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terça-feira, 9 de novembro de 2021

Flávio Dino ainda sonha em ser vice de Lula


Ao que tudo indica, parece que o governador Flávio Dino (PSB) pensa que ainda tem chance de montar uma chapa com Lula para disputar as eleições presidenciais de 2022. O comuno-socialista maranhense segue plantando, via aliados da imprensa em veículos nacionais, que pode ser vice do petista. Não passa de mais um delírio.

Isso porque Dino está cada vez mais sendo esvaziado do debate nacional. Se antes, no PCdoB, ele tinha todos os holofotes, principalmente quando rebatia os discursos do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), hoje ele tem que disputar o palco com outros nomes com grande destaque nacional dentro do próprio PSB, como o Paulo Câmara, governador de Pernambuco; o deputado federal Marcelo Freixo; e o ex-governador de São Paulo, Márcio França.

E agora ainda surge a possibilidade de Geraldo Alckmin (PSDB) se filiar ao PSB e compor a chapa com Lula em 2022, fato esse que coloca ainda mais na sombra as pretensões nacionais do comuno-socialista.

No Maranhão, a “Era Dino” está chegando ao fim com mais de 60% dos maranhenses passando fome (veja aqui). Enquanto isso, Lula, ao término do seu mandato, retirou cerca de 40 milhões de brasileiros da pobreza. Dessa forma, faltam resultados que credenciem Dino para a formação da chapa com o petista.

Em agosto deste ano, Lula descartou a possibilidade de ter Flávio Dino como vice e deixou claro que, se chegar ao Planalto, quer o comuna-socialista no Senado Federal.


Com informações do Blog Marrapá

domingo, 3 de outubro de 2021

Flávio Dino já experimenta riscos para o Senado

Indefinição quanto ao seu candidato ao governo, dificuldade de unificar sua base de apoio e problemas graves em sua gestão – como o “Mais Impostos”, o aumento da miséria e a falência da Caema – acendem luz amarela na campanha do governador, que pode ter dificuldade contra outros candidatos.


Mesmo disputando praticamente sozinho a vaga de senador nas eleições de 2022 – e mesmo após oito anos de mandato de governador, o socialista Flávio Dino enfrenta momento delicado em sua pré-campanha.

Os números da pesquisa Escutec divulgados neste sábado, 2, pelo jornal O EstadoMaranhão mostram que a situação do governador não é das melhores e pode ser claramente ameaçada por outro candidato que consiga uma chapa de peso.

De acordo com a Escutec, Dino tem apenas 44% das intenções de votos em um cenário em que aparecem apenas ele, o senador Roberto Rocha (23%), e o deputado federal Josimar de Maranhãozinho (7%).

Neste cenário, os indecisos e os que não votam em nenhum destes somam 26%, suficientes para agregar a outros adversários e dificultar ainda mais a vida do socialista.

Essa possibilidade se confirma com o cenário sem Flávio Dino; neste caso, Roberto Rocha vai a 42%, praticamente o mesmo percentual de governador, seguido por Josimar, com 11%, e pelo presidente da Assembleia Legislativa, Othelino Neto, com 9%.

Faltando seis meses para deixar o posto, Flávio Dino enfrenta o pior momento do seu mandato, com fracassos retubantes na gestão – a exemplo do aumento da miséria no Maranhão – e problemas estruturais graves, como o aumento de impostos e a falência da Caema.

Somados aos erros políticos estratégicos, a incapacidade de unificar sua base e a insistência em debates nacionais, seus índices para senador correm riscos de minguar.

E é preciso acrescentar que outros nomes ainda nem foram pesquisados nesta disputa, como o a ex-governadora Roseana Sarney (MDB) e o do presidente da Famem, Erlânio Xavier (PDT).

Marco D'eça

sábado, 2 de outubro de 2021

Roseana e Weverton lideram, fantasma da derrota assombra Flávio Dino


Se depender dos números apresentados pela pesquisa Escutec/O Estado de intenção de votos para governador, senador e presidente da República, o governador Flávio Dino (PSB) deve perder alguns dias de sono. Além de ver adversários crescendo, comunista começa a ver, mesmo que distante, fantasma de uma possível derrota para o senado. A pesquisa Escutec/O Estado identificou que Flávio Dino ocupa a vice-liderança em rejeição entre TODOS os candidatos.

