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11 março 2026

Pesquisa Quaest mostra empate entre Lula e Flávio Bolsonaro


A pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (11) mostra empate entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno da eleição presidencial.

Segundo o levantamento, os dois aparecem com 41% das intenções de voto. O resultado indica crescimento do senador em relação à pesquisa anterior, realizada em fevereiro, quando ele tinha 38%, enquanto Lula registrava 43%.

A pesquisa ouviu 2.004 eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 5 e 9 de março. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Outros cenários de segundo turno

O levantamento também testou confrontos entre Lula e outros possíveis candidatos da direita.

Nos cenários simulados, o presidente aparece à frente dos adversários:Lula 42% x 33% contra Ratinho Júnior (PSD)
Lula 44% x 34% contra Romeu Zema (Novo)
Lula 42% x 26% contra Eduardo Leite (PSD)

Os números indicam que Flávio Bolsonaro é atualmente o nome mais competitivo da direita em um eventual segundo turno contra o presidente.

Cenários de primeiro turno

Na simulação de primeiro turno, Lula aparece na liderança com 37% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro, com 30%.

Outros nomes testados foram:Ratinho Júnior (PSD) – 7%
Romeu Zema (Novo) – 3%
Renan Santos (Missão) – 1%
Aldo Rebelo (DC) – 1%

Ainda de acordo com a pesquisa:5% dos entrevistados estão indecisos
16% afirmaram que pretendem votar em branco ou nulo

Intenção espontânea de voto

Na pesquisa espontânea, quando os entrevistados não recebem uma lista de candidatos, Lula aparece com 18% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro registra 10%.

A maioria dos entrevistados (69%) declarou estar indecisa nesse cenário.

O levantamento também mostrou que 1% mencionou o ex-presidente Jair Bolsonaro, que está inelegível e não poderá disputar a eleição.

Avaliação sobre governo e economia

A pesquisa também avaliou a percepção dos eleitores sobre o governo federal.

Entre os entrevistados:59% disseram que Lula não merece continuar por mais quatro anos na Presidência
37% acreditam que ele deveria permanecer no cargo

Sobre o cenário econômico:48% afirmam que a economia piorou nos últimos 12 meses
26% dizem que ficou igual
24% avaliam que houve melhora

Além disso, 58% consideram que o Brasil está na direção errada, enquanto 35% avaliam que o país segue no rumo certo.

02 março 2026

Lançamento da pré-candidatura de Orleans já tem data definida


Após sua ida a Brasília, o governador Carlos Brandão conversou com aliados e já disse que deixou claro aos dirigentes do PT nacional que a decisão sobre a candidatura do secretário de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão (MDB) está tomada e seguirá discutindo se é possível alguma forma de agradar os dinistas e tê-los juntos ou não.

Brandão já está programando para o próximo dia 14 de março o lançamento da pré-candidatura de Orleans ao governo do estado.

Os partidos da base reuniram e o nome já está definido, ainda articulando as outras vgas da majoritária.

O homem de confiança de Lula, José Dirceu, estará no Maranhão esta semana para tentar ainda alguma forma de conciliar os interesses dos dinistas.

28 fevereiro 2026

‘Prioridade no Maranhão é caminhar ao lado do presidente Lula’, diz Marcus Brandão ao rebater fake news


Após a circulação de informações falsas nas redes sociais, o empresário Marcus Brandão se manifestou publicamente para rebater conteúdos que lhe atribuíam supostas declarações de menosprezo ao apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Maranhão.

Em publicação feita em seu perfil, Marcus classificou como “matéria falsa” o conteúdo divulgado por blogs e páginas que, segundo ele, seriam alinhados a adversários políticos. De acordo com o empresário, a declaração que vem sendo compartilhada “não corresponde à realidade” e “jamais foi feita nos termos apresentados”, tratando-se, segundo afirmou, de “clara manipulação com objetivo político”.

No posicionamento, ele reafirmou de forma categórica que a prioridade do seu grupo político no Maranhão é caminhar ao lado do presidente Lula, fortalecendo a parceria institucional, o diálogo e os investimentos federais no estado. Para Marcus Brandão, a tentativa de criar desgaste por meio de fake news busca fabricar um conflito inexistente.

O empresário também destacou que o grupo segue comprometido com um projeto que coloca o Maranhão acima de disputas menores, defendendo atuação baseada em responsabilidade, lealdade política e respeito à verdade. “Fake news não nos desvia do foco. Nosso compromisso é com o Maranhão”, concluiu.

