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sexta-feira, 20 de maio de 2022

Paulo Romão se reúne com Adriano Sarney e reforça sua pré-candidatura ao Senado na Federação PT, PCdoB e PV

O pré-candidato a senador pelo PT, Paulo Romão, se reuniu com o Presidente Estadual do PV, deputado Adriano Sarney e trataram sobre a conjuntura política do estado.

O PT, PCdoB e PV fazem a federação partidária “Brasil da Esperança”. O ex-governador Flávio Dino tenta, a todo custo, ser o dono da federação e ditar os rumos dela, mas a articulação de Romão com o comando do PV no estado, mostra que ainda tem disputa pela candidatura ao senado na federação.

Paulo Romão defende que o PT e, consequentemente a federação, tenha uma candidatura orgânica do partido ao senado e se coloca à disposição. Ele também defende que o PT apoie a pré-candidatura do senador Weverton ao Governo do Estado.

“O PV integra oficialmente a federação partidária que sustenta a campanha vitoriosa de Lula e protocolei nosso pedido de reunião para apreciação pela Federação Partidária Brasil da Esperança de nossa pré-candidatura ao senado federal”, disse o pré-candidato a senador.


Com informações do Blog do Clodoaldo Correa

sábado, 26 de março de 2022

Zito Rolim sai do PDT e se filiar ao Partido Verde


O deputado estadual Zito Rolim se desfiliou do PDT e se filiou ao Partido Verde. A sua permanência no PDT era considerada insustentável por ter declarado recentemente apoio ao vice-governador Carlos Brandão (PSB).

A ida para o PV foi conduzida pelo presidente estadual do partido, deputado Adriano Sarney que também apoia a pré-candidatura de Carlos Brandão ao governo do estado, um dos motivos que levaram a Zito a optar pelo PV.

Para Rolim, o PDT é a casa do principal nome do embate político que se avizinha contra o grupo formado pelo governador Flávio Dino do qual o senador é dissidente.

Vale destacar que o deputado Zito Rolim já foi filiado ao Partido Verde, legenda pelo qual elegeu-se prefeito de Codó em seu primeiro mandato.

quinta-feira, 30 de setembro de 2021

Brandão conversa com Adriano Sarney e quer ter o apoio do PV em 2022


As articulações para a composição de aliança na eleição para o governo do Estado continuam a todo vapor nos bastidores da sucessão e são cada vez mais estreitos os laços que podem unir o PSDB do vice-governador Carlos Brandão ao PV do deputado Adriano Sarney.

Pré-candidato ao governo, Brandão tem dedicado parte de sua agenda para reuniões políticas visando as eleições do ano que vem e tem conversado muito com Adriano, um único reprsentante da família Sarney com mandato, sobre a possibilidade de contar com Partio Verde em seu palanque.

Segundo fonte segura ao blog, o presidente estadual do PV estaria praticamente decidido a abrçar o projeto Brandão 2022, abrindo assim a possibilidade do que restou do chamado grupo Sarney aderir à candidatura do vice, que estará no comando do estado a partir de abril do ano vindouro.

Com a aproximação de Brandão do PV, outro partido que pode ser atraído para uma composição com o vice é o MDB da ex-governadora Roseana Sarney. Ela aguarda apenas o resultado de um estudo qualitativo que está sendo realizado para decidir se será ou não candidata ao governo. Alguns políticos acreditam que ela esteja apenas querendo encontrar um motivo para justificar sua desistência.

A ex-governadora, que lidera nas pesquisas de intenção de voto, conforme fontes que já coversaram com ela sobre o assunto, não demonstra motivação para enfrentar uma disputa majorotária e deverá ser confirmada mesmo com candidata a deputada federal, deixando o MDB livre para compor aliança para o governo.

A proposta de reforma eleitoral (PEC 125/11) aprovada pela Câmara dos Deputados em 17 de agosto e que foi parcialmente aprovada pelo Senado nesta quarta-feira (22) manteve a proibição das coligações partidárias nas eleições proporcionais (deputados federais, estaduais, distritais e vereadores), mas deixou aberto para a eleição majortária.

segunda-feira, 19 de abril de 2021

Oposição pode reunir até 7 partidos contra grupo dinista em 2022

Os deputados Adriano Sarney, Dr. Yglésio, Wellington do Curso e César Pires iniciaram diálogo com grupos não-alinhado ao dinismo ou pelo menos mais independente.

Enquanto o grupo do governador Flávio Dino (PCdoB) ainda bate cabeça para definir um candidato ao Governo do Estado, a oposição ao governo comunista vem aos poucos se alinhando em torno de um projeto comum: chegar, de forma decisiva, ao segundo turno em 2022.

Com este foco, já há lideranças de pelo menos sete partidos, como MDB, PV, PTB, PL e PSD, além de partidos de média estrutura, como PSC e Podemos.

Para efeito de comparação, se houver composição em torno de um único candidato, o grupo já reúne mais partidos que o senador Weverton Rocha (PDT), pré-candidato mais bem viabilizado no grupo dinista.

As conversas já envolve ao menos quatro pré-candidatos a governador: a ex-governadora Roseana Sarney (MDB), o senador Roberto Rocha (sem partido), deputado federal Josimar de Maranhãozinho (PL) e o prefeito Lahésio Bonfim (sem partido).

Além deles, a oposição pode reunir em torno de um candidato lideranças do porte da ex-governadora Roseana Sarney (MDB), deputados federais como Edilázio Júnior (PSD), Aluísio Mendes (PSC), Hildo Rocha (MDB) e prefeitos com repercussão estadual, do porte de Maura Jorge.

Na Assembleia, um bom grupo de parlamentares – com nomes do peso de Adriano Sarney (PV) César Pires (PV), Wellington do Curso (PSDB) e Dr. Yglesio (PROS) – sonha com a consistência de um grupo não-alinhado ao dinismo; ou pelo menos mais independente.

Para forçar um segundo turno, a reunião de sarneysistas e bolsonaristas em torno de um projeto único tem um objetivo claro: aproveitar-se do racha – ou da falta de consistência do candidato dinista.

Nesta hipótese, poderão disputar efetivamente contra o legado do atual mandatário.

Ou influenciar de forma decisiva a disputa entre dois oriundos do dinismo.