De acordo com os números, a derrota do possível candidato do comunista ao governo do Maranhão, o vice Carlos Brandão (PSDB), se torna a cada dia mais provável. Além disso, os números também revelam que o próprio Flávio Dino não pode assegurar que irá ser eleito senador no ano que vem após deixar o governo.

A pesquisa analisou vários cenários e pode ser encarada de forma positiva apenas pela ex-governadora Roseana Sarney (MDB) e pelo senador Weverton Rocha (PDT), que cristalizou a posição de segundo colocado.

O senador Roberto Rocha (sem partido), que a cada dia vai despontando como possível adversário do governador Flávio Dino, também apareceu bem no levantamento.

Apesar de ainda não assegurar sua candidatura, Roseana foi colocada em três cenários. No primeiro, ela aparece com 26%. Seguida por Weverton Rocha (20%), Edivaldo Júnior (12%) e o vice-governador Carlos Brandão (10%). Logo aparece Roberto Rocha (9%) e o prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahesio Bonfim (5%). Completam a lista Simplício Araújo (4%), Josimar de Maranhãozinho (3%) e o Felipe Camarão (2%).

No segundo cenário, apenas com seis candidatos, os números foram os seguintes: Roseana (30%), Weverton (20%), Edivaldo (14%), Carlos Brandão (12%), Roberto Rocha (11%) e Josimar de Maranhãozinho (5%).

Sem a ex-governadora na disputa e com oito postulantes, os resultados foram os seguintes: Weverton (24%), Edivaldo Júnior (17%), Roberto Rocha (14%), Brandão (11%), Lahesio (8%), Josimar (5%), Simplício (5%) e Felipe Camarão (3%). Cerca de 15% dos eleitores estão indecisos ou não quiseram responder.

Para a disputa no senado, em um cenário com o governador, o resultado alcançado pelos concorrentes foi: Flávio Dino (44%), Roberto Rocha (23%) e Josimar de Maranhãozinho (7%).

No cenário de rejeição, Maranhãozinho tem 25%, Flávio Dino, 21% e Roberto Rocha, 11%.

quinta-feira, 30 de setembro de 2021

Irmão de Mical Damasceno continua recebendo R$ 10 mil no governo Dino


Spurgeon Costa Damasceno, filho do pastor Pedro Aldi Damasceno, ex-presidente da CEADEMA – Convenção Estadual das Assembleias de Deus no Maranhão, continua desfrutando de um “gordo” cargo no governo do Maranhão mesmo após sua irmã, a deputada estadual Mical Damasceno ter anunciado rompimento com o governo Flávio Dino (PSB).

Spurgeon Damasceno, que também é pastor da IEAD, ocupa o cargo de adjunto da Secretaria de Relações Institucionais do Maranhão (SRI), cujo titular da pasta é o também pastor assembleiano Enos Henrique Nogueira Ferreira, filho do ex-deputado federal Costa Ferreira.

O salário do irmão da deputada gira em torno de R$ 10 mil reais. Ele não foi exonerado do cargo depois que Mical Damasceno disse, no dia 07 de junho deste ano, que estava rompida com o Palácio dos Leões.

“Não fazemos mais parte do grupo do governador e ele já tinha ciência”, externou a parlamentar em entrevista ao jornalista Marco D’Eça, logo após limpar durante aquela madrugada a ponte do São Francisco que tinha sido pinchada com os dizeres ‘Fora Bolsonaro’.

De lá pra cá, já se passaram mais de quatro meses, e nesse tempo, a deputada participou de inúmeros movimentos de ruas em favor do presidente da República, Jair Bolsonaro, desafeto político do governador do Maranhão.

E de forma simultânea, Mical que é presidente estadual do PTB, coleciona afagos nas redes sociais em favor do presidente nacional da sigla, o mensaleiro Roberto Jefferson, atualmente preso por incentivar a destituição do STF.

E depois ainda aparecem loroteiros para afirmar que o governo Flávio Dino é perseguidor, o que na prática, é uma tremenda mentira!

sábado, 25 de setembro de 2021

Poluidor de praias, Flávio Dino defende meio ambiente em conferência


O despejo de milhões de litros de esgotos nas praias de São Luís aparentemente credenciou o governador Flávio Dino a falar sobre meio ambiente. O comunista participou nesta semana do GLF Amazônia (Global Landscapes Forum). A conferência internacional reuniu cientistas, políticos, jornalistas, ativistas e líderes de grupos afrodescendentes e indígenas, entre outros, para debater soluções de preservação da floresta amazônica.