Leia a íntegra da manifestação:

26 fevereiro 2026

A irreversibilidade da candidatura de Orleans Brandão


O cenário político maranhense atingiu um novo patamar de ebulição nesta semana. Apesar do diálogo mantido entre o governador Carlos Brandão e o presidente nacional do PT, Edinho Silva, o impasse sobre o posicionamento da legenda no Maranhão permanece sem solução. O fiel da balança tem sido o crescimento do secretário Orleans Brandão, cujo nome ganhou uma densidade eleitoral que altera profundamente as projeções para 2026.

​Levantamentos internos em posse do Palácio dos Leões indicam que Orleans é, atualmente, o quadro com maior viabilidade dentro do campo de apoio ao presidente Lula. Faltando oito meses para o pleito, os números dão ao governador o respaldo necessário para aguardar uma palavra final do próprio presidente da República. A consistência de Orleans no tabuleiro já provoca movimentos de realinhamento, inclusive entre aliados do pré-candidato Felipe Camarão, que passam a ventilar composições com o prefeito de São Luís, Eduardo Braide.

​O cálculo de Carlos Brandão é estritamente pragmático: ele sustenta que um candidato viável, com base sólida e alinhamento ideológico à esquerda, é a engrenagem essencial para garantir uma votação expressiva a Lula no Maranhão. O argumento central é de que apostar em grupos que mantêm neutralidade no plano nacional poderia fragilizar a campanha de reeleição presidencial em um estado historicamente estratégico para o petismo.

​Diante da irreversibilidade da candidatura de Orleans, a expectativa é que o pragmatismo de Lula prevaleça na reorganização das peças políticas, incluindo a disputa pelas vagas ao Senado. Brandão aposta que os dados eleitorais convencerão o presidente de que o secretário representa a melhor opção para consolidar o palanque lulista no Maranhão, tornando a composição do campo governista um caminho sem volta.

24 fevereiro 2026

Janela partidária deve alterar correlação de forças no Maranhão


O mês de fevereiro mais curto prenuncia a chegada de março e, com o avanço do calendário, chegará também o período de abertura da chamada “janela partidária”. No Maranhão, a dança das cadeiras entre os políticos de mandato que devem disputar as eleições de outubro deve alterar a correlação de forças existente atualmente.

Antes da abertura oficial, o MDB saltou de dois para dez deputados estaduais, se tornando a maior força da Assembleia Legislativa do Maranhão. O número, no entanto, deve ser modificado uma vez mais nos próximos dias. Iracema Vale, por exemplo, tem convite do PT para uma eventual disputa ao Senado.

O PSB, outrora maior força, encolheu sensivelmente. Mesmo com as chegadas de Fernando Braide, Othelino Neto e Leandro Bello, o partido sentiu as oito baixas – que migraram para o MDB – e deposita suas últimas esperanças na abertura do período oficial de trocas.

A deputada estadual Ana do Gás deve, finalmente, sair do PCdoB. Insatisfeita no partido há pelo menos dois anos, ela permaneceu até aqui no comunismo para não perder o mandato.

À direita, nomes como Mical Damasceno e Wellington do Curso devem buscar novas agremiações para suas pretensões eleitorais. Yglésio Moyses já se antecipou e migrou para o PRD.

Entre os deputados federais e o Senado Federal, o cenário é de estabilidade. A maioria dos parlamentares preside seus partidos no Maranhão, situação que os deixa confortáveis para seguir onde estão. E na Câmara Alta, Weverton preside o PDT, enquanto Eliziane tem a anuência de Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD, para disputar o Senado – independentemente do caminho que a sigla tome na disputa aos Leões.

23 fevereiro 2026

Brandão diz que vai conversar com Lula e que tendência é de neutralidade do presidente no MA


O governador do Maranhão, Carlos Brandão (PSB), tem a expectativa de que o presidente Lula não participe da disputa estadual deste ano. “Acho que a tendência do presidente Lula é ficar neutro”, avalia.

Brandão rompeu com o seu vice, Felipe Camarão (PT), que pretende se candidatar. Já o governador apoiará seu sobrinho e secretário, Orleans Brandão (MDB).

Devido à disputa com Camarão, Brandão desistiu de concorrer ao Senado, como Lula queria, e agora espera uma conversa com o presidente para definir sua chapa.

Já o grupo remanescente do ex-governador Flávio Dino trabalha pelo apoio do PT e de Lula e, diferente de Brandão, não quer a neutralidade do presidente no Maranhão.

Diversos nomes da base são cotados para disputar o posto, como Weverton Rocha, André Fufuca e Eliziane Gama. “Vou discutir com ele, porque, na realidade, quem vai precisar do Senado é ele”, afirma.

21 fevereiro 2026

Filiação de Iracema no MDB, não inviabiliza sua ida para o PT


Bastou o MDB do Maranhão oficializar o nome da atual presidente da Assembleia Legislativa, Iracema Vale, como nova integrante da legenda, para que alguns questionassem a relação histórica da deputada com o PT e cravassem uma recusa ao convite recebido.

