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Pesquisa mostra cenário equilibrado entre Braide e Orleans na disputa pelo governo
Levantamento divulgado nesta terça-feira (10) pelo Paraná Pesquisas aponta um cenário de equilíbrio na corrida pelo governo do Maranhão. O prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), aparece numericamente na liderança das intenções de voto, mas dentro da margem de erro em relação ao secretário de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão (MDB), o que configura empate técnico entre os dois.
De acordo com o levantamento, Braide registra 34,6% das intenções de voto, enquanto Orleans Brandão soma 30,3%. A margem de erro da pesquisa é de 2,8 pontos percentuais para mais ou para menos, o que coloca os dois nomes em situação de equilíbrio na disputa.
Um dos destaques do estudo é o avanço de Orleans Brandão em relação à pesquisa anterior realizada pelo instituto em agosto de 2025. Naquele levantamento, o secretário aparecia com 20,9% das intenções de voto, contra 33,7% de Braide. No novo cenário, Orleans cresce quase dez pontos percentuais e encurta a distância para o prefeito da capital.
Na sequência da pesquisa aparece o ex-prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahesio Bonfim (Novo), com 16,1%. O vice-governador Felipe Camarão (PT) surge em quarto lugar, com 6,9%. Entre os entrevistados, 5,7% disseram não saber ou preferiram não opinar, enquanto 6,4% afirmaram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos nomes apresentados.
O instituto também simulou cenários de segundo turno. Em um confronto direto entre Braide e Orleans Brandão, o prefeito de São Luís aparece com 47,3% das intenções de voto, contra 39,1% do secretário estadual. Já em uma eventual disputa entre Orleans e Lahesio Bonfim, o secretário teria vantagem, com 47,1%, enquanto o ex-prefeito registraria 36,8%.
Para a realização do levantamento, o instituto ouviu 1.300 eleitores em diferentes regiões do Maranhão entre os dias 5 e 8 de março. A pesquisa tem margem de erro de 2,8 pontos percentuais para mais ou para menos, nível de confiança de 95% e está registrada na Justiça Eleitoral sob o número MA-00634/2026.
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Desfile em homenagem a Lula foi um desastre na avaliação do PT e do Planalto
Todas as pesquisas e trackings que o Palácio do Planalto teve acesso apontam numa só direção: foi catastrófico para Lula o desfile da Acadêmicos de Niterói.
Não só o conjunto da obra não agradou a quem a essa altura o governo deveria querer seduzir — os evangélicos. Foi pior: a ala que representou a “família tradicional” dentro de uma lata de conservas está sendo vista no próprio governo como um desastre.
“Todo um trabalho de aproximação com os evangélicos foi jogado fora”, diz um líder petista.
Um ministro de Lula chega a dizer que essa ala é a “prova de que o governo não teve qualquer interferência na concepção do desfile”.
O fato é que o PT já começou desde ontem a tentar baixar o fogo.
Diz Edinho Silva, presidente do PT:
— A Acadêmicos de Niterói teve e tem autonomia para definir seu enredo e suas alegorias, tentar utilizar uma construção da escola para atacar o presidente Lula chega a ser ridículo; todos sabem do respeito que ele tem pela comunidade evangélica, e pelas suas lideranças.
(Lauro Jardim)







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