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sexta-feira, 6 de maio de 2022

Denúncia à Câmara Federal abala Josimar de Maranhãozinho


“Um lutador, incansável, agregador, cumpridor de palavra”. Os elogios foram feitos pelo deputado estadual Vinícius Louro (PL) ao deputado federal Josimar de Maranhãozinho, chefe maior do seu partido no Maranhão, e seu líder e mentor político. Dadas ontem durante entrevista a uma emissora de TV, as declarações foram interpretadas por observadores experientes como um esforço do parlamentar de Pedreiras para, pelo menos, minimizar a situação complicada por que passa o chefe do PL, que também se coloca como pré-candidato ao Governo do Estado. Josimar de Maranhãozinho está entre os nove deputados federais levados esta semana ao Conselho de Ética da Câmara Federal por motivos diversos, sendo que ele é o único acusado de corrupção. E o motivo: seria ele o cabeça de um de grande esquema de desvio de recursos federais destinados à saúde e à educação, tendo as falcatruas com prefeituras já desviado mais de R$ 100 milhões, de acordo com o relatório de investigação da Polícia Federal.

Campeão de votos em 2014 para a Assembleia Legislativa e em 2018 para a Câmara Federal, o federal Josimar de Maranhãozinho decidiu se lançar pré-candidato ao Governo do Estado e sua mulher, a deputada estadual Detinha, à Câmara Baixa. Após uma série de fatos o tendo como epicentro, entre eles a denúncia de corrupção, que veio a público em imagens do parlamentar com maços de dinheiro nas mãos, escandalizando o País e chocando o Maranhão, Josimar de Maranhãozinho, que chegara a alcançar mais de uma dezena de pontos percentuais, começou a desabar. À medida que as investigações da Polícia Federal avançaram, o pré-candidato do PL a governador despencou nas intenções de voto, tanto que nas últimas pesquisas sua posição é de apenas três pontos percentuais na preferência do eleitorado. Além disso, ele tem aparecido em todas as pesquisas como detentor do maior percentual de rejeição.

O fato de encontrar-se na mira da Polícia Federal e de estar denunciado por corrupção já vinha tornando Brasília um ambiente incômodo para o parlamentar. Não foi por outra razão que ele montou a estratégia de se lançar pré-candidato a governador e sua mulher, a deputada Detinha, à Câmara Federal, mas guardando no bolso do colete o projeto de disputar uma cadeira na Assembleia Legislativa. Isso porque já sabe há tempos que sua candidatura ao Governo do Estado é política e eleitoralmente inviável. Mesmo assim, jogou todo o peso das suas relações muito afinadas com o presidente nacional do PL, o notório ex-deputado federal paulista Waldemar Costa Neto, e conseguiu evitar que o senador Roberto Rocha ingressasse no seu partido e, com a influência dos Bolsonaro, fragilizasse sua chefia no braço maranhense da legenda, que hoje tem o presidente da República como filiado e candidato à reeleição.

Para evitar o isolamento no tabuleiro político estadual, e atendendo a recomendação do seu chefe partidário, Josimar de Maranhãozinho colocou o PL no grupo de apoio à pré-candidatura do senador Roberto Rocha (PTB) à reeleição. Meses atrás, ele andou “ameaçando” candidatar-se ao Senado, numa tentativa de atingir o projeto senatorial do ex-governador Flávio Dino, de quem se declarou adversário. Justificada como decorrência de “desprestígio” do seu partido e seu grupo em relação ao Governo do Estado, a mágoa seria, na verdade, motivada pelo fato de o governador Flávio Dino não ter interferido nas investigações da Polícia estadual, determinadas pelo Ministério Público, sobre as denúncias. Da mesma maneira como os poderosos de Brasília não conseguiram barrar as investigações da Polícia Federal sob o comando do Ministério Público Federal.