No entanto, essa além de ser uma leitura rasa é equivocada. A filiação, nesse momento, de Iracema no MDB, não inviabiliza a sua ida, ainda em 2026, para o PT.

Iracema deixou o PSB justamente pelo fato do partido ter ido para a oposição ao Governo Brandão e não querer integrar um bloco parlamentar oposicionista na ALEMA. Se fosse agora para o PT, a situação seria exatamente a mesma, já que o PT integra a Federação Brasil da Esperança, ao lado do PCdoB e PV. Iracema seria voto vencido, já que seria minoria, e ficaria num bloco oposicionista.

Diante do cenário, mostrando lealdade ao governador Carlos Brandão e seu grupo político, Iracema se filiou no MDB, partido comandado pelo secretário de Assuntos Municipalistas do Maranhão, Orleans Brandão, pré-candidato ao comando do Palácio dos Leões.

Só que a ida para o PT e disputar a eleição pelo partido do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, não só não está descartada, como é um possibilidade enorme, principalmente se o PT for apoiar Orleans Brandão.

Por fim, vale lembrar que o convite para Iracema retornar ao PT, partido pelo qual passou décadas, foi feito pelo próprio presidente nacional do PT, Edinho Silva. Ou seja, uma eventual refiliação de Iracema é um desejo da direção nacional.

18 fevereiro 2026

Brandão vai a Brasília na expectativa de definição do PT sobre aliança no MA


Passado o período de carnaval, a classe política retorna às articulações políticas para as eleições de 2026. Um dos pontos mais esperado é a decisão sobre a relação do PT e do MDB no Maranhão para a sucessão estadual. Tanto o presidente nacional do PT, Edinho Silva, quanto do presidente nacional do MDB, Baleia Rossi, já declararam que os partidos não estarão no mesmo palanque.

E para saber se a situação é irreversível, o governador Carlos Brandão (sem partido) quer ouvir do próprio Edinho Silva qual a decisão do PT. O maranhense estará em Brasília na próxima semana com a expectativa de reunir com o petista mesmo sabendo que o próprio Edinho falou aos membros do PT do Maranhão que a conversa final será com o presidente Lula.

Como já mostrado pela coluna, a ideia do Palácio dos Leões é garantir a neutralidade do presidente Lula mesmo o PT apoiando outro candidato. Uma repetição bem parecida com a que ocorreu em 2014.

O argumento será sustentado pela justificativa do tamanho do grupo comandado por Brandão com mais de 150 prefeitos e que podem garantir o apoio incondicional a reeleição de Lula mesmo sem ele declarar apoio ao candidato do governo que será Orleans Brandão.

Esta solução em nada agrada os dinistas que trabalham para que isso não ocorra e contam com a força suprema da Praça dos Três Poderes. A mesma força que age para não levar o PT a apoiar Orleans Brandão para levar a uma substituição da cadidatura do emedebista.

Desfile em homenagem a Lula foi um desastre na avaliação do PT e do Planalto

Todas as pesquisas e trackings que o Palácio do Planalto teve acesso apontam numa só direção: foi catastrófico para Lula o desfile da Acadêmicos de Niterói.

Não só o conjunto da obra não agradou a quem a essa altura o governo deveria querer seduzir — os evangélicos. Foi pior: a ala que representou a “família tradicional” dentro de uma lata de conservas está sendo vista no próprio governo como um desastre.

“Todo um trabalho de aproximação com os evangélicos foi jogado fora”, diz um líder petista.

Um ministro de Lula chega a dizer que essa ala é a “prova de que o governo não teve qualquer interferência na concepção do desfile”.

O fato é que o PT já começou desde ontem a tentar baixar o fogo.

Diz Edinho Silva, presidente do PT:

— A Acadêmicos de Niterói teve e tem autonomia para definir seu enredo e suas alegorias, tentar utilizar uma construção da escola para atacar o presidente Lula chega a ser ridículo; todos sabem do respeito que ele tem pela comunidade evangélica, e pelas suas lideranças.

(Lauro Jardim)

16 fevereiro 2026

NOVO diz que vai pedir inelegibilidade de Lula por desfile na Sapucaí


O Partido Novo prepara ação no Tribunal Superior Eleitoral para pedir a inelegibilidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A medida será protocolada após o registro oficial da candidatura do petista, que pode ser feito até 15 de agosto, conforme o calendário eleitoral.

