB e PRTB.

quarta-feira, 18 de agosto de 2021

Mesmo crescendo no governo, PP resiste a filiar Bolsonaro


O deputado federal André Fufuca (PP) encontra-se com um baita problema na sua mesa de trabalho no posto de atual presidente nacional do partido: a tentativa de filiação do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), seus filhos e sua tropa de choque ao seu partido.

Corre o zumzum dando conta de que o presidente está em conferência com os líderes do partido – além de André Fufuca, pesam na legenda o deputado federal alagoano Arthur Lira, presidente da Câmara Federal, e o senador piauiense Ciro Nogueira, atual chefe da Casa Civil – para definir uma posição. Isso porque boa parte dos deputados federais do PP já avisou que não quer saber do presidente e sua turma no partido, criando assim um clima de constrangimento para os líderes.

Antes do PP, Jair Bolsonaro foi rejeitado no PMB, depois mirou no Patriotas, que igualmente lhe fechou as portas por meio de uma crise entre apoiadores e não apoiadores do presidente dentro do partido. Agora está causando um estica-encolhe dentro do PP presidido no Maranhão e no plano nacional pelo deputado federal André Fufuca, onde também é rejeitado por parte dos deputados federais do partido. 

Nos três casos, a rejeição ao presidente é justificada pelo temor de que Jair Bolsonaro e sua tropa estabeleçam um clima de bagunça dentro do partido. No caso específico do Maranhão, o temor dos líderes é que o senador Roberto Rocha acompanhe o presidente e reivindique o comando estadual do partido. Nesse contexto de rejeição, sua procura poderá terminar nos portões do PTB, que poderá ser apressada com o presidente do partido, Roberto Jefferson, na cadeia. Parece ser o único em que o presidente será acolhido, caso resolva entrar. É o sonho colorido da presidente do partido no Maranhão, deputada Mical Damasceno.

segunda-feira, 26 de julho de 2021

Possível filiação de Bolsonaro ao PP preocupa Fufuca e alivia Marreca Filho


A busca do presidente Jair Bolsonaro por um partido político, que começa a ficar tensa à medida que se aproxima o prazo limite para que ele volte a ser um chefe de Estado dentro de uma das mais importantes regras da legislação eleitoral, a de pertencer a uma agremiação, cria duas situações no Maranhão.

A primeira é que, com o descarte da filiação do presidente no Patriotas, o deputado federal Marreca Filho, que preside o partido no estado, mergulhou no mar do alívio. Isso porque, se Jair Bolsonaro se filiasse ao partido, seguramente os graúdos do bolsonarismo exigiriam que o comando do partido no Maranhão fosse entregue ao senador Roberto Rocha, sem partido desde que perdeu o comando do PSDB para o vice-governador Carlos Brandão, e decidido a se filiar à agremiação que aceitar a filiação do presidente da República. Os Marreca já estavam se preparando para reagir à ordem de entregar o partido para o senador Roberto Rocha.

A outra situação é inversa: o deputado federal André Fufuca, que preside o PP no Maranhão perdeu o bom humor diante das especulações, alimentadas pelo próprio presidente Jair Bolsonaro, de que seu destino partidário deverá ser a sua agremiação. A preocupação maior é também com fato de que o pacote incluiria também a entrega do comando do partido ao senador Roberto Rocha, pré-candidato bolsonaristas ao Governo do Estado. Mesmo correndo riscos, André Fufuca estaria disposto a resistir.

Além de não serem simpáticos o projeto de o presidente Jair Bolsonaro e sua trupe ingressarem em seus partidos, os deputados federais Marreca Filho e André Fufuca têm outro ponto em comum: não abrem mão de continuar na aliança partidário liderada pelo governador Flávio Dino.

quinta-feira, 22 de julho de 2021

Roberto Rocha e a possibilidade de filiação de Bolsonaro ao PP


O senador Roberto Rocha (sem partido) aposta na filiação do presidente Bolsonaro ao PP. Com isso, Rocha acredita que pode resolver seu destino partidário e viabilizar sua candidatura majoritária.

Bolsonaro estava com sua filiação praticamente certa no Patriota, mas o presidente da legenda, Adilson Barroso, afirmou que foi avisado por interlocutores do presidente que o chefe do Executivo não deve concorrer às eleições presidenciais de 2022 pelo partido.

Agora, com a ida do senador Ciro Nogueira, presidente nacional do PP, para um dos principais ministérios do governo, além de Bolsonaro se acertar com o Centrão, certamente já costurou sua filiação ao Progressistas.

De olho nessa movimentação está Roberto Rocha. Ele tem dito que aguarda o novo partido do presidente para acompanhá-lo. Aliados de Rocha já andam otimistas com a possibilidade do senador ter o comando do PP no estado.