A chegada da denúncia ao Conselho de Ética da Câmara Federal, juntamente com as de oito parlamentares, mas com a agravante de que ele é o único acusado de corrupção, tirou Josimar de Maranhãozinho de tempo, à medida que ele corre mesmo sério risco de ser cassado, o que, se ocorrer, será um tiro mortal na sua carreira. Não é sem razão, portanto, que a tropa de choque do PL na Assembleia Legislativa passou, de uma hora para outra, a louvar sua ação política e a reafirmar o seu projeto de candidatura ao Palácio dos Leões, no qual nem seus aliados parecem acreditar.

quarta-feira, 4 de maio de 2022

Flávio Dino convoca Othelino como coordenador para tentar conter avanço de Roberto Rocha


O ex-governador Flávio Dino (PSB) anunciou, nesta manhã, que o presidente da Assembleia Legislativa e pré-candidato a reeleição, deputado Othelino Neto (PC do B), será o coordenador político da sua pré-candidatura ao Senado, numa clara tentativa de conter o avanço do senador Roberto Rocha (PTB).

“O presidente da Assembleia, deputado @OthelinoN , exercerá a coordenação política da minha pré-candidatura ao Senado. Juntos venceremos, mais uma vez, em favor do Brasil, especialmente do Maranhão”, disse Dino.

A esposa do parlamentar, Ana Paula Lobato, vice-prefeita do município de Pinheiro, foi oficializada, mês passado, como primeira suplente na chapa senatorial que será encabeçada pelo ex-governador.

Othelino, até março, era apoiador da pré-candidatura ao Governo do senador Weverton Rocha (PDT).

Na ocasião, Além de reafirmar apoio a Dino, declarou adesão a pré-candidatura a reeleição de Carlos Brandão, também do PSB.

“Nos últimos meses, lutei para construir uma unidade no grupo político que pertenço há muitos anos. Conversei com o governador Flávio Dino, o vice Carlos Brandão, o senador Weverton, a senadora Eliziane, partidos, nossas bases e cidadãos sobre a importância de seguirmos juntos. Por isso, reafirmo apoio à pré-candidatura ao senado do governador Flávio Dino e decidi acompanhar o vice-governador Carlos Brandão, que assume o governo em breve, no seu projeto de reeleição. A decisão foi tomada, não por uma escolha pessoal, mas em nome do projeto do grupo”, disse, à época, o presidente da Alema.

Lahesio Bonfim é o principal beneficiado com a saída de Roberto Rocha da disputa para o governo


O anúncio da desistência de Roberto Rocha para a disputa ao cargo de governador para tentar a reeleição para o Senado Federal foi comemorado, nesta segunda-feira (2), por apoiadores do pré-candidato ao Governo do Maranhão, Lahésio Bonfim (PSC).

A avaliação é de que a decisão de Roberto Rocha (PTB) para sair candidato ao Poder Legislativa pode beneficiar eleitoralmente o médico Lahésio Bonfim que segue se fortalecendo no cenário estadual.

Segundo a pesquisa realizada pelo instituto Exata, Roberto Rocha aparece com 11% das intenções de voto na disputa pelo Palácio dos Leões.

Com isso, os votos confiados a Roberto Rocha migrariam para Lahésio que aparece com 12% das intenções do eleitorado maranhense.

Se angariar este percentual, o médico pode já se considerar no segundo turno e deixar a disputa pela outra vaga entre Carlos Brandão (PSB) e Weverton Rocha (PDT).

terça-feira, 3 de maio de 2022

Adriano Sarney enquadra Flávio Dino

O deputado estadual e presidente do PV no Maranhão, Adriano Sarney, utilizou as redes sociais, nesta segunda-feira (02), para ressaltar a lição que o senador maranhense Roberto Rocha (PTB) teria dado no ex-governador Flávio Dino (PSB).

Enquanto Flávio Dino exclui partidos das articulações da pré-campanha de Lula, seu adversário Roberto Rocha dá uma lição de como se constrói uma verdadeira Frente Ampla”, destacou Adriano.


O
 parlamentar se refere ao fato do PV ter sido excluído de encontros comandados por Flávio Dino, para tratar sobre a campanha do ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), no Maranhão.

Vale lembrar que existe um processo de Federação entre os partidos: PT, PCdoB e PV, mas mesmo assim o partido comandado por Adriano Sarney não tem sido convidado para as reuniões.

