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domingo, 20 de março de 2022

“Minha pré-candidatura tem incomodado muito”, diz Edivaldo Holanda Jr


O ex-prefeito de São Luís e pré-candidato ao governo do Maranhão, Edivaldo Holanda Junior (PSD), afirmou em entrevista publicada na edição deste sábado (19) do jornal O Imparcial que frequentemente é alvo de fake news que tentam colocar em dúvida a sua pré-candidatura. Ele assegurou que assim como foi o primeiro pré-candidato a ter o nome oficializado na disputa pela vaga no Palácio dos Leões, pretende ser o primeiro a registrar a sua candidatura.

“Eu sei que a minha pré-candidatura tem incomodado muito. Toda semana sou surpreendido com fake news circulando, dizem que irei disputar outros cargos. O intuito é confundir a população. Mas seguimos convictos do projeto, eu, meu partido e nossos aliados”, disse Edivaldo.

Na publicação, o pessedista contou que a boa aprovação da população ao fim da sua gestão como prefeito de São Luís o motivou a concorrer ao governo do estado nas eleições deste ano. Para ele, a avaliação positiva é resposta ao trabalho sério nos seus dois mandatos na administração municipal, além da sua contribuição ao longo da trajetória pública.

“Com essa experiência que acumulo, com bons resultados, sei que posso continuar ajudando a transformar a vida das pessoas para melhor, como tenho feito ao longo da minha trajetória de quase vinte anos de vida pública. Fui o primeiro pré-candidato a ter o nome oficializado e pretendo ser o primeiro a registrar a minha candidatura também”, assegurou.

Para continuar fortalecendo a sua pré-candidatura, Edivaldo disse que vai continuar com a sua agenda nos municípios e dialogando com as lideranças e com o cidadão. “Tenho andado por todo o Maranhão, apresentando o meu nome e ouvindo os seus anseios da população. Sempre fiz política dessa forma, conversando diretamente com as pessoas”, explicou.

terça-feira, 25 de janeiro de 2022

Desmonte do palanque nacional do PSD pode afetar Edivaldo


O presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (PSD), abandonou a sua pré-candidatura à Presidência da República, o que pode influenciar Edivaldo Holanda Júnior (PSD) na intenção de concorrer à sucessão de Flávio Dino (PSB).

A desistência de Pacheco deve-se ao seu baixo desempenho nas pesquisas eleitorais. Os últimos levantamentos mostram que o senador conseguiu registrar, no máximo, 1% das intenções de voto.

O ex-prefeito de São Luís apresenta um desempenho um pouco melhor em comparação ao colega de partido, mas ainda assim bem distante do senador Weverton Rocha (PDT) ou da ex-governadora Roseana Sarney (MDB) na disputa pelo Palácio dos Leões.

Edivaldo empatou com Carlos Brandão (PSDB) nas últimas pesquisas. Mas, em algumas regiões do estado, chega a ter 1% das intenções de voto. A desenvoltura média dele depende exclusivamente do eleitorado da capital.


Com informações do Blog Marrapá

quarta-feira, 29 de setembro de 2021

Polícia Federal volta a investigar Covidão na gestão de Edivaldo Holanda Jr


A Polícia Federal cumpriu mandatos de busca e apreensão como parte das investigações de desvios de recursos que deveriam ser usados no combate à Covid-19 em 2020. Segundo as suspeitas, uma organização criminosa fraudava licitações para a contratação de empresas fantasmas.

Denominada de Operação Desmedida, a ação mirou as cidades de São Luís/MA e Paço do Lumiar/MA. Além das investigações, os agentes também atuaram para desarticular o grupo criminoso que atuava na Secretaria Municipal de Saúde de São Luís.

Foram constatadas fraudes em dois processos licitatórios instaurados, em 2020, na secretaria para a contratação de insumos destinados ao combate à COVID-19. À época a capital era governada pelo então prefeito Edivaldo Holanda Júnior, pré-candidato ao Governo do Estado.

A Polícia Federal cumpriu 06 (seis) Mandados de Busca e Apreensão e 06 (seis) Mandados de Constrição Patrimonial, com valores que chegam a 1,2 milhões de reais.

Além de forjarem o processo licitatório, de acordo a Controladoria Geral da União (CGU), também aconteceu superfaturamentos e simulação de vendas.