Por outro lado, o deputado federal André Fufuca, presidente da sigla, goza de muito prestígio com a direção nacional do PP e seus caciques, entre eles o presidente da Câmara, Arthur Lira. Será uma disputa de gigantes.

quarta-feira, 30 de junho de 2021

Weverton amplia base política para 2022


Com apoio consolidado, declarado e público de sete dos 15 partidos que compõem a base do governo Flávio Dino – PDT, DEM, PSB, PP, PSL, PRB e Cidadania – o senador Weverton Rocha está ampliando também a sua aliança com prefeitos em todo o Maranhão.

Para isso, conta com a articulação direta do presidente da Federação dos Municípios, Erlânio Xavier (PDT); é o prefeito de Igarapé Grande quem faz a ponte entre o senador e os colegas.

Foi assim em Tuntum, São Domingos do Maranhão, Graça Aranha e Coelho Neto, onde participou de inaugurações e fortaleceu alianças.

A articulação de Weverton ganha ainda mais força por que todos os sete partidos que compõem sua aliança, assim como os prefeitos que o apoiam, já declararam votos para o senado em Flávio Dino, o que reforça a unidade da base tão pretendida pelo governador.

Além dos prefeitos articulados por Erlânio Xavier – e aqueles que compõem a base dos partidos que já estão com ele – Weverton tem como cereja do bolo a aliança com gestores dos principais colégios eleitorais.

Já está fechado, por exemplo, com os prefeitos de Imperatriz, Assis Ramos (DEM); de Timon, Dinair Veloso (PSB); de Pinheiro, Luciano Genésio (PP); de Bacabal, Edivan Brandão (PDT); e de Balsas, Dr. Erik (PDT).

E espera consolidar o apoio do prefeito de São Luís, Eduardo Braide (Podemos).

Com informações do Blog do Marco D`eça

terça-feira, 15 de junho de 2021

André Fufuca declara apoio a Weverton para Governo e Dino ao Senado


O deputado federal e presidente do PP, André Fufuca anunciou hoje(15) que o partido decidiu apoiar o nome do senador Weverton Rocha, ao governo do MA, e do governador Flávio Dino, ao Senado.

“O nosso candidato a senador ano que vem é o governador Flávio Dino. Em relação ao projeto de governo de estado, a partir de um debate amplo envolvendo todas as esferas do partido, nós chegamos a um denominador comum de apoio ao senador Weverton”, afirmou Fufuca à TV Mirante.

O senador Weverton já agrega no seu projeto em 2022, além do PDT, o PSB, Cidadania, Republicanos, DEM, PSL e agora o PP.

quinta-feira, 22 de abril de 2021

Bolsonaro articula filiação com Patriota, PMB e DC


Com as eleições de 2022 cada vez mais perto, muito é especulado desde agora. Uma das maiores dúvidas é por qual partido Jair Bolsonaro, que atualmente não tem filiação, irá concorrer para tentar a reeleição. Em entrevista ao jornal O Globo, Flávio Bolsonaro, um dos filhos do presidente, revelou que eles planejam uma coligação com o PSL.

"A tendência é ir para um partido menor", disse o senador do Republicanos. Flávio falou que ele e o pai conversaram com o Patriota, PMB e DC e que, mesmo se o presidente não fechar com o PP ou PSL, já foi feito um compromisso de coligação com os dois partidos para 2022.

Um dos maiores motivos para o presidente procurar um partido menor, segundo o senador, é para ter controle dos diretórios estaduais. "Mesmo que Bolsonaro se filie ao PMB, que não tem deputado, por exemplo, já começaríamos com uma chapa bem forte. Só com PSL e PP na coligação, já iniciamos com 5 minutos de TV", afirmou. Flávio disse que há "conversas bem encaminhadas" também com o PL e o Republicanos.

Ainda falando do PSL, antiga filiação de Bolsonaro, Luciano Bivar, presidente do partido, tinha revelado que planeja lançar uma candidatura própria para concorrer à Presidência. Sobre isso, Flávio disso que "não fará sentido" porque uma aliança está sendo construída para o próximo ano.

"Tanto PP quanto PSL participarão juntos da indicação de nomes para disputar governos estaduais e vagas ao Senado", contou. O filho do presidente disse que a conversa foi firmada com o vice-dirigente do partido, Antonio de Rueda. "Rueda tem carta branca do Bivar para tratar dessas articulações. Bivar sabe que não há mágoa de nada do passado", afirmou.

Apesar disso, o presidente do PSL é crítico da gestão federal da covid-19 no Brasil. "Quem tiver bom senso, vai saber que é uma situação nova, que ninguém nunca teve que enfrentar antes. É inédito para todo mundo. Erros estão no pacote, mas tenho convicção de que acertamos bem mais do que erramos", falou Flávio.

O senador disse que há planos também para o governo do Rio de Janeiro em 2022. "A tendência é Bolsonaro lançar um nome ao Senado e apoiar o governador Cláudio Castro (PSC)", completou.