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11 março 2026

Pesquisa Quaest mostra empate entre Lula e Flávio Bolsonaro


A pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (11) mostra empate entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno da eleição presidencial.

Segundo o levantamento, os dois aparecem com 41% das intenções de voto. O resultado indica crescimento do senador em relação à pesquisa anterior, realizada em fevereiro, quando ele tinha 38%, enquanto Lula registrava 43%.

A pesquisa ouviu 2.004 eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 5 e 9 de março. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Outros cenários de segundo turno

O levantamento também testou confrontos entre Lula e outros possíveis candidatos da direita.

Nos cenários simulados, o presidente aparece à frente dos adversários:Lula 42% x 33% contra Ratinho Júnior (PSD)
Lula 44% x 34% contra Romeu Zema (Novo)
Lula 42% x 26% contra Eduardo Leite (PSD)

Os números indicam que Flávio Bolsonaro é atualmente o nome mais competitivo da direita em um eventual segundo turno contra o presidente.

Cenários de primeiro turno

Na simulação de primeiro turno, Lula aparece na liderança com 37% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro, com 30%.

Outros nomes testados foram:Ratinho Júnior (PSD) – 7%
Romeu Zema (Novo) – 3%
Renan Santos (Missão) – 1%
Aldo Rebelo (DC) – 1%

Ainda de acordo com a pesquisa:5% dos entrevistados estão indecisos
16% afirmaram que pretendem votar em branco ou nulo

Intenção espontânea de voto

Na pesquisa espontânea, quando os entrevistados não recebem uma lista de candidatos, Lula aparece com 18% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro registra 10%.

A maioria dos entrevistados (69%) declarou estar indecisa nesse cenário.

O levantamento também mostrou que 1% mencionou o ex-presidente Jair Bolsonaro, que está inelegível e não poderá disputar a eleição.

Avaliação sobre governo e economia

A pesquisa também avaliou a percepção dos eleitores sobre o governo federal.

Entre os entrevistados:59% disseram que Lula não merece continuar por mais quatro anos na Presidência
37% acreditam que ele deveria permanecer no cargo

Sobre o cenário econômico:48% afirmam que a economia piorou nos últimos 12 meses
26% dizem que ficou igual
24% avaliam que houve melhora

Além disso, 58% consideram que o Brasil está na direção errada, enquanto 35% avaliam que o país segue no rumo certo.

21 fevereiro 2026

Após visitar Bolsonaro, Nikolas reage a Eduardo: “Não está bem”


O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), visitou neste sábado (21/2) o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que cumpre pena de 27 anos e 3 meses no 19ºBatalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como Papudinha, em Brasília.

Após a visita, Nikolas falou com a imprensa e reagiu a recentes ataques do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL), “autoexilado” nos EUA, onde atua por retaliações comerciais e políticas contra autoridades brasileiras.

Em recente declaração, o filho 03 de Bolsonaro criticou Nikolas e a madrasta, Michelle Bolsoaro (PL), que, segundo Eduardo, “estão jogando o mesmo jogo” e estão com “amnésia” em relação ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), ungido pelo pai como candidato do clã à Presidência da República.

Nikolas respondeu: “Discordo que eu tenho amnésia e que a Michelle tem amnésia. E diante das situações que estão acontecendo, nós temos o pai dele preso, sofrendo dificuldades de saúde (…). E a prioridade é nos atacar. Então isso diz muito mais sobre eles do que a mim”.

“A Michelle viveu o calvário dela. Ela, acima de tudo, é uma esposa, ela é uma mãe que tem que cuidar de uma filha, que está vindo aqui todos os dias preparando alimento para o marido dela de 70 anos, que está preso injustamente. Então eu acho que o Eduardo não está bem. E eu realmente faço questão de não perder meu tempo com essas divergências, porque eu acredito que a gente tem um Brasil pra salvar”, completou.

Em entrevista ao SBT News, Eduardo Bolsonaro afirmou: “Eu, pelo menos, não vi nenhum apoio da Michelle, nenhum post a favor do Flávio. Ela compartilha o Nikolas a toda hora”. O senador, no entanto, confirmou presença na manifestação convocada pelo deputado no dia 1º de março na Avenida Paulista, em São Paulo.