Desde que assumiu o governo do estado, Flávio Dino tem tentado passar a ideia de ser um defensor do meio ambiente. Ao mesmo tempo, seu governo fracassou em absolutamente todos os setores ligados ao debate.

Entre os casos mais grotescos, está o despejo de esgotos nas praias de São Luís de forma indiscriminada pela Companhia de Águas e Esgotos do Maranhão (CAEMA). A empresa é controlada pelo governo do estado.

Além disso, Flávio Dino também ordenou desmatamento de uma grande área de reserva ambiental em São Luís para a construção de um parque.

No governo do comunista também avançaram as queimadas no estado.

No início do seu primeiro mandato, governador também autorizou o uso da força policial na expulsão de uma comunidade quilombola no Cajueiro, área nas proximidades do Porto do Itaqui. Além do desastre humanitário, a ação também abriu as portas para que o lugar abrigasse mais empresas poluidoras.

O governador participou da plenária “Como construir um modelo de desenvolvimento endógeno?”, mediada pela jornalista Miriam Leitão. Mesmo sendo mandatário de um governo que não liga para o meio ambiente, Flávio Dino conseguiu ludibriar os demais participantes com seu discurso desconexo da realidade.

“Nós precisamos de um modelo de economia verde que garanta que os 30 milhões de brasileiros e brasileiras que moram na Amazônia tenham seus direitos sociais atendidos. Então, nós partimos da visão segundo a qual não existe sustentabilidade ambiental sem sustentabilidade social e vice-versa”, mentiu Flávio Dino.

quarta-feira, 22 de setembro de 2021

Deputado denuncia sabotagem dos governadores para aumentar preço dos combustíveis


Em entrevista à equipe da TV JCO, em Brasília, o deputado federal Carlos Jordy (PSL-RJ) falou algumas verdades sobre o cenário político nacional e não poupou ninguém! Ele denunciou o golpe de alguns governadores para aumentar o preço dos combustíveis e sabotar o governo Bolsonaro.

“O presidente Bolsonaro não tem culpa alguma nisso. No início do ano, ele zerou os tributos federais sobre os combustíveis. Quando ele zerou, os governadores aumentaram ainda mais o ICMS para ter mais arrecadação”, explicou.Continua depois da publicidade. Ele também criticou a implantação do passaporte sanitário, segundo ele, um verdadeiro atentado aos direitos individuais. “Muitos prefeitos totalitários, como Eduardo Paes, começam a tomar atitudes para forçar os cidadãos a se vacinar. Eu soube que o prefeito de Nitéroi, Axel Grael, que envergonha o nome da família Grael, que é uma família renomada de esportistas, está querendo implantar o passaporte sanitário em Niterói, minha cidade”, desabafou.

A culpa é do Bolsonaro?

Em análise certeira, o deputado Carlos Jordy mostrou como o velho sistema sente-se livre para agir.

“Os ministros do Supremo, sabendo que nada cai na conta deles, dobram a aposta. Eles fazem essa disputa pública de poder e, no final das contas, se a economia for mal, vai cair na conta do presidente Bolsonaro”, ressaltou.

Se eles infligem sofrimento ao povo para atingir o presidente, não merecem nossa confiança...

De forma corajosa, o deputado Carlos Jordy falou ainda sobre os crimes de Lula, a terceira via que tenta pavimentar caminho para os velhos caciques de esquerda, censura no Brasil e muito mais!

sábado, 18 de setembro de 2021

Roseana Sarney questiona os altos preços dos combustíveis no Maranhão


A ex-governadora Roseana Sarney (MDB) entrou na discussão sobre os altos preços dos combustíveis no Maranhão. Ela comentou o assunto após a polêmica sobre o aumento do Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF) dos combustíveis, que foi aprovado pelo governo do Maranhão. O Ato COTEPE n° 34/2021 mostra que o Maranhão reajustou o preço de R$ 5,71 para R$ 5,92.

Roseana fez questão de enfatizar que o preço praticado do ICMS no Maranhão só fica atrás do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Piauí.

“O governo do Rio Grande do Sul reduziu o ICMS da gasolina de 30 para 25%. Por que não fazemos o mesmo no Maranhão? Veja como está a incidência do imposto nos demais estados brasileiros, publicada pelo Valor”, escreveu Roseana.