A legenda informou que ingressará com Ação de Investigação Judicial Eleitoral sob a alegação de que o enredo da Acadêmicos de Niterói, com ataques a desafetos e adversários, configurou abuso de poder político e econômico ao utilizar recursos públicos para promover a imagem de Lula em período pré-eleitoral.

Segundo o presidente do partido, Eduardo Ribeiro, houve propaganda eleitoral antecipada custeada com dinheiro público. Ele afirmou que não se trata de debate político, mas de fato jurídico, cuja consequência prevista em lei é clara e rigorosa.

Antes de anunciar a nova ação, o Novo já havia adotado outras medidas. Na terça-feira, 10, protocolou representação no TSE acusando Lula e o PT de propaganda antecipada durante o Carnaval de 2026. No pedido, requereu multa de R$ 9,6 milhões e tutela de urgência para impedir a execução do samba-enredo no desfile do próximo ano. O caso ainda não foi analisado.

Na quinta-feira, 12, a sigla também acionou o Tribunal de Contas da União para apurar possível desvio de finalidade e uso indevido da estrutura da Presidência da República na organização do carro alegórico da escola.

11 fevereiro 2026

Quaest aponta que diferença de Lula e Flávio Bolsonaro cai para cinco pontos



Pesquisa Quaest, divulgada nesta quarta-feira (11), aponta que o atual presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), seria reeleito em 2º Turno, nas eleições de 2026.

No entanto, o levantamento demonstrou que atualmente o principal adversário do petista é o recém indicado como pré-candidato, o senador Flávio Bolsonaro (PL). Nos sete cenários de 2º Turno testados com nomes da Oposição, as vantagens de Lula variou entre cinco e 19 pontos.

Num eventual enfrentamento de Lula e Flávio Bolsonaro, o petista teria 43% contra 38% do filho do ex-presidente da República, Jair Bolsonaro. Além disso, teríamos 2% de indecisos e 17% branco/nulo. O detalhe é que a diferença segue caindo, afinal era de sete pontos em janeiro e de dez pontos em dezembro.

O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 5 e 9 de fevereiro. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

Alckmin pode não disputar eleição se não for vice de Lula, dizem interlocutores


O vice-presidente Geraldo Alckmin pode não disputar a eleição neste ano caso seja preterido para compor a chapa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na corrida pela reeleição. A informação é de amigos e interlocutores de Alckmin, que demonstram incômodo com articulações internas no PT e entre assessores do presidente para substituir o atual vice.

Segundo esses aliados, Alckmin tem evitado comentar publicamente o assunto, mas, reservadamente, prefere permanecer como candidato a vice na chapa de Lula e não deseja disputar cargos eletivos em São Paulo.

Resistência a candidatura em São Paulo

De acordo com interlocutores, Alckmin não tem interesse em disputar eleição no estado de São Paulo, opção defendida por setores do PT que desejam que ele concorra ao governo paulista ou ao Senado.

Aliados também consideraram “deselegante” uma declaração recente do presidente Lula durante evento em que Alckmin estava presente. Na ocasião, Lula afirmou que Alckmin e o ministro Fernando Haddad teriam uma missão em São Paulo, o que foi interpretado como sinalização de que o vice poderia ser deslocado para uma disputa estadual.

PSB cobra permanência de Alckmin na chapa

Nesta terça-feira (10), o presidente nacional do PSB, o prefeito João Campos (PE), se reuniu com Lula para reforçar o desejo do partido de manter Geraldo Alckmin como candidato a vice na chapa presidencial.

O presidente do PT, Edinho Silva, afirmou mais cedo que a vaga seria de Alckmin caso ele queira continuar.

Bastidores indicam pressão por nome do MDB

Apesar das declarações públicas, interlocutores do governo apontam que, nos bastidores, assessores do presidente defendem que a vaga de vice seja ocupada por um nome do MDB, como estratégia para ampliar a composição ao centro.

A movimentação ocorre mesmo após reclamações do PSB, levadas diretamente a Lula por João Campos.

Com o avanço das articulações, aliados de Alckmin indicam que a permanência dele na chapa é tratada como prioridade pessoal, e que uma eventual substituição poderia levá-lo a não disputar nenhum cargo nas eleições deste ano.

09 fevereiro 2026

PT nega vetos e defende unidade do campo lulista no Maranhão para 2026


A presidente da Comissão Provisória do PT no Maranhão, Patrícia Carlos, negou que existam vetos definidos a nomes do campo governista para as eleições de 2026 no estado.

Em entrevista à TV Mirante, ela afirmou que o presidente nacional do partido, Edinho Silva, não tratou diretamente de candidaturas e reforçou que o foco das conversas foi a construção de unidade política em torno do presidente Lula.

A declaração ocorre após repercussão nos bastidores de que Edinho teria mencionado vetos no Maranhão, incluindo ao nome do secretário de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão.