Para o ex-deputado, o apoio de aliados ligados ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deveria ser mais explícito. “Pessoas que foram eleitas ou estão debaixo do guarda-chuva de Jair Bolsonaro, se dizem seguidoras das suas ordens e determinações, deveriam ter com mais afinco e se dedicado à campanha do Flávio”, declarou.

A visita do parlamentar ocorre em momento de críticas do meio bolsonarista em relação às articulações para as eleições e polêmicas com o PL em Minas Gerais.

No dia 11 de fevereiro, Nikolas afirmou ao podcast Café com Ferri que procura evitar que candidatos “não alinhados aos seus valores” sejam eleitos pela sigla em MG.

Na entrevista, ele deixou em aberto que, caso não tenha controle da chapa no Estado, entenderia como um “convite” para deixar o PL.

A afirmação foi interpretada como um ultimato no PL mineiro. Até então, o nome de Nikolas era apontado como um possível candidato ao governo do estado, mas o parlamentar declarou que disputará um novo mandato na Câmara dos Deputados.

“Vou para a reeleição no Congresso. Agora, mais do que nunca, está provado que minha voz em âmbito nacional é muito importante. E estamos trabalhando para achar um nome para o governo de Minas”, afirmou Nikolas ao Metrópoles.

16 fevereiro 2026

NOVO diz que vai pedir inelegibilidade de Lula por desfile na Sapucaí


O Partido Novo prepara ação no Tribunal Superior Eleitoral para pedir a inelegibilidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A medida será protocolada após o registro oficial da candidatura do petista, que pode ser feito até 15 de agosto, conforme o calendário eleitoral.

A legenda informou que ingressará com Ação de Investigação Judicial Eleitoral sob a alegação de que o enredo da Acadêmicos de Niterói, com ataques a desafetos e adversários, configurou abuso de poder político e econômico ao utilizar recursos públicos para promover a imagem de Lula em período pré-eleitoral.

Segundo o presidente do partido, Eduardo Ribeiro, houve propaganda eleitoral antecipada custeada com dinheiro público. Ele afirmou que não se trata de debate político, mas de fato jurídico, cuja consequência prevista em lei é clara e rigorosa.

Antes de anunciar a nova ação, o Novo já havia adotado outras medidas. Na terça-feira, 10, protocolou representação no TSE acusando Lula e o PT de propaganda antecipada durante o Carnaval de 2026. No pedido, requereu multa de R$ 9,6 milhões e tutela de urgência para impedir a execução do samba-enredo no desfile do próximo ano. O caso ainda não foi analisado.

Na quinta-feira, 12, a sigla também acionou o Tribunal de Contas da União para apurar possível desvio de finalidade e uso indevido da estrutura da Presidência da República na organização do carro alegórico da escola.

15 fevereiro 2026

Prefeitos que deixam o cargo para disputar governos têm só 30% de sucesso desde 2002


Prefeitos de capitais que deixam o cargo antes do fim do mandato para disputar governos estaduais enfrentam um histórico de alto risco eleitoral no Brasil. Levantamento mostra que, desde 2002, apenas seis dos 19 gestores que adotaram essa estratégia conseguiram vencer — um índice de sucesso de cerca de 30%.

O tema volta ao centro do debate com a possibilidade de que prefeitos como Eduardo Paes, no Rio de Janeiro, e João Campos, no Recife, deixem seus cargos até abril para entrar na disputa estadual.

Entre os casos recentes de maior repercussão política, também estão declarações da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que afirmou priorizar os cuidados com o ex-presidente após fala do senador Flávio Bolsonaro sobre eventual candidatura dela ao Senado pelo DF, e a decisão judicial que determinou retratação do deputado Rogério Correia por montagem envolvendo o ex-presidente.

CASOS DE SUCESSO E EXEMPLOS EMBLEMÁTICOS

Entre os prefeitos que deixaram o cargo e conseguiram se eleger governadores, destacam-se dois nomes de São Paulo: João Doria, eleito em 2018, e José Serra, em 2006 — este último alvo de forte escrutínio por ter prometido cumprir o mandato municipal.

Outros casos bem-sucedidos incluem Wilma Faria (Rio Grande do Norte, 2002), Marcelo Déda (Sergipe, 2006) e, em 2010, Beto Richa (Paraná) e Ricardo Coutinho (Paraíba).

Já entre os insucessos figura o ex-prefeito de Porto Alegre Tarso Genro, derrotado em 2002 na disputa pelo governo gaúcho — embora tenha conseguido vencer anos depois, em 2010.

Outro revés recente foi o de Alexandre Kalil, que deixou a prefeitura de Belo Horizonte para concorrer ao governo de Minas Gerais em 2022, mas foi derrotado pelo então governador Romeu Zema ainda no primeiro turno.

Segundo o cientista político Marco Antonio Teixeira, da FGV EAESP, a saída antecipada costuma ser vista pelo eleitor como quebra de compromisso, o que ajuda a explicar o alto índice de derrotas.

O PESO POLÍTICO DA DECISÃO

O episódio envolvendo Serra é frequentemente citado como símbolo desse desgaste. Durante a campanha de 2004, ele assinou compromisso de cumprir o mandato, mas deixou a prefeitura dois anos depois para disputar o governo — e venceu.

A decisão, no entanto, foi explorada posteriormente pelo então prefeito Fernando Haddad na eleição municipal de 2012.

Já João Doria repetiu o movimento: deixou a prefeitura de São Paulo para concorrer ao governo estadual e venceu, mas fracassou ao tentar deixar o cargo de governador para disputar a Presidência, sem conseguir viabilizar sua candidatura nem eleger o sucessor Rodrigo Garcia.

O CENÁRIO NO RIO E EM PERNAMBUCO

No caso do Rio, a eventual candidatura de Eduardo Paes seria inédita entre prefeitos da capital. Historicamente, o único ex-prefeito da cidade que chegou ao governo estadual foi Marcello Alencar, eleito em 1994 após deixar o cargo e mudar de partido, rompendo com Leonel Brizola.

Outro caso fluminense foi o de Anthony Garotinho, então prefeito de Campos dos Goytacazes, eleito governador em 1998.

Analistas avaliam que a cobrança por abandonar o mandato tende a ser menor no caso de Paes, já que a possibilidade era considerada desde a eleição e a escolha do vice Eduardo Cavaliere foi interpretada como sinal de sucessão. A historiadora Marly Motta destaca, porém, que o maior desafio do prefeito será ampliar sua influência fora da capital.

No Pernambuco, João Campos enfrenta cenário semelhante. Ele deve lidar com a força da governadora Raquel Lyra, que pode disputar a reeleição, além do peso da máquina estadual. Como trunfo, carrega o legado familiar de Eduardo Campos e Miguel Arraes.

POSSÍVEIS NOVOS MOVIMENTOS

Outro nome cotado é o prefeito de Maceió João Henrique Caldas (JHC), que avalia deixar o cargo, embora aliados considerem improvável uma candidatura caso o ministro Renan Filho entre na disputa.

Fora das capitais, há precedentes de sucesso, como Cássio Cunha Lima, que deixou a prefeitura de Campina Grande e se elegeu governador da Paraíba.

11 fevereiro 2026

Quaest aponta que diferença de Lula e Flávio Bolsonaro cai para cinco pontos



Pesquisa Quaest, divulgada nesta quarta-feira (11), aponta que o atual presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), seria reeleito em 2º Turno, nas eleições de 2026.

No entanto, o levantamento demonstrou que atualmente o principal adversário do petista é o recém indicado como pré-candidato, o senador Flávio Bolsonaro (PL). Nos sete cenários de 2º Turno testados com nomes da Oposição, as vantagens de Lula variou entre cinco e 19 pontos.