O debate sobre os altos preços dos combustíveis já foi explorado na Assembleia Legislativa do Maranhão. O deputado estadual Wellington do Curso foi o primeiro a abordar o assunto logo após o aumento do PMPF.

O assunto também ganhou forte discussão nos grupos de instantâneas e nas redes sociais. A maioria das pessoas reclamava dos altos preços da gasolina e do diesel comercializados no Maranhão, preços esses que têm prejudicados diversas famílias e têm feito o valor de alimentos e serviços aumentarem.

Silvia Tereza

domingo, 12 de setembro de 2021

Aliado de Brandão chama Flávio Dino de homossexual e comunista

Flávio Dino ao lado do prefeito de São Mateus, Ivo Rezende, e de Miltinho Aragão

Em um áudio descontrolado, o pai do prefeito de São Mateus do Maranhão, Ivo Rezende (PSB), conhecido por Francisco Aragão, usou palavras depreciativas e homofóbicas ao se referir ao governador Flávio Dino (PSB) como "baitola, homossexual e comunista". O pai do prefeito é, também, irmão do ex-prefeito Miltinho Aragão, um dos coordenadores de campanha do pré-candidato a governador, Carlos Brandão (PSDB).

Miltinho que tem atuado fortemente para viabilizar a pré-candidatura de Carlos Brandão ao governo do estado, se encontra numa verdadeira "saia justa" com as declarações do seu irmão, pois já era de conhecimento público da classe política que os aliados de Brandão não tem nenhuma simpatia com as ideologias de Flávio Dino. 

Para alguns observadores, a postura de Brandão é de um político conservador que tenta se aproximar do campo progressista no afã de se viabilizar como candidato oficial do governador Flávio Dino que ainda desfruta de grande prestígio eleitoral perante os maranhenses.

Ouça o áudio aqui

sexta-feira, 10 de setembro de 2021

Flávio Dino vai reunir novamente Carlos Brandão e Weverton Rocha


Governador ainda tenta garantir apoio para uma candidatura única em sua base, mesmo diante da intensa movimentação dos dois principais candidatos

Brandão e Weverton vão ouvir novamente Flávio Dino em, reunião no Palácio dos Leões

O governador Flávio Dino deve se reunir nos próximos dias com o vice-governador Carlos Brandão (PSDB) e com o senador Weverton Rocha (PDT).

Na pauta as eleições 2022.

Dino quer avaliar o momento da movimentação de cada um dos aliados e tentar, novamente, um consenso entre eles para definição de candidatura única na base governista.

Em julho, Dino definiu as regras para escolha do seu sucessor e chegou a definir novembro como mês para esta definição.

Weverton e Brandão têm se movimentado intensamente pelo interior em busca de formação de alianças e de captação de apoios nos municípios.

Na conversa, Flávio Dino deve reafirmar o interesse em uma candidatura única.

Embora essa possibilidade esteja cada vez mais remota.

sábado, 4 de setembro de 2021

Flávio Dino começa a questionar a lealdade de Brandão


O governador Flávio Dino não anda muito satisfeito com o que tem ouvido a respeito do vice Carlos Brandão.

Nos últimos dias, chegou aos ouvidos dos leões palacianos a repercussão de supostas declarações feitas pelo tucano a empresários e políticos maranhenses.

De acordo com o que apurou o blog do Filipe Mota, as falas de Brandão vão de encontro ao que Dino espera do vice quando sair do governo para concorrer ao Senado.

Prefeitos ouvidos por esta página relatam que o tucano repete que “fará um governo dele”, “com um secretariado de sua confiança” e que “será candidato a reeleição queira Flávio Dino ou não”.

Outros dizem ter ouvido ele prometer usar a caneta para enquadrar os secretários Márcio Jerry, Ricardo Capelli e Felipe Camarão assim que se sentar na cadeira de governador.

Verdade ou não, o fato é que Dino passou a desconfiar da lealdade de Brandão depois de receber os mesmos relatos oriundos de várias fontes.

Não é por acaso que ex-comunista começou a blefar com a possibilidade de terminar o mandato no cargo e apoiar Felipe Camarão para governador.