“Eu não entendi nenhum tipo de veto, na verdade, não foi tratado exatamente de candidaturas”, afirmou Patrícia.

PT defende palanque unido para fortalecer Lula no estado

Segundo Patrícia Carlos, a linha apresentada pelo presidente nacional do partido foi a de que é necessário manter a unidade do campo de apoio ao presidente Lula no Maranhão, para ampliar a votação do petista no estado em 2026.

Ela destacou que, além do apoio à reeleição de Lula, o grupo busca eleger dois senadores aliados e ampliar bancadas na Câmara Federal e na Assembleia Legislativa.

“A gente precisa manter a unidade do campo de apoio ao presidente Lula. Nós precisamos ampliar a votação do presidente Lula aqui no Maranhão”, declarou.

Decisão será entre Lula e Brandão

Questionada sobre a possibilidade de uma unidade política sem vetos, considerando divergências internas entre grupos ligados ao Palácio dos Leões e aliados do ex-governador Flávio Dino, Patrícia afirmou que a definição será conduzida diretamente pelo presidente Lula e pelo governador Carlos Brandão.

“Isso vai ser decidido entre o presidente Lula e o governador Brandão”, disse.

PT destaca participação no governo Brandão

Durante a entrevista, Patrícia Carlos também ressaltou que o PT participa ativamente do governo Carlos Brandão desde 2023, com atuação em áreas estratégicas.

Ela citou setores como geração de emprego e renda, educação profissional e tecnológica, promoção dos direitos humanos e representação institucional do governo em Brasília.

Para Patrícia, não há diferença no cenário político atual em relação ao de 2022, quando o grupo esteve unido eleitoralmente.

“Não consigo ver qual é a diferença de 2022 para 2026, então nós precisamos daquele mesmo palanque forte, unido e vitorioso”, afirmou.

Iracema Vale é citada como possível nome para majoritária

Patrícia também comentou sobre o convite feito pelo PT para a presidente da Assembleia Legislativa, Iracema Vale (MDB), retornar ao partido. Segundo ela, a deputada tem histórico de ligação com o PT e capacidade política para ocupar espaço majoritário.

“Nós fizemos essa carta de apoio à Iracema considerando que a Iracema não é um corpo estranho ao PT”, disse.

Ela afirmou ainda que Iracema tem capilaridade e densidade política para disputar cargos relevantes em 2026.

Aliança com PSD esfria

A dirigente também comentou sobre tratativas nacionais entre PT e PSD, incluindo reunião de Edinho Silva com o prefeito de São Luís, Eduardo Braide. Segundo Patrícia, a negociação perdeu força.

Na avaliação dela, o motivo seria o perfil político do prefeito, que tenta manter uma postura de neutralidade e evitar associação direta com Lula.

“A impressão que ele me passa é de que ele quer o lulismo sem o Lula”, afirmou.

Patrícia disse que, diante da polarização política esperada para 2026, o PT busca um palanque com identidade clara e alinhamento explícito ao presidente.

Ao final, a presidente do partido no estado reafirmou que o objetivo central é construir uma aliança ampla e coesa no Maranhão, com protagonismo do presidente Lula e do governador Carlos Brandão na condução das decisões.

08 fevereiro 2026

Sobre não ter apoio de Lula, Orleans Brandão diz que oposição vive de fazer fuxico

O secretário de Estado de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão, pré-candidato do MDB ao Governo do Maranhão, reagiu, neste sábado, 8, ao que petistas caracterizaram de fake news a respeito do posicionamento do PT na disputa local.

Segundo aliados do vice-governador Felipe Camarão (PT), o presidente nacional da sigla, Edinho Silva, teria anunciado que o presidente Lula não deve apoiar o MDB no Maranhão.

Na esteira de desmentidos de alguns membros do próprio PT, Orleans declarou, durante ato do governo em São João do Paraíso, que o dinistas têm se dedicado a “fazer fuxico”.

“Eu vou apoiar o presidente Lula, tenho convicção disso. E o Maranhão está indo bem. Existe um time contrário que hoje vive de fazer fuxico. Não tem trabalho, não tem apoio político, não tem percentual algum nas pesquisas, mas acaba tendo uma voz em Brasília, então, leva fuxico, leva uma conversa desencontrada”, disse.

Na sequência, o emedebista ressaltou a relação de parceria entre o governador Carlos Brandão (sem partido) e o presidente Lula.

“O presidente Lula conhece o governador Brandão, sabe que esse trabalho está mudando a vida dos maranhenses, sabe que o governador Brandão é um governador bem avaliado, é um governador que tem um grande apoio popular, e, principalmente, que é um governador que está melhorando a vida das pessoas, nessa parceria em conjunto com o governo federal. Eu tenho certeza que isso vai continuar”.