Se confirmadas as suspeitas, os investigados poderão responder por fraude à licitação (Art. 90, Lei 8.666/93), superfaturamento, simulação de compra e venda (Art. 96, I, IV e V, Lei 8.666/93), peculato (Art. 312 do Código Penal), associação criminosa (Art. 288 do Código Penal) e lavagem de dinheiro (art. 1º da Lei 9.613/98). Somadas, as penas podem chegar a 31 (trinta e um) anos de prisão.

sábado, 11 de setembro de 2021

Josimar articula chapa com Edivaldo para o Senado


Não é segredo para ninguém que o deputado federal Josimar (PL) percorre o Maranhão apresentando-se como pré-candidato ao governo do estado. O peelista tenta se viabilizar e emplacar uma parceria que lhe dê possibilidades de chegar ao segundo turno e, inclusive, com chances de vencer a disputa eleitoral de 2022.

Encostado na parede, Bolsonaro não esquece as eleições nos estados e conversa sobre alianças com aliados. No tiroteio contra os outros poderes, o presidente olha para o mapa do Maranhão e aposta numa vitória de adversários do governador Flávio Dino (PSB) nas eleições do próximo ano. Ele estimula a montagem de um palanque com Josimar e Edivaldo Júnior para revolucionar o processo político no Estado.

O encontro de prefeitos realizado pelo Diretório Estadual do PL, partido com uma das maiores bancadas no Congresso e importantes ministérios no Governo Federal, teria animado o presidente, que aposta num acordo entre os dois políticos maranhenses. O ex-prefeito ludovicense tem força na capital maranhense enquanto o deputado federal hoje conta com um apoio de pelo menos 56 prefeitos.

Com a entrada do Planalto no pleito, a eleição de 2022 poderia se transformar numa disputa das máquinas: estadual versus federal. Quem não tem curtido essa movimentação é o senador Weverton Rocha (PDT), mas esse é um tema para nossa próxima abordagem.

Isaías Rocha

sexta-feira, 6 de agosto de 2021

Edivaldo Jr. pode ser “carta na manga” de Flávio Dino


A confirmação da pré-candidatura do ex-prefeito de São Luís Edivaldo Holanda Júnior a governador – oficializada na quarta-feira, 4, com sua filiação ao PSD – deu um novo tom à disputa pré-eleitoral no Maranhão.

Até agora polarizada entre os dois principais nomes ligados ao Palácio dos Leões – o vice-governador, Carlos Brandão (PSDB), e o senador Weverton Rocha (PDT) – a corrida agora ganha um personagem tão, ou mais, ligado ao governador Flávio Dino (PSB) que aqueles.

Edivaldo torna-se, portanto, uma espécie de “Plano B”.

Mesmo em um partido não alinhado ao governo, o ex-prefeito não rompeu pontes com o governador. Pelo contrário, esteve nos Leões há poucos dias, conversando com Dino e garantindo publicamente que, embora esteja num partido de oposição, será o socialista o seu candidato a senador em 2022.

Essa proximidade e a confiança de Dino em Edivaldo devem deixar Brandão e Weverton de “orelhas em pé”.

Se os dois não se acertarem – ou se não decolarem nas pesquisas -, Edivaldo pode vir a se tornar o “Plano A”, é o que dizem pessoas próximas a ele e a Dino.

Densidade eleitoral ele já mostrou que tem, como ficou claro na mais recente pesquisa Escutec/O Estado, divulgada na primeira quinzena de julho.

Naquela ocasião, mesmo ainda sem partido e sem efetivamente ter-se declarado pré-candidato, ele já aparecia sempre com dois dígitos. E num cenário sem a ex-governadora Roseana Sarney (MDB) assumia o segundo lugar.

Uma dor de cabeça e tanto para o tucano e seu adversário pedetista.

Gilberto Leda

quinta-feira, 5 de agosto de 2021

Sem presença da classe política, Edivaldo se filia ao PSD


Sem presença da classe política maranhense, principalmente, dos prefeitos do próprio partido, assim foi o ato de filiação de Edivaldo Holanda Júnior no PSD, em cerimônia realizada no início desta tarde em Brasília, numa minúscula sala na sede nacional da sigla.

Edivaldo merecia uma “boas-vindas” à sua altura e condizente com seu tamanho político, entretanto, isso não aconteceu. E se a logística da filiação desagradou, o discurso de Edivaldo foi pior ainda. Quem esperava algo contundente, teve de se contentar com palavras mornas.

Com um tom ameno, Holanda Júnior confirmou sua pré-candidatura ao Palácio dos Leões e disse que a partir de agora trabalhará para levar seu nome aos quatro cantos do Maranhão.

