Mostrando postagens com marcador Mical Damasceno. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Mical Damasceno. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 24 de agosto de 2023

Deputada do MA volta a detonar os ‘macumbeiros’

A deputada Mical Damasceno (PSD) criticou, na sessão plenária desta terça-feira (22), uma resolução do Conselho Nacional de Saúde que reconhece os espaços religiosos de matriz africana como equipamentos promotores de saúde e cura complementar do Sistema Único de Saúde (SUS). 

Segundo a parlamentar, a Resolução nº 715, de 20 de julho de 2023, traz um entendimento de que espaços como terreiros, barracões e casas de religião africana são considerados como a primeira porta de entrada para os que mais precisam dos atendimentos em saúde.

“Como é que pode o SUS dizer que a única porta de espaço de cura para o desequilíbrio mental, psíquico, social e alimentar, é somente a religião afro? Me causa espanto para um governo que sempre criticou posturas e posicionamentos cristocêntricos, que sempre quis demonstrar e defender a laicidade estatal, possuindo, na verdade, posturas laicistas e anticristãs, trazendo uma única religião como complementar ao SUS”, questionou.

Mical Damasceno ressaltou que, em todo o Brasil, igrejas católicas e evangélicas também atuam em instituições de recuperação de dependentes químicos e penitenciárias, por exemplo, levando um trabalho social e espiritual para a recuperação de milhares de pessoas. 

“A igreja ressocializa muito mais que o Estado. A igreja arranca do mundo das drogas aquele de quem o Estado já desistiu. A igreja tira armas das mãos daqueles que nasceram dentro do crime. A igreja vai até os doentes acamados e despachados pelos médicos e, pelo poder do nome de Jesus, sai de lá mais vivo do que nunca, quando nós oramos. E, assim, Deus faz um milagre por meio desses trabalhos evangelísticos”, completou.

Por fim, a deputada disse que existem 29 tipos de formas complementares à saúde do SUS, em que a atuação dos terreiros é incluída, mas que não há sequer uma citação à massiva atuação do trabalho das igrejas evangélicas. “É revoltante o que estamos vendo. É entristecedor saber que uma minoria religiosa tem sido reconhecida por esse governo, quando quem está no batalhão de frente, na nossa nação, é ignorado e menosprezado”, lamentou Mical Damasceno.

sábado, 5 de agosto de 2023

Deputada afirma que Flávio Dino rompeu com evangélicos e diz se arrepender de ter apoiá-lo

A deputada estadual Mical Damasceno (PSD), participou de uma entrevista ao podcast ‘Como é que é?’, do jornalista Diego Emir. Durante a conversa, a parlamentar não escondeu a frustração de ter apoiado o atual ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino.

Evangélica fervorosa, Mical defende desde seu primeiro mandato pautas cristãs, conservadora e de respeito à família. Ao ser questionada sobre Flávio Dino, a deputada foi enfática ao falar da decepção em ter apoiado o ex-governador e atual Ministro.

‘’Eu me arrependo, porque eu não esperava assim, uma mudança drástica como ele tem feito. Está faltando alguma coisa nele como ministro, algum programa, alguma coisa na parte de segurança. Até agora eu não vi. Todo tempo o ministro Flávio Dino só trata de assuntos do momento, o que tem de assunto do momento, o que tá rolando no Twitter é o que ele tá falando. Eu queria alguma coisa de realidade, eu não vi. Eu não vi nada, para dizer assim… palpável para dizer que ele apresentou’’, disparou Mical Damasceno ao tecer críticas ao ministro.

A deputada foi indagada sobre a relação de Dino com o segmento evangélico e asseverou: ‘‘A forma como ele tem feito, tem afastado cada vez mais os evangélicos dele. Ele tinha uma aproximação, mas ele destruiu essa aproximação, ele destruiu essa ponte com os evangélicos’’, disse a parlamentar sobre Flávio Dino.

Veja o vídeo:



domingo, 23 de julho de 2023

‘Não assistam ao filme da Barbie’, pede Deputada do MA

Utilizando as redes sociais, nesta sexta-feira (21), a deputada estadual Mical Damasceno (PSD) fez duras críticas ao filme da Barbie, lançado oficialmente nesta semana.

A parlamentar maranhense diz que o filme é um marketing da esquerda e esqueceu o seu público principal, famílias e crianças. Mical recomenda que os pais não levem os filhos para assistir ao filme.

“Não assistam o filme da Barbie. A doutrinação da esquerda quer levar nossos filhos. Vamos ficar vigilantes e não permitir que isso aconteça”, afirmou Mical Damasceno.

O filme Barbie teve a segunda maior estreia dos cinemas brasileiros da série histórica, desde 2002.

terça-feira, 27 de junho de 2023

Deputada do MA pede PIX para pagar dívida de Bolsonaro

A deputada estadual Mical Damasceno (PSD), pediu ao conservadores maranhenses que realizem transferências via PIX para auxiliar o presidente Jair Bolsonaro a quitar multas judiciais.