07 fevereiro 2026

Lula só decidirá destino do PT no Maranhão depois de conversa com Brandão


Diferente do que vem sendo comemorado amplamente pelos aliados do vice-governador Felipe Camarão, o presidente Lula não definiu ainda nada com relação ao destino do Partido dos Trabalhadores nas eleições do Maranhão.

No Encontro da Direção Nacional do PT, em Salvador, não houve decisão sobre a disputa maranhense. O tema foi tratado apenas em nível de diálogo político.

Quem confirma é o suplente de deputado e dirigente do PT, Zé Inácio, que participou da reunião.“O que houve foi um diálogo sobre possibilidades. Ainda não há decisão, pois o Lula não quer desagradar nem Brandao e nem Dino. Lula quer conversar diretamente com o governador Carlos Brandão antes de qualquer encaminhamento e segue tentando mediar um entendimento entre seus aliados no Maranhão”, afirmou.

Fica claro que, como estava estebelecido antes do encontro de Salvador, a decisão ainda depende da conversa do presidente Lula com o governador Brandão. Lula ainda busca alguma solução para que possa estar no palanque de Brandão e ter a seu favor a popularidade do governador e toda a força do governo, e contemplar de alguma forma o grupo dinista no Estado.

04 fevereiro 2026

Dinistas espalham fake news sobre filiação de Iracema ao MDB


Alguns remanescentes do dinismo no Maranhão aproveitaram o movimento da presidente da Assembleia, Iracema Vale, que deixou o PSB para filiar-se ao MDB, para espalhar uma série de fake news contra a parlamentar.

A principal delas diz respeito a uma suposta rejeição ao PT, na tentativa de jogar a militância contra uma possível nova filiada.

Segundo a equivocada tese dinista, ao sair do PSB, Iracema deveria migra logo para o PT. Se não o fez, é porque a base brandonista não tem lá tantas garantias de que o partido vai ficar com o governador Carlos Brandão.

O argumento é falso como uma nota de três reais.

O movimento de Iracema (e dos demais governistas que deixaram o PSB) tem a ver com a organização interna da Assembleia. E alcançou o seu principal objetivo: enfraquecer a presença oposicionista nas comissões técnicas da Casa.

A conta é simples.

Da forma como queriam os dinistas, com a expulsão de sete deputados, mas com a permanência de Iracema, Francisco Nagib e Ariston Ribeiro no PSB, a sigla teria, junto com o PCdoB, 11 membros em um bloco.

Isso lhes garantiria 2 vagas em comissões.

Mas eis que a Justiça anula as expulsões. Nesse ponto, a situação se inverteria: era o PSB que voltaria a ter maioria governista, algo péssimo para os planos de Othelino Neto, Carlos Lula e Leandro Bello.

Neste cenário, foi feito um acordo: os governistas deixariam o PSB, e os socialistas formariam um bloco com PCdoB, mas, agora, apenas com 8 membros e uma vaga em cada comissão.

E Iracema? Por que não foi logo para o PT?

Simples: o PT faz parte da Federação Fé Brasil, que tem ainda o PCdoB e o PV na sua formação.

Qual seria, portanto, o sentido de a presidente deixar o PSB depois de toda essa crise com os oposicionistas para acabar em um partido que integra o bloco de oposição.

Seria totalmente ilógico.

E só não vê isso quem não conhece o funcionamento interno da Assembleia Legislativa. Ou quem vê, mas está politicamente mal- intencionado…

Com informações do Blog Gilberto Léda

29 janeiro 2026

Em luta contra câncer, Roseana Sarney fala sobre o tratamento e diz que deve passar por cirurgia em fevereiro: ‘Vamos vencer’


A deputada federal e ex-governadora do Maranhão, Roseana Sarney (MDB-MA), de 72 anos, que enfrenta um câncer de mama triplo negativo, recebeu pela primeira vez uma equipe de TV em sua casa e falou sobre o diagnóstico, o tratamento e o apoio que tem recebido. Em entrevista à TV Mirante, ela revelou que deve passar, até a primeira semana de fevereiro, por uma cirurgia para retirada do tumor na mama.

“Estou me preparando para fazer a cirurgia que eu devo fazer no máximo até dia 5. Tenho exames e é quando eu vou ter mais detalhes”, conta.

Roseana está enfrentando pela segunda vez um câncer de mama, que representa, em média, 30% dos casos, segundo o Instituto Nacional do Câncer. O câncer de mama triplo negativo é considerado um dos tipos mais agressivos da doença.