Quem participou?
Dos 18 deputados federais maranhenses, apenas um estava no evento, Edilázio Júnior, exatamente o presidente estadual do PSD;

Dos 42 deputados estaduais, apenas um se fez presente, César Pires;

Dos 31 vereadores de São Luís, só um estava lá, Karla Sarney;

Dos 217 prefeitos maranhenses, apenas dois participaram do ato: Letícia de Siba, de Bacurituba e Accioly Cardoso, de São Raimundo das Mangabeiras.

Luz amarela
O pouco prestígio político acendeu a luz amarela no PSD, pois fica nítido que Edivaldo sofrerá resistências em diversos municípios maranhenses nas eleições de 2022. Tornando a tarefa mais difícil para os deputados Edilázio Jr e César Pires (ainda no PV)


quarta-feira, 4 de agosto de 2021

Pecha de ‘inconfiável’ revela início de um triste fim de Edivaldo


É quase unânime na classe política a avaliação de que o ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda, deixou o prefeitura surfando em ondas tranquilas com relação à sua imagem.

Mas ao mesmo tempo em que deixou o Palácio de La Ravardière com uma imagem bem avaliada e popularidade da mesma forma, foi ainda no comando do Executivo da capital que EdeH começou um calvário que nenhum político quer para si: o da falta de confiança.

E o fator determinante para essa falta de confiança aconteceu na eleição de 2020 quando preferiu ficar em cima do muro, um erro crasso em política, que gerou suas consequências naturais.

Durante a eleição, a dúvida assombrou a cabeça de todos. Para Eduardo Braide, Edivaldo fazia o jogo de Flávio Dino, que por sua vez tinha certeza que ele era controlado por Weverton Rocha e Desertores. Na prática, Weverton nunca viu esse apoio.

Resultado, Flávio Dino nunca mais quis recebê-lo; Weverton e sua “Galera Açodada” ensaiaram até uma convocação sua à CPI da Covid-19 em Brasília e Eduardo Braide, nem se fala, jamais vai confiar em fazer qualquer acordo com o isolado e individualista Edivaldo Holanda Júnior.

Ou seja, juventude, carisma e a imagem de bom filho parecem ficar em quinto plano para os principais nomes da política do Maranhão, restando ao desgastado deputado federal Edilázio Júnior (PSD) acolher a perdida ovelha, que por mais que possa aparecer com aprovação popular não descartável, parece viver mais o começo de um triste fim do que propriamente um bom começo.

sexta-feira, 30 de julho de 2021

De como Flávio Dino controla até os passos da oposição para 2022

Conduzindo como quer as ações dos principais candidatos do governo à sua sucessão – inclusive a do ex-prefeito Edivaldo Júnior, que nem filiado é mais à sua base – governador impõe também aos partidos oposicionistas uma pauta que o beneficia diretamente no processo


Dois fatos ocorridos na semana passada demonstram que o governador Flávio Dino (PSB) tem o controle absoluto de sua base e manipula como quer as cordas do processo eleitoral de 2022 no Maranhão:

1 – Principais pré-candidatos governistas, o vice-governador Carlos Brandão (PSDB) e o senador Weverton Rocha (PDT) – obrigados a assinar um “pacto” – são conduzidos pelo próprio Dino, que controla suas ações e impõe aos dois uma agenda comum “e sem brigas”, como a ocorrida no interior, no fim de semana;

2 – Mesmo impondo a Brandão e Rocha um “pacto” obrigatório, Dino recebeu o ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Júnior (PSD) – que não assinou pacto algum e nem mais faz parte de sua base – acatando sua candidatura a governador por um partido de oposição, o que diminui os dois governistas, em troca do apoio ao seu projeto senatorial.

Mas se controla com mão de ferro aliados e “ex-aliados”, a força de Flávio Dino se revelou ainda maior com outros dois fatos, também ocorridos semana passada, mas protagonizados pela oposição:

1 – Após noticias dando conta de que a Justiça Eleitoral irá analisar o processo de cassação de Flávio Dino – pela chamada “farra de capelães” – o MDB, partido hoje presidido pela ex-governadora Roseana Sarney, apressou-se em emitir nota “esclarecendo” que nada tinha a ver com o processo;

2 – Tão logo soube da reunião a portas fechadas de Dino e Edivaldo, o blog Marco Aurélio D’Eça contatou o presidente do PSD, Edilázio Júnior, que admitiu a possibilidade de a chapa de Edivaldo não ter candidato a senador; o ex-prefeito é, agora, uma espécie de candidato “por fora” da base dinista, condição que não foi dada aos demais nomes governistas.

Se isolados, estes fatos já são quase um tratado de força política; em conjunto, mostram o tamanho do poder de Flávio Dino.

Se for mesmo disputar a eleição de senador, Flávio Dino tem apenas pouco mais de oito meses de mandato; mas a tranquilidade com que controla todos os passos de sua sucessão – conduzindo governistas e oposicionistas – faz parecer que ele acabou de assumir o governo.

Não há na história do Maranhão nenhuma liderança que chegou ao final do mandato com tanta força popular – a ponto de não ter adversário para concorrer à vaga que ele escolheu disputar – e tanto vigor político, controlando quem é quem em seu governo e como deve agir a oposição.

Sem adversário para o Senado, decidindo os rumos da sucessão entre governistas e oposicionistas, Flávio Dino deve chegar a 2022 como o maior líder da história maranhense.

Com essas condições que lhe são concedidas por aliados e adversários, pode se tornar o senador mais votado da história, tendo ao seu lado o governador que ele quiser eleger.

E com uma oposição do tamanho que ele quiser.

Por Marco Aurelio D`eça

quinta-feira, 29 de julho de 2021

Econométrica: Roseana 24,6%, Weverton 19,9%, Edivaldo 10,8%; Veja os números


A Pesquisa Econométrica, divulgada pelo programa Ponto e Vírgula, nesta quinta-feira (29), a qual o blog teve acesso, mostra a liderança de Roseana Sarney para o Governo do Maranhão. No cenário estimulado, ela pontua com 24,6%, seguida do senador Weverton Rocha, que tem 19,9%. O ex-prefeito Edivaldo Jr. é o terceiro com 10,8%. Em quarto lugar está o senador Roberto Rocha, com 10,1%. 

O vice-governador Carlos Brandão alcança 10%. O prefeito Dr. Lahesio Bonfim tem 8,3%, o deputado Josimar Maranhaozinho 4,5% e o secretário Simplício Araújo 1%. Nenhum/Branco/Nulo somou 4,1% e Não sabe/Não Respondeu 6,7%.



Rejeição
A maior rejeição é da ex-governadora Roseana Sarney. 42,8% dos entrevistados disseram que não votariam de jeito nenhum nela. Em seguida vem o deputado Josimar Maranhaozinho, que tem 34,2% de rejeição.


Aprovação
Pesquisa do instituto Econométrica mostra que o governo Flávio Dino é aprovado por ampla maioria dos maranhenses.

De acordo com o levantamento, 74,4% dos entrevistados disseram aprovar o governo Flávio Dino. Enquanto 24,3% disseram não aprovar o governador. Não sabe somou 1,3%.

Em relação a gestão do governador no combate à pandemia de Covid-19, 15,5% dos entrevistados disseram que é ótima, 40,3% classificaram como boa. 31,3% acham regular. 7,6% consideram ruim e 4,3% disseram ser péssima. ‘Não sabe/não respondeu somou 1,1%’.


Cenários Weverton x Roberto Rocha/Weverton x Edivaldo



Disputa presidencial
O instituto Econométrica também avaliou a disputa presidencial no Maranhão. Lula lidera com 59,5%, enquanto Bolsonaro tem apenas 23,4%. Ciro Gomes soma 6,5%, Sérgio Moro aparece com 1,3%, João Dória com 1,2% e Mandetta apenas 0,7%.

‘Nenhum/BrandoNulo’ somou 3,6% e ‘não sabe/não respondeu’ 3,9%.

O mais rejeitado é o presidente Bolsonaro, com 68,5%. João Doria tem 28,5% de rejeição, Lula 27,8%, Ciro Gomes 25,6%, Moro 23,5%, Mandetta 14,3%.

Contratada pelo Programa Ponto e Vírgula, a pesquisa ouviu 1.616 pessoas, entre 22 e 25 de julho, com margem de erro de 2,4 pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiabilidade de 95%.

terça-feira, 27 de julho de 2021

Eleições 2022: Roberto Rocha pode compor chapa com Edivaldo no PSD


O desacreditado senador Roberto Rocha (ainda no PSDB) está tentando se filiar no PSD, presidido no Maranhão pelo deputado federal Edilázio Júnior.

Fontes revelam que o senador esteve na residência do genro da desembargador Nelma Sarney, no bairro do Calhau em São Luís, conversando exatamente sobre a possibilidade de ingressar na legenda.

Projetando as eleições de 2022, Roberto quer disputar o senado federal contra Flávio Dino (PSB) mesmo ciente que não tem chances contra o atual governador do Maranhão.

Para Rocha, perder para Dino será a saída mais honrosa antes de um longo período de ostracismo que lhe aguarda, antecedente à sua aposentadoria.

Já o filho do senador, o ex-vereador por São Luís Roberto Júnior, será candidato a federal pelo partido que o pai filiar, obviamente, usando da influência junto ao presidente Jair Bolsonaro, as emendas e as benesses dos cargos do governo federal no Maranhão.

E caso Edilázio aceite Roberto Rocha, o senador poderá repetir a dobradinha que fez nas eleições municipais de 2012, quando foi o candidato a vice-prefeito de São Luís na chapa encabeçada por Edivaldo Holanda Júnior, apesar de para eleições do ano que vem o ex-prefeito tenha assumido compromisso com Dino para o Senado em 2022.

domingo, 25 de julho de 2021

Oposição? Edilázio Júnior e PSD enfrentam dificuldades com Edivaldo


O deputado federal Edilázio Júnior, presidente estadual do PSD tem que resolver e/ou tentar conviver com algo indigesto para as eleições do ano que se aproxima.

O parlamentar é árduo opositor do governador Flávio Dino (PSB) e não abre mão desse posicionamento.

Além de ser integrante familiar do grupo Sarney na política do Maranhão, Edilázio mantém postura contrário ao governo Dino – entre tantos motivos – porque tem convicção que o governador interferiu por duas vezes consecutivas (2017 e 2019) na eleição do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ-MA) em movimentos de bastidores que não permitiram sua sogra, a desembargadora Nelma Sarney, vencer a disputa pela presidência do Palácio Clóvis Bevilácqua.

Portanto, a oposição do comandante do PSD estadual em relação ao Palácio dos Leões é algo pessoal e irreversível.

Porém, dada a dinâmica da política, o pré-candidato a governador do partido de Edilázio é intimamente ligado a Flávio Dino.

Embora estivessem distantes desde o segundo turno das eleições de 2020, semana passada o ex-prefeito de São Luís Edivaldo Holanda Júnior esteve no Palácio dos Leões reunido com o governador do Maranhão em encontro não divulgado pela imprensa e, na oportunidade, deixou muito claro que irá votar com Dino para o senado na eleição de 2022.

O Blog teve conhecimento que nessa reunião também estava presente o presidente estadual do PCdoB, Márcio Jerry. Diante disso, ficam alguns questionamentos:

Como será desbaratado esse nó na eleição do próximo ano?

Como Edilázio irá conciliar essa situação?

Existirá relação de confiança entre o presidente do PSD e o candidato a governador do partido?

Domingos Costa

sexta-feira, 16 de julho de 2021

As possibilidades de Edivaldo nas eleições de 2022


O ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior, se filiará ao PSD, partido comandado no Maranhão pelo deputado federal Edilázio Júnior, aliado da família Sarney e opositor do governador Flávio Dino (PSB), no dia 04 de agosto, em cerimônia que será realizada em Brasília.

Edivaldo deixou a Prefeitura com uma gestão bem avaliada pela população. Apesar de ter passado praticamente três anos inerte, após a sua reeleição, em 2016, o ex-pedetista, utilizando recursos de um empréstimo milionário contraído junto a Caixa Econômica Federal, deixou o gabinete; autorizou dezenas de obras; e entregou outras dezenas em importantes áreas, principalmente nos setores da infraestrutura e paisagismo.

Foi uma virada e tanto, não se pode negar.

Passados seis meses, o ex-prefeito reapareceu na cena política ao anunciar sua filiação à sigla presidida por Edilázio.

O deputado federal já afirmou que Edivaldo será o candidato do PSD a sucessão de Flávio Dino, em 2022.

O projeto ganhou mais entusiasmo, com destaque na mídia, após o ex-prefeito aparecer bem avaliado, com dois dígitos, em uma pesquisa divulgada recentemente pelo Instituto Escutec.

As possibilidades para Edivaldo no pleito do ano que vem são claras. No primeiro cenário, encararia, de fato, uma candidatura ao Palácio dos Leões, sendo que terá um trabalho hercúleo para estadualizar o seu nome e contribuir, em outra ponta, para o crescimento do PSD no Estado – o partido, ano passado, só elegeu cinco prefeitos, só para citar este exemplo – o que lhe daria o suporte necessário para fazer com que o seu projeto ganhasse corpo através de um grupo político que ele pudesse chamar de seu.

No segundo cenário, o ex-prefeito concorreria na eleição majoritária. No entanto, na condição de candidato ao Senado em uma chapa encabeçada por outro nome.

Vale lembrar que PSD e PDT, partido presidido pelo senador Weverton Rocha, pré-candidato ao Palácio dos Leões mais bem avaliado nas pesquisas divulgadas até o momento, mantêm bom relacionamento.

Já no último cenário, Edivaldo disputaria a eleição proporcional – para deputado estadual ou para deputado federal – com amplas chances de vitória.

domingo, 11 de julho de 2021

Weverton e Edivaldo podem estar juntos em 2022


Observadores da política maranhense avaliam que uma junção entre os projetos de Weverton Rocha e Edvaldo Holanda Júnior pode acontecer em 2022.

Por hora, cada um deve seguir o seu caminho: Weverton buscando viabilizar-se como candidato do governador Flávio Dino; Edivaldo tentando construir um caminho de terceira via.

Contudo, avaliam os observadores atentos ao cenário nacional, os dois devem estar no mesmo palanque no pleito do próximo ano, possivelmente na mesma chapa

Edivaldo é liderança inconteste em São Luís. Weverton de longe é o nome mais viável para sucessão no Palácio dos Leões.

A aliança entre os dois é antiga. Com o apoio de Weverton e do PDT, Edivaldo foi eleito prefeito duas vezes. Retribuiu ao apoio ajudando a fazer do senador o político mais votado da história do Maranhão.

quinta-feira, 8 de julho de 2021

Eleições 2022: PTB se afasta de Flávio Dino


Tem repercutido no meio político a não participação da deputada estadual Mical Damasceno (PTB), promovida pelo governador Flávio Dino (PSB), com a sua base política no Palácio dos Leões na última segunda-feira (05).

Ao ser questionada sobre o assunto a parlamentar foi taxativa ¨Como a gente não vai mais andar junto com o governo eu não tinha o que fazer na reunião; Não fazemos mais parte do grupo do governador; e ele já tinha ciência¨, afirmou.

Por outro lado, desde que assumiu o comando do PTB, Mical tem fortalecido o projeto bolsonarista no Maranhão e chegou a dar como certa a filiação do ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Júnior, para concorrer ao governo do estado. Mas diante do anúncio de sua filiação ao PSD ela informou que a prioridade neste momento será a montagem da chapa proporcional.

¨Encerramos a conversa com Edivaldo. Por enquanto não temos mais pressa de sentar com ninguém sobre o governo. A prioridade vai ser a proporcional¨ descartou a parlamentar.

Mical disse que está se dedicando agora à montagem da nova sede do PTB, na Rua do Arizirial, que deve ser inaugurada até o mês de agosto.

Segundo ela, é possível a presença do presidente nacional petebista, Roberto Jefferson, na festa de inauguração.

Marco D`eça

sábado, 3 de julho de 2021

Edivaldo deve se filiar ao PSD ainda no mês de julho


O ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Júnior, deverá ser anunciado neste mês de julho como o mais novo membro do PSD, partido comandado no Maranhão pelo deputado federal Edilázio Júnior.

Desde que deixou o PDT, Edivaldo tem sido assediado por alguns partidos, mas a tendência é que o ex-prefeito da capital maranhense se filie no PSD, a convite do próprio presidente nacional do partido, o ex-ministro Gilberto Kassab.

A filiação de Edivaldo deve acontecer no mesmo dia em que o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, irá também se filiar no PSD. Os dois políticos tem algo em comum, possuem pretensão de disputar as eleições de 2022 para o Executivo.

Edivaldo tem dito aos mais próximos que só vai começar a andar pelo Maranhão após o cenário da pandemia ter melhorado, principalmente em respeito as famílias maranhenses que já perderam entes para a Covid-19.

De qualquer forma, como saiu bem avaliado da Prefeitura de São Luís, após oito anos como prefeito, Edivaldo tem tido seu nome lembrado para a disputa pelo Governo do Maranhão. O ex-prefeito inclusive tem pontuado muito bem nas pesquisas em que teve seu nome inserido e, muito provavelmente, não será diferente na próxima pesquisa Escutec, que será divulgada neste sábado (03), pelo jornal O Estado do Maranhão.

Vale lembrar que Edivaldo é um dos raros políticos do Maranhão que jamais perdeu uma eleição e surge como uma alternativa fortíssima para 2022.