Em suas redes sociais, a deputada publicou: “Vamos auxiliar nosso eterno presidente, que está precisando de nós. Ele tem recebido várias multas em processos absurdos, e vamos ajudar esse homem a quitar todas essas dívidas. Eu já fiz a minha parte. Faça a sua.”

No dia 14 de junho, a Justiça de São Paulo determinou o bloqueio de mais de meio milhão de reais nas contas bancárias de Bolsonaro devido ao seu descumprimento das regras sanitárias impostas durante a pandemia de COVID-19, como o uso de máscaras.

A dívida do presidente com o governo do estado já ultrapassa a marca de 1 milhão de reais.

segunda-feira, 19 de junho de 2023

A contraditória situação do PSD no Maranhão

O partido é comandado pelo ex-deputado federal Edilázio Júnior, bolsonarista de carteirinha que não conseguiu se reeleger, e tem nos seus quadros a senadora Eliziane Gama, o prefeito de São Luís, Eduardo Braide, o deputado federal Josivaldo JP e o deputados estaduais Fernando Braide, Mical Damasceno e Eric Costa .

O que chama a atenção é que esses representantes do PSD nem de longe formam um grupo partidário agregado por pontos comuns, chegando mesmo fazer de conta que não vivem no mesmo barracão partidário.

Não há registro de reuniões entre a senadora Eliziane Gama e o prefeito Eduardo Braide para tratar de interesses de São Luís, o que chama a atenção pelo fato de a capital ser base política de ambos. No campo político propriamente dito, pelo menos, por enquanto, não há qualquer sinal de que Eliziane Gama venha a declarar apoio ao projeto de reeleição do prefeito Eduardo Braide.

Da mesma maneira, o deputado federal Josivaldo JP pouco interesse demonstra pelos problemas da capital, já que seu foco é a Imperatriz e a Região Tocantina, que formam a sua base política e eleitoral. E não se tem notícia de que o deputado federal Josivaldo JP mantenha alguma relação política com a senadora Eliziane Gama.

Finalmente, a deputado estadual Mical Damasceno, liderança evangélica da Igreja Assembléia de Deus, que parece não cultivar relação política e partidária com o prefeito Eduardo Braide, tem dito que será candidata à Prefeitura de São Luís.

Em resumo: alguém tem de impor o mínimo de ordem nesse braço partidário.

sábado, 17 de junho de 2023

Mical Damasceno vira ‘Rainha da discórdia’ após intriga

“Não vive o que prega”. No mundo evangélico, esta é uma daquelas frases que se você nunca ouviu vai ouvir um dia. Eu já ouvi pessoas falando ou escrevendo essa frase algumas vezes.

O que é, “não viver o que prega”? Uma pessoa divorciada não pode pregar sobre defesa da família?  Uma pessoa que rejeita uma vacina não pode pregar sobre cura?

Esses seriam bons exemplos de pregar algo que não está vivendo, não acha?

Expressões como essas, por exemplo, estamos vendo diariamente na Assembleia Legislativa do Maranhão (Alema) pela deputada Mical Damasceno (PSD), pois sua atuação parlamentar vem causando controvérsias nos bastidores da Casa do Povo.

Seu desempenho como deputada sempre recebeu críticas. Além disso, Mical Damasceno é acusada de “não viver o que prega”. O estopim para as discussões foi uma mentira que ela criou para virar vice-presidente da Casa.

Segundo o blog apurou, semanas antes da eleição da Mesa Diretora, a deputada teria procurado a presidente Iracema Vale (PSB) para lhe comunicar que seu bloco parlamentar formado pelo PSD e Podemos, teria indicado seu nome para a nova composição da Mesa.

Além de Mical Damasceno, o colegiado formado por com seis parlamentares tem ainda como integrantes os deputados Eric Costa (PSD), Fernando Braide (PSD), Wellington do Curso (Podemos), Leandro Bello (Podemos) e Junior Cascaria (Podemos).

O problema, entretanto, é que a mentira foi descoberta. O blog apurou que ninguém do bloco votava com ela ou teria indicado seu nome para a vice-presidência. Quando a verdade veio à tona, Damasceno começou a provocar desordem e motivar a desunião entre colegas de plenário.

Ela pode até não viver o que prega, mas como evangélica deveria saber que seu comportamento é condenado pela Palavra de Deus. No livro de 1 Coríntios 14:33, a Bíblia nos ensina o seguinte: “Pois Deus não é Deus de desordem, mas de paz. Como em todas as congregações dos santos”.

Já no livro de Tiago 3:16, a Palavra de Deus diz que: “pois onde há inveja e ambição egoísta, aí há confusão e toda espécie de males”.

Outra passagem bíblica que a “Rainha da discórdia” vem ignorando ao adotar um comportamento contraditório no Legislativo estadual consta no livro de Romanos, capitulo 16 e versículo 17: “Recomendo, irmãos, que tomem cuidado com aqueles que causam divisões e põem obstáculos ao ensino que vocês têm recebido. Afastem-se deles”.

Por fim, um dos ensinamentos mais forte que pode ser usado para condenar a postura da ‘irmã’ [do cão] está no livro de Provérbios 6:16-19 que diz o seguinte: “Há seis coisas que o Senhor odeia, sete coisas que ele detesta: olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente, coração que traça planos perversos, pés que se apressam para fazer o mal, a testemunha falsa que espalha mentiras e aquele que provoca discórdia entre irmãos”.

Portanto, se Mical Damasceno não vive o que prega, seu discurso teológico não vale absolutamente nada. Ela é só mais uma bolsonarista com muita teologia, e pouca pratica.

sábado, 22 de abril de 2023

PSD do MA rachado, mas a tendência é ficar sob o controle de Braide

A ameaça da deputada estadual Mical Damasceno de se candidatar à Prefeitura de São Luís em 2024 dá bem a medida do que é o braço maranhense do PSD, ao qual são atualmente filiados o prefeito Eduardo Braide, o deputado estadual Fernando Braide, o deputado federal Josivaldo JP e a senadora Eliziane Gama, além, claro, da própria deputada Mical Damasceno. 

Para começar, não se sabe exatamente quem, de fato, tem o controle do partido no estado, já que os seus últimos dirigentes, o ex-deputado federal Edilázio Jr. e o ex-deputado estadual César Pires, derrotados nas eleições de 2022, juntamente com o ex-prefeito ludovicense Edivaldo Holanda Jr., passaram a bola para a frente. A legenda caiu no colo do prefeito Eduardo Braide, onde permanece até hoje, mesmo depois da entrada da senadora Eliziane Gama, que também está de olho no comando do partido.

Mesmo na inacreditável teia partidária brasileira, onde, com raras exceções, os partidos atuam apenas como instrumentos de conveniência política, é difícil encontrar uma agremiação que reúna quadros tão distanciados como o atual braço do PSD no Maranhão. Ao longo desse século, a legenda já esteve nas mãos da ex-deputada Nice Lobão, do ex-deputado Carlos Alberto Milhomem, do economista Cláudio Trinchão (secretário de Fazenda do último governo Roseana Sarney), de onde escorregou para as mãos do então deputado federal Edilázio Jr., tendo finalmente chegado ao controle do prefeito Eduardo Braide.

Depois dessa curiosa trajetória, marcada por seguidos insucessos eleitorais dos seus controladores, o braço maranhense do PSD agrega atualmente mais uma diferente composição de quadros. Para começar, tudo indica que o partido está sob o comando do prefeito Eduardo Braide, e do irmão dele, deputado estadual Fernando Braide, ambos políticos de centro-direita, que flertam segmentos de centro-esquerda, como o PDT do senador Weverton Rocha, de quem ainda são aliados. Os dois convivem na mesma casa com bolsonaristas não radicais, como o deputado federal Josivaldo JP, e com a direita radical e conservadora representada pela deputada Mical Damasceno, que atua de acordo com o braço evangélico do bolsonarismo extremado no estado.

No meio desse quadro complexo desembarcou a senadora Eliziane Gama, que representa o segmento evangélico de centro-esquerda. Política de centro-esquerda, ela já esteve no PT, mudou-se para a Rede, de onde saiu para migrar para o PPS, que foi rebatizado Cidadania, e pelo qual se elegeu para o Senado em 2018, integrando a base dos governos Flávio Dino (PSB) e Carlos Brandão (PSB). Eliziane Gama migrou do Cidadania para o PSD num arranjo partidário feito pelo chefe nacional do partido, Gilberto Kassab, para engordar a base de apoio do Governo Lula da Silva (PT) no Congresso Nacional. Ao que parece sem levar em conta a confusa teia política que é o braço do partido no Maranhão.

Essa bomba explodirá ou será desarmada à medida que se aproximar o momento em que o partido tiver de definir seu caminho nas eleições municipais, a começar por São Luís. Dentro do PSD uma decisão já está tomada: o prefeito Eduardo Braide é o candidato à reeleição. Nesta semana, a deputada Mical Damasceno externou seu incômodo com a entrada da senadora Eliziane Gama no partido e ameaçou se candidatar à Prefeitura da Capital. Poderá ser, mas não pelo PSD. Eliziane Gama vai ficar contra o candidato do Governo, que pode ser o deputado federal Duarte Jr. (PSB) ou o vereador Paulo Victor (PCdoB)? Ou ela própria se lançará candidata?

O fato é que vai chegar a hora da verdade no PSD. Nesse momento, as diferenças vão falar tão alto quanto as conveniências. É possível prever que com o poder de fogo que dispõe, o prefeito Eduardo Braide poderá impor seu projeto de reeleição, com ou sem o apoio da senadora Eliziane Gama e da deputada Mical Damasceno.

domingo, 15 de janeiro de 2023

Pedido de cassação da deputada Mical Damasceno e protocolado na Assembleia

Um advogado protocolou na semana passada um pedido de cassação do mandato da deputada estadual Mical Damasceno (PSD) na Assembleia Legislativa do Maranhão.

Thiago Gomes Viana acusa a parlamentar de apoio aos atos terroristas praticados por bolsonaristas em Brasília no último domingo (8). Uma petição pública compartilhada nas redes sociais também pede a cassação de Damasceno. 

Para o advogado, ao apoiar as ações, a deputada teve prática incompatível com o exercício do mandato parlamentar previstos no Regimento Interno da Assembleia e na Resolução Legislativa n° 448/2004 (Código de Ética e Decoro Parlamentar), além da Constituição Federal e Constituição Estadual.

Ele anexou no documento postagens de Mical Damasceno em apoio à movimentação dos terroristas na capital federal.

“A conduta da representada se agrava porque a apologia […] se deu em relação a delitos de profunda gravidade contra as instituições democráticas”, destacou Viana no pedido.

Em contato com a deputada, e aguarda um posicionamento.

Revogações – O apoio aos atos antidemocráticos também pode levar à perda de honrarias concedidas pela Assembleia Legislativa a autoridades.

Na semana passada, o presidente da Casa, deputado Othelino Neto (PCdoB), protocolou projeto de resolução pedindo a revogação do título de “Cidadão Maranhense” concedido a Anderson Torres, ex-ministro da Justiça e Segurança Pública do governo Jair Bolsonaro (PL) e ex-secretário de Segurança do Distrito Federal.

Torres está preso acusado de omissão durante os eventos perpetrados pelos bolsonaristas no Distrito Federal.

Já o deputado estadual Ricardo Rios (PCdoB) solicitou a revogação da medalha “Manuel Beckman” concedida ao ex-prefeito de São Pedro dos Crentes Lahesio Bonfim (PSC) por também apoiar os atos.

terça-feira, 10 de janeiro de 2023

Petição pública pede a cassação da deputada extremista Mical Damasceno


Na última quarta feira, atos golpistas pedindo intervenção militar, e que depredaram o patrimônio público, ocorreram na Sede dos Três Poderes, em Brasília.

Segundo o professor Wesley Sousa, diante dos atos de terrorismo praticados neste dia 8 de janeiro de 2022 por militantes bolsonaristas, cabe às instituições democráticas agirem incisivamente na proteção da Constituição, da democracia e do bem estar social, fazendo uso das previsões legais no arcabouço jurídico brasileiro. Para ele, os atos de terrorismo, seu financiamento, organização e estímulo devem ser punidos no rigor da lei para que não se permita ao Brasil o retorno a dias sombrios de ditadura e cerceamento de direitos.

Dessa forma, o abaixo-assinado, idealizado pelo Professor Wesley Sousa, pede a cassação do mandato de Micael Damasceno, deputado estadual do Maranhão que estimulou, via redes sociais, tais atos, compartilhando vídeos e textos que parabenizaram os criminosos em sua empreitada contra o bem público, a Constituição Federal e a democracia.

O abaixo-assinado defende que cabe à Assembleia Legislativa do Maranhão não permitir que um de seus parlamentares, que deveria cumprir honradamente os deveres da função, seja um propagador e patrocinador de crimes e do caos que agride o processo democrático, pedindo providências da Casa Legislativa diante da atuação da Deputada Mical Damasceno.

segunda-feira, 23 de maio de 2022

Deputada Mical Damasceno sofre grave acidente automobilístico na BR-222


A deputada estadual Mical Damasceno (PSD), sofreu um grave acidente na BR-222 na madrugada desta segunda-feira (23). A parlamentar estava retornando de cultos realizados nas cidades de Mata Roma e Anapurus, quando estava chegando na cidade de Itapecuru-Mirim no caminho para retornar a São Luís, o seu veículo acabou sofrendo uma colisão.

Ao sofrer o acidente, Mical Damasceno agradeceu a Deus pelo livramento que teve, afinal ela estava no banco do passageiro, que foi a parte do veículo mais atingida.

O deputado federal Pastor Gil (PL), que também estava na estrada, parou na região do acidente para prestar ajuda a parlamentar.

A BR-222 liga a cidade Marabá no Pará até Fortaleza, capital do Ceará. No Maranhão, ela corta diversas cidades como Vargem Grande, Chapadinha, Itapecuru-Mirim, Santa Inês e outras.


Com informações do Blog do Diego Emir

domingo, 13 de fevereiro de 2022

Retomada do PTB por Jefferson pode colocar em risco posição de JP


Não está garantida a permanência do deputado federal Josivaldo JP no comando do PTB no Maranhão. A reviravolta na disputa do comando nacional pelo grupo liderado pelo ex-deputado federal e atual presidente de honra do partido, Roberto Jefferson, que numa série de golpes e contragolpes derrubou a presidente Graciela Nienov, pode complicar a situação de Josivaldo JP.

Isso porque ele foi alçado à presidência do PTB no Maranhão por Graciela Nienov, antes da crise que acabou na sua derrubada. Não está claro se Roberto Jefferson concorda com a mudança que tirou a deputada estadual Mical Damasceno da presidência regional e a transferiu para a presidência do PTB Mulher.

Com a queda de Graciela Nienov, a deputada Mical Damasceno se reconciliou rapidamente com Roberto Jefferson, devendo continuar onde está. Já o deputado Josivaldo JP poderá continuar ou não no comando do partido no Maranhão. Contra ele está o fato de ter sido turbinado por Graciela Nienov; a seu favor pesa o fato de ele ser deputado federal e bolsonarista de primeira hora.

E a julgar pelo empenho com que os partidos bolsonaristas estão se preparando para tentar sobreviver nas urnas, não será surpresa se o deputado federal Josivaldo JP for mantido no chamando do PTB no Maranhão. Mas ele corre o risco de ser despachado se não jurar lealdade a Roberto Jefferson.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2022

Mical Damasceno perde o comando do PTB para Josivaldo JP


A deputada bolsonarista e negacionista, Mical Damasceno (PTB), acabou perdendo o comando do PTB no estado do Maranhão. A deputada Mical acabou se envolvendo na polemica onde ficou impedida de entrar na Assembleia Legislativa do Maranhão por se recusar a se vacinar contra o Covid-19.

O comando do PTB no Maranhão acabou indo para o deputado federal Josivaldo JP (PTB). O convite foi feito pelo partido e anunciado pelo presidente nacional do partido, Graciela Nienov.

A deputada Mical Damasceno acabou sendo deixada de escanteio e foi transferida para a presidência do PTB Mulher, com a justificativa que a escolha foi “pela defesa aguerrida que ela (Mical Damasceno) faz das bandeiras do conservadorismo”.

Josivaldo JP havia ficado na primeira suplência da coligação em 2018, assumindo o mandato de deputado federal após Eduardo Braide sair do cargo para concorrer a Prefeitura de São Luís em 2020, tendo como sua maior pauta a defesa do conservadorismo na Câmara Federal.

O cargo que Mical recebeu do presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson (está licenciado enquanto cumpre cadeia por agredir ministros do Supremo Tribunal Federal e estimular violência contra os mesmos) foi maior que a parlamentar. Segundo informações publicadas no site do partido, foi ela que convidou Josivaldo para assumir o controle do partido no Estado.

Com informações do Blog de Jorge Vieira

sábado, 8 de janeiro de 2022

Deputada Mical Damasceno está proibida de entrar na Assembleia Legislativa


Por conta de não ter vacinado contra o Coronavírus, a deputada estadual Mical Damasceno (PTB) está proibida de entrar nas dependências da Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão (ALEMA) e até adentrar em seu gabinete.

A restrição começou a ser válida nesta quarta-feira (06) após o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Othelino Neto, divulgar o teor da Resolução Administrativa nº 076/2022, que dispõe sobre protocolo administrativo e sanitários visando a prevenção e o combate à Covid-19 e as síndromes gripais no âmbito da ALEMA.

De acordo com a resolução, será obrigatório o uso de máscaras, apresentação do comprovante de vacinação, com o ciclo das duas doses concluídos, entre outras precauções para ingresso nas instalações da Assembleia Legislativa.

Conforme a resolução, durante o período de 10 a 31 de janeiro do corrente ano os serviços e atividades presenciais na Assembleia Legislativa serão realizados na forma de revezamento de servidores conforme a necessidade de cada setor, obedecendo as normas estabelecidas na resolução.

– “Não estou a fim de me vacinar”

Por meio de ligação telefônica, nesta sexta-feira (07), a deputada Mical informou ainda não ter se vacinado contra o Coronavírus e disse, ainda, desconhecer a Resolução Administrativa nº 076/2022 de autoria da Mesa Diretora da Assembleia.

“Vou procurar saber, mas até agora não vacinei e desconheço a Resolução Administrativa que proíbe entrada de não vacinados na Assembleia”, disse a parlamentar ao titular do Blog.

Em julho do ano passado, a mesma deputada afirmou durante entrevista na rádio Nova FM (93.1 Mhz) em São Luís que não vai tomar vacina contra a doença, mas que essa era uma decisão que respondia por ela e não pelos outros.

‘Não estou preparada psicologicamente para tomar vacina. [É uma] questão minha que não estou querendo me vacinar. Seu estou incentivando que bom! Mas eu respondo por mim e não respondo pelos outros’, revelou a parlamentar.

quarta-feira, 3 de novembro de 2021

Lahésio Bonfim será candidato ao governo pelo PTB


O prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahesio Bonfim, que foi eleito pelo PSL, é o mais novo filiado do Partido Trabalhista Brasileiro, PTB, legenda que é presidida no estado pela deputada estadual Mical Damasceno. Lahesio pretende disputar o cargo de governador nas eleições do ano que vem.

A informação foi divulgada pelo seu vice-prefeito, Romulo Arruda, que é primo de Dalton Arruda, pré-candidato a deputado estadual pelo PSD.

Lahesio Bonfim tem se destacado em todas as pesquisas, sempre aparecendo entre os primeiros, principalmente na região Sul do Maranhão e até na capital. O pré-candidato terá um bom tempo até o próximo ano para montar sua chapa.

Recentemente, Lahesio declarou que, por justiça, o presidente da República, Jair Bolsonaro, deveria apoiá-lo em 2022.

domingo, 31 de outubro de 2021

Roberto Jefferson constrange Mical Damasceno


O partido da deputada estadual, Mical Damasceno, PTB caminha para um possível rompimento com o atual presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido).

O ex-deputado federal Roberto Jefferson, que tirou o partido no Maranhão do deputado federal Pedro Lucas por criticar Bolsonaro, emitiu uma nota contra o mesmo.

Em uma carta escrita do complexo penitenciário de Bangu, na Zona Oeste do Rio, o ex-deputado federal Roberto Jefferson criticou o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e seu filho, o senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ) pelo que ele descreve como “vício nas facilidades do dinheiro público”. Ele diz que ao se aproximar de figuras do Centrão, como o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, e Valdemar da Costa Neto (PL), Bolsonaro cercou-se de “viciados” e, consequentemente, se tornou um deles: “Quem anda com lobo, lobo vira, lobo é. Vide Flávio”.

“O presidente tentou uma convivência impossível entre o bem e o mal. Acreditou nas facilidades do dinheiro público. Esse vício é pior que o vício em êxtase. Quem faz sexo com êxtase tem o maior orgasmo ou ejaculação que o corpo humano de Deus pode proporcionar. Gozou com êxtase, para sempre dependente dele. Desfrutou do prazer decorrente do dinheiro público, ganho com facilidade, nunca mais se abdica desse gozo paroxístico que ele proporciona. Bolsonaro cercou-se com viciados em êxtase com dinheiro público; Farias, Valdemar, Ciro Nogueira, não voltará aos trilhos da austeridade de comportamento. Quem anda com lobo, lobo vira, lobo é. Vide Flávio”, escreveu.

Jefferson diz ainda que o PTB deve ter candidatura própria no ano que vem, e orienta as lideranças do partido a convidarem o vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) para disputar a presidência da República, contra o atual mandatário.

“Vamos convidar o Mourão. O PTB terá candidatura própria, quem sabe apoiamos o Bolsonaro no segundo turno”.

Agora a atual presidente estadual, Mical Damasceno, ver o seu tão adorado partido indo contra o seu presidente, e fica numa situação constrangedora. Ela seguirá a posição do seu partido ou seguirá o presidente?

quinta-feira, 30 de setembro de 2021

Irmão de Mical Damasceno continua recebendo R$ 10 mil no governo Dino


Spurgeon Costa Damasceno, filho do pastor Pedro Aldi Damasceno, ex-presidente da CEADEMA – Convenção Estadual das Assembleias de Deus no Maranhão, continua desfrutando de um “gordo” cargo no governo do Maranhão mesmo após sua irmã, a deputada estadual Mical Damasceno ter anunciado rompimento com o governo Flávio Dino (PSB).

Spurgeon Damasceno, que também é pastor da IEAD, ocupa o cargo de adjunto da Secretaria de Relações Institucionais do Maranhão (SRI), cujo titular da pasta é o também pastor assembleiano Enos Henrique Nogueira Ferreira, filho do ex-deputado federal Costa Ferreira.

O salário do irmão da deputada gira em torno de R$ 10 mil reais. Ele não foi exonerado do cargo depois que Mical Damasceno disse, no dia 07 de junho deste ano, que estava rompida com o Palácio dos Leões.

“Não fazemos mais parte do grupo do governador e ele já tinha ciência”, externou a parlamentar em entrevista ao jornalista Marco D’Eça, logo após limpar durante aquela madrugada a ponte do São Francisco que tinha sido pinchada com os dizeres ‘Fora Bolsonaro’.

De lá pra cá, já se passaram mais de quatro meses, e nesse tempo, a deputada participou de inúmeros movimentos de ruas em favor do presidente da República, Jair Bolsonaro, desafeto político do governador do Maranhão.

E de forma simultânea, Mical que é presidente estadual do PTB, coleciona afagos nas redes sociais em favor do presidente nacional da sigla, o mensaleiro Roberto Jefferson, atualmente preso por incentivar a destituição do STF.

E depois ainda aparecem loroteiros para afirmar que o governo Flávio Dino é perseguidor, o que na prática, é uma tremenda mentira!

sexta-feira, 10 de setembro de 2021

Caravana de Mical Damasceno para Brasília foi marcada por briga e confusão


O Dia da Independência movimentou o cenário político de todo o País, com grupos de direita organizando manifestações públicas nas principais cidades brasileiras. No Maranhão, além dos atos que ocorreram em São Luís, grupos também organizaram viagens para participar dos atos em Brasília.

Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro que vivem na capital maranhense, por exemplo, saíram com destino a Brasília, para participar das manifestações. No entanto, as imagens e áudios de dentro dos ônibus que levou os apoiadores mostrou uma direita dividida e que não consegue se unir.

Segundo relatos, algumas destas caravanas bolsonarista foram organizadas pela deputada Mical Damasceno, que comanda o Diretório do PTB no Maranhão e por Flávia Berthier, elas duas que já tinham se desentendido num ato realizado no dia 01 de agosto, na Praça do Foguete, na Lagoa da Jansen, voltaram a protagonizar mais episódio de discórdia.

A confusão foi relatada por áudios, que logo viralizou em grupos de WhatsApp, por um dos participantes da caravana. No áudio, ele relata que toda viagem foi recheada de briga. Na ida, tiveram que ser abordados pela PRF e, na volta foi a PM que teve que intervir para evitar agressões físicas que aconteceram.

Coincidência ou não, mas depois que a dupla da discórdia deixou o território maranhense no final de semana, pela primeira vez – desde 2019 – a Direita conseguiu organizar um movimento que surpreendeu a cidade ludovicense.

domingo, 5 de setembro de 2021

Mical Damasceno engana cristãos e os envia para ato em Brasília

A deputada Mical Damasceno (PTB) quase entra em êxtase na tarde deste sábado ao despachar o ônibus double deck (dois andares), com a tal caravana que organizou com vistas aos atos de 7 de setembro em defesa da ‘liberdade de expressão”, em Brasília.

Com lotação em média para 60 pessoas, o aluguel de um ônibus desse porte ida e volta para Brasília não sai por menos do que 30 mil reais. Mical não revelou os custos e quem estava bancando a viagem e a estadia do grupo na capital federal.

No entanto, ouriçada com a partida da ‘caravana’, acabou abrindo o bico sobre outro negócio: a reeleição de Bolsonaro.

“ Olhai aí… o nosso Maranhão…a caravana… vaaii com Deeeuus… É giigaante…Em nome de Jesus vamos lutar pela nossa liberdade de expressão…O negócio é esse…é isso..E também nós votamos, se empenhamos… para a reeleição do nosso presidente Bosolnaro”, vibrava.

Na última quinta-feira, em sessão da Assembleia Legislativa, ela já havia demonstrado o temor com a derrota do mito nas eleições de 22. Ao tentar enganar evangélicos e católicos a saírem às ruas no dia 7, dizendo que não se tratava de uma questão de politicagem, mas de defender a liberdade de expressão de pregar, de falar, que não podia ser tolhida, acabou confessando o motivo por trás da lorota.

“Nós estamos aqui para incentivar para que todas as cidades do Maranhão se manifestem, que as igrejas se organizem, porque nós podemos mudar a situação do nosso Brasil. É essa a nossa preocupação, porque a cada dia mais está ficando mais difícil. E as eleições de 2022 estão bem aí e o povo cristão faz a diferença, muda o resultado da eleição”, discursou.

Devota do bolsonarismo, Mical Damasceno reproduz no Maranhão o mantra da defesa da liberdade de expressão, para encobrir os atos de raiz golpista insuflado pelo presidente para este 7 de setembro. A falsa ameaça às liberdades religiosas é parte da estratégia que busca reunir milhares pessoas na próxima terça-feira, e assim, dá a entender ao resto do mundo, o apoio popular aos anseios autoritários de Bolsonaro e sua tropa.

sexta-feira, 3 de setembro de 2021

Deputada Mical mais uma vez vai contra os “ensinamentos” de Jair Bolsonaro


Mais uma vez a deputada Mical Damasceno – presidente estadual do PTB, contraria os “ensinamentos” do seu líder maior e desvia dos caminhos da política adotada pelo presidente da República Jair Bolsonaro.

Nos últimos dias, Mical esteve no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, no setor da UPSL4, onde segundo ela foi levar a Palavra de Deus.

Ocorre que a deputada estadual bolsonarista destoa completamente do que prega Bolsonaro. Ele sempre deixou claro sua posição em relação a bandido, pois durante um evento realizado em 2016, Jair Bolsonaro diz que a polícia serve para matar e que bandido bom era bandido morto.

Portanto, a deputada que afaga detentos de Pedrinhas é a mesma que vai de contra o presidente da República.

Com essa, soma-se outras contradições de Mical na política maranhense, como não acreditar na vacina contra a Covid-19, mas fazer campanha para pedir a população prevenir contra as hepatites virais.

E, também, a incoerência no posicionamento quando afirma rompimento com o governador Flávio Dino, mas indica membro da sua família para ocupar cargo numa regional de Viana no governo estadual “comunista”.

Mical esteve na Penitenciária de Pedrinhas, da Ala PSL4, em visita a internos, onde foi levar a palavra de Deus.

domingo, 15 de agosto de 2021

Prisão de Roberto Jefferson mergulha o PTB do MA num mar de incertezas


A prisão, nesta sexta-feira, 13, do ex-deputado federal e presidente do Partido Trabalhista Brasileiro, Roberto Jefferson sob a acusação de tramar contra as instituições republicanas, a começar pelo Supremo Tribunal Federal (STF), mergulhou de vez o PTB, fundado por Getúlio Vargas, no limbo da história. A derrocada do partido no plano nacional está sendo refletida no Maranhão, onde, depois de se tornar a referência do trabalhismo getulista e atuado como um fantasma incômodo durante a ditadura que o extinguira, renasceu no estado, nos anos 80, pelas mãos politicamente honestas de líderes como o médico Cesário Coimbra e o jornalista Vera Cruz Marques.

Com eles, o PTB recuperou parte da identidade e da  destruídas pela ditadura. Essa geração foi sucedida pelo comando, primeiro do deputado estadual Manoel Ribeiro, e depois do deputado federal Pedro Fernandes, sucedido pelo filho, o deputado federal Pedro Lucas Fernandes. Mais recentemente, foi entregue à líder evangélica e deputada estadual Mical Damasceno, consumando no Maranhão a guinada para a extrema-direita.

Mesmo enfrentando a pressão do PDT fundado por Leonel Brizola, que o reivindicou, sem sucesso, o PTB acabou entregue pelo regime militar a Ivete Vargas, sobrinha-neta de Getúlio Vargas, mas sem qualquer afinidade com o trabalhismo imaginada pelo avô. No Maranhão, getulistas autênticos como Cesário Coimbra e Vera Cruz Marques, que junto com outros militantes fizeram do PTB um partido forte no contexto da redemocratização. Eles não viveram para presenciar a guinada que, sob o comando de Roberto Jefferson, o partido, que nasceu com um ideário de centro-esquerda, guindou para a extrema-direita, desembocando no que há de pior do bolsonarismo, que é a política do ódio e de vocação golpista. Antes disso, Roberto Jefferson foi advogado brilhante, um parlamentar atuante e líder do PTB, e que brilhou na Câmara Federal, dando suporte aos Governos comandados por Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e Lula da Silva (PT). Sua derrocada começou com o Mensalão, por ele denunciado, mas que o levou à prisão por desvio de recursos do partido.

Nesse período, o braço maranhense foi comandado pelos Ribeiro, primeiro sob a presidência do vereador e depois deputado estadual Manoel Ribeiro, que comandou a Assembleia Legislativa por uma década. Depois, teve o depois deputado federal Pedro Fernandes como um líder sensato e seguro, que honrou os cinco mandatos que cumpriu sem faltar a uma única sessão na Câmara Federal. Ali, Pedro Fernandes foi braço direito de Roberto Jefferson, atuando como voz moderadora, colocando freio – nem sempre com sucesso – nos rompantes do chefe, tornando-se um dos nomes de proa do PTB no plano nacional. Quando em 2018 cedeu sua vaga de candidato a deputado federal ao filho, o então vereador de São Luís Pedro Lucas Fernandes entregou-lhe também o comando do partido no Maranhão. O deputado federal Pedro Lucas Fernandes seguiu os passos do pai e logo se transformou numa das referências do PTB, de cuja bancada foi líder duas vezes.

A inclinação rápida e incontrolável de Roberto Jefferson para a extrema-direita, levando o até então independente PTB para a base de apoio do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), abraçando “causas” antidemocráticas e irracionais como a política para armar a população civil, inclusive insuflando-a ao confronto, e “bandeiras” como o fechamento o Supremo Tribunal Federal e a instauração de um regime de força. Tal situação colocou o deputado Pedro Lucas Fernandes, um democrata convicto, na contramão dentro do partido. O rompimento ocorreu quando o parlamentar votou para confirmar a prisão do deputado bolsonarista Daniel Silveira (PSL) por pregar agressão a ministros do STF e a volta da ditadura. Por causa do voto, Roberto Jefferson o destituiu da liderança do PTB e da presidência do partido no Maranhão. O deputado Pedro Lucas deixou o partido.

A grande surpresa veio a seguir. Roberto Jefferson entregou o comando do PTB no Maranhão à deputada Mical Damasceno, bolsonarista de carteirinha e militante evangélica que costuma entoar louvores na tribuna da Assembleia Legislativa, cometendo a grave distorção de misturar política com religião.

Com a prisão de Roberto Jefferson, o PTB tem dois caminhos: se afastar da extrema direita e voltar ao centro com uma visão renovada de trabalhismo, ou cair de vez nas mãos do presidente Jair Bolsonaro, que pode assumir o seu controle. E nesse contexto, o futuro do PTB no Maranhão é rigorosamente incerto.