Desde que recebeu o diagnóstico, há cerca de seis meses, a parlamentar decidiu compartilhar com mais de 300 mil seguidores, em uma rede social, a rotina de tratamento. Em vídeos, ela mostra como tem enfrentado a doença e relata as dificuldades do processo.

“As pessoas têm me dado força, e isso é muito bom para mim. Depois que você passa por tudo isso, você não tem mais inimigo, não tem mais adversário, não tem mais nada. Você tem o perdão total e a crença, que é a fé que está te movendo, a fé que está te levando a vencer todos os obstáculos”, afirmou.

Apoio familiar

Roseana Sarney tem recebido o apoio do pai o ex-presidente da República José Sarney durante o tratamento — Foto: Reprodução/TV Mirante

Roseana Sarney tem recebido o apoio da família em casa em São Paulo. Além do carinho recebido pelas redes sociais, ela está sempre na companhia do pai, o ex-presidente da República José Sarney e da mãe, Marly Sarney, que também estão na capital paulista.

“Tenho sempre confiança porque ela realmente é uma guerreira. Ela que as vezes, quando tem alguma coisa com ela, nos anima, nos fortifica, a sua certeza e segurança”, disse o ex-presidente José Sarney.

Vida longe da política

Por conta do tratamento, que tem sido sua prioridade, Roseana Sarney precisou se afastar das funções como deputada federal pelo Maranhão. Mesmo distante do Congresso Nacional, Roseana conta que segue acompanhando a política maranhense.

A deputada diz que está com fé na cura da doença para que possa retomar os trabalhos, voltar ao Maranhão e reencontrar sua família.

“Tenho a expectativa de me curar, de estar boa e de participar. Porque a convivência com as pessoas faz bem, você ir para o seu estado, eu tenho saudade do meu estado, da minha família que está lá. Então quero mandar um grande abraço e dizer que vamos vencer. Não só sou eu não, vocês todos vão vencer junto comigo”, diz Roseana.

O diagnóstico

A deputada e ex-governadora contou que recebeu o diagnóstico após viajar a São Paulo para realizar um exame de colonoscopia. Ela afirmou que a notícia veio com surpresa, já que, um ano antes, havia feito uma mamografia que não apontou nenhum sinal da doença.

“Eu vim no começo de agosto para São Paulo para fazer uma colonoscopia. Quando cheguei, vi que teria que ficar internada no hospital, então liguei para a minha ginecologista e perguntei se ela precisava de algum exame. E olha que eu tinha feito exames um ano antes. Ela disse: ‘você está aí, vamos pedir uma mamografia para ver’. Logo no primeiro exame, que foi a mamografia, já apareceu. Isso fica como um alerta para as mulheres: eu tinha feito o exame um ano antes e não tinha dado absolutamente nada”, relatou Roseana.

Histórico de saúde

Esta não é a primeira vez que Roseana enfrenta um câncer. Em 1998, durante a campanha de reeleição ao governo do Maranhão, ela foi diagnosticada novamente e passou por quatro cirurgias, incluindo a retirada de um nódulo no pulmão, um tumor na mama, uma histerectomia e a remoção de nódulos intestinais.

Os procedimentos foram realizados pelo médico Raul Cutait e duraram cerca de oito horas. Até 2016, Roseana já havia passado por 23 cirurgias para remoção de tumores benignos e malignos — o primeiro deles aos 19 anos. (G1MA)

26 janeiro 2026

Petistas querem retorno de Iracema Vale para o PT


O governador Carlos Brandão (sem partido) se reúne nesta segunda-feira, 26, com membros do Partido dos Trabalhadores (PT). Os presentes no Palácio dos Leões são os que fazem parte do governo e mais filiados que defendem a tese de aliança da legenda com Brandão. Mas o que chamar atenção no encontro é que terá a presença da presidente da Assembleia Legislativa, Iracema Vale (PSB).

Ela vai receber um documento com a manifestação dos petistas que reforçam o pedido para a deputada voltar para o PT. Iracema Vale foi filiada por 12 anos no partido, mas foi “convidada” a sair após articulações do grupo do ex-deputado Zé Carlos e do grupo do deputado Zé Inácio. Os dois, por sinal, estão na reunião e também assinam o pedido para a volta de Iracema à sigla. Os dois, por sinal, arrependidos da articulação de 2022.

O convite a Iracema foi feito pelo presidente nacional do PT, Edinho Silva. À coluna, ainda ano passado, Iracema Vale disse que o convite veio também com o chamado para que ela se candidatasse a deputada federal.

Resta saber se a filiação acontecerá de fato. A presidente da Assembleia já vai mudar de partido de qualquer maneira no período da janela partidária. Como ela é do grupo oposto ao que comanda o PSB, ela não tem como disputar as eleições por lá.