Num eventual enfrentamento de Lula e Flávio Bolsonaro, o petista teria 43% contra 38% do filho do ex-presidente da República, Jair Bolsonaro. Além disso, teríamos 2% de indecisos e 17% branco/nulo. O detalhe é que a diferença segue caindo, afinal era de sete pontos em janeiro e de dez pontos em dezembro.

O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 5 e 9 de fevereiro. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

10 fevereiro 2026

A estratégia de Lula em tirar o Centrão de Flávio Bolsonaro

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 2 principais motivos para querer afastar o Centrão da candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao Planalto. O petista, que tentará à reeleição, quer reduzir o tempo de propaganda do adversário no rádio e na televisão e sem apoio formal dos partidos, facilita a montagem de alianças nos Estados.

Ainda que a televisão e o rádio não sejam mais tão influentes, as propagandas políticas curtas, chamadas de spots, ainda têm impacto por pegar o eleitor de surpresa. Especialmente os mais pobres, que ainda assistem mais à TV aberta e ouvem mais rádio.

A neutralidade do PP e do União Brasil, juntos na federação União Progressista, seria funcional para Lula: reduziria o tempo de TV de Flávio e deixaria palanques estaduais livres, evitando uma nacionalização precoce da disputa. Especialmente no Nordeste, região onde o Centrão tem mais deputados e senadores..

Sem a formalização de apoio a um nome, o tempo de propaganda a quem um partido teria direito é dividido para os candidatos.

A estratégia de Lula, no entanto, pode ter sido prejudicada pela revelação de que o petista recebeu na Granja do Torto, uma das residências oficiais da Presidência, o presidente do PP, Ciro Nogueira, e o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).

No encontro, que foi realizado em 22 de dezembro de 2025, Lula e Ciro firmaram acordos para estabelecer alguns limites sobre como cada lado vai se comportar na disputa eleitoral de 2026. A reunião era para ter sido super reservada, mas vazou para a imprensa. O efeito colateral acabou sendo uma possível aproximação do PP a Flávio, nome que até então encontrava resistência interna no partido.

Depois do vazamento da reunião de dezembro, o senador disse ao Poder360 que o apoio do PP à candidatura do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro “só depende dele [Flávio]”. Ciro quer de Flávio uma campanha menos voltada ao eleitor bolsonarista e mais foco em obter apoios no centro político. 

Ao deixar que a conversa com Ciro se tornasse pública, Lula pode ter dado um presente ao principal adversário. Ainda é cedo para saber se Flávio saberá capitalizar e se o desgaste do chefe do PP será minimizado ao longo do tempo.

Ciro procurou Lula em busca de uma saída negociada. Lula, ao expô-lo, acabou dando exatamente o motivo para ele ir embora – politicamente ferido e empurrado de volta ao colo do adversário.

09 fevereiro 2026

Real Time Big Data divulga pesquisa para presidente da República; veja os números


presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece à frente nas intenções de voto para a eleição presidencial de 2026 em diferentes cenários simulados pela nova pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta segunda-feira (9). O estudo também indica o senador Flávio Bolsonaro (PL) como principal adversário do petista nas projeções estimuladas, com ampla vantagem sobre os demais nomes testados.

No primeiro cenário apresentado pelo levantamento, Lula soma 39% das intenções de voto, mantendo uma liderança confortável. Flávio Bolsonaro aparece em segundo lugar, com 30%. Em seguida, o governador do Paraná, Ratinho Jr. (PSD), registra 10%, ficando bem atrás dos dois primeiros colocados.

Em uma segunda simulação, o instituto substituiu Ratinho Jr. pelo governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD). Nesse recorte, Lula amplia ligeiramente sua vantagem e alcança 40% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro sobe para 32%. Caiado aparece com 6%. Considerando a margem de erro da pesquisa, de dois pontos percentuais para mais ou para menos, o governador goiano fica tecnicamente empatado com o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), que registra 4%.

A Real Time Big Data também testou um terceiro cenário, incluindo o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD). Nessa projeção, Lula mantém 40% das intenções de voto, seguido novamente por Flávio Bolsonaro, com 32%. Eduardo Leite aparece com 5%, em empate técnico com Romeu Zema (4%) e com o ex-presidente da Câmara dos Deputados Aldo Rebelo, que marca 3%.

A pesquisa ouviu 2.000 eleitores em todas as regiões do país, entre os dias 6 e 7 de fevereiro, por meio de entrevistas presenciais. O levantamento tem margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%. O estudo foi realizado com recursos próprios do instituto e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-06428/2026.

29 janeiro 2026

Paraná Pesquisas: Flávio e Tarcísio empatam com Lula em 2º turno


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece em empate técnico com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), em eventuais disputas de segundo turno na eleição de 2026, segundo levantamento do instituto Paraná Pesquisas divulgado nesta quinta-feira (29).

No cenário contra Flávio Bolsonaro, Lula registra 44,8% das intenções de voto, enquanto o senador aparece com 42,2%. Brancos e nulos somam 8,3%, e 4,7% dos entrevistados disseram não saber em quem votar.

Em uma disputa com Tarcísio de Freitas, o petista tem 43,9% das intenções de voto, ante 42,5% do governador paulista. Nesse recorte, 9,1% votariam em branco ou nulo, e 4,6% não souberam responder.

Já contra o governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), Lula aparece à frente, com 44,7% dos votos, contra 38,9%. Brancos e nulos somam 11,4%, enquanto 5% não souberam opinar.

A pesquisa ouviu 2.080 eleitores em todo o país entre os dias 25 e 28 de janeiro. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-08254/2026.

28 janeiro 2026

Caiado estuda deixar União e conversa com 3 siglas para disputar 2026


O Governador de Goiás, Ronaldo Caiado estuda deixar o União Brasil para concretizar seus planos de disputar a Presidência da República em 2026. Caiado ainda negocia com sua legenda atual, mas a coluna apurou que ele abriu conversas com outros três partidos.

As siglas às quais poderá se filiar para enfrentar Lula nas eleições de 2026 são o Solidariedade, o Podemos e o Republicanos, partido do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. Aliado de Jair Bolsonaro, Tarcísio foi apontado como eventual candidato à Presidência antes da indicação do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pelo próprio ex-presidente.

Em entrevista à rádio Novabrasil, concedida nesta terça-feira (27/1), Caiado disse já ter informado à direção do União Brasil sobre a possibilidade de deixar o partido caso não encontre espaço para sua candidatura.

“Já disse para o ACM Neto [vice-presidente nacional do União Brasil] que estou procurando outro partido para me candidatar. Isso é uma realidade que não posso esperar mais. Eu vou até o fim, minha história de vida credencia isso”, afirmou o governador.

Máquina de governo

Caiado defende ainda o lançamento de mais de uma candidatura da direita para enfrentar Lula, que, na avaliação do governador, estaria preparado para disputar o cargo contra apenas um adversário.

“O que Lula quer é um candidato só. Como é que você enfrenta, com um candidato só, uma máquina de governo? Vamos ser realistas. É um governo sem escrúpulos, com uma máquina toda montada para explodir um candidato só”, disse.

16 dezembro 2025

A fala de Tarcísio sobre a candidatura de Flávio Bolsonaro e os ‘adultos na sala’


Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) tem repetido o mesmo discurso toda vez que é questionado em conversas mais reservadas sobre a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à presidência em 2026.

De acordo com o relato de diferentes interlocutores, sempre cuidando de começar dizendo que, por sua formação militar, não vai ser desleal ou ingrato com Jair Bolsonaro, o governador de São Paulo tem deixado claro que não concorda com a candidatura de Flávio – nem com o timing e nem com a escolha do ex-presidente.

Para Tarcísio, ninguém aguenta mais polarização – “esses caras são malucos”, ele costuma dizer, referindo-se aos bolsonaristas – e Lula é um “candidato antigo” e obsoleto.

Por isso, na avaliação dele, vai chegar o momento em que “os adultos vão entrar na sala” e definir uma candidatura de oposição independente do bolsonarismo.

Por “adultos”, entenda-se os governadores da direita, os líderes do Centrão e, claro, ele, Tarcísio.

A base dessa candidatura independente, na avaliação de Tarcísio, seria um projeto de país comum, voltado para a responsabilidade fiscal, uma proposta linha dura na segurança pública e uma reforma política que ele tem citado em termos genéricos.

Quem ouve o governador falar sai da conversa com a certeza de que, se o cavalo da Presidência da República passar selado, ele monta.

31 maio 2021

Flávio Bolsonaro se filia ao Patriota, e partido convida presidente


O senador Flávio Bolsonaro (RJ) anunciou nesta segunda-feira (31/5) sua filiação ao Patriota, partido do qual será líder no Senado — passa a ser o único senador da sigla. O partido tem hoje seis representantes na Câmara dos Deputados. Em participação por videoconferência, Flávio sinalizou que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) também se filiará à sigla.

Na ficha de filiação do senador fluminense consta a data de 26 de maio, quarta-feira da semana passada.

A convenção ainda aprovou o novo estatuto do Patriota, que dá poder de voto aos diretórios estaduais e abre caminho para o controle da sigla por Jair Bolsonaro. O presidente da sigla, Adilson Barroso, afirmou que irá enviar o convite oficial ao presidente da República.

“A minha vinda para esse partido é para somar”, disse Flávio, afirmando ter intenção de construir o maior partido do Brasil após as eleições de 2022.

¨Com muita honra comunico minha filiação ao Patriota. Participei diretamente de sua refundação, em 2018, desde a elaboração de seu Estatuto, com previsão inédita de ser o 1ª partido de direita do Brasil, até a escolha do nome “Patriota”. Que Deus nos abençoe nessa nova jornada!¨, disse Flávio Bolsonoro no Twitter.

22 abril 2021

Bolsonaro articula filiação com Patriota, PMB e DC


Com as eleições de 2022 cada vez mais perto, muito é especulado desde agora. Uma das maiores dúvidas é por qual partido Jair Bolsonaro, que atualmente não tem filiação, irá concorrer para tentar a reeleição. Em entrevista ao jornal O Globo, Flávio Bolsonaro, um dos filhos do presidente, revelou que eles planejam uma coligação com o PSL.

"A tendência é ir para um partido menor", disse o senador do Republicanos. Flávio falou que ele e o pai conversaram com o Patriota, PMB e DC e que, mesmo se o presidente não fechar com o PP ou PSL, já foi feito um compromisso de coligação com os dois partidos para 2022.

Um dos maiores motivos para o presidente procurar um partido menor, segundo o senador, é para ter controle dos diretórios estaduais. "Mesmo que Bolsonaro se filie ao PMB, que não tem deputado, por exemplo, já começaríamos com uma chapa bem forte. Só com PSL e PP na coligação, já iniciamos com 5 minutos de TV", afirmou. Flávio disse que há "conversas bem encaminhadas" também com o PL e o Republicanos.

Ainda falando do PSL, antiga filiação de Bolsonaro, Luciano Bivar, presidente do partido, tinha revelado que planeja lançar uma candidatura própria para concorrer à Presidência. Sobre isso, Flávio disso que "não fará sentido" porque uma aliança está sendo construída para o próximo ano.

"Tanto PP quanto PSL participarão juntos da indicação de nomes para disputar governos estaduais e vagas ao Senado", contou. O filho do presidente disse que a conversa foi firmada com o vice-dirigente do partido, Antonio de Rueda. "Rueda tem carta branca do Bivar para tratar dessas articulações. Bivar sabe que não há mágoa de nada do passado", afirmou.

Apesar disso, o presidente do PSL é crítico da gestão federal da covid-19 no Brasil. "Quem tiver bom senso, vai saber que é uma situação nova, que ninguém nunca teve que enfrentar antes. É inédito para todo mundo. Erros estão no pacote, mas tenho convicção de que acertamos bem mais do que erramos", falou Flávio.

O senador disse que há planos também para o governo do Rio de Janeiro em 2022. "A tendência é Bolsonaro lançar um nome ao Senado e apoiar o governador Cláudio Castro (PSC)", completou.