O que acabou por acentuar ainda mais as divergências na linha sucessória do Palácio dos Leões.

sábado, 28 de agosto de 2021

Prefeitos insatisfeitos com Dino querem lançar candidato ao Senado


Cresceu silenciosamente o movimento encabeçado por alguns prefeitos, vereadores, deputados estadual e federal, e outras lideranças, para a escolha de um nome que possa disputar contra Flávio Dino o mandato ao Senado Federal em 2022.

Nos últimos dias tem sido bastante badalado o nome do presidente da Famem e prefeito de Igarapé Grande, Erlânio Xavier, para ser a alternativa ao nome de Flávio Dino.

A manifestação decorre do péssimo tratamento dispensado pelo atual governador aos gestores e aos políticos aliados. São prefeitos que não são atendidos em suas demandas para os municípios, tanto que Dino não tem o apoio da atual maioria e ainda perdeu com seus candidatos nos principais colégios eleitorais em 2020.

Na Assembleia Legislativa, embora vote nas matérias governamentais, a insatisfação é nítida por causa da ausência das liberações das emendas e das promessas não cumpridas.

O presidente da Famem ainda não se pronunciou oficialmente se recusa ou aceita a missão, mas o movimento vem ganhando corpo. Por isso, Dino já não descarta a ideia de ficar até o final do mandato (reveja aqui) ou aceitar ser o vice de Lula, o que é pouco provável.

Nos últimos tempos, a pré-candidatura do governador ao Senado vem enfraquecendo. Circula uma pesquisa interna que mostra cenários nada animadores para Flávio Dino.

Em São Luís, o nome de Edivaldo Holanda ao Senado tem o triplo do que foi levantado para Dino. Na região Sul do Maranhão, o governador perde feio até para o senador Roberto Rocha.

Caso fique até o final do mandato, a esperança de Flávio é Lula ganhar a presidência da República para que ele possa ser ministro.

quinta-feira, 26 de agosto de 2021

Governador do DF diminui ICMS da Gasolina; Flávio Dino tem coragem?

Desde que assumiu o governo, Flávio Dino já subiu por oito vezes, alíquota do ICMS


O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), enviou à Câmara Legislativa do DF, um Projeto de Lei que prevê a redução da alíquota do Imposto Sobre Mercadorias e Serviços – ICMS cobrada sobre os combustíveis. A proposta é que os valores caiam 3 pontos percentuais em três anos, a contar de janeiro de 2022. Assim, o tributo praticado no Distrito Federal voltaria o patamar praticado há seis anos e ficaria no menor percentual do imposto cobrado nacionalmente.

Atualmente, a alíquota do ICMS no DF para o álcool e a gasolina é de 28% e, no caso do diesel, 15%. Os valores, no entanto, são praticados desde 2016, sem sofrer qualquer reajuste nesta gestão. De acordo com o texto do PL, até 2024, o governo abriria mão de uma receita tributária de mais de R$ 345,4 milhões e praticaria as alíquotas reduzidas de 25% e 12%, respectivamente. Isto faria o DF retomar a menor taxa de ICMS praticada no Brasil, que gira entre 25% e 30% atualmente.

No Maranhão, no Governo Flávio Dino (PSB) é cobrada uma alíquota de 30,5%, no preço da gasolina, isso que dizer, que a cada R$ 1 que o contribuinte paga R$ 0.30,5 (Trinta e Um Centavos), arredondando!

No Maranhão, ao contrário do Distrito Federal, a alíquota de impostos do ICMS já foi aumentada em oito vezes, em menos de oito anos do governo Dino.

A população maranhense já fez as contas e sabe que o principal culpado pela alta dos combustíveis é o Governo Flávio Dino, com um ICMS surreal de 30,5%.

quinta-feira, 19 de agosto de 2021

Flávio Dino vai gastar R$ 25 milhões apenas com lanches no Palácio dos Leões

Gasto consta de edital de licitação no valor global de R$ 46,6 milhões, aberto pelo comunista para contratação de alimentos para a despensa da sede do governo; garrafa de água mineral de 500 ml chega a custar mais de R$ 2,00


O Edital de Licitação número 0047924/2018, publicado na sessão “Terceiros” do Diário Oficial do Estado, em 10 de julho de 2018, prevê o gasto de R$ 46,6 milhões para compra de produtos para a despensa do Palácio dos Leões.

Autorizada pelo governador Flávio Dino (PCdoB) a contratação prevê gastos de R$ 25 milhões apenas na compra de lanches, cada um a R$ 30,00.

São mais de 1 milhão de lanches até o final do governo.