Especulação

Se Iracema Vale retornar para o PT, aumentará a especulação sobre uma possível vaga na chapa majoritária do Leões para o partido e o nome para o Senado seria o de Iracema.

Para palacianos, essa é a "fórmula de sucesso" para ter o PT na futura chapa encabeçada por Orleans Brandão (MDB) e acabar com o argumento de que o partido não tem espaço nos planos palacianos.

Sem presença

A reunião do governador com os petista vem um dia antes do encontro de Brandão com os presidentes de partidos.

Carlos Brandão sabe que o PT não estará presente na reunião da terça e, por isso, antecipou esse encontro e trouxe os petistas alinhados com o governo para garantir a foto e apresentar

12 dezembro 2025

Os planos B, C e D do PT no Maranhão


Se permanecer no campo do governador Carlos Brandão, apoiando a candidatura de Orleans Brandão ao Palácio dos Leões, o PT cogita indicar um nome para a vice-governadoria ou até ocupar uma das vagas de suplente de senador da chapa governista.

Ângela da Fetaema, Washington Oliveira e Cricielle do Iema são nomes lembrados para compor o palanque governista. Também é considerada a possibilidade de retorno da presidente da Assembleia Legislativa, Iracema Vale, à legenda.

Por enquanto, apenas por enquanto, Felipe Camarão se gaba de ter aparecido em uma linha de um post jornalístico da imprensa nacional. Nos bastidores, porém, o partido trabalha outros caminhos, inclusive uma aproximação com o prefeito de São Luís, Eduardo Braide, defendida por comunossocialistas pragmáticos próximos a Flávio Dino, com a bênção de lideranças do PSD nacional.

04 dezembro 2025

Justiça autoriza quebra de sigilo bancário do vice-governador do MA sob suspeita de lavagem de dinheiro

Uma investigação foi instaurada no Tribunal de Justiça do Maranhão para apurar suspeita de lavagem de dinheiro envolvendo o vice-governador Felipe Camarão avançou para uma fase decisiva após a autorização judicial para a quebra de sigilo bancário do vice, de seus familiares e de policiais militares ligados à sua segurança pessoal.

A medida permitiu à Justiça acessar, de forma ampla, registros financeiros que descortinam um cenário complexo de movimentações consideradas incompatíveis com a capacidade econômica declarada pelos envolvidos.

A análise desse material, segundo apurou o site, trouxe à tona operações que aprofundam dúvidas já existentes no processo. Relatórios anexados indicam a ocorrência de transferências fracionadas, circulação de recursos entre contas de terceiros sem relação formal com o patrimônio investigado e movimentações que, ao serem comparadas com declarações fiscais e registros oficiais, revelam inconsistências expressivas.

O conjunto de dados, examinado de forma cruzada, aponta para uma estrutura financeira que se distancia do padrão típico de renda e patrimônio que deveria circundar agentes públicos e seus familiares.

Como já revelado pelo site em reportagens anteriores, a investigação também concentra atenção em operações imobiliárias de alto valor que chamaram a atenção das autoridades pela forma como foram estruturadas.

Negócios realizados por pessoas próximas ao vice-governador, somados à evolução patrimonial observada no período analisado, passaram a ser confrontados diretamente com a movimentação bancária levantada pela quebra de sigilo. A intenção da Justiça é identificar se houve, entre esses elementos, correlação que sustente a tese de ocultação de recursos.

A inclusão de policiais militares entre os alvos da devassa bancária ampliou a dimensão do caso. As autoridades passaram a investigar se integrantes da equipe de segurança institucional teriam servido como intermediários financeiros, especialmente em transferências que passaram a ser mapeadas durante o cruzamento de informações bancárias, fiscais e societárias. Esse ponto tornou-se central na etapa atual do processo, pois indica a possível existência de uma rede de movimentação indireta de valores.

O caso, inicialmente sob relatoria do desembargador Raimundo Barros, passou a ser conduzido pelo desembargador Sebastião Bonfim, que agora é o responsável por analisar o conjunto de documentos resultantes da quebra de sigilo. A partir desses relatórios, Bonfim avaliará se o material sustenta a adoção de medidas judiciais de grande impacto contra o vice-governador, capazes de impor restrições severas à sua atuação institucional e alterar substancialmente seu cenário jurídico.

As informações reunidas indicam que a investigação atingiu um grau incomum de detalhamento, com análise de vínculos patrimoniais, transações financeiras e operações imobiliárias que reforçam a suspeita de lavagem de dinheiro e colocam o vice-governador no centro de uma apuração técnica e sustentada por documentos.

O site continuará apurando cada avanço do caso e trará.

Com informações do Blog do Luís Pablo