Por conta disso, Adriano fez questão de ressaltar a Frente Ampla de partidos, onze num total, que estarão apoiando a pré-candidatura do senador Roberto Rocha ao Senado. Além disso, o partido de quatro pré-candidatos ao Governo do Maranhão, também estão apoiando a reeleição de Rocha.

segunda-feira, 2 de maio de 2022

Roberto Rocha demonstra habilidade e impõem dura derrota a Flávio Dino


O ex-governador Flávio Dino tinha um sonho: disputar o Senado Federal no pleito de outubro sendo o único postulante de uma ampla frente de concorrentes ao Governo do Estado. Isso garantiria ao ególatra comuno-socialista um voo tranquilo para seu projeto personalista: se eleger senador, depois se tornar ministro em um eventual Governo Lula e, por fim, ser indicado a uma das vagas que se abrirão no STF.

Porém, a postura desagregadora – do próprio e das principais figuras que o cercam – terminaram por transformar o sonho em pesadelo. Um a um, aliados importantes foram cerceados e obrigados a bater em retirada, simplesmente por não dizerem “amém” a tudo aquilo que era imposto por Dino.

Agora, veio o golpe de misericórdia: em coletiva de imprensa, nesta segunda-feira (2), com a presença de representantes das pré-candidaturas ao Palácio dos Leões de Edivaldo Holanda Júnior (PSD), Josimar de Maranhãozinho (PL), Lahesio Bonfim (PSC) e Weverton (PDT), além de partidos que orbitam em torno destas, como Republicanos, Agir36 e PROS, Roberto Rocha (PTB) anunciou que disputará a reeleição ao Senado Federal.

Além disso, veio o anúncio do apoio da ampla frente citada acima. Em paralelo ao projeto estadual de cada um, estas forças políticas de diferentes grandezas se unem em torno de uma candidatura única ao Senado Federal. Uma derrota que será difícil de digerir para quem possui uma realeza inteira na barriga.

A obsessão de Flavio Dino em esmagar Weverton Rocha


É o governador Flávio Dino o maior responsável pelas fake news sobre uma improvável desistência de Weverton Rocha da disputa de governador.

Por trás dos ataques ao pedetista em blogs palacianos, pasquins, programas de rádio e redes sociais, inclusive nas tuitadas do atual secretário de Comunicação, Ricardo Cappelli, estão as digitais do ex-governador.

Dino nunca viu em Weverton um aliado. Vê no promissor político do PDT um adversário político e geracional desde que fora superado em votos na disputa eleitoral de 2018.

Os sete anos a frente do Palácio dos Leões deformaram Dino. O jovem e promissor político oriundo do judiciário tornou-se um protótipo mal sucedido do ex-presidente Sarney, que fracassou ao tentar impor sua liderança política pelo medo e pela perseguição de adversários.

Em julho do ano passado, Dino propôs um processo democrático para escolha do candidato à sucessão. Encenação pura! Embora Weverton atendesse a todos os critérios estabelecidos pelo socialista, ele escolheu Carlos Brandão, desesperado para sufocar a liderança do pedetista.

Weverton, ainda assim, seguia leal a Dino. Mesmo após traído, indicava que queria votar nele para senador, contra a vontade da maioria absoluta de seus aliados.

Nem isso foi capaz de demover o ex-governador de sua jornada persecutória. Dino, até o último minuto, usou a máquina do estado para sufocar o senador do PDT, esvaziar sua candidatura, colocando-o sempre como um inimigo a ser vencido.

Brandão teria exigido Dino exclusivamente em seu palanque de reeleição ou o ex-governador não tolera mesmo a ascensão política e eleitoral de Weverton?!

Quem convive diariamente com o socio-comunista conhece bem a resposta.

Com informações do Blog do Kiel Martins

domingo, 1 de maio de 2022

Weverton lidera pesquisa Exata


O Instituto de Pesquisa Exata divulgou pesquisa de intenção de votos para as eleições 2022. Os dados apontam liderança do senador Weverton caso as eleições fossem hoje.

Os eleitores foram questionados “Se a eleição para o Governo do Estado fosse hoje e os candidatos fossem esses, em quem o sr (a) votaria?

No cenário estimulado, Weverton Rocha aparece com 22%, seguido por Carlos Brandão com 21%, Lahésio Bonfim com 12% e em seguida seguem empatados com 11% dos votos Edivaldo Holanda Júnior e Roberto Rocha. Não votariam em nenhum/branco/nulo e 11% não responderam.

O intervalo de confiança é de 95% e a margem de erros é de 3,44% para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada no TSE sob o MA-05691/2022.


sexta-feira, 29 de abril de 2022

Flávio Dino não será apoiado pelo grupo de Weverton para o Senado

Em entrevista, nesta sexta-feira (29), ao podcast “Sai da Lama”, apresentado pelo jornalista Jonas Filho, da cidade de Caxias-MA, o senador Weverton Rocha (PDT), pré-candidato a governador do Maranhão, descartou qualquer apoio do seu grupo à candidatura do ex-governador Flavio Dino (PSB) a senador.

“Uma coisa o nosso grupo já tomou a decisão política. Nós não vamos votar no Flávio Dino depois de tudo que ele e a forma agressiva, dura, difícil e tudo que vocês viram e não precisa eu falar!”, disse o senador Weverton.

Segundo o senador, seu grupo político tem até as convenções para escolher qual nome irá apoiar como candidato ao Senado.

Desde o anúncio de Carlos Brandão como escolha pessoal de Flavio Dino para ser candidato a governador, Weverton Rocha mantinha postura de simpatia à candidatura de Dino, seu agora ex-aliado. Entretanto, os mais atentos observadores da cena política já esperavam que em algum momento Weverton e seu grupo fariam a declaração de descarte do apoio ao nome de Flávio, em razão do clima hostil patrocinado pelo grupo em torno do ex-governador ao senador.

terça-feira, 19 de abril de 2022

Dino diz que bolsonarismo tem que voltar para o inferno


O ex-governador Flávio Dino (PSB) tenta se manter vivo no debate político nacional fazendo o que ele mais gosta: criticar o presidente Jair Bolsonaro (PL).

Depois de chamar o capitão reformado do Exército de demônio, e ter sido desmascarado pelo mesmo acerca do envio bilionário de recursos federais para o Maranhão, o comunasocialista, em entrevista ao Valor Econômico, disse estar confiante na vitória de Lula (PT); e voltou a defender o estabelecimento de uma terceira via presidencial como forma de contribuir para que o bolsonarismo volte para o inferno.

“Qualquer coisa que se consolide fora do bolsonarismo atrapalha o crescimento dele. A terceira via só cresce disputando pelo campo da direita. O que drenou a energia vital do pensamento de centro-direita no Brasil não foi o Lula, não foi a esquerda, foi a extrema direita, foi o bolsonarismo. Ela [terceira via] tem que de fato combater o bolsonarismo na eleição de 2022, e para ter sobrevivência no futuro. Eu espero que eles tenham êxito, porque Bolsonaro perderá, mas nós precisamos que também o bolsonarismo volte para a sua casinha. [Precisamos] que o demônio volte para o inferno”, afirmou o pré-candidato ao Senado.

segunda-feira, 18 de abril de 2022

Fracasso de Flávio Dino atinge Brandão e irrita familiares do governador-tampão


O fim da gestão de Flávio Dino (PSB) no Maranhão expôs em luz neon a farsa que foi o governo comunista.

Mas esta farsa – que vem ganhando cores cada vez mais fortes nas últimas semanas – atinge também o sucessor de Dino, o governador-tampão Carlos Brandão, que tenta viabilizar sua reeleição em meio à greve de servidores públicos, aumento da miséria em todos os níveis e agora um calote de R$ 280 milhões deixado pelo comunista.

Mais próximo do antigo Grupo Sarney que do próprio Flávio Dino, Brandão usa a mídia poderosa do grupo para se descolar da imagem ruim deixada por Dino, mas enfrenta dificuldades pelo envelhecimento precoce do próprio governo, formado por ex-políticos que já estavam com as chuteiras penduradas.

O grande legado da gestão de Flávio Dino é o aumento da miséria e o fracasso no combate à fome.

E este legado atinge Brandão em cheio, deixando o vice-governador estagnado nas pesquisas e sem poder atender a aliados sedentos de espaços de poder e dinheiro.

A divisão da comunicação em dois grupos distintos – dinistas e sarneysistas – um comandado por Ricardo Capelli e outro por Sérgio Macedo, tem tornado ainda mais difícil a vida do governador-tampão.

Seguindo as ordens de Flávio Dino, Capelli insiste em vincular o atual governo com o antecessor, tentando mostrar que Brandão é a continuidade de Dino; isso irrita a família do tampão, que usa Macedo para tentar vender a imagem de um novo governo, todo novo, embora com velhas práticas.

Quinze dias depois de assumir o mandato, Brandão ainda não se decidiu se é governador ou candidato, confundindo as agendas e a própria população, boa parte sem saber ainda quem é que continua mandando.

E ele só tem mais 75 dias para dar sua imagem ao Maranhão…

Por Março Aurélio D'eça

terça-feira, 12 de abril de 2022

Barco à deriva: Deputado Rafael terá teste de fogo nas eleições deste ano


O cerco começa se fechar e a situação do deputado estadual, Rafael ex- Leitoa segue um verdadeiro “barco à deriva” na sua carreira política, agora “solo”.

Pela região de Matões, Timon e também Parnarama, o clima não é amistoso para o deputado estadual, que acumula de não cumprir promessas e lá outras series de coisas.

É triste citar a região do Riacho do Garapa e a MA-040. A comunidade está cada vez mais conformados em saber que dificilmente, da forma que está sendo conduzido pelo deputado, saíra do papel.

Agora perdeu a liderança do governo na Assembleia Legislativa do Maranhão, essa conjuntura de um barco à deriva mostra claramente a inconsistência política do deputado Rafael, que por sorte, está com unhas e dentes na defesa do governador Carlos Brandão, sua única válvula de escape. Essa eleição pra ele será tipo aquelas do tudo ou nada, se der errado, já era!

Para piorar, ele ainda vai ver seu fiel aliado na Câmara de Timon, Uilma Resende, perder o comando daquela Casa Legislativa para um vereador governista. Sem contar que seus cargos em Timon, estão sendo todos bem divididos entre os outros aliados do governador Brandão.

A exemplo dessa onda de enfraquecimento, o mais antigo deles, bem no início, o rompimento com o grupo Leitoa, um dos grandes grupos políticos do Maranhão. Traindo seu “tio-pai” que não esconde em Timon sua decepção com o sobrinho. Segundo uma fonte bem posicionada da política timonense, nos disse que foi feita uma pesquisa de consumo interna e no seu maior reduto eleitoral político, a cidade de Timon, ele aparecia em quarto nas pesquisas.

Começou a complicar…

segunda-feira, 11 de abril de 2022

Osmar Filho recebe apoio em Bom Jesus das Selvas


Intensificando sua agenda de viagens pelo interior do estado, o presidente da Câmara Municipal de São Luís, Osmar Filho (PDT), esteve nesta sexta-feira (08), no município de Bom Jesus das Selvas. A convite da ex-prefeita Cristiane Damião, o vereador participou de um encontro com moradores da região, onde pôde falar sobre os motivos que o levam a disponibilizar seu nome a uma vaga na Assembleia Legislativa.

“Queremos trabalhar em favor do Maranhão, assim como temos feito em São Luís, com responsabilidade e atenção com a população”, garantiu Osmar, agradecendo o apoio da ex-prefeita. Em seu discurso, declarou que sua motivação é observar que pode fazer em nível estadual o trabalho que vem desenvolvendo como vereador na capital maranhense.

“Quando visito as comunidades de São Luís é que me dou conta de como tenho sido um instrumento de Deus para mudar a realidade de vida das pessoas, para que possam ter uma melhor qualidade de vida”, falou o pedetista, que desde o ano passado vem buscando conhecer as necessidades dos municípios, para poder representar com propriedade a população maranhense no Legislativo Estadual.

Ao apresentá-lo, Cristiane Damião disse que defende quem tem interesse em ajudar o povo. “Hoje temos uma parceria política e de amizade, pela sua seriedade e pelo compromisso que tem demonstrado com o município”, afirmou.

Ascom Osmar Filho

segunda-feira, 4 de abril de 2022

Flávio Dino atribui a pobreza no Maranhão à política econômica de Bolsonaro


Em entrevista à TV Mirante nesta segunda-feira, 4, Flávio Dino atribuiu a pobreza no Maranhão à política econômica nacional.

O agora ex-governador, que se elegeu em 2014 com a promessa de tirar o estado da miséria, culpou o governo Bolsonaro pelos baixos índices econômicos e sociais do Maranhão, retirando da gestão estadual qualquer responsabilidade no que diz respeito ao combate à pobreza.

“Quem faz política econômica no Brasil é o governo federal. O governo do estado tem poucos instrumentos. O Banco Central é federal, o BNDES é federal, os bancos de desenvolvimento de modo geral são todos federais. Quando a política econômica federal é ruim, como é atualmente, é claro que todos os estados sofrem”, disse Flávio Dino.   

sábado, 2 de abril de 2022

Sob blitz do Leões, Weverton permanece sólido nas pesquisas


O Palácio dos Leões realizou em março uma blitz de cooptação de aliados, como não se via há muito tempo. A maior desde que Roseana Sarney enfrentou Jackson Lago e Flávio Dino em 2010. O ex-governador Flávio Dino lidera as pesquisas ao Senado e ofereceu sua suplência para a esposa do presidente da Assembleia, Othelino Neto (PCdoB), só para tirar ele da aliança de Weverton. Também foram cooptados prefeitos, lideranças e vereadores.

Com toda essa movimentação, Weverton segue com o mesmo número na pesquisa Escutec/Mirante do mês passado, antes da bliz palaciana. Na pesquisa MA 03951/2022 de 17 a 22 de feveiro, Weverton tinha 22%. Um mês depois, tem 21% na MA 00150/2022 realizada entre 27 de março a 1º de abril.

A resiliência de Weverton nas pesquisas e no meio político mostra que os próximos seis meses serão de uma das eleição mais disputadas e emocionantes da história do Maranhão.

sexta-feira, 1 de abril de 2022

Roberto Rocha omite participação de Roberto Jefferson no “convite” ao PTB


Em nova nota divulgada em suas redes sociais, o senador Roberto Rocha (PSDB) omitiu a participação de Roberto Jefferson no “convite” que recebeu do ex-deputado para ingressar no PTB.

Foi por meio desse “convite” que Rocha deu uma rasteira em Lahesio Bonfim.

Acontece que Roberto Jefferson está cumprindo prisão domiciliar e afastado de todas as atividades partidárias por 180 dias, conforme decisão do ministro do STF Alexandre de Moraes.

No entanto, a postagem do senador tucano mostra que o ex-deputado continua a frente das ações do PTB, configurando assim um desrespeito à decisão de Moraes.

Ao perceber que expôs a irregularidade cometida por Jefferson, Roberto Rocha imediatamente apagou a postagem das suas redes sociais e colocou outra com a informação de que recebeu o convite para ingressar no PTB da Executiva Nacional do partido.

E culpou a sua assessoria pelo “equívoco”.

Com informações do Blog Marrapá

domingo, 27 de março de 2022

Pesquisa/Exata: Weverton segue como favorito para governar o Maranhão


A Exata testou os eleitores com todos os nomes que falam em ser candidatos ao governo do estado. Nesse cenário, Weverton tem 23% das intenções de voto na pesquisa estimulada, ou seja, quando os nomes dos pré-candidatos são apresentados aos entrevistados. O atual vice-governador Carlos Brandão foi mencionado por 16%; seguido pelo senador Roberto Rocha com 13%. Edivaldo Holanda Jr aparece com 12% das intenções no levantamento. Lahesio Bonfim aparece com 10%; Josimar do Maranhãozinho tem 6%; Simplício Araújo, 2%. Hertz Dias tem menos de 1% de intenções de votos. 8% dos eleitores disseram que votariam em branco ou nulo e 10% não sabem ou não responderam

Em todos os outros cenários a diferença entre Weverton e o vice-governador só aumenta. Sem Josimar e Simplício Araújo, Weverton aparece com 25%; Brandão, 17%; Roberto Rocha, 14%; Edivaldo Holanda Jr, 13%; e Lahesio,11%. Sem Roberto Rocha, Weverton aumenta a liderança para 31%. Brandão aparece com 19%; Edivaldo, 15% e Lahesio, 13%. E Weverton chega a 35% numa disputa entre apenas três nomes, enquanto Brandão teria 22% e Edivaldo teria 17%.

Senado

A pesquisa da Exata também ouviu os eleitores sobre as intenções de voto para senador. Se as eleições fossem hoje, Flávio Dino teria 51% dos votos, Roberto Rocha teria 20%, Edivaldo Holanda Júnior, 10%. Saulo Arcangeli, Paulo Romão e Antônia Cariongo teriam 1%, cada um. Não sabem ou não responderam 7% dos eleitores e 9% disseram que votariam em branco ou nulo.

Se apenas Flávio Dino e Roberto Rocha concorressem ao Senado, Flávio teria 56% das intenções de voto e Roberto Rocha teria 27%. Brancos e nulos somariam 11% e 6% não souberam ou não quiseram responder.

Num outro cenário de disputa, com Dino e Edivaldo Holanda Júnior, o governador teria 57% e o ex-prefeito de São Luís teria 21%.

Rejeição

Os eleitores também se manifestaram sobre em quem não votariam de jeito nenhum.

Na eleição para governador o nome mais rejeitado foi o de Josimar do Maranhãozinho, citado por 31% dos entrevistados, seguido de Carlos Brandão, em que 19% dos eleitores não votariam de jeito nenhum. O ex-prefeito Edivaldo Holanda Jr aparece com 17% no quesito rejeição. Simplício Araújo tem 15%; Weverton Rocha, 14%; Roberto Rocha, 13%; Enilton Rodrigues, 11%; Lahésio Bonfim, 9%; e Hetrz Dias 9%. Não votariam em nenhum, 21% e 33% poderiam votar em qualquer um deles. Não sabem ou não responderam somaram 9%.

Para o Senado os quatro primeiros colocados no quesito rejeição estão em um empate técnico: Paulo Romão, com 24%; e Flávio Dino, Saulo Arcangeli e Antônia Cariongo, com 22% cada um. Logo em seguida vem Roberto Rocha com 18% e Edivaldo Holanda Júnior com 15%. 27% disseram que poderiam votar em todos e 24% não votariam em nenhum dos nomes apresentados. Não sabem ou não responderam somaram 11%.

sábado, 26 de março de 2022

Zito Rolim sai do PDT e se filiar ao Partido Verde


O deputado estadual Zito Rolim se desfiliou do PDT e se filiou ao Partido Verde. A sua permanência no PDT era considerada insustentável por ter declarado recentemente apoio ao vice-governador Carlos Brandão (PSB).

A ida para o PV foi conduzida pelo presidente estadual do partido, deputado Adriano Sarney que também apoia a pré-candidatura de Carlos Brandão ao governo do estado, um dos motivos que levaram a Zito a optar pelo PV.

Para Rolim, o PDT é a casa do principal nome do embate político que se avizinha contra o grupo formado pelo governador Flávio Dino do qual o senador é dissidente.

Vale destacar que o deputado Zito Rolim já foi filiado ao Partido Verde, legenda pelo qual elegeu-se prefeito de Codó em seu primeiro mandato.

quinta-feira, 24 de março de 2022

Flávio Dino teria negociado suplência de senador, vice-governadoria e até vaga no TCE para Othelino


Os cenários finais do governo Flávio Dino (PSB) mostram um chefe do Executivo disposto a negociar o máximo possível para ter aliados do senador Weverton Rocha (PDT) sob seu controle político.

As tentativas de cooptação de aliados do pedetista, em favor do seu pupilo, o vice-governador Carlos Brandão (PSDB, de ida para o PSB), vão além da imaginação. O pano de fundo é a disputa para o Governo do Maranhão.

O alvo do momento é mesmo o presidente da Assembleia Legislativa do Estado, deputado Othelino Neto, que ameaçou deixar o PCdoB pelo PDT, apoiar Weverton e mudou radicalmente de rumo nos últimos dias.

Ao que parece Othelino teria até sido escalado para convencer o senador pedetista a mudar de ideia e desistir de sua pré-candidatura ao Palácio dos Leões. Porém, até agora, mesmo acuado Othelino resiste em apoiar Weverton, mas não se sabe até quando, mediante os constantes assédios políticos do governador em fim de mandato.

quarta-feira, 23 de março de 2022

Brandão promete a mesma pasta a vários e gera crise entre aliados


A tentativa de consolidar sua base eleitoral tem levado o vice-governador Carlos Brandão (ainda no PSDB) a gerar crises entre aliados por causa de espaços no futuro governo, que começa dia 2 de abril.

Já manifestaram insatisfação com as múltiplas negociações de Brandão o deputado federal Pedro Lucas Fernandes (União Brasil) e os estaduais Fábio Macedo (PROS) e Duarte Júnior (PSB).

Segundo apurou o blog Marco Aurélio D’Eça, o problema ocorre por que Brandão – para criar artificialmente uma base de apoio – tem loteado o governo prometendo a mesma pasta a dois ou até três pretensos apoiadores, o que gera o desgaste.

No caso de Duarte Júnior – que, segundo a imprensa ameaçou até deixar o PSB – Brandão teria oferecido o Viva Procon, gerenciado pela sua mulher, em troca do apoio do MDB.

A insatisfação de Macedo, ainda segundo apurou este blog, se dá pela decisão de Brandão de entregar o controle, do Detran ao deputado federal André Fufuca (PP); o deputado estadual tinha como certo que o órgão seria presidido pelo seu irmão, ex-prefeito de Dom Pedro Hernando Macedo.

Também esperava espaço de poder consolidado no governo Brandão o presidente do Cidadania, pastor Eliel Gama, que é irmão da senadora Eliziane Gama (Cidadania); a ele, também teria sido oferecido o mesmo Detran “dado” a Macedo e a Fufuca.

O problema para Eliel é que o Cidadania está e em federação com o PSDB, que já se posicionou pelo apoio a Weverton Rocha no Maranhão.

Para Pedro Lucas, que anunciou apoio ao vice-governador há duas semanas, a condição para garantia de espaços de poder é a entrega do União Brasil, hoje apoiando o senador Weverton Rocha (PDT); para conseguir, Fernandes precisa vencer a queda de braço com o colega deputado Juscelino Filho.

A guerra de bastidores no governo Brandão tende a se intensificar depois do dia 2 de abril, quando a gestão começa de fato e o loteamento dos espaços tende a ser intensificado.

O problema é que, depois disso, nenhum dos aliados poderá mais mudar de partido, caso seja preterido nas articulações.

Com informações do Blog do Marco D'eça

segunda-feira, 21 de março de 2022

Prefeito Luciano deixa mulher de “resguardo” e reata “casamento” com a deputada Thaysa


O prefeito de Pinheiro Luciano Genésio, recém-filiado ao PDT, reatou o “casamento político” com a deputada estadual Thaiza Hortegal (PDT) e tornou público na semana passada; eles têm dois filhos.

Ao tempo que deixou claro a volta com a médica, o político externou recentemente que irá apoiá-la para Assembleia Legislativa.

Curiosamente, o gestor comunica a volta com a ex-primeira dama um ano após ter feito outro anúncio: o namoro com a ex-secretária Municipal de Meio Ambiente, Layanna Ferreira, que disputou vaga na Câmara de Vereadores na eleição passada e ficou na terceira suplência.

E eles têm muito o que comemorar, em menos de um ano de namoro, o prefeito e sua ex-secretária comemoraram a chegada de uma linda filha, que veio ao mundo do mês passada.

Portanto, ainda de resguardo, Layanna acompanhou de casa o ato político na sede do PDT na Rua dos Afogados, no qual Luciano Genésio levou Thaiza Hortegal para filiar no partido do senador Weverton Rocha.