O que chama atenção no gasto com este tipo de coisa para o Palácio dos Leões é o fato de Flávio Dino ter criticado o governo anterior por contratar este mesmo tipo de serviço.

Na sua lista de compra para o Palácio dos Leões, Flávio Dino não fez questão de economizar. Vai gastar, por exemplo, R$ 64,00 por cada unidade de quentinha.


PROVA CABAL. Documento da licitação publicado no blog de Filipe Mota. Contrato já em andamento

Segundo revelou o blog de Filipe Mota, umas das empresas participantes da licitação, Vitória Serviços Gerais e Empreendimentos LTDA., ainda tentou impugnar o certame, mas teve seu pedido indeferido em 23 de julho. (Leia aqui)

O edital do Palácio dos Leões é mantido em sigilo pelo governo comunista e não se tem acesso às informações no Portal da Transparência, o que torna difícil saber questões como a vencedora e a vigência.

No debate da TV Mirante, Flávio Dino mentiu quando questionado sobre os gastos pela ex-governadora Roseana Sarney.

– Trata-se de Ata de Registro de preço, com validade de cinco anos, que poderia ou não se tornar gasto efetivo” – afirmou Dino.

O D.O.E. desmente o comunista e prova que o gasto de R$ 46,6 milhões está em plena efetivação.

E talvez por tantos lanches o governador exibiu sobrepeso no programa da TV Mirante…

quarta-feira, 18 de agosto de 2021

Aliados forçam a barra para incluir Brandão em agenda de Lula


Os aliados do vice-governador Carlos Brandão (PSDB) tentam, desde a última segunda-feira, 16, agendar um encontro pessoal do tucano com o ex-presidente Lula (PT), que desembarca em São Luís nesta quarta-feira, 18.

Além da agenda pública, Lula tem encontros pessoais já confirmados apenas com o ex-presidente José Sarney (MDB) e com o senador Weverton Rocha (PDT), candidato a governador preferido pela cúpula nacional do PT.

Os apoiadores de Carlos Brandão no Palácio dos Leões – curiosamente, a maioria anti-Lula e ligada ao PSDB – usam a articulação do governador Flávio Dino (PSB) para criar uma agenda própria entre o petista e o vice.

Dino receberá Lula em um jantar na noite desta quarta-feira, 18.

Segundo apurou o blog Marco Aurélio D’Eça, pressionado pelos brandonistas, o governador ainda tentou incluir apenas Brandão nesta agenda, mas foi orientado pelo próprio Lula a chamar também auxiliares, deputados federais, estaduais, e os dois outros pré-candidatos da base: o próprio Weverton e o secretário Simplício Araújo (Solidariedade).

A Brandão, mesmo filiado ao PSDB, foi franqueada a presença nos eventos públicos de Lula, ao lado de Flávio Dino, como a visita a uma creche de tempo integral, nesta quinta-feira, 19.

A reunião com Sarney ocorre nesta quinta-feira, 19, mas ainda não está definida se pela manhã, à tarde ou à noite.

Já o encontro pessoal com Weverton Rocha se dará na sexta-feira, 20, e tratará do processo eleitoral de 2022, no Brasil e no Maranhão.

Marco D'eça

domingo, 8 de agosto de 2021

Mical confirma voto em Bolsonaro e aguarda PTB decidir para o Governo e Senado


Indagada sobre a posição quanto ao candidato a governador no próximo ano, Mical Damasceno informou que as eleições para o governador é casada com a de senador, mas que seu partido ainda não tomou decisão.

A parlamentar disse que tem respeito e admiração pelo governador Flávio Dino, mas que a decisão de votar para senador em 2022 caberá ao PTB, partido que ela dirige no Maranhão.

A única certeza é a votação e a luta pela reeleição de Jair Bolsonaro, que terá o apoio nacional e local do PTB. “Não mediremos esforços para reeleger nosso presidente para que o Brasil continue dando certo”, afirmou.

sexta-feira, 6 de agosto de 2021

Edivaldo Jr. pode ser “carta na manga” de Flávio Dino


A confirmação da pré-candidatura do ex-prefeito de São Luís Edivaldo Holanda Júnior a governador – oficializada na quarta-feira, 4, com sua filiação ao PSD – deu um novo tom à disputa pré-eleitoral no Maranhão.

Até agora polarizada entre os dois principais nomes ligados ao Palácio dos Leões – o vice-governador, Carlos Brandão (PSDB), e o senador Weverton Rocha (PDT) – a corrida agora ganha um personagem tão, ou mais, ligado ao governador Flávio Dino (PSB) que aqueles.

Edivaldo torna-se, portanto, uma espécie de “Plano B”.

Mesmo em um partido não alinhado ao governo, o ex-prefeito não rompeu pontes com o governador. Pelo contrário, esteve nos Leões há poucos dias, conversando com Dino e garantindo publicamente que, embora esteja num partido de oposição, será o socialista o seu candidato a senador em 2022.

Essa proximidade e a confiança de Dino em Edivaldo devem deixar Brandão e Weverton de “orelhas em pé”.

Se os dois não se acertarem – ou se não decolarem nas pesquisas -, Edivaldo pode vir a se tornar o “Plano A”, é o que dizem pessoas próximas a ele e a Dino.

Densidade eleitoral ele já mostrou que tem, como ficou claro na mais recente pesquisa Escutec/O Estado, divulgada na primeira quinzena de julho.

Naquela ocasião, mesmo ainda sem partido e sem efetivamente ter-se declarado pré-candidato, ele já aparecia sempre com dois dígitos. E num cenário sem a ex-governadora Roseana Sarney (MDB) assumia o segundo lugar.

Uma dor de cabeça e tanto para o tucano e seu adversário pedetista.

Gilberto Leda

sexta-feira, 30 de julho de 2021

De como Flávio Dino controla até os passos da oposição para 2022

Conduzindo como quer as ações dos principais candidatos do governo à sua sucessão – inclusive a do ex-prefeito Edivaldo Júnior, que nem filiado é mais à sua base – governador impõe também aos partidos oposicionistas uma pauta que o beneficia diretamente no processo


Dois fatos ocorridos na semana passada demonstram que o governador Flávio Dino (PSB) tem o controle absoluto de sua base e manipula como quer as cordas do processo eleitoral de 2022 no Maranhão:

1 – Principais pré-candidatos governistas, o vice-governador Carlos Brandão (PSDB) e o senador Weverton Rocha (PDT) – obrigados a assinar um “pacto” – são conduzidos pelo próprio Dino, que controla suas ações e impõe aos dois uma agenda comum “e sem brigas”, como a ocorrida no interior, no fim de semana;

2 – Mesmo impondo a Brandão e Rocha um “pacto” obrigatório, Dino recebeu o ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Júnior (PSD) – que não assinou pacto algum e nem mais faz parte de sua base – acatando sua candidatura a governador por um partido de oposição, o que diminui os dois governistas, em troca do apoio ao seu projeto senatorial.

Mas se controla com mão de ferro aliados e “ex-aliados”, a força de Flávio Dino se revelou ainda maior com outros dois fatos, também ocorridos semana passada, mas protagonizados pela oposição:

1 – Após noticias dando conta de que a Justiça Eleitoral irá analisar o processo de cassação de Flávio Dino – pela chamada “farra de capelães” – o MDB, partido hoje presidido pela ex-governadora Roseana Sarney, apressou-se em emitir nota “esclarecendo” que nada tinha a ver com o processo;

2 – Tão logo soube da reunião a portas fechadas de Dino e Edivaldo, o blog Marco Aurélio D’Eça contatou o presidente do PSD, Edilázio Júnior, que admitiu a possibilidade de a chapa de Edivaldo não ter candidato a senador; o ex-prefeito é, agora, uma espécie de candidato “por fora” da base dinista, condição que não foi dada aos demais nomes governistas.

Se isolados, estes fatos já são quase um tratado de força política; em conjunto, mostram o tamanho do poder de Flávio Dino.

Se for mesmo disputar a eleição de senador, Flávio Dino tem apenas pouco mais de oito meses de mandato; mas a tranquilidade com que controla todos os passos de sua sucessão – conduzindo governistas e oposicionistas – faz parecer que ele acabou de assumir o governo.

Não há na história do Maranhão nenhuma liderança que chegou ao final do mandato com tanta força popular – a ponto de não ter adversário para concorrer à vaga que ele escolheu disputar – e tanto vigor político, controlando quem é quem em seu governo e como deve agir a oposição.

Sem adversário para o Senado, decidindo os rumos da sucessão entre governistas e oposicionistas, Flávio Dino deve chegar a 2022 como o maior líder da história maranhense.

Com essas condições que lhe são concedidas por aliados e adversários, pode se tornar o senador mais votado da história, tendo ao seu lado o governador que ele quiser eleger.

E com uma oposição do tamanho que ele quiser.

Por Marco Aurelio D`eça

quinta-feira, 29 de julho de 2021

Alta de preços dos combustíveis é culpa de Bolsonaro, diz Flávio Dino


O presidente Jair Bolsonaro voltou a afirmar que a culpa pela alta de preços dos derivados de petróleo, como o botijão de gás e os combustíveis, é dos governadores do país. Para Bolsonaro, os tributos estaduais são os responsáveis e os governadores deveriam, nas suas palavras, colaborar para o fim desses impostos.

O repórter Jô Miyagui, do Seu Jornal, na TVT, conversou sobre o assunto com o governador do Maranhão, Flávio Dino, que desmente Bolsonaro. “Este tema relativo aos impostos deve ser resolvido pelo Congresso Nacional no âmbito da reforma tributária. Eu particularmente sou a favor do fim do ICMS, eu acho que ele deve ser extinto no Brasil. Mas nenhum governador pode fazer isso sozinho”, disse.

Dino lembra que existem regras que o Poder Executivo deve seguir. “O Presidente da República deveria saber disso, mas ele não sabe de quase nada de positivo, só de coisas negativas. Então, ele deveria saber que existe uma Constituição, existe o Código Tributário Nacional, existe a Lei de Responsabilidade Fiscal, que os governadores têm que cumprir. Você não pode fazer renúncia de receita sem a previsão da compensação. Existe o Confaz, o Conselho Nacional de Política Fazendária, que é do Ministério da Economia”, afirma.

‘Política criminosa’
Para o governador do Maranhão, Bolsonaro deveria saber essas coisas, mas não sabe ou não quer saber. “Ou finge não saber e quer se esconder das suas próprias responsabilidades. Basta você comparar: o ICMS sempre existiu. E por que recentemente houve essa disparada no preço dos derivados de petróleo? Por conta de uma política equivocada, criminosa, de equiparação de preços ao mercado internacional em dólar.”

Com a política cambial que o Governo Federal praticou, segundo analisa o governador, o país teve uma disparada na depreciação do Real frente ao dólar. “Foi isso que aconteceu e os preços no mercado interno dispararam, atentando para os outros preços. E somando a isso tivemos a inflação de alimentos, esse desastre da pobreza que o Bolsonaro criou. E aí ele finge não ser presidente da república, e quer sempre culpar os governadores.” 

terça-feira, 27 de julho de 2021

Márcio Jerry é cotado para vice de Weverton


Líder do PCdoB, deputado federal licenciado e secretário das Cidades do Maranhão, Márcio Jerry, é sempre citado nas rodas de política como um dos nomes mais viáveis para compor a chapa governista para a sucessão de Flávio Dino.

Weverton e Jerry estão cada vez mais próximos. Recentemente, durante conferência do PCdoB em Barreirinhas, o comunista reconheceu o senador como o melhor nome para levar adiante os programas e políticas sociais do governo.

Flávio Dino vê com bom grado as especulações em torno do nome do amigo, e deu carta branca para que Jerry se viabilize para o cobiçado posto.

domingo, 25 de julho de 2021

Vídeo: Dino diz não ter razão para briga entre Weverton e Brandão

O clima foi da mais pura unidade e descontração entre o vice-governador Carlos Brandão (PSDB) e o senador Weverton Rocha (PDT) – dois dos nomes da pré-disputa para o governo do estado da base do governo Flávio Dino (PSB) – durante as inaugurações do governo do Maranhão neste fim de semana em Coroatá e Lagoa do Mato, cidade do médio sertão maranhense.

Na sua fala, Flávio Dino exaltou as ações do governo, pregou a unidade do grupo e afirmou sobre a escolha entre Weverton e Brandão para sucedê-lo: “Dizem que eles estão brigando ou que vão brigar. Não tem razão de briga, rapaz. Conversando, tudo se arruma, como dizia meu saudoso e querido pai, é no andar da carruagem que as abóboras se ajeitam. Tendo fé e paciência, tudo se resolve!”, declarou Dino. 

Já como parte das atividades de inaugurações em Coroatá, num outro momento de descontração, Weverton e Brandão foram para uma disputa de pênaltis numa quadra do IEMA.

Veja o vídeo: